Novo Filme de Ação do Guy Ritchie, NA ZONA CINZENTA é Arriscado Jogo de Ambição e Sobrevivência

A Diamond Films traz aos cinemas brasileiros o mais novo filme de ação do Guy Ritchie, NA ZONA CINZENTA (“In The Grey”). Na trama, Jake Gyllenhaal (“O Abutre”, “Matador de Aluguel”), Henry Cavill (“O Homem de Aço”, “Argylle”) e Eiza González (“Guerra sem Regras”, “Em Ritmo de Fuga”) se unem para recuperar uma fortuna bilionária que foi roubada. 

Recheado de cenas de ação inteligentes, o longa que estreia nacionalmente em 14 de maio une sequências eletrizantes, planos elaborados e interações bem-humoradas em uma trama de tirar o fôlego. 

O filme acompanha Sophia (González), uma negociadora com ampla experiência em transações milionárias que se utiliza de todos os meios possíveis para completar sua tarefa. 

Quando recebe uma missão de alto nível, convoca seus dois agentes de elite, Bronco (Gyllenhaal) e Sid (Cavill), para realizar um plano elaborado que garanta sua fuga de uma ilha fortemente guardada. 

Do outro lado da mesa, porém, está um fugitivo poderoso, interpretado por Carlos Bardem ("Assassin's Creed"). É ele quem está no comando do território onde as negociações serão realizadas – e em posse do dinheiro que Sophia precisa recuperar. A dinâmica entre os dois se torna rapidamente uma caçada de gato e rato com cada um se utilizando das ferramentas à sua disposição para render o adversário. 

Quando a situação fica tensa, cabe ao trio unir suas habilidades e, claro, se aproveitar da sua forte amizade para saírem vivos dessa perigosa empreitada e cumprirem a missão. Ao melhor estilo Guy Ritchie, as cenas de ação frenéticas são temperadas pelas interações cheias de humor e companheirismo dos protagonistas, conforme eles colocam em prática seus planos grandiosos. Assim, NA ZONA CINZENTA é uma ótima pedida para quem ama uma boa história de operações especiais, assaltos e fugas. 

Além do trio de astros, o filme ainda conta com Rosamund Pike (“Garota Exemplar”, “Saltburn”) e Jason Wong (“O Pacto”) além de outros nomes já conhecidos na filmografia do diretor e roteirista. 

NA ZONA CINZENTA tem distribuição Diamond Films, a maior distribuidora independente da América Latina, e chega aos cinemas de todo o país em 14 de maio. 

Ícone da Contracultura, BABY DO BRASIL Relembra sua Trajetória em Documentário Selecionado Para o É TUDO VERDADE

 Dirigido por Rafael Saar, ‘Apopcalipse Segundo Baby’ será distribuído pela Descoloniza Filmes

Uma das figuras mais exuberantes e transgressoras da música brasileira, Baby do Brasil revisita sua própria trajetória em APOPCALIPSE SEGUNDO BABY, de Rafael Saar, selecionado para a Competição Oficial do É Tudo Verdade, o maior festival de documentários da América do Sul. Ícone da contracultura, a cantora relembra a obra e o estilo de vida libertários dos Novos Baianos, onde sua carreira começou, o mergulho no universo pop em seu trabalho solo, suas reinvenções camaleônicas e seu espírito hippie.

Sob a batuta de Rafael Saar, que já trabalhou com Ney Matogrosso, e documentou as vidas e obras de Luhli & Lucina, Maria Alcina e Luís Capucho em documentários que misturam linguagens e narrativas, APOPCALIPSE SEGUNDO BABY também segue o caminho da invenção: “Subvertemos o modelo tradicional, deixamos de lado as entrevistas com personalidades e focamos na jornada autorreflexiva de Baby. Exploramos respostas e perguntas sobre uma figura que é um ícone da transgressão, buscando a definição de Baby no Los Angeles Times: de que ela possui o fogo e a fúria de uma Janis Joplin latina”, explica o diretor. A produção do filme iniciou em 2008, e 18 anos depois chega às telas de cinema.

Produzido pela Dilúvio Produções em parceria com o Canal Brasil, o documentário reconstrói as memórias da vida da artista em viagens para lugares-chave desta história, como Salvador, Niterói e Santiago de Compostela. Deslocamentos que permitem que uma das personagens mais únicas e multifacetadas da MPB reflita sobre sua infância, a fuga na adolescência para a Bahia, a vida comunitária e a permanente busca espiritual.

Muito além da biografia convencional, APOPCALIPSE SEGUNDO BABY explora as múltiplas camadas de uma personalidade em constante reinvenção. O documentário terá exibições entre 12 e 14 de abril no É Tudo Verdade, em São Paulo e no Rio de Janeiro (confira abaixo). O filme, que atravessa décadas de transformação artística, espiritual e estética de Baby do Brasil, chegará aos cinemas com distribuição da Descoloniza Filmes.

SERVIÇO 

São Paulo

12/04 (domingo) – 20h30 – Cinesesc (presença de Baby do Brasil e equipe)

13/04 (segunda-feira) – 18h00 – Cinemateca (Sala Grande Otelo)


Rio de Janeiro

13/04 (segunda-feira) – 20h00 – NetRio 5 (presença de Baby do Brasil e equipe)

13/04 (segunda-feira) – 20h30 – Net Rio 3

14/04 (terça-feira) – 16h00 – NetRio 3  


SINOPSE

Uma viagem em primeira pessoa pela trajetória da cantora Baby do Brasil. A partir de sua pluralidade transgressora, revisitamos este caminho, da liberdade dos Novos Baianos ao brilho da carreira solo, do espírito hippie ao pop multicolorido, de Janis Joplin a Ademilde Fonseca. A revelação da versatilidade rítmica e musical, e da ousadia de um ícone da contracultura.

O DIRETOR

Diretor, roteirista e montador. Mestre em Cinema e Audiovisual pela Universidade Federal Fluminense, especialista em Gestão Cultural pela Universidade Cândido Mendes. Dirigiu curtas-metragens, entre eles Depois de Tudo, com Ney Matogrosso e Nildo Parente, vencedor de mais de 10 prêmios, incluindo Melhor Ator para Nildo Parente no Festival de Brasília e Melhor Filme Estrangeiro nas Jornadas Argentinas de Cine y Video Independiente.  

FILMOGRAFIA

2008 – Depois de Tudo, 12 min

2010 – Homem-Ave, 7 min

2012 – Crisálida, 19 min

2014 – Yorimatã, 116 min

2022 – Primavera em Cada Vida, 14 min

2023 – Peixe Abissal, 110 min

2024 – Sem Vergonha, 79 min


FICHA TÉCNICA 

Título original | Apopcalipse Segundo Baby

Título internacional | The Apopcalypse According to Baby

Direção e roteiro | Rafael Saar

Pesquisa | Rafael Saar

Produção executiva | Maria Flor Brazil, Rafael Saar

Direção de produção | Isabella Raposo

Assistente de direção | Isabella Raposo, Lucas Marques, Maria Fernanda Corrêa

Direção de fotografia | Guilherme Tostes, Thaís Grechi, Tiago Rios, Rafael Saar

Montagem | Claudio Tammela, Rafael Saar

Direção de arte | Luciano Caetano

Som direto | Eduardo Camelo

Desenho de som | Isadora Maria Torres, Léo Bortolin, Luana Leobas

Mixagem | Ernesto Sena, Guilherme Farkas

Finalização | Sem Rumo

Duração | 110 minutos

Produção | Dilúvio Produções

Coprodução | Canal Brasil

Distribuição | Descoloniza Filmes

Classificação | 10 anos

País e ano de produção | Brasil, 2026

Estreia nesta quinta, TATAME, drama premiado em Veneza

 Nesta quinta-feira, dia 02 de abril, acontece a estreia nos cinemas brasileiros do filme longa-metragem "Tatame", drama esportivo ambientado no Campeonato Mundial de Judô, inspirado em fatos reais. 

Com distribuição da Kajá Filmes, o filme chegará nos cinemas de São Paulo, Belo Horizonte e Brasília.

Exibido e premiado no 80º Festival de Veneza, o longa conta com a direção de Guy Nattiv (vencedor do Oscar de curta-metragem por “Skin”) e codirigido e estrelado pela premiada atriz Zar Amir Ebrahimi (Melhor Atriz no Festival de Cannes por “Holy Spider”), “Tatame” é a primeira coprodução cinematográfica dirigida por cineastas do Irã e de Israel.

Ambientado durante o Campeonato Mundial de Judô, o filme acompanha a atleta iraniana Leila (Arienne Mandi), que enfrenta um dilema político e moral: o regime de seu país exige que ela abandone a competição ou finja uma lesão para evitar um possível confronto com uma judoca israelense. Sob a orientação da treinadora Maryam (Zar Amir), que carrega traumas semelhantes do passado, Leila se recusa a ceder. 

Fotografado em preto e branco, com câmera móvel e próxima aos corpos das atletas, o longa transforma cada luta em cena de alta tensão cinematográfica.

O filme recebeu o Brian Award no Festival de Veneza, prêmio dedicado a obras que promovem valores como direitos humanos, democracia e liberdade de consciência, sem distinção de gênero ou religião — distinção que, em 2024, também foi concedida a  O Quarto ao Lado, de Pedro Almodóvar. Além disso, “Tatame” conquistou dois prêmios no 36º Festival Internacional de Cinema de Tóquio: o Prêmio Especial do Júri e o de Melhor Atriz para Zar Amir Ebrahimi, codiretora e também atriz do filme.

“Tatame”  estreia exclusivamente nos cinemas brasileiros em 02 de abril, com distribuição da Kajá Filmes.


Sinopse: 

Durante o Mundial de Judô, Leila, uma atleta iraniana, é ameaçada pelo comitê do próprio país, que deseja que ela abandone a competição para não enfrentar uma atleta israelense —o regime iraniano não reconhece Israel como nação e quer evitar a luta a qualquer custo. A permanência de Leila no torneio pode colocar em risco sua família e a de sua treinadora, Maryam, uma ex-atleta.

Ficha Técnica:

Geórgia - EUA - Reino Unido | 2023 | Drama | 105 min.

Título Original: Tatame.

Diretor: Zar Amir Ebrahimi, Guy Nattiv.

Roteiro: Elham Erfani, Guy Nattiv.

Direção de Fotografia: Todd Martin.

Música Original: Dascha Dauenhauer.

Montagem: Yuval Orr.

Elenco: Arienne Mandi, Zar Amir Ebrahimi, Jaime Ray Newman.

Distribuidora: Kajá Filmes. 

“A humanidade ainda vence”: Eliana Alves Cruz e Gilberto Porcidonio debatem tecnologia e sensibilidade em entrevista a Lázaro Ramos

Episódio inédito do programa “Espelho - 20 Anos Depois”, que vai ao ar no Canal Brasil em 3/04, às 22h, promove uma conversa sobre literatura, memória, identidade e os desafios do presente e do futuro

Eliana Alves Cruz, Lázaro Ramos e Gilberto Porcidonio. Créditos: Ana Paula Amorim

No episódio inédito de “Espelho – 20 Anos Depois”, que vai ao ar no dia 3 de abril, às 22h, Lázaro Ramos recebe a escritora Eliana Alves Cruz e o jornalista, roteirista e pesquisador Gilberto Porcidonio para uma conversa que articula memória, trajetória profissional e os desafios do presente. Ao longo da entrevista, o trio debate as transformações do Brasil nas últimas duas décadas, o percurso da literatura negra no país, os impactos da ditadura militar nas experiências da população negra, os processos de criação e os dilemas contemporâneos diante do avanço da inteligência artificial, além de reflexões sobre futuro, esperança e permanência.

Ao relembrar como era sua vida há 20 anos, Eliana volta ao período em que trabalhava com esporte, cobrindo os Jogos Pan-Americanos, e era mãe de apenas um filho. A partir dessa memória, Lázaro amplia a reflexão ao perguntar que Brasil era aquele. “Era um Brasil que era outro lugar, outro mundo. A Conceição Evaristo tinha lançado ‘Ponciá Vicêncio’ e foi quando despertei e comecei a fomentar na cabeça a ideia de também escrever. [...] Grande parte da população estava menos armada no espírito. Vimos essa virada de um país altamente bélico em muitos sentidos, verbalmente”, afirma a autora, que também destaca avanços: “Acho que a gente amadureceu, ganhamos espaço, olha o ‘Espelho’ com 20 anos, quem diria que iria durar tanto.”

A escritora também compartilha o início de sua trajetória literária, marcada por dúvidas e recomeços. “Acho que são jornadas de uma vida inteira. [...] Eu fiquei escondendo de mim mesma porque a gente tem um monte de crenças limitantes”. A virada veio em um momento de crise: “Por questões de saúde tive que parar. E nessa parada eu comecei a pensar: ‘será que é isso mesmo que eu quero para a minha vida?’. Fui começando devagarinho com vergonha de mim mesma [...] Em 2010, coloquei o bloco na rua”.

Lázaro também relembra seus próprios desafios no início da carreira. “Eu tinha o fantasma da escassez, do vai dar errado, do não ter espaço para mim”, diz, ao introduzir o debate sobre o mercado editorial e as oportunidades para autores negros. Eliana responde de forma direta: “Foi na cara e na coragem. Eu achava que ninguém ia ler esse livro [“Água de Barrela”] porque eu entrava nas livrarias e não via nada semelhante”. A mudança veio com o reconhecimento: “Quando apareceu um concurso da Fundação Cultural Palmares em 2015 [...] ganhei o concurso. E pensei: ‘eu acho que sei fazer isso!’”.

Na sequência, Gilberto Porcidonio entra na conversa trazendo sua experiência com a audiossérie “Chumbo e Soul”, que aborda a resistência da população negra durante a ditadura militar. “Ela fala sobre a resistência da população negra brasileira durante a ditadura militar usando a música como fio condutor e também a minha família”, explica. Ao comentar o período, ele aponta invisibilizações históricas: “O que as pessoas negras sofreram na ditadura não é encarado como perigo de exceção [...] sendo que foi quando a ditadura foi mais agressiva”.

A conversa avança para os significados de celebração nas trajetórias de ambos. Para Eliana, o maior reconhecimento está no impacto de suas obras: “A principal celebração é o tanto de gente que lê essas obras e começa a olhar para sua própria história de uma forma muito poderosa”. Ela também destaca a construção de um projeto literário voltado à complexidade das experiências negras: “Pensar na inteireza das pessoas negras no país que foram muito fragmentadas.”

Gilberto, por sua vez, celebra a realização de um desejo antigo. “Eu estou celebrando muita coisa, um desejo desde a infância de contar essa história do Movimento Black Rio”. Ao revisitar memórias familiares, ele também levanta um dilema narrativo: “São histórias de muita pobreza, de muito sofrimento [...] Como fazer essa história sem machucá-los?”

Eliana complementa o debate ao refletir sobre memória e dor: “Ao mesmo tempo em que a gente não pode esquecer algumas coisas, a gente não pode fazer dessas feridas o nosso único mote”. Para ela, é preciso equilibrar lembrança e construção de futuro: “Temos uma história que não foi contada ainda [...] mas acho que estamos conseguindo.”

O episódio também aborda os impactos da inteligência artificial na criação artística. Gilberto adota uma perspectiva otimista: “Eu gosto muito dessa ideia do afropessimismo, mas uso isso para alimentar o meu otimismo. [...] A inteligência orgânica vai ser mais valorizada”. Já Eliana reconhece o medo como parte do processo, mas aponta caminhos: “O medo é um sentimento protetor [...] A IA é fórmula e ela aprende com a gente. Acho que o bonito do ser humano é o erro”.

Encerrando a conversa, Lázaro questiona os próximos passos dos convidados. Gilberto reforça o desejo de continuar produzindo: “Quero viver de escrita, da ideia, da criatividade”. Eliana, por sua vez, projeta o futuro a partir da coletividade: “Tenho o sonho de que continuaremos escapando de muitas estatísticas [...] e que muita gente também consiga driblar”. Entre utopia e esperança, ela conclui: “Sentimos que somos parte de uma corrente muito grande [...] isso me dá um certo alívio e uma esperança para o futuro”.


Espelho – 20 Anos Depois (12X25’) – Inédito

Horário: Sexta, 03/04, às 22h

Alternativos: 05/04, às 10h30; 07/04, às 14h30; e 08/04, às 19h

Episódio: Eliana Alves Cruz e Gilberto Porcidonio - Temp.16 Ep10      

Direção: Lázaro Ramos

Classificação: Livre

Sinopse: Eliana Alves Cruz fala da sua trajetória como escritora e passeia por algumas de suas obras. Gilberto Porcidonio comenta sobre a audiossérie “Chumbo e Soul” e a resistência negra durante a ditadura.

Como um viral da internet se tornou o novo terror da A24. Confira o trailer oficial de Backrooms.

Dirigido por Kane Parsons e estrelado pela indicada ao Oscar Renate Reinsve, o terror baseado no viral da internet estreia em 28 de maio nos cinemas.

Backrooms, adaptação cinematográfica da série viral do YouTube de Kane Parsons e baseada em uma das creepypastas mais famosas da internet, acaba de ganhar seu primeiro trailer oficial. Com produção da A24 e distribuição da Imagem Filmes, a obra estreia em 28 de maio nos cinemas, trazendo aos cinemas uma das maiores e mais curiosas histórias de terror nascidas na internet através do esforço coletivo de usuários de fóruns online.

Quatro anos depois de lançar o primeiro episódio da sua série, Parsons, conhecido online como "Kane Pixels" e hoje o diretor mais jovem da história da A24, assume o terror com roteiro de Will Soodik ("Homeland") e produção de James Wan ("Invocação do Mal", "Jogos Mortais") e Shawn Levy ("Deadpool & Wolverine", "Free Guy"). O elenco estrelado reúne Chiwetel Ejiofor ("12 Anos de Escravidão"), Renate Reinsve ("Valor Sentimental"), Mark Duplass ("Creepy"), Finn Bennett ("O Cavaleiro dos Sete Reinos"), Lukita Maxwell ("Falando a Real") e Avan Jogia ("Resident Evil: Bem-vindo a Raccoon City").


Entenda essa curiosa história:

Como tudo começou?

Até chegar aos cinemas, a lenda percorreu um longo caminho. Ela surgiu em 2019, a partir de um post anônimo no 4chan, no qual um usuário compartilhou a foto de um escritório vazio acompanhada de uma legenda sobre “atravessar a realidade por engano e parar em um lugar que não deveria existir”: as chamadas Backrooms. A partir daí, a narrativa colaborativa se espalhou por diferentes plataformas e fóruns online, como o Reddit e o 4Chan, consolidando esse universo como um marco das creepypastas e do chamado horror nascido na web.

Afinal, o que são creepypastas?

Creepypastas são lendas urbanas nascidas e propagadas na internet. Porém, o que diferencia elas de contos tradicionais é sua característica colaboracionista. No geral, elas são histórias de terror criadas de forma anônima por diversos usuários de uma ou mais plataforma e compartilhadas em fóruns e redes sociais.

Ao contrário do horror tradicional, as creepypastas não têm autoria definida nem narrativa fechada: elas crescem à medida que novos usuários acrescentam detalhes, imagens e versões alternativas.

Kane Parson: um YouTuber de 16 anos que virou diretor de cinema:

Em janeiro de 2022, o jovem britânico de 16 anos Kane Parsons publicou no YouTube um curta-metragem de 9 minutos e 14 segundos feito em um software gratuito de animação 3D. O vídeo transformou a lenda dos Backrooms em uma história coesa, com personagens, atmosfera e mitologia própria, apresentando a chamada ‘Async Research Institute’, uma organização fictícia que estuda e documenta as Backrooms, ao universo.

O impacto foi imediato. O vídeo inicial acumula hoje mais de 70,6 milhões de visualizações. Ao longo de 20 uploads em seu canal, com média de 20,5 milhões de views por vídeo, Parsons soma mais de 300 milhões de visualizações globais e 2,78 milhões de inscritos.

A série de Kane se tornou canônica dentro do universo Backrooms e sua dedicação foi recompensada: ele foi contratado pela A24 ainda aos 17 anos para dirigir o longa-metragem, tornando-se, aos 20, o diretor mais jovem da história do estúdio.

Backrooms estreia em 28 de maio nos cinemas.

‘CHEIRO DE DIESEL’ Estreia em 2 de Abril e Investiga os Impactos da Presença Militar nas Favelas do Rio

Documentário premiado no Festival do Rio reúne relatos de moradores e expõe violações de direitos humanos durante operações militares

Com distribuição da Descoloniza Filmes, CHEIRO DE DIESEL, novo documentário dirigido por Natasha Neri e Gizele Martins, estreia nos cinemas em 02 de abril nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Fortaleza, Brasília, Vitória e Caxias do Sul.

A semana escolhida é simbólica porque traz à memória duas feridas ainda abertas na história do país: o Golpe Militar, que deu início a uma ditadura de mais de três décadas no Brasil, e completa 62 anos no dia 1º de abril; e a invasão das Forças Armadas na Favela da Maré, no Rio de Janeiro, iniciada há 12 anos (5 de abril de 2014) sob o pretexto de “pacificar” a região.

O longa investiga os impactos das operações militares nas favelas do Rio de Janeiro, especialmente durante o período dos grandes eventos internacionais, como a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016, quando diferentes territórios foram ocupados sob operações de Garantia da Lei e da Ordem (GLO).

A obra se constrói a partir de relatos de moradores de regiões como Maré, Penha e Morro do Salgueiro, que trazem em suas histórias as consequências diretas da presença militar no cotidiano dessas populações. A narrativa reúne denúncias de violações de direitos, incluindo invasões a casas, escolas e unidades de saúde, além de episódios de revistas constantes e assassinatos.

Esses relatos também revelam como os efeitos dessas operações permanecem no tempo. “Os traumas são permanentes. Todas as pessoas têm muito viva a memória do tanque na sua porta, do cheiro do diesel, da tortura e da falta de informação”, afirma Natasha Neri.

A diretora Gizele Martins, jornalista e comunicadora da Favela da Maré, premiada com o Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos, aponta que a ocupação militar da Maré serviu como base para ações semelhantes em outras favelas do Rio. “Este é um filme que retrata a minha própria realidade”, afirma. “A democracia ainda é um sonho pra gente que vive nesses territórios”.

Ao lado dela, Natasha Neri contribui com sua experiência na direção de documentários e pesquisas sobre justiça criminal. Diretora de AUTO DE RESISTÊNCIA, premiado no festival É Tudo Verdade, Neri desenvolve CHEIRO DE DIESEL a partir do acompanhamento direto de casos de violência de Estado e da relação com familiares de vítimas ao longo dos últimos anos. “O filme nasce dessa luta para dar visibilidade às famílias, vítimas de violações praticadas pelas forças armadas”, explica.

A partir dessas histórias, o documentário também mostra quais são os obstáculos enfrentados na busca por justiça. Muitos dos casos retratados são conduzidos pela justiça militar, o que limita o acesso à informação e à responsabilização. “Nenhuma das famílias teve reparação. Nenhuma teve o mínimo de acesso à informação”, afirma Neri.

A partir de tudo isso, CHEIRO DE DIESEL se constrói como um filme de denúncia e memória. “A ideia é registrar esse período e convidar o espectador a refletir sobre essa cidade dividida”, afirma Gizele e Natasha completa: “As forças armadas não são solução para a segurança pública”.

CHEIRO DE DIESEL é uma produção da Amana Cine e Baracoa Filmes, com coprodução do Canal Brasil, apoio da RioFilme, distribuição da Descoloniza Filmes com a parceria da RioFilme, órgão que integra a Secretaria de Cultura da Prefeitura do Rio. O longa passou por alguns festivais, incluindo o Festival do Rio, onde recebeu o Prêmio Especial do Júri e o prêmio de Melhor Documentário pelo voto popular e estreia em 02 de abril nos cinemas.

SINOPSE

CHEIRO DE DIESEL retrata os traumas coletivos da militarização das favelas do Rio de Janeiro ocupadas pelas Forças Armadas durante os megaeventos esportivos. A partir de vozes de dentro das favelas, o filme documenta a luta por justiça e reparação de vítimas de violações de direitos humanos.

AS DIRETORAS

Natasha Neri é jornalista, cineasta, mestre em Antropologia e em Direitos Humanos e pesquisadora em Justiça Criminal. Dirigiu o longa Auto de Resistência, ganhador do É Tudo Verdade (2018), qualificado para o Oscar de Melhor Documentário e indicado ao Prêmio de Direitos Humanos do IDFA, além de mais de 20 curtas de impacto.

Gizele Martins, nascida e criada na Favela da Maré, é jornalista, Doutora em Comunicação, comunicadora comunitária e defensora de direitos humanos. Vencedora do Prêmio Vladimir Herzog (2024), é autora do livro “Militarização e Censura – A luta por liberdade de expressão na Favela da Maré”. CHEIRO DE DIESEL é seu primeiro filme.


FICHA TÉCNICA

Direção: Gizele Martins e Natasha Neri

Produção: Mariana Genescá e Gabriel Medeiros

Roteiro: Gizele Martins, Natasha Neri e Juliana Farias

Montagem: Gabriel Medeiros

Direção de Fotografia: Leo Nabuco

Fotografia adicional: Lula Carvalho

Som direto: Akira Band, Dudu Falcão e Vini Machado

Produção executiva: Mariana Genescá

Pesquisa: Natasha Neri, Gizele Martins, Juliana Farias, Naldinho Lourenço, Irone Santiago, Vitor Santiago, Edrilene Neves, Irone Santiago, Jefferson Luiz Rangel Marconi

Assistente de Direção: Rachel Camara e Paula Malheiros

Coordenador de pós-produção: João Gila

Trilha Sonora Original: Alberto Continentino

Supervisão e Design de Som: Bruno Armelin

Mixagem: Bernardo Deodato

Com Fernanda Montenegro e Bruna Marquezine, “Velhos Bandidos” terá ingressos promocionais na UCI a partir de 2 de abril

A comédia de ação é o Filme da Semana na rede e também apresenta Ary Fontoura, Vladimir Brichta e Lázaro Ramos. A promoção é válida até 8 de abril

Estrelada por Fernanda Montenegro, Ary Fontoura, Vladimir Brichta, Bruna Marquezine e Lázaro Ramos, a comédia de ação “Velhos Bandidos” é o Filme da Semana da UCI e terá ingressos promocionais para animar o feriado de Páscoa. Entre os dias 2 e 8 de abril, os ingressos custarão apenas R$ 11,50 (meia) de segunda a quarta e R$ 13 (meia) de quinta a domingo. 

O filme, que estreou na última quinta-feira, apresenta a história do casal de aposentados Marta (Fernanda Montenegro) e Rodolfo (Ary Fontoura), que planeja assaltar um banco e convoca os jovens criminosos Nancy (Bruna Marquezine) e Sid (Vladimir Brichta). O que o grupo não esperava era que o obstinado detetive Oswaldo (Lázaro Ramos) fará todo o possível para impedi-los.  

Para mais informações sobre a compra, valores e programação, acesse o site oficial da rede. Os clientes do UCI Unique, o programa de relacionamento da rede, têm o benefício de pagar meia-entrada em qualquer dia e sessão. Para fazer parte do grupo, basta adquirir o cartão na bilheteria de qualquer cinema UCI, ter mais de 18 anos e fazer o cadastro no site. Os novos associados ganham um ingresso cortesia que pode ser utilizado de segunda a quinta-feira, inclusive feriados.

History estreia nova leva de episódios de Inacreditável com Dan Aykroyd

No retorno dos inéditos, a série apresenta os trabalhos mais estranhos, bizarros e letais da história

ESTREIA: 4/4, sábado, 21h25

Na série do History, o ator, comediante e músico Dan Aykroyd (Os Caça-Fantasmas, Os Irmãos Cara-de-Pau) explora, com um toque de fantasia, curiosidade, imaginação e humor, algumas das histórias mais incríveis da humanidade. Em Inacreditável com Dan Aykroyd (The UnBelievable with Dan Aykroyd), produção de não ficção, são abordadas as histórias reais mais extraordinárias, inusitadas e surpreendente da História.

Esta produção extremamente divertida revela eventos, lugares, invenções, criaturas e pessoas incríveis, selvagens e misteriosos, da história humana, oferecendo relatos de uma forma que só Aykroyd pode fazer: com um tom de curiosidade, fantasia, imaginação e até humor, acompanhado por recriações dinâmicas, material de arquivo e entrevistas com especialistas em cada um dos temas propostos.

No episódio que marca o retorno dos inéditos, Trabalhos estranhos, a produção explora alguns dos trabalhos mais estranhos, bizarros e repulsivos da história: desde coletores de dejetos humanos na Londres vitoriana, até carpideiras profissionais ou mesmo coletores de urina de veado. Também apresenta trabalhos arriscados e até letais, como testes de resistência a venenos e a temperaturas extremas, que, no entanto, existiram e desafiaram todo o senso comum. A despeito do espanto e humor do episódio, o foco é mostrar a engenhosidade humana, questionar os limites entre necessidade e absurdo e revelar como o mercado de trabalho pode se adaptar de formas inesperadas.

Classificação Indicativa: 12 anos

historylatam.com

instagram.com/canalhistory/
twitter.com/CanalHistory
https://www.tiktok.com/@history_bra

Canal Brasil celebra os 75 anos do cineasta Sergio Rezende com maratona especial de filmes

Programação reúne clássicos e obras marcantes do diretor no dia 9 de abril, a partir das 19h

Cenas de “Leila para Sempre Diniz”, “Sertão, Sertões”, “O Homem da Capa Preta” e “Guerra de Canudos”. Fotos: Divulgação

Na quinta-feira, 9 de abril, dia do aniversário de Sergio Rezende, o Canal Brasil apresenta uma programação especial em homenagem aos 75 anos de um dos nomes mais importantes do cinema nacional. A partir das 19h, a maratona percorre diferentes momentos de sua trajetória, marcada por narrativas que transitam entre história, política e cultura brasileira, reunindo documentários e ficções que refletem o olhar crítico e sensível do cineasta sobre o país.

A programação tem início com o curta-metragem “Leila para Sempre Diniz”, que retrata a vida e a trajetória da atriz Leila Diniz, ícone de comportamento e liberdade nos anos 1960 e 1970, seguido por “Sertão, Sertões”, obra recente que revisita temas históricos com uma abordagem contemporânea. Na sequência, entra em cena “O Homem da Capa Preta”, que traz a trajetória polêmica de Tenório Cavalcanti e evidencia o interesse do diretor por figuras emblemáticas da política brasileira.

Na faixa noturna, o especial continua com “Lamarca”, um dos filmes mais reconhecidos de sua carreira, ao abordar a vida do guerrilheiro Carlos Lamarca durante a ditadura militar. Em seguida, com “Guerra de Canudos” Sergio Rezende amplia o olhar sobre conflitos históricos ao recriar o emblemático episódio do sertão baiano. Encerrando a maratona, “Doida Demais” apresenta a história de Letícia, uma mulher envolvida em golpes no mercado de arte que decide romper com seu passado e fugir. 


Leila para Sempre Diniz (1976) (10’)

Horário: Quinta, dia 09/04, às 19h

Classificação: 10 anos

Direção: Mariza Leão e Sergio Rezende

Sinopse: Com narração de Paulo José, o documentário reúne depoimentos de amigos, além de trechos dos longas em que atuou e filmes caseiros que descrevem a personalidade e revelam sua intimidade.


Sertão, Sertões (2024) (73') - Coprodução 

Horário: Quinta, dia 09/04, às 19h10

Classificação: 14 anos

Direção: Sergio Rezende

Sinopse: Filmado entre 2011 e 2021 nos sertões de Canudos (Bahia), Jalapão (Tocantins), Vereda e Salinas (Minas Gerais), agreste de Pernambuco, Marabá (Pará) e nas comunidades do Morro Dona Marta e Rocinha (Rio de Janeiro), Rondônia, Xangai (China), Miami (Estados Unidos), o documentário parte do fascínio de Sergio Rezende pelo sertão brasileiro, a partir de duas grandes obras da literatura brasileira: "Sertões", de Euclides da Cunha, e "Grande Sertão Veredas", de Guimarães Rosa. Ao se aproximar de personagens de diferentes estados, desde capitais até aldeias indígenas e pequenos vilarejos do sertão, Sergio Rezende retrata em “Sertão Sertões” as muitas lutas do cidadão brasileiro contemporâneo, a constante busca por dignidade, pertencimento e justiça nos mais diversos campos da sociedade.


O Homem da Capa Preta (1986) (116’)

Horário: Quinta, dia 09/04, às 20h25

Classificação: 14 anos

Direção: Sergio Rezende

Sinopse: Tenório Cavalcanti, polêmico político da Baixada Fluminense, desafiava os poderosos de Duque de Caxias nos anos 1950 e 1960. Com uma metralhadora e usando capa preta, fazia justiça com as próprias mãos.


Lamarca (1994) (90’)

Horário: Quinta, dia 09/04, às 22h25

Classificação: 14 anos

Direção: Sergio Rezende

Sinopse: A história real de um capitão que, durante a ditadura militar no Brasil, desertou do Exército Brasileiro e se envolveu com grupos guerrilheiros de esquerda, tornando-se um de seus líderes mais proeminentes.


Guerra de Canudos (1997) (170’)

Horário: Sexta, dia 10/04, à 0h35 (madrugada de quinta para sexta)

Classificação: 14 anos

Direção: Sergio Rezende

Sinopse: O drama de uma família pobre na guerra mais sangrenta da História do Brasil: a Guerra de Canudos.


Doida Demais (1989) (105’)

Horário: Sexta, dia 10/04, às 3h25 (madrugada de quinta para sexta)

Classificação: 18 anos 

Direção: Sergio Rezende

Sinopse: Letícia (Vera Fischer), uma falsificadora de quadros, avisa para Noé (José Wilker), seu cúmplice e amante, que não quer mais fazer este "serviço" e que de agora em diante eles são apenas sócios. Esta posição desagrada Noé, que não quer perdê-la de jeito nenhum. Letícia não queria participar de uma venda feita para um fazendeiro de Mato Grosso, mas mais uma vez Noé conseguiu convencê-la. Ela viajou para fechar negócio mas nem tudo saiu como Noé planejou, pois ela conhece Gabriel (Paulo Betti), o piloto de um avião de aluguel em que ela viajava. Logo ela se envolve com Gabriel, mas os dois passam a ser perseguidos por Noé em uma fuga desesperada.

A Última Ceia: O momento que mudou a história da humanidade estreia nos cinemas nesta quinta-feira.

 Com direção de Mauro Borrelli, o filme chega aos cinemas brasileiros na véspera da Páscoa com distribuição da Imagem Filmes. 

Nesta quinta-feira (2) que antecede a Páscoa, os cinemas brasileiros recebem A Última Ceia, filme dirigido por Mauro Borrelli que recria, com fidelidade e sensibilidade, os momentos que precederam a traição de Judas e que marcaram para sempre a história do cristianismo. Formado em pintura clássica pela Academia de Belas Artes de Veneza e com passagens ao lado de Francis Ford Coppola e Tim Burton, Borrelli traz a esse projeto uma visão que é, antes de tudo, a de um artista movido pela fé.

Há mais de dois mil anos, na noite anterior à crucificação de Jesus, doze homens se reuniram com seu mestre em Jerusalém para celebrar o Pessach, a festa judaica que comemora a libertação do povo de Israel do Egito. O que parecia uma ceia comum se tornaria um dos momentos mais sagrados da história: foi ali que Jesus partiu o pão e ofereceu o vinho, instituindo a Eucaristia. "Este é o meu corpo. Este é o meu sangue", palavras repetidas em missas e cultos ao redor do mundo até hoje, foram ditas pela primeira vez naquela noite, horas antes da traição de Judas e da prisão de Jesus.

O projeto de A Última Ceia nasce de um mergulho nas escrituras, especialmente no Evangelho de João, e na tradição judaica da Páscoa. Borrelli escolheu contar a história pelo olhar de Pedro, o pescador de fé intensa que, ao longo daquela noite, vê sua certeza se transformar em fragilidade. "Ele começa confiante, quase como um guarda-costas", conta o diretor. "Mas à medida que a noite avança, é Pedro quem O nega. Esse arco, da força à fragilidade, fala a todos nós." O mesmo olhar humano se estende a Judas, apresentado não como vilão unidimensional, mas como alguém que sucumbe ao isolamento. "Judas e Pedro enfrentam momentos de fraqueza", reflete Borrelli. "A diferença é que Pedro tinha Jesus orando por ele."

Com produção executiva do cantor e compositor cristão Chris Tomlin, vencedor do Grammy e responsável por hinos como "How Great Is Our God", A Última Ceia chega como uma obra fiel aos relatos bíblicos aos cinemas. No elenco, Jamie Ward interpreta Jesus Cristo ao lado de Robert Knepper ("Prison Break") como Judas, James Oliver Wheatley como Pedro e Charlie MacGechan como João.

A Última Ceia estreia nos cinemas brasileiros amanhã, 2 de abril.

Sinopse:

Nos dias que antecedem um dos momentos mais marcantes da humanidade, Jesus reúne seus discípulos para a Última Ceia, um momento de comunhão que se tornará eterno. Entre palavras de amor e despedida, Ele anuncia o sacrifício que mudará a história, deixando ensinamentos que ecoarão para sempre. Enquanto a fé é fortalecida, a sombra da traição paira sobre a mesa, mas nem mesmo a dor pode apagar a promessa de redenção.

Critica Filme "Super Mario Galaxy: O Filme" por Rita Vaz

Estreia nesta quinta-feira, um dos filmes mais aguardados do ano “Super Mario Galaxy: O Filme” dirigido pelos cineastas Aaron Horvath e Michael Jelenic, que têm em seus currículos muitas animações, inclusive o excelente “Super Mario Bros: O Filme”, que antecedeu a esse.

Na nova trama Mario, o bigodudo encanador italiano e seu irmão Luigi, também bigodudo, irão enfrentar um inédito e ameaçador super vilão.

Os irmãos e seus aliados embarcam numa aventura galáctica repleta de ação e momentos emocionantes depois de salvar o Reino dos Cogumelos.

Nessa missão, de tirar o fôlego, eles conhecerão novos amigos e novos mundos, pois, toda a galáxia estará em perigo se eles não agirem rapidamente.  

Os diretores Aaron Horvath e Michael Jelenic fizeram desse novo filme, uma aventura gigante, sem tempo pra respirar.

As peripécias dos dois irmãos acontecem rapidamente, uma atrás da outra, como se fosse um game. Logicamente que essa é a ideia, mas, quero dizer, que eles, os diretores, aumentaram o nível nesse filme. E ainda conseguem fazer com que a plateia mate a saudade de games antigos.

Os gráficos são extremamente bem feitos, e algumas imagens parecem reais. Tudo perfeito, do começo ao fim.

A história tem muitos personagens novos, super queridos, que fazem a diferença na leveza da trama, e que combinam com o otimismo de Mario.

Muitos elementos dos vários games da franquia estão na telona, se você prestar atenção, vai identificar vários personagens, objetos e desenhos.

O roteiro é tão intenso que, para mim, faltou um pouco de profundidade na história, quase que não dá tempo de se apegar a alguns fatos, para comprar realmente a trama.

Mas, independente disso, o filme é muito bom. Alegre, divertido, colorido, animadíssimo e cheio de ação, exatamente o que os fãs esperam dele.

“Super Mario Galaxy: O Filme” é pra toda a família se divertir, torcer e rir junta. Recomendo muito.

Maior rede com salas IMAX no Brasil, UCI Cinemas exibe “2Die4: 24 Horas no Limite”, primeiro filme brasileiro feito no formato especial

Longa chega às telonas no dia 30 de abril e pré-venda de ingressos já está aberta

A maior rede com salas IMAX no Brasil, a UCI Cinemas abriu a pré-venda de ingressos para "2Die4: 24 Horas no Limite”, primeiro filme brasileiro feito no formato especial, que terá sessões em São Paulo,  Fortaleza, Rio, Recife, Ribeirão e Salvador. O longa chega aos cinemas da rede no dia 30 de abril com uma verdadeira imersão na lendária corrida de 24 horas de Le Mans, a mais exigente do automobilismo mundial. Dirigido pelos irmãos Salomão e André Abdala, que se consagraram como os mais jovens cineastas da história a dirigir um longa-metragem em IMAX, o filme traz o piloto brasileiro Felipe Nasr no grande desafio. 

Com cenas autênticas e de ficção, a produção demorou sete anos para ser finalizada e venceu o prêmio de Melhor Documentário de Longa-metragem no Motor Sports Film Award em 2025. O filme conta com imagens de um ponto de vista inédito sobre a famosa corrida, como se o público estivesse dentro da mente de Nasr. O percurso, criado em 1923, é disputado no circuito de La Sarthe, na França, e uma das mais prestigiadas provas da modalidade, principalmente por ter tido 24 horas de duração.

Para mais informações sobre a compra, valores e programação, acesse o site oficial da rede. Os clientes do UCI Unique, o programa de relacionamento da rede, têm o benefício de pagar meia-entrada em qualquer dia e sessão. Para fazer parte do grupo, basta adquirir o cartão na bilheteria de qualquer cinema UCI, ter mais de 18 anos e fazer o cadastro no site. Os novos associados ganham um ingresso cortesia válido de segunda a quinta-feira, inclusive feriados. 

Confira o Cartaz Oficial de ‘ECLIPSE’, de Djin Sganzerla, que Estreia nos Cinemas Brasileiros em 07 de Maio

 Thriller foi selecionado para o 33rd San Diego Latino Film Festival

ECLIPSE, novo longa-metragem de Djin Sganzerla, é um thriller de atmosfera sensorial e muito simbolismo, que retrata as camadas invisíveis da violência contra a mulher a partir do encontro entre ciência, ancestralidade e intuição. Confira o pôster oficial do longa que chega aos cinemas em 07 de maio.

Produzido pela Mercúrio Produções, com co-distribuição da Pandora e patrocínio do BNDES e da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Governo do Estado de São Paulo, o longa foi selecionado para a 33ª edição do San Diego Latino Film Festival, onde terá exibições a partir de 21 de março, integrando a programação dedicada ao cinema latino contemporâneo.

Na trama, acompanhamos Cleo, uma astrônoma de 43 anos, grávida e emocionalmente fragilizada, surpreendida pela visita de Nalu, sua meia-irmã de origem indígena. O encontro revela segredos sombrios e desperta memórias fragmentadas em Cleo, levando as duas mulheres a investigações obscuras. Entre ciência e ancestralidade, razão e intuição, surge um elo inesperado que transforma as duas irmãs. O longa conta com elenco formado por Djin Sganzerla, Sergio Guizé, Lian Gaia, Selma Egrei, Helena Ignez, Luís Melo, Clarisse Abujamra, Gilda Nomacce, Pedro Goifman e Julia Katharine.

“Ao tratar da relação entre mulheres e do convívio entre pessoas de diferentes origens, o filme Eclipse reflete questões essenciais para o Brasil de hoje. O BNDES tem um compromisso permanente com diversidade e se alegra de apoiar produções com narrativas que refletem a pluralidade do Brasil”,  comenta Marina Moreira Gama, superintendente da Área de Relacionamento, Marketing e Cultura do BNDES.

O olhar da cineasta Djin articula delicadeza e contundência para expor a cultura patriarcal sem recorrer à espetacularização da dor. Como define a filósofa Marcia Tiburi, este é “um filme que trabalha com desmistificações do sistema patriarcal de um modo muito sutil: a enganação do amor romântico, a farsa do marido e da família perfeita, a casa apresentada como um território perigoso no qual a maternidade pode ser uma armadilha, um ensaio visual sobre a sororidade, entrelaçando estética e política”, no qual a união entre mulheres surge como força vital para enfrentar estruturas opressoras.

A diretora explica que ECLIPSE nasceu da necessidade de dar forma a um sentimento de suspensão e atravessamento, motivada por seu interesse profundo pelo universo feminino: “O que move as mulheres, como elas sentem e compreendem o mundo, e como o mundo as enxerga. Quanto mais mergulho nesse universo, mais me apaixono. Este roteiro não poderia abordar outro tema senão o protagonismo feminino”.  


SINOPSE

Grávida, a astrônoma Cleo é surpreendida pela chegada de Nalu, sua meia-irmã de origem indígena. A convivência entre as duas reacende memórias perturbadoras e as conduz a uma jornada humana surpreendente, que as leva a camadas sombrias da deep web.  


FICHA TÉCNICA

Direção: Djin Sganzerla

Roteiro: Djin Sganzerla e Vana Medeiros

Produção: Djin Sganzerla

Consultoria de Roteiro: Aleksei Abib

Contribuição no Roteiro: Marcos Arzua

Elenco: Djin Sganzerla, Sergio Guizé, Lian Gaia, Selma Egrei, Helena Ignez, Luís Melo, Clarisse Abujamra, Gilda Nomacce, Pedro Goifman e Julia Katharine

Telecine abre sinal da TV e no livestream do Globoplay e libera 50 filmes gratuitamente

Abertura do sinal vai de 24 a 30 de março e inclui os seis canais da TV, o livestream do Globoplay e seleção de conteúdo on demand

‘O Mestre do Crime’ é o grande destaque da programação durante o Sinal Aberto. 

De 24 a 30 de março, o Telecine abre o sinal dos seis canais (Premium, Action, Touch, Fun, Pipoca, Cult) na TV paga e no livestream do Globoplay — e libera para não-assinantes 50 filmes de forma gratuita no catálogo do streaming. O destaque da programação neste período é a estreia de ‘O Mestre do Crime’, com Christoph Waltz e Lucy Liu, que chega ao catálogo na sexta (dia 27) e será exibido no Telecine Premium no sábado (dia 28), às 22h. Entre os títulos liberados estão filmes como 'Se eu Tivesse Pernas, eu te Chutaria', 'Gladiador', 'Os Estranhos: Capítulo 1, 'Gato de Botas 2: O Último Pedido', 'Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes', 'Velozes & Furiosos: Hobbs & Shaw', 'A Sogra Perfeita', entre outros. Confira a lista completa.

A abertura do sinal ocorrerá nas operadoras (Claro, Oi TV, SKY, TIM, Vivo, Watch e Zapping) e no livestream do Globoplay, onde os assinantes poderão assistir à grade de programação. Já os 50 filmes gratuitos podem ser acessados através da cinelist ‘Sinal Aberto Telecine - Filmes Liberados para Você!’ no Globoplay e em uma pasta de degustação nos demais parceiros. 

No dia 31, após o fechamento do sinal, o Telecine trará ofertas especiais somente para novos assinantes e por tempo limitado. O cliente deve consultar o parceiro de sua preferência para conhecer as condições.


Sinal Aberto Telecine

Quando: 24 a 30 de março

Parceiros: Claro, Oi TV, SKY, TIM, Vivo, Watch e Zapping e Globoplay 

Valor da oferta: no Globoplay, pacote avulso do Telecine a partir de R$9,90/mês no plano anual 

É hoje: Open Air Brasil está de volta ao Rio de Janeiro em temporada histórica que vai celebrar 1 milhão de espectadores

Desde a primeira edição na cidade, público acumulado se aproxima de marca histórica. Apresentado pelo Ministério da Cultura e pelo Nubank, o evento é uma experiência completa com filmes para diversos públicos, gastronomia, música, ativações e recreação para crianças

O Open Air tem a maior tela de cinema a céu aberto do mundo, com 325m².

Apresentado pelo Ministério da Cultura e pelo Nubank, o Open Air Brasil está de volta ao Rio de Janeiro - onde não acontece desde 2023 - e vai transformar o Jockey Club Brasileiro em um super festival de cinema ao ar livre, entre 25 de março e 11 de abril. O evento, que chegará à marca de 1 milhão de espectadores desde a sua primeira edição, em 2002, proporciona uma experiência audiovisual imersiva incomparável, com a maior tela de cinema a céu aberto do mundo (325m², do tamanho de uma quadra de tênis). A programação apresenta grandes sucessos do cinema, além de shows, atrações gastronômicas, recreação para crianças e ativações. Os ingressos estão à venda pela plataforma Sympla.

“O Open Air nasceu no Rio de Janeiro, então voltar para casa será um prazer enorme, principalmente para podermos comemorar tudo o que aconteceu com o cinema brasileiro neste tempo: ‘Ainda Estou Aqui’ e ‘ O Agente Secreto’ conquistaram o mundo e a gente vai celebrar isso a cada noite. Juntando cinema, música, gastronomia e a maior tela do mundo, comemoramos 24 anos de evento e o fato de que chegaremos a um milhão de pessoas que já vieram desde a sua primeira edição, que foi também no Jockey Club”, conta Renato Byington, idealizador do evento e diretor da D+3, produtora do Open Air. 


FILMES

Na programação de filmes, estão títulos que agradam a diversos públicos: sucessos de bilheteria nacionais e internacionais, clássicos do audiovisual, animações e lançamentos. Os nacionais que vão brilhar na telona são “Pequenas Criaturas”, em sessão de pré-estreia, e o grande destaque do ano, “O Agente Secreto". Os clássicos, que não poderiam faltar nesta edição especial, são “Superbad: É Hoje!”, “Kill Bill: The Whole Bloody Affair”. A criançada também vai poder aproveitar o Open Air com as sessões de “Diário de Pilar na Amazônia”, “Zootopia 2”, “DPA 4 - O Fantástico Reino de Ondion” e “Bob Esponja: Em Busca da Calça Quadrada”, que também vão contar com recreação e brincadeiras temáticas. A programação contempla ainda blockbusters que passaram recentemente pelos cinemas com grande sucesso de público: “A Noiva!”, “O Morro dos Ventos Uivantes” e “Wicked - Parte 2”. Em uma edição logo depois da maior premiação do cinema mundial, os indicados ao Oscar também marcam presença. Serão exibidos “Uma Batalha Após a Outra”, o grande vencedor da estatueta de Melhor Filme, os premiados “Pecadores”, “Hamnet”, “Avatar: Fogo e Cinzas”, além de “Marty Supreme”. A programação da temporada ainda abre espaço para um documentário, “Maya and the Wave”, que vai encerrar a edição com a história da surfista de ondas gigantes Maya Gabeira. 


SHOWS

A música também é um componente importantíssimo na experiência do Open Air Brasil. Durante a temporada, o palco do evento vai receber artistas de ritmos diversos, que dialogam com diferentes públicos. Na programação, estão Pedro Baby, que convida Mart’nália em um show com participação de Luiz Otávio na abertura; Academia da Berlinda, que vai se apresentar no dia de “O Agente Secreto”, Ney Conceição Quinteto (Jazz no Cardosão), que sobe ao palco na data em que será exibido “Pecadores"; o rapper 2ZDinizz, após a sessão de “Superbad: É Hoje!”; CATTO no dia de “A Noiva!”; DJ Janot, que anima a noite da exibição de “Marty Supreme”; Jéssica Gaspar, que vai se apresentar no dia de “Wicked: Parte 2”; DJ Paulinho Sattamini com dois sets na sessão de “Thelma & Louise”; DJ Lys Ventura quando “Uma Batalha Após a Outra” será exibido; e a Matinê do Quartinho, que encerra o evento após a exibição de “Maya and the Wave”.


GASTRONOMIA

O espaço gastronômico do Open Air foi pensado para acompanhar a energia vibrante do evento, reunindo clássicos cariocas que vão agradar aos mais variados gostos. Nos 14 dias de evento, o público vai poder aproveitar os hambúrgueres e batatas fritas do T.T. Burger; as delícias do mar do La Carioca, a culinária argentina do Las Empanadas, os drinks do Quartinho, as pizzas do Sisi e as sobremesas incríveis da confeitaria Absurda.


ATIVAÇÕES

As marcas parceiras do Open Air também marcam presença no evento. A RD Brasil promoverá gincanas dentro de um estande em que o público vai concorrer a brindes das marcas Bioré, Artromobil, Bwell ou Needs, Freecô e Cânfora/Nescafé. A Granado terá um carro caracterizado, inspirado em seu mais recente lançamento, o perfume “Yes, nós temos banana!” e brindes exclusivos. A GWM estará com o modelo Haval H6 em exposição e distribuirá copos personalizados ao público. E a World Wine contará com uma ativação em formato de loja, onde o público poderá adquirir vinhos da marca.

A programação completa está disponível em https://www.openairbrasil.com.br/Os ingressos são adquiridos por sessão e dão direito à pipoca.


OPEN AIR BRASIL

De 25 de março a 11 de abril, no Jockey Club Brasileiro

Ingressos à venda na plataforma Sympla

Mais informações em @openairbrasil

Os ingressos para os shows estão incluídos na entrada para a única ou última sessão do dia

Cineasta Daniel Ribeiro Expande Universo com Novo Filme e HQ de “HOJE EU QUERO VOLTAR SOZINHO”

Premiado na Berlinale, o diretor transforma seu primeiro longa-metragem em quadrinho e prepara estreia internacional de filme que encerra sua trilogia


Daniel Ribeiro (Foto: Fabio Audi)

Premiado no Festival de Berlim e autor de títulos marcantes do cinema queer brasileiro contemporâneo, o diretor e roteirista Daniel Ribeiro atravessa um momento especialmente fértil de sua carreira. Nos próximos meses, ele apresenta ao público dois projetos de expansão criativa: a adaptação para os quadrinhos de “Hoje Eu Quero Voltar Sozinho” (2014), seu filme mais celebrado, e as primeiras exibições internacionais do lançamento “Eu Vou Ter Saudades de Você”. 

O novo longa encerra a trilogia iniciada na estreia de Ribeiro com “Hoje Eu Quero Voltar Sozinho”, vencedor de quase 50 prêmios internacionais, entre eles o Teddy Award de Melhor Filme LGBT na Berlinale. O segundo capítulo veio com 13 Sentimentos, lançado em 2024. Juntos, os três filmes exploram diferentes formas de afeto, identidade e amadurecimento nas relações contemporâneas.

“Depois de ‘Hoje Eu Quero Voltar Sozinho’, desenvolvi duas outras histórias que exploram o desgaste de um casal, a iminência da separação e o processo de redescoberta após o fim de um relacionamento longo. Juntas, essas três obras formam uma trilogia que retrata o ciclo completo das relações humanas”, conta o cineasta sobre os filmes, que foram produzidos fora da ordem cronológica. “Mas, pensando bem, o amor e os relacionamentos raramente seguem uma lógica, então eu gosto da ideia de que os rumos da vida tenham embaralhado a ordem dessa história”, completa. 

Protagonizado por Alice Marcone e Gabriel Lodi, “Eu Vou Ter Saudades de Você” acompanha um casal transgênero que vive um relacionamento há sete anos e entra em crise quando decide morar junto. O roteiro foi escrito por Daniel Ribeiro em parceria com Marcone, e o elenco é inteiramente composto por pessoas trans. 

O filme fará sua estreia internacional no BFI Flare: London LGBTQIA+ Film Festival, com sessões nos dias 27 e 28 de março. Para a ocasião, estarão presentes o diretor Daniel Ribeiro, a produtora Diana Almeida e os protagonistas Alice Marcone e Gabriel Lodi. Na sequência, o longa também será exibido no Festival Internacional de Cine en Guadalajara (FICG), no México, em abril.

Enquanto apresenta seu mais novo trabalho como cineasta, Ribeiro revisita o ponto de partida dessa trajetória: o roteiro de seu primeiro longa. A adaptação de “Hoje Eu Quero Voltar Sozinho” para os quadrinhos será publicada em maio pelo Seguinte, selo jovem do Grupo Companhia das Letras. A história foi adaptada pelo próprio diretor e ganhou ilustrações do designer Bruno Freire, cujo traço acrescenta uma nova dimensão visual à história do primeiro amor entre dois adolescentes, um deles cego, que já é um clássico do cinema brasileiro contemporâneo.

“Sempre senti vontade de continuar explorando a história de Leo e Gabriel para além do filme. A HQ surgiu como a solução perfeita: um formato que me permite expandir esse universo sem as limitações físicas do tempo”, conta Daniel, que ainda abre a possibilidade de expansão desse universo. “O mais interessante é que, no futuro, quando os personagens finalmente alcançarem a idade atual dos atores, as portas estarão abertas para um novo filme. Seria incrível revisitar Leo e Gabriel na fase adulta e entender quais são seus conflitos hoje.”

CICLO DE SUCESSO

A fase atual reflete a trajetória multifacetada de Daniel Ribeiro, nascido em São Paulo, em 1982, e formado em Audiovisual pela ECA-USP. Antes de se tornar conhecido internacionalmente pelo cinema, o diretor participou da criação do projeto Música de Bolso, iniciativa que entre 2007 e 2010 produziu 380 vídeos musicais e reuniu artistas como Vanessa da Mata, Arnaldo Antunes, Pato Fu, Tulipa Ruiz e Marcelo Jeneci.

No cinema, Ribeiro começou a ganhar destaque com os curtas Café com Leite (2008) e Eu Não Quero Voltar Sozinho (2010), exibidos em mais de 180 festivais e vencedores de 115 prêmios, entre eles o Urso de Cristal no Festival de Berlim e o Grande Prêmio do Cinema Brasileiro de melhor curta de ficção.

Seu primeiro longa-metragem, Hoje Eu Quero Voltar Sozinho, estreou no 64º Festival de Berlim, onde, além do Teddy, ganhou o Prêmio FIPRESCI. Em seguida, foi escolhido como representante brasileiro na disputa por uma vaga no Oscar de 2015. Desde então, o diretor transitou por diferentes formatos: dirigiu o curta Love Snaps (2016), premiado no Festival Mix Brasil e no Festival do Rio, criou e dirigiu a série Todxs Nós, lançada pela HBO em 2020, e lançou seu segundo longa, 13 Sentimentos, em 2024.

Além disso, Daniel Ribeiro fundou ao lado de Diana Almeida a produtora de cinema Lacuna Filmes, que está prestes a completar 20 anos em 2027. Conhecida por desenvolver histórias sensíveis e com trajetória consistente em festivais internacionais, a produtora soma mais de 150 prêmios entre curtas e longas-metragens. Dentre os seus títulos de maior destaque, além dos filmes dirigidos por Ribeiro, estão As Duas Irenes (2017), 45 Dias Sem Você (2018) e Música para Morrer de Amor (2019).

Ao transitar entre diferentes formatos narrativos abordando com sensibilidade  temáticas relevantes e sempre mantendo a  coerência autoral, Daniel Ribeiro reafirma seu papel como uma das vozes mais consistentes do audiovisual brasileiro contemporâneo, ampliando o alcance de histórias que exploram novas formas de representação no cinema.

35º Festival Curta Cinema começa nesta quarta-feira, 25 de março

100% gratuita, a programação reúne mais de 130 filmes de 33 países e 15 estados brasileiros e contará com sessões acessíveis de Libras e audiodescrição. Evento acontece no Estação NET Rio, entre 25 de março e 1º de abril

“Coeur Bleu”, de Samuel Suffren; “Kosmogonia”, de Karolina Chabier; “Poeira”, de Mateus Lana; “Samba Infinito”, de Leonardo Martinelli; e “Os Arcos Dourados de Olinda”, de Douglas Henrique.

O Festival Curta Cinema – Festival Internacional de Curtas do Rio de Janeiro inicia sua 35ª edição nesta quarta-feira, 25 de março, no Estação NET Rio, com uma programação que reafirma sua vocação como vitrine do curta-metragem contemporâneo. Ao longo de oito dias, o público terá acesso gratuito a mais de 130 filmes de 33 países e 15 estados brasileiros, distribuídos em mostras competitivas e panoramas que atravessam diferentes linguagens, formatos e temas do cinema atual e independente.

A noite de abertura, no dia 25, a partir das 20h, reúne um conjunto de obras que sintetizam a diversidade estética do festival. Serão exibidos os curtas “Um certo cinema brasileiro” (SE), de Fábio Rogério; “Vulto Sagrado” (RJ), de Daniel Caetano; “O Rio de Janeiro Continua Lindo” (BR, BE e CH), de Felipe Casanova; “Defloradas” (RJ), de Luísa Reis; e “La Mar” (MEX), de Jean Chapiro Uziel. Os filmes transitam entre memória, política, arquivo e experimentação, marcando o tom de uma edição que aposta na pluralidade de olhares e narrativas.

A programação segue nos dias seguintes com sessões que incluem a Competição Nacional e Internacional, a mostra Primeiros Quadros — dedicada a novos realizadores —, os panoramas Carioca e Latino-Americano, a Mostra Interzona Midnight (dedicada ao gênero do horror), além de sessões para escolas públicas. Entre os destaques, estão obras que abordam temas como identidade, território, questões ambientais, memória coletiva e experiências urbanas, além de produções que passaram por festivais como Cannes, Berlim, Locarno e Veneza.

O festival também amplia o diálogo com o público por meio de debates com realizadores em sessões selecionadas e de programas especiais que exploram diferentes vertentes do curta-metragem, do documentário experimental à animação e à ficção contemporânea. A diversidade regional brasileira aparece com força, com filmes vindos de estados como Amazonas, Pernambuco, Goiás, Minas Gerais e Rio Grande do Sul, entre outros.

Realizado desde 1991, o Curta Cinema chega à sua 35ª edição consolidado como um dos principais festivais dedicados ao formato na América Latina. Além de revelar novos talentos, o evento mantém seu papel estratégico no circuito internacional: seus dois principais prêmios — nas competições Nacional e Internacional — são qualificadores para o Oscar®, ampliando a visibilidade dos filmes vencedores no cenário global.

SESSÃO ACESSÍVEL - 28 a 29 de março (10h, Estação NET Rio, Sala 5)
A edição de 2026 reforça seu compromisso com a inclusão ao promover a Sessão Acessível em duas datas da programação. As exibições contam com recursos de Libras e audiodescrição, ampliando o acesso de pessoas com deficiência auditiva e visual ao circuito do festival.

Entre os títulos exibidos nessas sessões estão produções recentes do cinema brasileiro, como “A Ascensão da Cigarra” (RO), de Ana Clara Ribeiro; “Novo Horizonte” (GO), de Tiago Vieira; “Arandu” (SP), de Vitoria Rocha; “Serra Pelada - A Terra Não é dos Homens” (SP), de Babi Fontana e Victor Costa; “Capitã Iracema” (MG), de Dani Drumond e Marcio Martins; “Inquietas” (RN), de Thaina Morais, além de outros filmes distribuídos ao longo dos dias dedicados à acessibilidade. A iniciativa reafirma o Curta Cinema como um espaço de encontro plural, atento à democratização do acesso à cultura.

MOSTRA MEMÓRIA REVELAÇÃO NA MARÉ - 27 de março
A programação também se estende para além das salas de cinema com a realização da Mostra Memória Revelação no Galpão Bela Maré, na Maré, fortalecendo o diálogo do festival com diferentes territórios da cidade. A sessão reúne curtas que exploram memória, cultura e tradições brasileiras a partir de abordagens sensoriais e experimentais.

Entre os filmes exibidos estão “Cordões e Sinos de Além-mar” (MG), de Yuji Martins Kodato e Jeremias Brasileiro; “Dança aos Orixás” (SP), de Gustavo McNair; “Madeira Viva” (SP), de Gabriel Villas-Bôas; e “Discoterra” (RJ), de Gustavo Aquino dos Reis, Daniel Wierman e Arnaldo Robles. As obras atravessam temas como religiosidade afro-brasileira, práticas culturais e relações entre música, território e identidade, propondo uma experiência imersiva e coletiva com o público local.

LABORATÓRIO DE PROJETOS - 25 e 26 de março
A programação inclui ainda a 28ª edição do Laboratório de Projetos de Curta-Metragem, que acontece presencialmente nos dias 25 e 26 de março, com foco no desenvolvimento de novas obras e no fortalecimento de realizadores. A iniciativa reúne 12 projetos selecionados, que serão acompanhados por consultores experientes do audiovisual, como Adriana Borges, Luciano Vidigal e Rafael Spínola. Ao final do processo, os participantes apresentam seus trabalhos em uma sessão de pitching no dia 27 de março, quando será definido o projeto vencedor, anunciado na premiação oficial do festival.

A seleção foi feita pela turma de curadores do festival: Adriana Borges, Ailton Franco Junior, Alexandre Bispo, Clara Ferrer, Clara Linhart, Cristian Caselli, Duda Leite, Gustavo Duarte, Julia Couto, Luana Pascoal, Marina Pessanha, Paulo Roberto Junior, Pedro Gonçalves Ribeiro, Sérgio Alpendre e Yasmine Evarist, sob coordenação de Paulo Roberto Jr. O Curta Cinema tem patrocínio do Itaú-Unibanco através da Lei Federal de Incentivo à Cultura - Rouanet, da Política Nacional Aldir Blanc, pelo edital Fomenta Festival, da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado do Rio de Janeiro. A promoção é do Canal Brasil, Canal Like e Canal Futura e o apoio institucional é do Instituto Cervantes do Rio de Janeiro, Goethe Institut no Rio de Janeiro, Consulado Geral da Suíça no Rio de Janeiro, Instituto Italiano de Cultura, Embaixada da França e Instituto Camões.

SERVIÇO
35º Festival Curta Cinema
De 25 de março a 1º de abril de 2026

Cinema Estação Net Rio (Rua Voluntários da Pátria, 35 - Botafogo):
Sala 3 (107 poltronas e 1 cadeirante)
Sala 4 (107 poltronas, 13 namoradeiras e 1 cadeirante)
Sala 5 (107 poltronas, 23 namoradeiras e 2 cadeirantes)
 

ARCO, animação indicada ao Oscar®, ganha data de estreia na MUBI

Escrito e dirigido por Ugo Bienvenu, longa foi indicado a melhor filme de animação no Globo de Ouro e no Oscar® 2026 



COM EXCLUSIVIDADE NA MUBI A PARTIR DE 10 DE ABRIL

A MUBI, distribuidora global, serviço de streaming e produtora, anuncia a data de estreia no streaming de ARCO, filme de animação de Ugo Bienvenu (L’entretien). Depois de passar por salas de cinemas brasileiros, o longa criado inteiramente em 2D chega com exclusividade à plataforma, em seu idioma original e dublado em português, em 10 de abril.

Escrito e dirigido por Ugo Bienvenu, com produção de Natalie Portman, Felix de Givry, Sophie Mas e Ugo Bienvenu, ARCO teve sua estreia mundial na Seleção Oficial de Exibições Especiais do 78º Festival de Cannes, e conquistou os prêmios Cristal de Melhor Filme e SACEM de Melhor Trilha Sonora Original para um Longa-metragem no 64º Festival Internacional de Cinema de Animação de Annecy.

Posteriormente, foi indicado a melhor filme de animação no Globo de Ouro 2026 e no Oscar® 2026. Além disso, recebeu indicação a melhor filme infantil e familiar no BAFTA 2026.

Ao contrário da tendência de autores de ficção científica, contemporâneos e do passado, de retratarem o gênero em lentes negativas e apocalípticas, ARCO oferece esperança à geração atual, apresentando um mundo que convida os espectadores a imaginar um futuro desejável e possível, em que a humanidade evolui em harmonia com a natureza.

ARCO é uma metáfora para a melhor coisa que poderia acontecer” – Ugo Bienvenu


 

Créditos: MUBI 

Sinopse
Em um futuro distante e idílico, a humanidade detém o poder da viagem no tempo com trajes coloridos que projetam no céu um rastro de luz do arco-íris. Embora seja muito jovem para se aventurar nessas jornadas, o impaciente Arco foge sozinho – apenas para se ver preso no ano de 2075, em um mundo mais perigoso que o seu. Felizmente, Iris, de dez anos, vê o misterioso garoto cair do céu e, com a ajuda de seu robô cuidador, eles embarcam em uma comovente odisseia para levar Arco de volta para casa.

O filme original traz as vozes de Alma Jodorowsky (Rainhas do Drama), Swann Arlaud (Anatomia de uma Queda), Vincent Macaigne (A Musa de Bonnard), Louis Garrel (Os Sonhadores), William Lebghil (Nino) e do rapper francês Oxmo Puccino. Já a versão dublada no Brasil tem a participação de Enrico Espada (Captão Tsubasa), Bianca Alencar (Turma da Mônica Jovem), Rodrigo Araújo (One Piece), Reginaldo Primo (Os Simpsons), Beto Macedo (Super Onze: Ares no Tenbin), e Diego Muras (Naruto Shippuden), entre outros.

 

ARCO
Disponível a partir de 10 de abril
Um lançamento MUBI
mubi.com

A HBO acaba de lançar NUA NA REDE: A VERDADE SOBRE ROSE LEONEL, nova série documental disponível também na HBO Max.


A produção tem direção de Bia Vilela e Luiza de Andrade, dupla da produtora Untitled, que conduz a narrativa sobre um dos casos mais emblemáticos de violência digital no Brasil.

Ao longo de cinco episódios, a série revisita a história de Rose Leonel, vítima de um dos primeiros casos de divulgação de imagens íntimas sem consentimento no país, ocorrido no início dos anos 2000. Pela primeira vez, a trajetória é contada a partir do olhar da própria Rose, que revela os impactos pessoais, sociais e profissionais do crime e o caminho percorrido até transformar sua experiência em mobilização pública.

A história teve repercussão nacional e contribuiu para a atualização da Lei Maria da Penha, que passou a reconhecer e criminalizar a violação da intimidade, a alteração que ficou conhecida como Lei Rose Leonel (Lei nº 13.772).

Para as diretoras Bia Vilela e Luiza de Andrade, o projeto propõe um olhar contemporâneo sobre um tema que segue urgente na era digital.

“O caso da Rose foi pioneiro em expor um tipo de violência que hoje se tornou mais visível. Nosso desafio foi construir uma narrativa que respeitasse a dimensão humana da história e, ao mesmo tempo, mostrasse como esse episódio reverbera até hoje na discussão sobre privacidade, internet e justiça”, afirmam.

Na época do crime, mais de 400 imagens íntimas de Rose foram divulgadas online. Em uma cidade pequena, a exposição teve consequências devastadoras: perda de trabalho, rompimento de relações pessoais e julgamento público constante.

Sem apoio institucional naquele momento, Rose iniciou uma longa batalha judicial que durou quase uma década. Mais tarde, fundou a ONG Marias da Internet, organização que oferece suporte e orientação para vítimas de violência digital.

A série também contextualiza como a expansão da internet e das redes sociais ampliou o alcance e o impacto desse tipo de crime, tornando a história de Rose ainda mais relevante duas décadas depois.

A produção é uma coprodução da Warner Bros. Discovery com Luiza de Andrade e Bia Vilela, conhecidas na publicidade como Figas, e conta com co-roteirização de Luiza de Andrade e Bia Vilela e roteiro de Gabriela Gaia Meirelles. Pela Warner Bros. Discovery, assinam a produção Sergio Nakasone, Adriana Cechetti e Luciana Soligo.

Na HBO, os episódios serão exibidos semanalmente a partir de 10 de março. Já na HBO Max, todos estão disponíveis.

DITTO: CONEXÕES DO AMOR, Romance Coreano que Atravessa Gerações, Ganha Trailer e Pôster Inéditos

Protagonizado pelas estrelas dos k-dramas Yeo Jin-goo e Cho Yi-hyun, o filme recria um cult sul-coreano de forma moderna e delicada

A nova versão de DITTO: CONEXÕES DO AMOR, uma das comédias românticas mais cultuadas do cinema sul-coreano, acaba de ganhar pôster e trailer inéditos e chega aos cinemas brasileiros no dia 26 de março.

Distribuído pela SATO Company, o longa é protagonizado por duas grandes estrelas dos k-dramas já conhecidas pelo público brasileiro: Yeo Jin-goo, de Hotel del Luna e Apostando Alto, e Cho Yi-hyun, de All of Us Are Dead e A Fada e o Pastor. O filme é também o terceiro longa-metragem da diretora e roteirista Seo Eun-Young.

Ambientado entre o fim dos anos 1990 e a atualidade, DITTO: CONEXÕES DO AMOR é uma versão atualizada do longa de mesmo nome lançado em 2000, no auge da retomada do cinema sul-coreano e que se tornou um cult entre o público local. A refilmagem acompanha as mudanças da tecnologia, mas mantém os elementos-chave do longa original, marcado pela nostalgia e pela delicadeza.

Na trama, dois estudantes universitários, um de 1999 e outro de 2022, descobrem que conseguem se comunicar através de um rádio amador. Na tentativa de compreender como essa relação é possível, os personagens passam a compartilhar suas histórias, ambições e sentimentos, gerando uma história de amor e amizade capaz de atravessar as linhas do tempo.

DITTO: CONEXÕES DO AMOR é capaz de recriar um clássico da Coreia do Sul com elementos da atualidade, mas sem perder a essência nostálgica do longa original.

SINOPSE

Yong ouve a voz de uma estranha vinda do futuro, criando uma conexão inesperada entre os dois. À medida que passam a conversar por meio de um rádio amador, eles compartilham suas histórias de amor e descobrem que, apesar de viverem em épocas diferentes, seus sentimentos e experiências se refletem de maneira surpreendente.

A DIRETORA

Seo Eun-young é diretora e roteirista sul-coreana. Ela estreou no longa-metragem com Overman (2016), drama exibido em festivais internacionais que acompanha um jovem estudante que encontra no teatro uma forma de lidar com as pressões da vida adulta. Em seguida dirigiu Go Back (2021), filme que também escreveu e produziu. Em DITTO: CONEXÕES DO AMOR (2022), seu terceiro longa-metragem como diretora e roteirista, revisita um romance cult do cinema coreano ao atualizar sua premissa para uma nova geração de espectadores. Seo também dirigiu o curta-metragem Rainy Days, reforçando uma filmografia marcada pelo interesse em histórias sobre juventude, identidade e relações afetivas.

ELENCO

Yeo Jin-goo | Yong

Cho Yi-hyun | Mu-nee

Kim Hye-yoon | Han-sol

Na In-woo | Young-ji

Bae In-hyuk | Eun-sung

FICHA TÉCNICA

Direção | Seo Eun-young

Roteiro | Seo Eun-young

Baseado em | Ditto, de Kim Jung-kwon

Produção | Lee Jeong-eun

Fotografia | Jeong Gi-wook

Montagem | Kim Hyeong-ju

Trilha sonora | Kim Hong-jib

Título original | Donggam

País | Coreia do Sul

Ano | 2022

Duração | 114 minutos

Distribuição no Brasil | SATO Company

ENZO, Estreia Nesta Quinta (19), o Drama Francês do Cineasta Robin Campillo

Nesta quinta-feira, dia 19 de março, chega exclusivamente nos cinemas brasileiros o drama francês ENZO (Enzo), do cineasta e roteirista Robin Campillo ("Garotos do Leste" e "120 Batimentos por Minuto"), com distribuição da Mares Filmes.

O filme será lançado nos cinemas de São Paulo, Belo Horizonte, Vitória e Salvador.

Com roteiro assinado por Robin Campillo, Laurent Cantet e Gilles Marchand, o filme conta a história de Enzo, um jovem de 16 anos, que desafia as expectativas de sua família burguesa ao iniciar um trabalho como aprendiz de pedreiro, um caminho muito distante da vida prestigiosa que haviam imaginado para ele.

Em sua luxuosa vila no ensolarado sul da França, as tensões fervilham enquanto perguntas e pressões implacáveis pesam sobre o futuro e os sonhos de Enzo. No canteiro de obras, no entanto, Vlad, um carismático colega ucraniano, abala o mundo de Enzo e abre as portas para possibilidades inesperadas.

Filme de abertura da Quinzena dos Realizadores no Festival de Cannes de 2025, ENZO foi o último trabalho feito pelo roteirista Laurent Cantet, que faleceu em 2024 antes do início das filmagens do drama. Seu amigo e colaborador de longa data Robin Campillo terminou o roteiro e dirigiu o filme em sua homenagem.

Estrelado pelo ator iniciante Eloy Pohu, o filme também traz em seu elenco nomes conhecidos como os de Pierfrancesco Favino ("Maria Callas" e "Rush: No Limite da Emoção"), Élodie Bouchez ("Corações Partidos" e "A Vida Sonhada Dos Anjos"), Malou Khebizi, Adriel Sorrente, entre outros.

Com 86% de aprovação da crítica no Rotten Tomatoes, a produção foi reconhecida em importantes premiações do cinema mundial como Festival de Cannes 2025 (indicado ao Directors’ Fortnight Audience Award e Indicado à Queer Palm), Seville European Film Festival (indicação de melhor filme ao Golden Giraldillo e indicação ao Ocaña Award), indicação ao Grand Prix na Competição Internacional no Brussels International Film Festival (BRIFF) e Indicação para Melhor Ator Promissor para Eloy Pohu no Lumière Awards.

ENZO (Enzo) chega exclusivamente nos cinemas brasileiros no dia 19 de março, com distribuição da Mares Filmes.

________________________________________________________

ENZO

França | 2025 | 102 min. | Drama | 16 anos


Título Original: Enzo

Direção: Robin Campillo

Roteiro: Robin Campillo, Laurent Cantet, Gilles Marchand

Elenco: Eloy Pohu, Pierfrancesco Favino, Élodie Bouchez

Distribuição: Mares Filmes

Sinopse: Enzo, de 16 anos, desafia as expectativas de sua família burguesa ao iniciar um trabalho como aprendiz de pedreiro, um caminho muito distante da vida prestigiosa que haviam imaginado para ele. Em sua luxuosa vila no ensolarado sul da França, as tensões fervilham enquanto perguntas e pressões implacáveis pesam sobre o futuro e os sonhos de Enzo. No canteiro de obras, no entanto, Vlad, um carismático colega ucraniano, abala o mundo de Enzo e abre as portas para possibilidades inesperadas.

Novo Filme de Ação do Guy Ritchie, NA ZONA CINZENTA é Arriscado Jogo de Ambição e Sobrevivência

A Diamond Films traz aos cinemas brasileiros o mais novo filme de ação do Guy Ritchie, NA ZONA CINZENTA (“In The Grey”). Na trama, Jake Gyll...