Festival de Cinema Brasileiro de Paris anuncia programação completa de sua 26ª edição
Com Toni Servillo, O PRIMEIRO DIA DA MINHA VIDA estreia dia 14 de março
Baseado num romance do próprio diretor Paolo Genovese (“Perfeito Desconhecidos”), O PRIMEIRO DIA DA MINHA VIDA é protagonizado por Toni Servillo, Valerio Mastandrea e Margherita Buy e traz a história de um homem misterioso que se apresenta a quatro pessoas que não veem mais saída em suas vidas. O desconhecido promete mostrar, em uma semana, como o mundo seria um lugar pior sem eles. O longa é distribuído pela Pandora Filmes e chega aos cinemas brasileiros em 14 de março.
“Inicialmente, não pensava em transformar meu livro em filme. Comecei a escrevê-lo por uma vontade urgente de contar uma história, sem ter que esperar orçamento, produção, atores... Escrever é difícil porque, ao contrário do cinema, é preciso expressar tudo apenas com palavras, mas é imediato, de graça e você pode fazer isso em qualquer lugar. Fiquei disposto a fazer um filme após ouvir que as pessoas que leram a história gostaram muito. Eles me agradeceram pela história que contei, uma história de esperança. Talvez neste momento precisemos de histórias que nos deem coragem, que nos estendam a mão”, disse o cineasta em entrevista.
Com roteiro assinado por Genovese, Isabella Aguilar, Paolo Costella e Rolando Ravello, o filme se passa em Roma e traz um toque de realismo mágico com um personagem misterioso, interpretado por Servillo, que encontra quatro pessoas que não se conhecem e que pensam em acabar com suas vidas.
Arianna (Margherita Buy) é uma policial que vive uma dor insuportável; Napoleone (Valerio Mastandrea) é um coach motivador que não consegue mais se motivar; Emília (Sara Serraiocco) é uma ginasta que acabou numa cadeira de rodas; e Daniele (Gabriele Cristini, de 12 anos) é um influenciador mirim que sofre bullying.
Essas pessoas irão enfrentar seus traumas, repensar suas dores e o desejo de acabar com tudo. Inicialmente, sem confiar um no outro, os quatro desconhecidos começam a criar laços de amizade e afeto que os fazem repensar suas situações e planos.
Todos os quatro são permeados por sentimentos absolutos, profundamente ligados à nossa sociedade. A depressão é filha do que vivemos, é o buraco negro mais profundo. Como explica Napoleone, ao contrário dos outros três, ele está doente sem saber o motivo. Já Emília vive a ansiedade da competição, de ter que ser a melhor.
“E hoje, mesmo nas crianças, a exposição é adicionada à tríade família-escola-amigos, outra coisa com que lidar. E depois há a dor ancestral, a da perda de um filho. Uma coisa que este filme tenta fazer é que os quatro protagonistas possam reagir, encontrar sempre um ponto de vista diferente, uma razão, algo para seguir em frente”, conta o cineasta.
Servillo, por sua vez, conta que um personagem como esse é uma novidade em sua carreira, que inclui filmes como “A Grande Beleza” e “O Labirinto”. “Procurei dar ao meu personagem características de simplicidade, imediatismo, cotidiano. Então eu diria que mais do que um barqueiro de almas, ele é uma pessoa que convida os quatro suicidas a redescobrirem uma parte de si mesmos que talvez mantenham escondida e não tenham coragem de trazer à tona. Ou ele é uma dessas pessoas as quais sentimos que precisamos em momentos de particular desconforto, se não de desespero. Daquelas pessoas para se ter perto, que simplesmente ajudam e te dão conforto”, conta.
Servillo também destaca a força que os personagens encontram uns nos outros e aponta isso como fundamental para o nosso tempo. “No filme, os protagonistas decidem organizar juntos um dia absolutamente normal, porque a personagem de Mastandrea funciona como um coach motivador, por isso procuram encontrar um mínimo de serenidade e recomeçar a partir daí”.
Buy explica que “há momentos chave que podem representar o verdadeiro nascimento de uma pessoa e isso é recorrente até no trabalho. Para mim, por exemplo, quando consegui entrar na Academia Nacional de Artes Dramáticas, foi o primeiro dia em que realmente senti que estava no lugar certo. Depois de uma grande espera que durou anos; quando entrei lá falei: ‘ah, estou nascendo’”.
Sinopse
Um homem misterioso se apresenta a quatro pessoas que chegaram ao fundo do poço para lhes oferecer um acordo: uma semana para fazê-los voltar a se apaixonar pela vida. Sua intenção é oferecer a possibilidade de descobrir como seria o mundo sem eles e ajudá-los a encontrar um novo sentido para suas vidas. Uma história sobre a força para recomeçar quando tudo ao seu redor parece estar desmoronando.
Ficha Técnica
Direção: Paolo Genovese
Roteiro: Paolo Genovese, Isabella Aguilar, Paolo Costella, Rolando Ravello
Elenco: Toni Servillo, Valerio Mastandrea, Margherita Buy, Sara Serraiocco, Gabriele Cristini, Lidia Vitale, Antonio Gerardi, Vittoria Puccini, Thomas Trabacchi
Gênero: Drama
País: Itália
Ano: 2023
Duração: 121 minutos
Branded Doc se destaca no Brasil e documentários viram estratégia para turbinar marcas
Documentário Lupicínio Rodrigues: Confissões de um Sofredor estreia dia 14 de março nos cinemas
Anna Muylaert é homenageada com especial da MUBI
Mãe
Só Há Uma (2016)
Vencedora
de muitos prêmios e aclamada pela crítica por filmes como Que Horas Ela Volta? e Durval Discos, a cineasta
brasileira Anna Muylaert ganha uma homenagem na MUBI. Nesta sexta, dia 23 de fevereiro,
chega à plataforma Caos em Família: Especial Duplo de Anna Muylaert,
com as obras O Nosso Pai
(2022) e Mãe Só Há Uma
(2012). Prestes a completar 60 anos, a diretora é um dos principais nomes do
cinema contemporâneo brasileiro.
Socialmente
mordazes e catárticas, suas produções privilegiam mulheres e crianças,
incluindo temas de gênero e paternidade.
Mãe Só Há Uma (2016)
Premiado
nos festivais internacionais de Berlim e Valladolid, o filme é inspirado numa
história real - o Caso Pedrinho, famoso na década de 1990 -, porém, com um
protagonista andrógino e rebelde. O adolescente Pierre (Naomi Nero, Os Intrusos) recebe uma
denúncia que muda toda a sua vida. Após o resultado de um exame de DNA, ele
descobre que sua mãe, Aracy (Dani Nefussi, É
Proibido Fumar, Sintonia),
não é sua verdadeira mãe, sendo obrigado a trocar de família, de casa e de
identidade. O elenco conta ainda com Matheus Nachtergaele (O Auto da Compadecida, Carro Rei) e Luciana Paes (O Animal Cordial).
O
Nosso Pai (2022)
Neste
curta cômico e turbulento, três irmãs, filhas do mesmo pai mas de mães
diferentes, são obrigadas a viver juntas durante um dos momentos mais intensos
da pandemia, em março de 2021. Da convivência, surgem discussões, uma galinha
espatifada no chão da cozinha e também uma ideia inusitada, um plano improvável
e a possibilidade de salvar o mundo. Estrelado por Camila Márdila (Carvão; Bom Dia, Verônica),
Dandara Pagu (Amor, Plástico e
Barulho) e Grace Passô (Levante,
Sob Pressão), a
produção tem trilha sonora de André Abujamra.
Caos em Família: Especial Duplo de Anna Muylaert
Já
disponível na plataforma
mubi.com
“Contra o Mundo”, filme de ação distópico com Bill Skarsgård, estreia nos cinemas em 25 de abril
Distribuído pela Paris Filmes, longa é produzido por Sam Raimi e Roy Lee.
O filme “Contra o Mundo” (Boy Kills World), protagonizado por Bill Skarsgård, chegará aos cinemas brasileiros em 25 de abril, com distribuição da Paris Filmes e produção da Lionsgate. Skarsgård vive Boy, um jovem surdo com uma imaginação vibrante que é treinado na selva por um mentor misterioso, após sua família ser assassinada.
Dirigido por Moritz Mohr e produzido por Sam Raimi (“Homem-Aranha”) e Roy Lee (“It: A Coisa; “Noites Brutais”), o filme ainda traz no elenco Famke Janssen, Yayan Ruhian, Michelle Dockery, Brett Gelman e Jessica Rothe.
Crítica Filme "Ferrari" por Rita Vaz
Estreia nesta quinta-feira o filme “Ferrari” dirigido pelo cineasta Michael Mann, que também já dirigiu grandes produções, como “O Último dos Moicanos”, “Inimigos Públicos” e outros.
“Ferrari” é uma cinebiografia que conta a história de vida
do poderoso empresário italiano de carros esportivos Enzo Ferrari (interpretado
por Adam Driver).
O filme mostra como Ferrari e sua família revolucionaram a
indústria automotiva e, de certa forma, ajudaram a criar o conceito das
corridas de Fórmula 1.
O diretor Michael Mann tentava fazer o filme há muitos anos.
O interesse do cineasta por Ferraris surgiu ainda jovem, quando estudava cinema
em Londres.
Porém nessa história, o que mais interessa ao diretor nos
mostrar, é o homem por trás da marca. O título do filme “Ferrari”, tem mais a
ver com Enzo Ferrari, e sua vida íntima, seus sucessos e suas derrotas, do que
com as máquinas Ferrari.
Um mito para quem é fã de carros e de fórmula 1, Ferrari é
um grande exemplo de personagem complexo, cheio de nuances, excelente em tudo o
que faz, um empresário temido, exatamente como o diretor Michael Mann gosta de
explorar.
Na história conhecemos os Ferrari no final da década de
1950, quando a empresa, já grande na Fórmula 1, corria um sério risco de falir,
por conta dos grandes gastos que o empresário tinha com as corridas. Em um
momento do longa ele diz que os rivais correm para vender carros, e ele vende
carros para correr. Essa frase sintetiza a grande paixão da vida dele, que são
justamente as corridas.
Junto dele, se destacam na história, a esposa Laura
(Penélope Cruz) que tem uma visão empresarial e financeira tão boa quanto ele,
mas, devido à perda do único filho na guerra, não conseguem mais se entender
amorosamente; a amante Lina (Shailene Woodley) que tem um filho com ele, e os
pilotos, em especial o ator brasileiro Gabriel Leone que interpreta o piloto
espanhol Alfonso De Portago.
Gabriel Leone participa de uma das cenas mais
impressionantes da história, que é justamente a corrida de Mille Miglea (uma corrida
automobilística de longa distância realizada em estrada e disputada na Itália
durante 24 edições, de 1927 a 1957), onde eles chegavam a 250 km/h naqueles
carros (de corrida) que são popularmente chamados de “baratinhas”, com zero
segurança.
E a corrida em que ele esteve presente foi a que modificou o
automobilismo, pois, a partir de um grave acidente ocorrido nela, muitas leis
de segurança foram introduzidas nos carros e pistas.
“Ferrari” é um filmaço, com excelentes atuações, ótimo
roteiro, cenas de corrida impressionantes, mas, se você for ao cinema pensando
que vai assistir a uma história de carros de corrida somente, você está
enganado. Esse filme é para você conhecer a família, o homem por trás da marca.
Mas, vá ao cinema, para ter a experiência na telona dessa
história impressionante. Recomendo muito.
Crítica Filme "O Menino e a Garça" por Rita Vaz.
Estreia nesta quinta-feira a animação japonesa “O Menino e a Garça”, dirigida pelo cineasta Hayao Miyazaki, que tem em seu currículo os longas “A Viagem de Chihiro”, “Ponyo - Uma Amizade que Veio do Mar” entre outros.
“O Menino e a Garça” foi o primeiro longa animado não realizado em língua inglesa a receber a nomeação no Globo de Ouro e a conquistar a vitória na categoria. Está indicado na categoria de Melhor Filme de Animação no Oscar 2024.
Foi ainda indicado em 7 categorias na 51ª edição do ANNIE AWARDS (Melhor Filme, Melhor Animação de Personagens, Melhor Direção, Melhor Trilha Musical, Melhor Design de Produção, Melhor Storyboarding e Melhor Roteiro) e já ganhou diversos prêmios ao longo de 2023.
Depois de perder a mãe durante a guerra, o jovem Mahito muda-se para a propriedade de sua família no campo.
Lá, uma série de eventos misteriosos o levam a uma torre antiga e isolada, lar de uma travessa garça cinzenta.
Quando a nova madrasta de Mahito desaparece, ele segue a garça até a torre e entra num mundo fantástico partilhado pelos vivos e pelos mortos.
Ao embarcar em uma jornada épica com a garça como guia, Mahito deve descobrir os segredos deste mundo e a verdade sobre si mesmo.
Os filmes do diretor Hayao Miyazaki são densos, sempre cheios de simbolismos, mostram figuras do folclore oriental e trabalham sentimentos.
Ele consegue transformar a sua história, mesmo que recheada de referências orientais, em histórias universais, como é o caso de “O Menino e a Garça” que fala de amadurecimento, de luto, e de uma forma tão lúdica, que chega a comover.
O diretor também constrói um mundo divertido e espantoso de ver, o traço dos desenhos são impressionantes, algumas cenas são de pura poesia, de tão bem-feitas que são.
“O Menino e a Garça” é uma animação bonita de se ver, literalmente falando, e cheia de aprendizados no que diz respeito ao humano. Recomendo muito.
Warner Bros. Divulga Trailer Inédito de EVIDÊNCIAS DO AMOR, Comédia Romântica com Sandy e Fabio Porchat
A Warner Bros. Pictures acaba de divulgar o novo trailer de Evidências do Amor, nova comédia romântica nacional que conta com Sandy Leah e Fabio Porchat como protagonistas. O vídeo está disponível nas redes sociais e também nos cinemas de todo o país. Com estreia marcada para 11 de abril, o longa narra os encontros e desencontros de um casal que se conhece em um karaokê ao cantarem juntos a música “Evidências”, composição de José Augusto e Paulo Sérgio Valle, que ganhou o mundo na voz da dupla Chitãozinho e Xororó.
A trama do casal Marco Antônio (Fabio Porchat) e Laura (Sandy Leah), ganha ares cômicos e dramáticos em um roteiro que mostra um relacionamento que se desgasta com o tempo, chegando ao fim. Entretanto, tudo muda quando, um ano após o término, Marco Antônio percebe que sempre volta às situações do passado toda vez que ouve a famosa música que os uniu. Desesperado, ele parte em uma grande aventura para se livrar dessa maldição que a canção traz para sua vida.
Dirigido por Pedro Antonio, que também assina o roteiro ao lado de Luanna Guimarães, Álvaro Campos e Fabio Porchat, Evidências do Amor estreia em 11 de abril nos cinemas de todo o país, com versões acessíveis
Sobre o filme
Em uma noite qualquer, Marco e Laura se conhecem em um karaokê e cantam juntos a música Evidências. Desde então, eles se apaixonaram e formaram um casal que parecia perfeito, até o momento do “sim”. Sem entender o que aconteceu, agora, toda vez que essa música toca, Marco viaja em suas lembranças com Laura para encarar as Evidências Do Amor. Fabio Porchat (“Que História É Essa, Porchat?”, “Meu Passado Me Condena”) e Sandy Leah (“As Brasileiras”, “Quando Eu Era Vivo”) estrelam essa comédia romântica inusitada e divertida, acompanhados pelas estrelas Evelyn Castro e Larissa Luz.
Dirigido por Pedro Antonio, que também assina o roteiro ao lado de Luanna Guimarães, Alvaro Campos e Fabio Porchat, o filme é inspirado na música “Evidências”, composta por José Augusto e Paulo Sérgio Valle, com performance de Chitãozinho & Xororó. Evidências do Amor, produzido pela Framboesa Filmes e distribuído pela Warner Bros. Pictures, estreia em 11 de abril nos cinemas de todo o país.
Festival de Cinema da Fronteira e Sur Frontera WIP LAB abrem inscrições
Cinebiografia de Ney Matogrosso começa a ser filmada em São Paulo e no Rio de Janeiro
Ney Matogrosso terá sua história contada no
cinema. Protagonizado por Jesuíta
Barbosa (“Tatuagem” e “Praia do Futuro”), o longa “Homem com H” começou
a ser rodado esta semana e terá filmagens com locações em São Paulo e no Rio de
Janeiro. Ao todo, serão seis semanas de filmagens. Com direção e roteiro de Esmir Filho, o filme
é uma produção da Paris
Entretenimento e conta com a distribuição da Paris Filmes.
“Homem
com H” acompanha a trajetória de Ney Pereira da Silva e sua
transformação em Ney Matogrosso. De forma sensível, o roteiro mostra a relação
de Ney, sempre transgressor, com os principais fatos de sua vida e revela como
cada fase contribuiu para a construção de sua potente persona artística. Na
infância e adolescência, Ney morava com os pais e irmãos na pequena cidade de
Bela Vista (MS) e tinha questões desafiadoras com o pai. “Toda a repressão que
ele sofreu do pai fez aflorar esse ser livre. Ele diz que tudo o que fez foi
para confrontar o pai. O Ney veio para mostrar que a gente não precisa ficar
preso a uma coreografia de gênero”, diz o diretor e roteirista Esmir Filho.
"Homem com H" retrata suas
descobertas, o sucesso meteórico dos ‘Secos e Molhados’ em plena ditadura
militar (quando adota o nome artístico Ney Matogrosso, acolhendo o sobrenome do
pai), o encontro com Cazuza (Jullio
Reis), um de seus grandes amores, e a coragem de partir para a
carreira solo, com performances e atitude ainda mais provocantes. Também
integram o elenco Bruno
Montaleone (Marco de Maria), Romulo Braga (Antonio, pai de Ney), Hermila Guedes (Beita,
mãe de Ney), Mauro
Soares (João Ricardo), Jeff
Lyrio (Gerson), Carol
Abras (Lara), Lara
Tremoroux (Regina), entre outros.
A trajetória de Ney confunde-se com a
história de um Brasil cercado pela opressão, mas que aspira à liberdade. Com
sua alma livre, atitude desafiadora e comportamento que chocava os
conservadores, Ney Matogrosso firmou-se não só como um dos maiores artistas
brasileiros, mas como uma personalidade que inspira libertação, independência e
afeto.
Elenco:
Jesuíta Barbosa, Jullio Reis, Bruno
Montaleone, Rômulo Braga, Mauro Soares, Jeff Lyrio
Participação especial:
Lara Tremouroux, Carol Abras, Hermila
Guedes
Ficha Técnica:
Direção: Esmir Filho
Roteiro: Esmir Filho
Produtores: Márcio Fraccaroli, André
Fraccaroli, Veronica Stumpf
Produtores Associados: Rodrigo Castellar
Produtora: Paris Entretenimento
Distribuidora: Paris Filmes
"Como Elas Fazem" novo trabalho de Tata Amaral estreia dia 21 de FEVEREIRO
No total, sao oito episódios que abordam o universo da realização audiovisual
através da metodologia de trabalho das cineastas Caru Alves de Souza, Dainara
Toffoli, Eliana Fonseca, Helena Ignez, Joyce Prado, Juh Almeida, Natara Ney e
Olinda Tupinambá.
"Há alguns anos percebo que existe uma lacuna de conhecimento quanto ao
processo criativo das realizadoras e realizadores. Sempre me interesse pelo
trabalho criativo na direção de cinema e, nos anos 2000, realizei para o Sesc
São Paulo um projeto intitulado "Conversa com Diretores" no qual tive
o prazer de entrevistar cineastas como Fernando Meirelles, Carlos Reichenbach e
Susana Amaral, dentre outros. Neste momento, sinto curiosidade em colocar foco
nas realizadoras mulheres das diversas áreas da produção audiovisual",
afirma Tata Amaral.
"Como Elas Fazem" é uma produção Tangerina
Entretenimento, É Nóis na Fita, ProAc, Governo do Estado de São Paulo,
Secretaria de Cultura e Economia Criativa, Secretaria Especial da Cultura e
Ministério do Turismo.
Sobre as Entrevistadas
Caru Alves de Souza teve seus dois primeiros
longas-metragens reconhecidos por premiações prestigiosas. "De Menor"
(2013) foi vencedor do Festival do Rio, enquanto "Meu Nome é Bagdá"
(2020) sagrou-se como melhor filme da competição Generation 14plus do Festival
de Berlim. A realizadora finaliza "De Menor – A Série" e prepara dois
novos longas: "Corações Solitários" e "Bocha".
Festejada autora de filmes inventivos, a cineasta Helena
Ignez é também atriz de longas marcantes, tendo sido parceira
criativa de Rogério Sganzerla (1946-2004). Homenageada em eventos na Ásia e na
Europa, ela dirigiu os longas "Canção de Baal" (2008), "Luz nas
Trevas – A Volta do Bandido da Luz Vermelha" (2010), "Feio, Eu?"
(2013), "Ralé" (2015) e "A Alegria é a Prova dos Nove"
(2023).
Gaúcha radicada em São Paulo, Dainara Toffoli é diretora da
primeira temporada de "As Five", eleita como melhor série dramática
no Prêmio F5, no Splash Awards e no MTV Millennial Awards Brasil/MIAW. Assina a
direção das séries "Manhãs de Setembro" (2021), e "De Volta aos
15" (2022). Dirigiu ainda os longas-metragens "Dona Helena"
(2006) e "Mar de Dentro" (2020), este último estrelado por Monica
Iozzi.
Referência na atual criação audiovisual focada em conteúdos sobre a cultura e
comunidade afro-brasileira e diaspórica, Joyce Prado conquistou com o
longa "Chico Rei Entre Nós" (2020) o prêmio do público para
documentário brasileiro na Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, onde
mereceu ainda menção honrosa do júri oficial. Ela assina também a direção de
"Muro Entre Nós" (curta, 2013) e episódio da série "The Beat
Diaspora".
Já Eliana Fonseca é responde pela direção de
curtas-metragens saborosos – entre eles, "Frankenstein Punk" (1986) e
"A Revolta dos Carnudos" (1990) –, de longas de sucesso, como "O
Martelo de Vulcano" (2003) e "O Segredo dos Golfinhos" (2005),
da série "Segredos Médicos" (2015). É também requisitada atriz, além
de ser responsável pelo É Nóis Na Fita, um projeto de realização audiovisual
para jovens.
Indígena do povo Tupinambá e Pataxó hãhãhãe, a jornalista, cineasta e ativista
ambiental Olinda Tupinambá tem no currículo a direção de
curtas-metragens como "Kaapora – O Chamado das Matas" (2020) e
"Preconceito" (2021) e do longa "Mulheres que Alimentam"
(2018). Ela assina curadorias para eventos (Amotara - Mostra Olhares das
Mulheres Indígenas e Cabíria Festival) e foi coautora do especial "Falas
da Terra" (TV Globo).
Baiana radicada em São Paulo, Juh Almeida tem destacada atuação
em várias frentes do audiovisual, além de ser fotógrafa. Ela dirigiu
curtas-metragens autorais como "Eu, Negra" (2022), "Irun
Orí" (2020), "Náufraga" (2018) e "Axé Irmãos" (2015).
Assina ainda direção de videoclipes, projetos de ficção, documentários,
fashion, filmes publicitários, ensaístico e artístico. Também é diretora de
novelas na Rede Globo, como "Vai na Fé".
Por sua vez, Natara Ney é premiada montadora e diretora, tendo
vencido por duas vezes o prêmio de melhor montagem no Grande Prêmio do Cinema
Brasileiro. Como diretora, responde pelo longa documentário "Espero Que
Esta Te Encontre e Que Estejas Bem" (2020) e do curta triplamente premiado
no Festival de Gramado "O Outro Ensaio" (2010), além de telefilmes e
da série "Todas as Cores do Brasil" (2022).
Sobre Tata Amaral
Tata Amaral é uma das vozes mais importantes do cinema brasileiro e suas obras
contribuem significativamente para a história e cultura audiovisual do Brasil.
Fez parte da geração que ficou conhecida como "A Primavera dos
Curtas", na década de 1980.
Foi também uma das primeiras cineastas de sua geração a realizar filmes de
longa-metragem no período da "Retomada do Cinema Brasileiro" nos anos
1990. Seu primeiro longa-metragem, "Um Céu de Estrelas" (1996), teve
sua estreia mundial no Festival de Toronto e foi exibido na prestigiosa seção
Fórum do Festival de Berlim.
Seu terceiro longa, "Antônia" (2006) foi o filme inaugural da mostra
Generation 14Plus da Berlinale. Seu mais recente último longa, "Sequestro
Relâmpago" (2018), foi uma das maiores audiências da TV Globo em um
horário dedicado ao cinema de público, em 2019. É também produtora do filme
"De Menor" (2013) e coprodutora do filme "Meu Nome é Bagdá"
(2020), ambos dirigidos por Caru Alves de Souza.
Programação – Data da Disponibilização dos Episódios
21/02 - Caru Alves de Souza
28/02 - Joyce Prado
6/03 - Helena Ignez
13/03 - Juh Almeida
20/03 - Dainara Toffoli
27/03 - Olinda Tupinambé
3/04 - Eliana Fonseca
10/04 - Natara Ney
serviço
"Como Elas Fazem" - série dirigida por Tata Amaral
oito episódios de meia hora cada
www.youtube.com/tangerinafilmes
estreia em 21/02, às 19h00
novos episódios toda quarta-feira, às 19h00
acesso gratuito
produção: Tangerina Entretenimento, É Nóis na Fita, ProAc, Governo do Estado de São Paulo, Secretaria de Cultura e Economia Criativa, Secretaria Especial da Cultura e Ministério do Turismo
UMA FAMÍLIA FELIZ ganha teaser e data de estreia – 4 de abril
Com direção de José Eduardo Belmonte, o suspense UMA FAMÍLIA FELIZ acaba de ganhar data de estreia nos cinemas, 4 de abril. O filme é protagonizado por Grazi Massafera e Reynaldo Gianecchini, foi escrito por Raphael Montes e tem produção da Barry Company em coprodução com a Globo Filmes e Telecine e distribuição da Pandora Filmes.
UMA FAMÍLIA FELIZ é o 15o longa de José Eduardo Belmonte e fez sua estreia nacional no Festival de Gramado, e foi exibido na Mostra Internacional de Cinema em São Paulo e acompanha uma família aparentemente sem problemas. Até que um dia, tudo começa a mudar quando a mãe é acusada de machucar suas filhas gêmeas (Luiza Antunes e Juliana Bim) e um bebê recém-nascido. Nesse momento, o véu da felicidade que os encobria começa a ser desvendado.
A história original e o roteiro do longa são do escritor Raphael Montes (“Bom dia, Verônica”), que também estreia como diretor assistente. O argumento também deu origem ao livro homônimo, que chega às livrarias no dia 13 de março pela Companhia das Letras. Uma história que fala sobre aparências, cultura do cancelamento e faz uma investigação humana de como uma família supostamente “feliz” chega ao extremo oposto em pouco tempo. Através das chaves do suspense e do terror, UMA FAMÍLIA FELIZ trata dos dramas da maternidade e das pressões sociais.
Grazi Massafera, que trabalha com o diretor pela segunda vez, confessou que, para ela, esse é “um suspense arrebatador! Eva é uma personagem complexa, vive no fio da navalha sob expectativas sociais tentando equilibrar as exigências da maternidade e as pressões de uma vida de aparências. Sem dúvida, muitas mulheres vão se identificar. Essa história me arrepiou desde o primeiro momento!”.
UMA FAMÍLIA FELIZ é um suspense dramático, um gênero pouco explorado no Brasil, e que começa sua história pela cena final para criar logo de cara o impacto do clímax. Assim, como uma bomba-relógio prestes a detonar, o espectador acompanha os caminhos surpreendentes e as tensões que levam essa família feliz a um final avassalador.
Sinopse
Eva acabou de dar à luz o seu terceiro filho e se depara com a angústia de uma depressão pós-parto em meio a uma vida burguesa supostamente perfeita. O ar tranquilo de sua família feliz é invadido por acontecimentos estranhos quando suas filhas gêmeas aparecem machucadas. Eva é acusada e retaliada pela comunidade. Isolada e questionada por seu próprio marido, ela precisa superar sua fragilidade para provar sua inocência e reestruturar sua família.
Ficha Técnica
Elenco principal: Grazi Massafera, Reynaldo Gianecchini, Luiza Antunes e Juliana Bim
Direção: José Eduardo Belmonte
Argumento, Roteiro e Diretor Assistente: Raphael Montes
Três Filmes Clássicos dos Anos 1980 Chegam à Plataforma Sesc Digital
Fanny & Alexander, de Ingmar Bergman, A Guerra do Fogo, de Jean-Jacques Annaud, e E La Nave Va, de Federico Fellini, ficam disponíveis para todo o Brasil.
Não Perca! desta semana sugere uma MARATONA LOUIS MALLE
Confira os filmes que saem do streaming do Sesc no mês de fevereiro.
sescsp.org.br/cinesesc ou sescsp.org.br/cinemaemcasa
A última quinta-feira de fevereiro traz três filmes dos anos 1980 à plataforma Sesc Digital, considerados clássicos da cinematografia mundial.
FANNY & ALEXANDER, de Ingmar Bergman, de 1982, uma obra intimista e extremamente pessoal. Último longa-metragem do diretor sueco, recebeu quatro Oscars em 1983 – melhor filme estrangeiro, fotografia, direção de arte e figurino.
Já A GUERRA DO FOGO, dirigido por Jean-Jacques Annaud, em 1981, expande o filme, que se passa há 80 mil anos, usando a busca pelo fogo para levar a uma discussão sobre o conhecimento e a transformação dos seres humanos diante da prática adquirida.
Por fim, E LA NAVE VA, de Federico Fellini, realizado em 1983, acompanha um cortejo fúnebre ao mar, com as singulares personagens que só Fellini sabia construir, transformando o navio em um microcosmos da Europa pouco antes da Primeira Guerra Mundial.
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Não Perca! A dica desta semana é uma Maratona Louis Malle. Estão disponíveis na plataforma cinco títulos que abrangem mais de 20 anos da carreira do diretor francês. OS AMANTES, ASCENSOR PARA CADAFALSO, ZAZIE NO METRÔ, O SOPRO DO CORAÇÃO e ADEUS, MENINOS são uma ótima oportunidade para conhecer o cinema de Malle a fundo. Os cinco títulos ficam disponíveis até fim de julho.
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Atenção aos títulos que saem da plataforma nos próximos dias .
"Brainwashed" fica até dia 23 e "Diana Vreeland: O Olhar Tem que Viajar", até dia 28.
Indicado ao Oscar de Melhor Filme Internacional, EU, CAPITÃO Recebe Pôster e Trailer Oficiais
“EU, CAPITÃO é fruto de várias histórias entrelaçadas de jovens que vivenciaram a travessia da África para a Europa. Ao ouvir os seus testemunhos, ficou claro para mim que suas histórias eram provavelmente as únicas possíveis narrativas épicas dos nossos tempos”, assim o cineasta Matteo Garrone (“Gomorra”) define seu novo trabalho que concorre ao Oscar 2024 na categoria Melhor Filme Internacional e chega aos cinemas brasileiros em 29 de fevereiro, com distribuição da Pandora Filmes. Neste release, confira pôster e trailer da produção.
Ganhador de diversos prêmios no Festival de Veneza, entre eles de direção, o filme acompanha a jornada épica de dois adolescentes senegaleses, Seydou (Seydou Sarr) e Moussa (Moustapha Fall), que deixam Dakar e partem rumo a Europa. A viagem, no entanto, é repleta de obstáculos que, entre outras coisas, mostram o que pode haver de pior no mundo, desumanizando os dois rapazes.
Garrone, que assina o roteiro com Massimo Ceccherini, Massimo Gaudioso e Andrea Tagliaferri, explica que conhecia as histórias de imigração apenas pela mídia que costuma narrar apenas os últimos lances dessas jornadas. A ele, interessava também saber o que acontece antes das pessoas chegarem na Europa.
“Ao visitar um centro de acolhimento para menores em Catânia, Itália, ouvi a história convincente de um jovem africano que, ainda com 15 anos, conduziu um barco durante todo o caminho para a costa italiana, salvando assim a vida de todos os seus passageiros”, conta o cineasta.
Com o filme, Garrone pretende trazer imagens completamente opostas àquelas perpetuadas pela mídia tradicional, narrando a partir do ponto de vista dos imigrantes, para que eles mesmos possam contar suas jornadas com seus perigos e superações.
“Para poder contar sua história repleta de perigos por dentro, tive que mergulhar no mundo deles, que é tão distante do meu. Para conseguir isso, tive que construir uma relação de colaboração constante com meninas e meninos que viveram uma situação horrível e que me orientaram durante a concepção do filme. Durante muito tempo, tive dúvidas sobre a minha legitimidade para contar esta história, mas é a história deles que eu conto.”
Mamadou Kouassi Pli Adama, ele mesmo um imigrante e colaborador no roteiro, explica que conheceu Garrone em 2019 quando foi apresentado por uma jornalista que pesquisava sobre o assunto. “O processo de produção do filme me permitiu contar a nossa história, recontar nosso sofrimento, descrever a nossa vida, as nossas tradições, as nossas culturas. O filme é uma possibilidade de compartilhar tudo isso com as gerações de hoje e as de amanhã. O cinema, como meio, dá voz às pessoas que não têm uma.”
Garrone confessa que o processo de escolha de elenco foi trabalhoso e aconteceu na África e na Europa. “Por fim, o mais sensato e eficaz era trabalhar com atores senegaleses muito jovens que nunca tinham saído do seu país, mas que, como a maioria de sua geração, sonha em viver em outro lugar. Encontrei assim o meu perfeito Seydou no ator Seydou Sarr (ganhador do Prêmio de ator no Festival de Cinema de Veneza de 2023).”
Desde sua exibição no Festival de Veneza, EU, CAPITÃO tem tido uma boa acolhida da crítica especializada. “O filme é surpreendentemente clássico em construção e estilo, guiando sabiamente nossa atenção em direção à história em questão - feita por um pequeno exército de roteiristas e colaboradores trazendo relatos de imigrantes em primeira mão”, avaliou a Variety.
Já a revista IndieWire apontou que “o filme de Garrone tem em sua essência uma alma humana tridimensional e devastadoramente realizada. O mundo precisaria prestar atenção à história de Seydou e às milhões de outras histórias reais semelhantes”.
Sinopse
Com Johnny Massaro, “Aumenta que é Rock’n’Roll” divulga cartaz e anuncia data
"Aumenta que é Rock'n'Roll", longa protagonizado por Johnny Massaro ("O Pastor e o Guerrilheiro"), com direção de Tomás Portella e roteiro de L.G. Bayão, acaba de divulgar o cartaz oficial e anunciar a data de estreia nos cinemas: 11 de abril. Baseado no livro "A Onda Maldita", de Luiz Antonio Mello, o filme é uma produção Luz Mágica, em coprodução com Globo Filmes e Mistika. A H2O Films assina a distribuição.
Produzido por Renata Almeida Magalhães e rodado em Niterói, o filme narra o surgimento da Rádio Fluminense FM, a "Maldita", criada pelo jornalista Luiz Antonio Mello (Massaro) na década de 1980, com o apoio do amigo Samuel Wainer Filho, vivido por George Sauma (“Rasga Coração”). O longa acompanha a rotina da equipe de jovens produtores, repórteres e locutores que se desdobraram para manter a “Maldita” no ar. Conhecida como a rádio que ajudou a consolidar o rock brasileiro, a Fluminense FM foi pioneira em oferecer aos ouvintes uma programação totalmente dedicada ao rock’n’roll, com destaques internacionais e, alavancando grupos como Os Paralamas do Sucesso, Legião Urbana, Barão Vermelho, entre outros.
Enquanto lida com todos os problemas e burocracias de dirigir um veículo de comunicação no início do processo de redemocratização, Luiz Antonio se envolve com Alice, interpretada por Marina Provenzzano ("Mormaço"), uma mulher forte e apaixonada por rock que integra a equipe de locutoras da "Maldita". O filme é embalado por músicas que marcaram a época e são consideradas clássicas do rock nacional, como "Você Não Soube Me Amar" (Blitz), "Geração Coca-Cola" (Legião Urbana), "Meu Erro" (Paralamas do Sucesso) e "Aumenta Que Isso Aí É Rock’n’Roll" (Celso Blues Boys).
O elenco também conta com Orã Figueiredo, Silvio Guindane, Flora Diegues, Joana Castro, Clarice Sauma, Luana Valentim, Mag Pastori, Bella Camero (“Marighella”), André Dale, Felipe Haiut (“A Cozinha”), Saulo Arcoverde (“A Cozinha”), João Vitor Silva, Cadu Favero e Charles Fricks.
SINOPSE:
Luiz Antônio (Johnny Massaro) é um radialista atrapalhado que de repente se vê no comando de uma estação de rádio falida e caindo aos pedaços. Contando apenas com a sua paixão pelo rock'n'roll e uma equipe comprometida, ele cria a Rádio Fluminense FM, a "Maldita", uma das mais emblemáticas na história do rock brasileiro. A transmissão faz história e conquista milhares de ouvintes ao longo dos anos. Entre solos de guitarra e interferências no sinal, acompanhamos as aventuras e desventuras de Luiz, que ainda por cima se apaixona por Alice (Marina Provenzzano), uma locutora casada.
Elenco:
Johnny Massaro - Luiz Antonio
Marina Provenzzano - Alice
George Sauma - Samuca
Orã Figueiredo - Superintendente
Silvio Guindane - Herval
Flora Diegues - Jaque
Joana Castro - Fabi
Clarice Sauma - Lucia
Luana Valentim - Natalia
Mag Pastori - Malu
Bella Camero - Lilica
André Dale - Beto
Felipe Haiut - Saulo
Saulo Arcoverde - Jonas
João Vitor Silva - Fabio
Cadu Favero - Diretor Interino
Charles Fricks - Roberto Medina
Participações Especiais:
Hamilton Vaz Pereira - Dr. Medeiros
Gillray Coutinho - Agente Do Dentel
Adriano Garib - Chefe Jornal
Ficha técnica:
Diretor: Tomás Portella
Roteiro: L. G. Bayão
Coprodução: Globo Filmes e Mistika
Distribuição: H2O Films
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