Robert Zemeckis, Anne Hathaway, Octavia Spencer e Stanley Tucci Revelam os Bastidores de CONVENÇÃO DAS BRUXAS em Novos Vídeos

Em vídeos recém-divulgados, o público é apresentado aos atores que dão vida à história de Convenção das Bruxas, inspirada na produção literária de Roald Dahl, e já em cartaz nos cinemas brasileiros. O material contempla ainda detalhes sobre o trabalho do diretor e vencedor do Oscar Robert Zemeckis (“Forrest Gump: O Contador de Histórias”) na produção. 

Estrelado pelas vencedoras do Oscar Anne Hathaway (“Os Miseráveis”, “Oito Mulheres e um Segredo”), intérprete da Grande Rainha Bruxa, e Octavia Spencer (“Histórias Cruzadas”, “A Forma da Água”), como a vovó da trama, o longa ambientado na década de 1960, no Alabama (EUA), também reúne no elenco o indicado ao Oscar Stanley Tucci (franquia “Jogos Vorazes”, “Um Olhar do Paraíso”), no papel do gerente de hotel Sr. Stringer e o estreante Jahzir Kadeem Bruno (série de TV “Atlanta”), como o Garoto Herói. 

Sobre o filme

Do diretor vencedor do Oscar Robert Zemeckis (“Forrest Gump: O Contador de Histórias”), chega a aventura de fantasia Convenção das Bruxas, baseada no livro do escritor Roald Dahl. O filme é estrelado pelas vencedoras do Oscar Anne Hathaway (“Os Miseráveis”, “Oito Mulheres e um Segredo”) e Octavia Spencer (“Histórias Cruzadas”, “A Forma da Água”), o indicado ao Oscar Stanley Tucci (franquia “Jogos Vorazes”, “Um Olhar do Paraíso”), com Kristin Chenoweth (série de TV “Glee: Em Busca da Fama” e “BoJack Horseman”) e a lenda premiada da comédia Chris Rock. Também estrelam o longa o estreante Jahzir Kadeem Bruno (série de TV “Atlanta”) e Codie-Lei Eastick (“Holmes & Watson”). 

Reimaginando a adorada história de Dahl para uma audiência moderna, o filme visualmente inovador de Zemeckis conta a história sombria, divertida e comovente de um jovem órfão (Bruno) que, no final de 1967, vai morar com sua adorável avó (Spencer) na cidade rural de Demopolis, no Alabama. Quando a dupla encontra algumas bruxas ilusoriamente glamorosas, mas completamente diabólicas, a avó sabiamente leva nosso jovem herói para um exuberante resort à beira-mar. Lamentavelmente, eles chegam ao local exatamente ao mesmo tempo em que a Grande Rainha Bruxa (Hathaway) reúne suas colegas de todo o planeta – disfarçadas – para realizar seus planos nefastos. 

Baseado no livro de Roald Dahl, o roteiro foi coescrito por Robert Zemeckis & Kenya Barris (série de TV “Black-ish”, “Shaft”) e o vencedor do Oscar Guillermo del Toro (“A Forma da Água”). Zemeckis também produziu o filme ao lado de Jack Rapke, del Toro, Alfonso Cuarón e Luke Kelly. Os produtores executivos são Jacqueline Levine, Marianne Jenkins, Michael Siegel, Gideon Simeloff e Cate Adams. 

A equipe de bastidores de Zemeckis inclui uma lista de seus colaboradores frequentes, como o diretor de fotografia indicado ao Oscar Don Burgess (“Forrest Gump: O Contador de Histórias”), o designer de produção Gary Freeman, os editores Jeremiah O'Driscoll e Ryan Chan, a figurinista indicada ao Oscar Joanna Johnston (“Aliados”, “Lincoln”) e o compositor indicado ao Oscar Alan Silvestri (“O Expresso Polar”, “Forrest Gump: O Contador de Histórias”). 

A Warner Bros. Pictures apresenta uma produção da Image Movers / Necropia / Esperanto Filmoj Production, um filme de Robert Zemeckis, Convenção das Bruxas.

Pinóquio: Conheça a verdade sombria por trás do clássico que marcou gerações

 


A clássica história do boneco de madeira que se transformou em um garoto de verdade chega aos cinemas nacionais pela primeira vez em formato live-action. Dirigido por Matteo Garrone (‘Gomorra’, ‘Dogman’), cineasta vencedor do Grande Prêmio do Júri no Festival de Cannes, Pinóquio tem sua estreia nacional apontada para 21 de janeiro de 2021 e a Imagem Filmes é a distribuidora responsável pelo lançamento.

O filme conta a história de Gepeto (Roberto Benigni), um solitário marceneiro que sonhava em ser pai e deseja que Pinóquio (Federico Ielapi), o boneco que acabou de construir, ganhe vida. Seu pedido é atendido, mas a desobediência de Pinóquio faz com que ele se perca de casa e embarque em uma jornada repleta de mistérios e seres fantásticos, que o levará a conhecer de perto os perigos do mundo. Conhecido em todos os países, o boneco de madeira fez sua primeira aparição em 1883, no romance As aventuras de Pinóquio, escrito por Carlo Collodi, e, desde então, ganhou adaptações em diversos formatos.

O diretor Garrone promete fazer de seu Pinóquio uma adaptação mais fiel ao personagem original de Collodi, afastando-se da versão que se tornou popular com a clássica animação de 1940. Em uma trama mais sombria, que promete ser a melhor adaptação já vista até hoje do personagem, o diretor afirma que o projeto representou dois sonhos que se tornaram realidade: dirigir uma adaptação de Pinóquio e trabalhar com Benigni, que dá vida a Gepeto no longa. Reconhecido por sua atuação em 'A Vida é Bela’, filme no qual conquistou o Oscar de Melhor Ator, Pinóquio marca o retorno de Roberto Benigni aos cinemas após um hiato de oito anos.

Sinopse

Conheça a verdade sombria por trás do clássico que marcou gerações. Gepeto (Roberto Benigni) é um solitário marceneiro que sonha em ser pai e deseja que Pinóquio (Federico Ielapi), o boneco que acabou de construir, ganhe vida. Seu pedido é atendido, mas a desobediência de Pinóquio faz com que ele se perca de casa e embarque em uma jornada repleta de mistérios e seres fantásticos, que o levará a conhecer de perto os perigos do mundo.

 


VIDAS (IN)VISÍVEIS – UM ARSENAL DE ESPERANÇA, de Erica Bernardini, está disponível no 15o Festival de Cinema Italiano no Brasil

 


Vidas (in)visíveis - Um Arsenal de Esperança, de Erica Bernardini, está disponível no 15o Festival de Cinema Italiano no Brasil, que acontece até 8 de dezembro, em plataforma online para todo público brasileiro. O acesso é feito pelo site www.festivalcinemaitaliano.com em uma parceria com o prestigioso cinema paulistano Cine Petra Belas Artes.

Os ingressos têm valor fixo de R$ 9,90 e dão direito ilimitado à toda a programação do Festival.

 

Acolher. Essa é a palavra que resume perfeitamente o Arsenal da Esperança, casa de acolhimento fundada em 1996 por Ernesto Olivero e Dom Luciano Pedro Mendes de Almeida. Localizado nas instalações da antiga Hospedaria de Imigrantes, em São Paulo, o Arsenal recebe diariamente uma média de 1.200 homens que se encontram em estado de vulnerabilidade.

 

Em 2020, com o imprevisto da pandemia COVID-19, o Arsenal volta a cumprir o papel que a Hospedaria de Imigrantes tinha em sua função inicial diante das doenças e epidemias da época. E foi isso, a princípio, que incentivou a produção do documentário.

 

O filme conta como o Arsenal foi criado, como é a rotina de quem o frequenta e retrata o trabalho realizado por missionários italianos, justamente no local que foi abrigo e ponto de referência de tantos imigrantes, e palco de sonhos, expectativas, angústias e conquistas de milhares de pessoas de diversas nacionalidades, principalmente italianos, tudo através de depoimentos emocionantes e imagens dos acolhidos em período de quarentena.

 

Com o apoio do Consulado Geral da Itália em São Paulo e da empresa de imigrantes italianos, Zini Alimentos,  o documentário eleva a importância de cuidar daqueles que tanto precisam de solidariedade e mostra a realidade de brasileiros esquecidos e que se tornam grandes a cada dia, por suas batalhas vencidas e superação de vida.

 

A direção do documentário está a cargo de Erica Bernardini, profissional que atua há 20 anos na promoção da cultura italiana no Brasil. Com diversos projetos e realizações na área, Erica é sócia da Arteon, produtora de filmes e eventos culturais com forte apelo ao mercado italiano.

 

SERVIÇO

15o Edição Festival de Cinema Italiano

Online

Até o dia 08 de Dezembro

Acesso através do link: https://festivalcinemaitaliano.com

2ª semana da Mostra Mel Brooks - Banzé no Cinema terá debate online

 


Em exibição no Centro Cultural Banco do Brasil em São Paulo até a 21 de dezembro de 2020 a Mostra Mel Brooks - Banzé no Cinema, terá debate online e gratuito sobre a obra de Mel Brooks, no próximo dia 3 de dezembro, às 19h, com os palestrantes Afonso Capellaro e Felipe Furtado, com mediação de José de Aguiar. O debate poderá ser assistido através desse link do zoom, que também será divulgado no Facebook do CCBB-SP no dia do debate.

Além da exibição de 28 produções, a programação conta também com o curso online e gratuito que acontece nos dias 10, 11 e 12 de dezembro, às 19hs, via zoom, com links abaixo e divulgado no Facebook do CCBB-SP e CCBB-DF.

O curso, dividido em três partes, abordará em sua primeira aula os primórdios da comédia nos EUA e o cinema cômico americano e a influência na arte de Mel Brooks: a comédia nascendo durante guerras, "entendendo o humor judaico ou morrer tentando". Já na segunda aula, vida e arte de Mel Brooks também será abordada, e na terceira aula: a essência do humor nonsense do autor e os loucos atores de suas comédias, o pastiche e a sátira dos gêneros cinematográficos: besteirol ou obra-prima?

Curso 09/12: acesse o link

Curso 10/12: acesse o link

Curso 11/12: acesse o link

SOBRE A MOSTRA

A mais abrangente retrospectiva sobre o diretor, ator, roteirista, compositor e produtor Mel Brooks, hoje considerado um dos maiores diretores americanos de comédias de todos os tempos. Considerado genial por Billy Wilder e Alfred Hitchcock, Brooks é um dos maiores representantes das comédias nonsense americanas; sua obra é uma mistura única de surrealismo, burlesco, musical, crítica social e análise cinematográfica. A mostra aconteceu no Rio de Janeiro de 05 de fevereiro a 9 de março e depois segue para Brasília 05 a 31 de janeiro de 2020.

Com curadoria de Eduardo Reginato e José de Aguiar, a mostra exibirá 28 filmes em formato digital, sendo 11 longas-metragens de Mel Brooks, 1 episódio da série Agente 86 (Mel criou os personagens, produziu e colaborou com os roteiros), 1 curta (animação ganhadora do Oscar que tem a voz de Mel Brooks no protagonista), 4 documentários abrangendo 60 anos de seu trabalho como diretor, ator e produtor, além de 11 longas-metragens de diretores que foram influenciados ou influenciaram Mel Brooks, sendo um deles a produção O Homem-Elefante, de David Lynch, que Mel Brooks produziu quando ninguém acreditava no talento do excêntrico diretor iniciante. Dentre os destaques selecionados, estão Primavera Para Hitler (The Producers, 1967), Banzé no Oeste (Blazing Saddles, 1974), O Jovem Frankenstein (Young Frankenstein, 1974), A Última Loucura de Mel Brooks (Silent Movie, 1976) e A História do Mundo: Parte I (History of the World: Part I, 1981).

“A obra de Mel Brooks é ímpar por diversos fatores, não apenas na compreensão perfeita do timing do humor e da imensa capacidade perceptiva de replicar os gêneros que homenageia pelo viés da paródia. Um desses fatores primordiais é o grupo seleto de atores que se repetem em seus filmes – sejam como protagonistas, sejam em participações especiais – em um entrosamento, dedicação e entrega pouco vistos no cinema: os geniais Gene Wilder, Dom DeLuise e Madeline Kahn, por exemplo. Essas estrelas de extraordinária verve cômica e teatralidade transformam os filmes em eventos que fazem os olhos não só brilharem, mas também gargalharem”, afirma José de Aguiar, um dos curadores da mostra.

Mel Brooks não apenas dirigiu e roteirizou seus filmes, mas também atuou e compôs os temas musicais. Em filmes de outros diretores, também contribuiu com roteiro e protagonizou vários deles. Além de toda sua diversidade artística, também é um bem-sucedido produtor cinematográfico. Brooks ficou conhecido por lutar para que projetos não convencionais fossem filmados. A produtora Brooksfilms foi responsável por aclamadas produções não-cômicas, como os dramas O Homem Elefante (primeiro longa de estúdio do realizador David Lynch), Nunca te Vi, Sempre te Amei e Frances.

Além disso, serão exibidos alguns clássicos da comédia como Apertem os Cintos… O Piloto Sumiu!, de David Zucker, Jim Abrahams e Jerry Zucker; Corra que a polícia vem aí!, de David Zucker e O Dorminhoco, de Woody Allen, diretores diretamente influenciados pelo cinema de Mel Brooks.

Programe-se para assistir à retrospectiva dos filmes de um dos poucos seres humanos a ter ganho os prêmios Emmy®, Grammy®, Oscar® e Tony®, além do AFI Life Achievement Award, pelo conjunto de sua obra. Um dos maiores contadores de histórias engraçadas do mundo, ou como ele mesmo definiria "Personagens e histórias dizem muito para mim. Todos os meus filmes prezam isso, eu não faço nada para a audiência. Eu faço para mim e a audiência normalmente me acompanha.”.

“Os filmes de Mel Brooks não são apenas paródias, também são uma profunda análise sobre o cinema. A visão de Brooks esmiúça em cada fotograma seu profundo amor pelos mais diversos gêneros cinematográficos. Onde muitos podem ver piadas grosseiras, há, como dizia Orson Welles, um fluxo constante de sonho. E os sonhos que Mel Brooks proporciona são hilários. Dessa forma, a Mostra proporcionará ao público brasileiro o privilégio único de experimentar em doses cavalares o alívio da boa risada, a sensação de sentir o mundo externo desaparecer e preencher o espírito de alegria, além de apreciar a imensa aula de cinema que cada filme de Brooks proporciona”, celebra Eduardo Reginato, um dos curadores da mostra.

Griot – III Festival de Cinema Negro Contemporâneo



De 11 a 20 de dezembro de 2020 acontece o Griot – III Festival de Cinema Negro Contemporâneo. O evento é gratuito e contemplará todo o Brasil, promovendo as narrativas da atuação, realização, e produção do audiovisual negro.

As mostras nesta edição serão exibidas no formato online, na plataforma de streaming TODESPLAY, com exibições da Mostra Competitiva; Mostra Entre-Mares; Mostrinha Griot; Mostra África do Sul; Panorama: Aline Motta; além das sessões de Longa de Abertura e Longa de Encerramento do evento.

Segundo a diretora artística do Festival, Bea Gerolin, “o Griot se coloca como uma janela de exibição e fomento de criações que apontam para um novo imaginário sobre pessoas pretas. Além de um espaço de difusão, apostamos também em ações formativas para o fortalecimento de outras pessoas pretas nas áreas técnicas e artísticas dentro do mercado audiovisual”. Além das sessões de filmes o Festival irá realizar atrações formativas como a MasterClass; o Laboratório Griot; Oficinas de Crítica, Som e Produção para mídias digitais, e debates com realizadores da Mostra Competitiva e Panorama: Aline Motta.

Durante os dez dias de evento a plataforma poderá ser acessada a qualquer momento para assistir aos filmes. Cada exibição ficará disponível em média entre 24h e 48h. O cadastro é gratuito e fique atento na programação, pois, haverá transmissões ao vivo.

O diretor executivo do Festival, Andrei Bueno Carvalho, comemora a trajetória do evento que começou em 2018, “após dois anos realizando uma Mostra de caráter independente, lotando as salas de cinema em Curitiba e demonstrando de forma visível o potencial cultural - social e econômico - que se estabelece a partir da abertura de novas janelas de difusão ao audiovisual negro, cativando público através de narrativas que transitam pelos mais variados gêneros e perspectivas, conquistamos um espaço singular no cenário cultural e a confiança junto a grandes empresas e instituições que possibilitaram a transmutação de nosso evento numa edição totalmente online e para todo o Brasil, se tornando agora um Festival de Cinema”.

A programação completa está disponível no site do Festival, incluindo as atividades que acontecem simultaneamente no evento.

O Griot – III Festival de Cinema Negro Contemporâneo tem o apoio da TODESPLAY, Olhar Distribuição, O2 Pós, Mubi, Projeto Paradiso, AVEC-PR, ABRACCINE. Incentivo da Celepar e Ebanx. Projeto realizado com apoio do programa de apoio e incentivo à cultura - Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba.

 

Serviço:

Realização:  Cartografia Filmes.

Griot – III Festival de Cinema Negro Contemporâneo.

De 11 a 20 de dezembro.

Na Plataforma da TODESPLAY.

Evento Gratuito.

Terror AMIZADE MALDITA estreia nesta quinta (03/12)


Apontado como um dos grandes destaques do terror, Amizade Maldita chega aos cinemas nacionais nesta quinta-feira.

Com direção de Brandon Christensen (O Enviado do Mal) e estrelado por Keegan Connor Tracy (Bates Motel) e Jett Flyne (Boneco do Mal), Amizade Maldita chega aos cinemas nacionais em 3 de dezembro. Com 95% de aprovação no Rotten Tomatoes, o filme foi elogiado pela crítica especializada e já recebeu, até o momento, 9 prêmios em festivais internacionais, incluindo o de Melhor Filme de Terror, na Nightmares Film Festival, e o de Filme Mais Assustador, na Popcorn Frights, premiações especializada em filmes de terror.

Definido como “verdadeiramente aterrorizante” pelo portal THN, Amizade Maldita traz a história de Kevin (Sean Rogerson) e Beth (Keegan Connor Tracy), que notam que seu filho de oito anos, Josh (Jett Klyne), tem passado bastante tempo brincando com um novo amigo imaginário, chamado Z. O que a princípio parece uma relação inofensiva, rapidamente se transforma em algo destrutivo e perigoso. É quando Beth começa a desvendar o seu próprio passado, que ela descobre que Z pode não estar apenas na imaginação do filho. Em entrevista ao Promote Horror, o diretor Brandon Christensen afirma que as pessoas vão se surpreender com o filme, porque “ele não é nada daquilo que você possa imaginar”.

Sinopse

Kevin (Sean Rogerson) e Beth (Keegan Connor Tracy) notam que seu filho de oito anos, Josh (Jett Klyne), tem passado bastante tempo brincando com um novo amigo imaginário, chamado Z. O que a princípio parece uma relação inofensiva, rapidamente se transforma em algo destrutivo e perigoso. É quando Beth começa a desvendar o seu próprio passado, que ela descobre que Z pode não estar apenas na imaginação do filho.

Programação Cinépolis São Paulo - 03/12 a 09/12

 

AVISO] Devido ao novo decreto municipal, o Cinépolis São Bernardo Plaza está temporariamente fechado. Assim que tiver atualização e um novo decreto for publicado, informaremos.

ESTREIAS:
TROLLS 2
AMIZADE MALDITA
M8 – QUANDO A MORTE SOCORRE A VIDA
O PODEROSO CHEFÃO – DESFECHO: A MORTE DE MICHAEL CORLEONE
 
PRÉ-ESTREIA:
10 HORAS PARA O NATAL – (sessões diárias)
CAPITAL HUMANO – (sessões diárias)




São Paulo

Cinépolis JK Iguatemi: https://tinyurl.com/ugtv22g
 
Cinépolis Jardim Pamplona Shopping: https://tinyurl.com/qljpgul


Cinépolis Mais Shopping: https://tinyurl.com/w66d3p9

Cinépolis Metrô Itaquera: https://tinyurl.com/qwbt6g6


Região Metropolitana de São Paulo
 
Cinépolis Iguatemi Alphaville: https://tinyurl.com/tr6oolr

Cinépolis Itaquá Garden Shopping: https://tinyurl.com/uba865o

Cinépolis Parque Barueri: https://tinyurl.com/qpkf224


Cinépolis Parque Maia Guarulhos: https://tinyurl.com/wwa3278

Cinépolis Plaza Shopping Carapicuíba: https://tinyurl.com/r5pya6k


Interior de São Paulo

Cinépolis Boulevard Shopping Bauru: https://tinyurl.com/uxottlp

Cinépolis Campinas Shopping: https://tinyurl.com/ujxudke

Cinépolis Galleria Shopping - Campinas: https://tinyurl.com/wxxbb62

Cinépolis Iguatemi Esplanada Sorocaba: https://tinyurl.com/wxpwgmv

Cinépolis Jundiaí Shopping: https://tinyurl.com/uznosgj

Cinépolis Marília: https://tinyurl.com/scbtzgc


Cinépolis Iguatemi Ribeirão Preto: https://tinyurl.com/sodb4ug

Cinépolis Santa Úrsula Ribeirão Preto: https://tinyurl.com/yxdehvmn

Cinépolis Iguatemi São José do Rio Preto: https://tinyurl.com/wtyfhn9

Cinépolis Ourinhos Plaza: https://tinyurl.com/sqeowgz

Cinépolis Jardim Oriente - São José dos Campos: https://tinyurl.com/wumrwql


“10 Horas Para o Natal”, com Luis Lobianco, chega em 3 de dezembro aos cinemas

 


Chega aos cinemas nesta quinta, dia 3, o primeiro filme natalino brasileiro a estrear na telona: “10 Horas Para o Natal”, longa protagonizado por Luis Lobianco e dirigido por Cris D’Amato. Produzido pela Paris Entretenimento, o longa ganha ainda um clipe da música “Sinto Um Frio”, canção contagiante que anima uma das sequências mais marcantes da história. Toda a trilha sonora de “10 Horas Para o Natal” é assinada por Fábio Góes. “Foi muito divertido pensar numa canção empolgadíssima de Natal, e também uma oportunidade pra falar sobre aspectos muito bonitos e verdadeiros que transcendem o ‘clichê’ da data. E ainda acabou rolando um clima meio “Realce” do Gilberto Gil no fim da música que eu adorei”, disse o compositor.

No roteiro original de Bia Crespo e Flávia Guimarães, Marcos Henrique (Luis Lobianco) é pai de Julia, de 11 anos (Giulia Benite, de “Turma da Mônica – Laços”), Miguel, de 9 (Pedro Miranda, do “The Voice Kids”), e Bia, de 7 (Lorena Queiroz, da novela “Carinha de Anjo”), três crianças espertas e apaixonadas pelas festas de fim de ano da família Silva.

Divertido e engraçado, Marcos Henrique é ex-marido de Sônia (Karina Ramil), médica obstetra que está sempre reclamando do seu jeito preguiçoso. Inconformados com as noites de Natal sem graça que passam na casa da tia desde que os pais se separaram, os irmãos bolam um plano para tentar reunir os pais nas festas de fim de ano. Mas para isso eles terão que organizar eles mesmos o Natal da família e ainda enfrentar um vilão, que está contra eles e não perdoa nem criancinhas: o tempo. É que só faltam 10 horas para o Natal!

O trio, que vive brigando por tudo, percebe que vai ter que se unir se quiser fazer o plano dar certo. Eles então decretam uma trégua e partem sozinhos para a rua mais movimentada de São Paulo, a 25 de Março, considerada o maior centro comercial a céu aberto da América Latina. E, claro, se metem em altas confusões e vivem aventuras divertidas e perigosas pela cidade. Depois desse dia, a vida deles nunca mais será a mesma!

Cris D´Amato, que também dirigiu “Linda de Morrer” e “S.O.S Mulher ao Mar”, conta que assim que leu o roteiro, topou o desafio, pois queria muito trabalhar com crianças e enfatiza o talento e a sincronia do elenco em cena: “As crianças têm uma sinergia maravilhosa e o Lobianco é um ator que admiro pela naturalidade, ele é sincero em cena. A Karina Ramil veio para complementar essa família, que ficou uníssona. Costumo dizer que os personagens encontram seus atores e acho que foi o que aconteceu neste filme”, diz a diretora.

ELENCO:

Marcos Henrique – Luis Lobianco

Julia – Giulia Benite

Miguel – Pedro Miranda

Bia – Lorena Queiroz

Sônia – Karina Ramil

Silvio – Marcelo Laham

Dona Nena – Jandira Martini

Seu Leon – Arthur Khol

Tia Zilu – Eliana Guttman

Tia Aldinha – Amelinha Bittencourt

 

FICHA TÉCNICA:

 

Direção: Cris D’Amato.

Roteiro: Bia Crespo e Flavia Guimarães

Fotografia: Ale Ramos

Direção de arte: Claudia Calabi

Produção Executiva: Renata Rezende

Produção: Sandi Adamiu e Marcio Fraccaroli

Distribuição: Paris Filmes

'NEW LIFE S.A.', de André Carvalheira, estreia nesta quinta (03/12)


O longa-metragem usa o surrealismo para retratar como a especulação imobiliária potencializa as desigualdades sociais

NEW LIFE S.A., de André Carvalheira, estreia nos cinemas nesta quinta-feira, dia 3 de dezembro, nas cidades de São Paulo, Brasília, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Salvador, Aracaju, Altamira, Alfenas, Araras, Bragança Paulista, Itajubá, Marabá, Pouso Alegre, Resende, Mineiros, Rio Verde, Serra Talhada, Vitória da Conquista e Santos.

Sobre o Filme

Um novo condomínio residencial em Brasília promete resgatar os ideais de uma nova sociedade que servirá de base à uma refundação da capital. Porém, a utopia se choca com a realidade diante de um sistema corrompido, que tem como objetivo central o lucro acima de qualquer custo.  

Esta é a narrativa do longa-metragem brasiliense NEW LIFE S.A., que foi lançado em festivais em 2019, durante o 51º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, na Mostra Oficial e na Mostra Brasília e estreia nos cinemas brasileiros, com distribuição da Pandora Filmes. 

A obra, realizada pela produtora Machado Filmes (T-Bone Açougue Cultural, Plano B e Uma Dose Violenta de Qualquer Coisa), foi dirigida pelo estreante pernambucano-brasiliense André Carvalheira e tem o roteiro assinado por Aurélio Aragão. 

NEW LIFE S.A. apresenta a história de Augusto, um jovem arquiteto bem-sucedido que planejou um grande condomínio em Brasília, onde seus habitantes viveriam uma nova vida. O lugar deveria contemplar as virtudes de um homem renovado. No entanto, a utopia de Augusto se choca com a realidade ao seu redor.  

Segundo o diretor André Carvalheira a ideia do filme veio de uma inquietação com a estrutura social, uma vontade de falar disso a partir de uma percepção do absurdo que é. E não a toa o filme é rodado na cidade de Brasília, "Brasília nasceu de uma utopia urbanística e arquitetônica que foi se desvirtuando. Tornando distantes a utopia e a realidade. Assim como acontece na obra em torno da qual gira o filme", diz Carvalheira.  

A trama tem como objetivo abordar a questão ética, que é posta em xeque em prol do lucro a qualquer custo. Partindo do canteiro de obra e do entorno do condomínio, o filme revela a falta de escrúpulos dos personagens, em meio a um sistema já corroído pela corrupção. Para isso, o filme aposta no tom sarcástico e contemplativo da narrativa, sem apresentar respostas nem saídas morais para a situação. Trata-se de um mergulho nas sombras da burocracia, para que se observe a atual condição social do ambiente apresentado.  

No elenco estão presentes os atores Renan Rovida, Wellington Abreu, Murilo Grossi, André Deca, Catarina Accioly, Fernanda Rocha, Bianca Terraza, Larissa Mauro, Edu Moraes, Rodrigo Lelis, Marcelo Pelucio, Vanise Carneiro, João Rafael, Sergio Sartório, Juliano Coacci, Leandro Coelho, Karina Cardoso, Maria Stella, Mariah Praia, Ana França, Jessica Cardoso, Rômulo Augusto, Edmilson Braga, Marcio Rodrigues e Davi Luca.

NEW LIFE S.A. foi desenvolvido e produzido com patrocínio do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal FAC-DF

Sinopse: 

“New Life S/A” conta a história de Augusto, um jovem arquiteto bem-sucedido que planejou um grande condomínio em Brasília no qual seus habitantes viveriam um novo tipo de vida. O lugar deveria contemplar as virtudes de um homem renovado. No entanto, a utopia de Augusto se choca com a realidade ao seu redor. 

FICHA TÉCNICA: 

NEW LIFE S.A.  

Direção: André Carvalheira 

Produção executiva: Alisson Machado 

Roteiro: Aurélio Aragão 

Fotografia: Krishna Schmidt 

Montagem: Marcius Barbieri 

Direção de arte: Maíra Carvalho 

Desenho de som: Olívia Hernandez 

Trilha sonora: Luiz Olivieri 

Produtora: Machado Filmes 

Ano: 2018 

Duração: 79 minutos 

Gênero: ficção, drama 

Classificação indicativa: 14 anos 

Distribuição: Pandora Filmes 

Em dezembro no Belas A LA CARTE, destaques dos cinemas Espanhol e Coreano



SONHO - Direção: Kim Ki-duk

 


Em dezembro, a plataforma Belas Artes À LA CARTE homenageia o cinema coreano contemporâneo, e o espanhol com duas mostras. A “9a Mostra de Cinema Coreano” terá duas programações distintas com filmes no cinema e online, ambas entre 04 e 13 de dezembro. O outro, por sua vez, ganhará um festival de filmes contemporâneos “Mostra Grandes Artistas do Cinema Espanhol”, e o retorno da “Mostra Grandes Mestres do Cinema Espanhol” ao cardápio, que ficam disponíveis entre 14 e 27 de dezembro.
Um dos cinemas mais prestigiados da atualidade, o coreano se consagrou em 2020 quando “Parasita”, distribuído pela Pandora Filmes, foi o primeiro filme não falado em inglês ao ganhar nas principais categorias do Oscar. De 4 a 13 de dezembro, tanto a plataforma À LA CARTE, quanto o cinema Petra Belas Artes (SP), apresenta uma mostra com algumas das produções de maior sucesso da filmografia recente do país.
Na versão virtual, fazem parte da programação diretores cultuados e premiados como Kim Ki-duk e Hang Sang-Soo. Do primeiro, serão exibidos seu longa de estreia, “Crocodilo” (1996), “Sonho” (2008), inédito no circuito comercial brasileiro, e “Primavera, verão, outono, inverno e...primavera” (2003), laureado em diversos festivais, como os de Locarno e San Sebastian. O cinema de Kim é marcado por absurdos e a combinação de momentos de extrema poesia com outros de pura violência. Premiado em Berlim, Cannes e Veneza, ele é um dos cineastas mais polêmicos de seu país na atualidade.
Hang, por sua vez, é conhecido por seus filmes que abordam os relacionamentos amorosos complicados. Fazem parte da programação dois dos filmes mais amados de sua produção recente. “HAHAHA” (2010) foi seu primeiro trabalho a chegar em circuito brasileiro, e, à la Rohmer, tem como protagonista dois amigos reunidos num bar conversando sobre suas aventuras amorosas. O filme ganhou o principal prêmio da mostra Um Certo Olhar, no Festival de Cannes. Já “O dia depois” (2017) foi exibido em competição em Cannes, e traz a história de um editor cujo casamento entra em crise quando sua mulher desconfia que ele tem um caso.

A mostra inclui ainda “Em Chamas” (2018), de Lee Chang-Dong, ganhador do Prêmio da Crítica Internacional (FIPRESCI), no Festival de Cannes. Baseado num conto do japonês Haruki Murakami, o longa tem como personagem principal um jovem que volta à cidade onde cresceu, e retoma o contato com a moça por quem foi apaixonado quando criança. Ela, por sua vez, está envolvida com um homem rico e misterioso. Com esse triangulo amoroso, o diretor investiga relações de desejo e classe na sociedade coreana contemporânea.

A versão presencial do festival, que acontece no cinema Petra Belas Artes, contará com a exibição de seis longas seguidos de debates. A maioria dos filmes é inédita em circuito comercial no Brasil, e todos produzidos nos últimos dois anos. “Invasão Zumbi 2: Península” (2020) é a sequência do sucesso de 2016, e, novamente dirigido por Yeon Sang Ho, traz a história de um soldado coreano exilado em Hong Kong, que recebe a proposta de voltar ao seu país, tomado por mortos-vivos, e recuperar uma fortuna abandonada num caminhão.

“Bori” (2018), de Kim Jin-Yu, traz a história de uma moça numa família de surdos, sendo que ela é a única que consegue ouvir, mas que preferia ser como seus parentes. Dirigido por Kim Bora, “Casa de Beija-Flor” (2018) se passa na Seul de 1994, quando uma ponte ruiu, enquanto uma garota vagueia pela cidade em busca de um amor. “Chan-sil sortuda” (2019), de Kim Cho Hee, conta a história de uma produtora de cinema que se muda para outra casa depois da morte do seu amado, e passa a desconfiar do comportamento da dona do apartamento onde mora.
Roteirista de “O caçador” e “Confissão de assassinato”, Hong Won Chan dirige “Livrai-nos do mal” sobre um assassino que vai à Tailândia resolver um sequestro, e é perseguido por um homem cujo irmão ele matou. Já “O homem ao lado”, de Woo Min Ho, tem como tema o Serviço de Inteligência sul-coreano, a KCIA, que dominou a Coréia nos anos de 1970.
 

TRISTANA, UMA PAIXÃO MÓRBIDA - Direção: Luis Buñuel
Cinema Espanhol
A “Mostra Grandes Artistas do Cinema Espanhol” é inédita e acontecerá entre 14 e 27 de dezembro, formando um díptico com “Mostra Grandes Mestres do Cinema Espanhol”, exibida em novembro, e que voltará ao catálogo. Ambas são exibidas com exclusividade no Belas Artes À LA CARTE.
“Mostra Grandes Artistas do Cinema Espanhol” concentra-se nas produções de vários diretores e uma diretora cults com filmes dos anos de 1990 e 2000 que fizeram sucesso no circuito de arte brasileiro. O veterano Carlos Saura estará presente com “Ay, Carmela!”, ganhador de diversos prêmios Goya, o Oscar da Espanha, entre eles melhor filme, diretor e atriz, para Carmen Maura.
Alejandro Amenábar tinha apenas 24 anos quando estreou na direção de longas com “Morte ao Vivo” (1996), protagonizado uma estudante pesquisando sobre violência, que descobre um misterioso snuff. Da cineasta Icíar Bollaín, a mostra exibe “Pelos meus olhos” (2003), que rendeu à diretora o Goya, e conta a história de uma mulher tentando fugir de seu marido abusivo. “Azul escuro quase preto” deu ao seu realizador, Daniel Sánchez Arévalo, o Goya de Diretor estreante, e traz no elenco Antonio de la Torre numa trama que cruza o destino de diversos personagens ao redor do protagonista.

Devido ao grande sucesso e inúmeros pedidos, a “Mostra Grandes Mestres do Cinema Espanhol” volta ao cardápio do Belas Artes À LA CARTE, em companhia da “Mostra Grandes Artistas do Cinema Espanhol”. Contando com clássicos dos maiores diretores do país, a seleção traz obras de Luis Buñuel, Victor Erice, Saura, Mario Camus, Luis Garcia Berlanga e Juan Antonio Bardem.
Buñuel está presente com dois filmes: “Viridiana” (1961), que rendeu a Palma de Ouro para o diretor, e “Tristana, Uma paixão mórbida” (1970), ambos têm, ao centro, duas jovens – interpretadas por Silvia Pinal e Catherine Deneuve, respectivamente – vivendo num mundo sórdido e repleto de desejos estranhos.

Erice é representado no festival com suas duas obras-primas, “O espírito da colmeia” (1973) e “O sul” (1983). No primeiro, uma garota fica traumatizada ao assistir “Frankenstein”, e entra num delírio de fantasia onde encontra um monstro. O filme é grande representante do cinema político espanhol em sua metáfora sobre a Espanha da ditadura do General Franco. O outro longa é protagonizado por uma jovem que mora no norte do país obcecada pelo sul, por conta das histórias de seu pai.

Além de “Ay, Carmela”, o Belas Artes À LA CARTE disponibilizará outro filme de Saura, “Cría Cuervos” (1976), um de seus longas mais famosos que traz Geraldine Chaplin como uma mulher repleta de traumas e lembranças, e acredita ter sido responsável pela morte do pai. O longa ganhou o Grande Prêmio do Júri, no Festival de Cannes. Mario Camus dirige e adapta seu próprio romance “Os santos inocentes”, que tem como protagonista a luta de uma família de camponeses contra exploração e a opressão.

De Barden, a mostra exibe “A morte de um ciclista” (1955), ganhador da FIPRESCI, em Cannes, que conta a história de um casal que atropela um rapaz numa bicicleta, e teme que seu relacionamento ilícito seja revelado. Berlanga participa do festival com “O Carrasco”, premiado em Veneza, e tem como protagonista um agente funerário que se casa com filha de um carrasco, e, mais tarde, mesmo relutando, deverá assumir a profissão do sogro.
  

9a Mostra de Cinema Coreano
Programação no Petra Belas Artes
Sexta - 04/12
16h00 – Invasão Zumbi 2: Península
19h00 – Livrai-nos do mal (Deliver Us From Evil)
21h – Debate 
Sábado – 05/12
16h00 – Chan-sil sortuda (Lucky Chan-sil)
19h00 – Casa de Beija-Flor (House of Hummingbird)
21h0 – Debate
Domingo – 06/12
16h00 – Bori
19h00 – O homem ao lado (The man standing next)
21h00 – Debate
Sexta – 11/12
15h00 – Bori
18h00 – Chan-sil sortuda (Lucky Chan-sil)
 Sábado – 12/12
15h00 – Invasão Zumbi 2: Península
18h00 – O homem ao lado (The man standing next)
20h00 – Debate
Domingo – 13/12
15h00 – Livrai-nos do mal (Deliver Us From Evil)
18h00 – Casa de Beija-Flor (House of Hummingbird)
20h00 – Debate
Filmes
Bori 
Coréia do Sul, 2018, 110 min, 14 anos 
Direção: Kim Jin-Yu
Elenco: Dae-Sung Choi, Lee Rin Ha, Shin Woo Hee
Sinopse: Bo Ri é a única membro de sua família que consegue ouvir. Ela tem facilidade em se comunicar com seus amigos, enquanto sofre para conseguir fazer Libras com seus familiares. Desejando ser surda, ela se joga no mar na esperança de perder a audição, indo parar num hospital. Ao acordar na internação, ela finge ser surda.
 
Casa de Beija-Flor (House of Hummingbird)
Coréia do Sul, 2018, 138 min, 14 anos 
Direção: Kim Bora
Elenco: Ji-hu Park, Sae-byeok Kim, Seung-Yun Lee
Sinopse: Seoul 1994. O ano em que a Ponte de Seongsu ruiu, uma garota de 14 anos caminha pela cidade a procura de amor
Chan-sil sortuda (Lucky Chan-sil)
Coréia do Sul, 2019, 96 min, livre 
Direção: Kim Cho Hee
Elenco: Mal-Geum Kang, Yuh-jung Youn, Young-min Kim
Sinopse: Chan-sil, Uma produtora de cinema está desempregada com a morte do diretor de seus filmes. Seu parceiro de longa data. Ela se muda para uma vizinhança apertada, mas começa a perceber que tem algo estranho com a senhoria de seu apartamento.
Livrai-nos do mal (Deliver Us From Evil)
Coréia do Sul, 2020, 108 min, 16 anos 
Direção: Hong Won Chan
Elenco: Jung-min Hwang, Jung-jae Lee, Jung-min Park
Sinopse: Um matador coreano vai à Tailândia para resolver um sequestro, mas, chegando lá, é perseguido por um homem, cujo irmão ele matou.
Invasão Zumbi 2: Península (Train to Busan)
Coréia do Sul, 2020, 116 min, 16 anos 
Direção: Yeon Sang Ho
Elenco: Dong-Won Gang, Jung-hyun Lee, Re Lee

Sinopse: Faz quatro anos desde que o surto de zumbis foi desencadeado no trem para Busan e se espalhou por toda a Coréia. Jung Seok (Kang Dong-won), um ex-marinheiro que conseguiu escapar naquela ocasião com o remorso de ter perdido seus entes queridos, é recrutado junto com seu cunhado Chul-min em Hong Kong para recuperar um saque oculto de um milhão de dólares na península coreana infectada . No entanto, sua caminhada é atormentada por perigos cheios de ação, onde eles não apenas lutarão com hordas de renascimentos, mas sobreviventes selvagens que não os deixarão escapar tão facilmente

O homem ao lado (The man standing next)
Coréia do Sul, 2020, 114 min, 16 anos 
Direção: Woo Min Ho
Elenco: Byung-hun Lee, Sung-min Lee, Do-won Kwak
Sinopse: Nos anos 70, a Coreia do Sul está completamente dominada pela KCIA, que tem braços que vão além do Estado. A KCIA por sua vez tem como principal controlador, o presidente da república. 
Petra Belas Artes A LA CARTE – de 04 a 13 de dezembro
Em chamas (Beoning)
Coréia do Sul, 2018, 148 min, 16 anos 
Direção: Chang-dong Lee
Elenco: Ah-in Yoo, Steven Yeun, Jong-seo Jeon
Sinopse: Durante um dia normal de trabalho como entregador, Jong-soo reencontra Hae-mi, uma antiga amiga que vivia no mesmo bairro que ele. A jovem está com uma viagem marcada para o exterior e pede para Jong-soo cuidar de seu gato de estimação enquanto está longe. Hae-mi volta para casa na companhia de Ben, um jovem misterioso que conheceu na África. No entanto, o forasteiro tem um hobby peculiar, que está prestes a ser revelado aos amigos.

Hahaha (Hahaha)
Coréia do Sul, 2010, 116 min, 12 anos 
Direção: Hang Sang-Soo
Elenco: Sang-kyung Kim, So-Ri Moon, Joon-Sang Yoo

Sinopse: O diretor de cinema Jo Moon-Kyeong faz uma viagem para uma pequena cidade costeira de Tongyeong, na Coreia do Sul. Lá ele encontra um amigo, o crítico de cinema Jong-sik Bang, e os dois se sentam para conversar e tomar algo. Durante a conversa, eles falam sobre uma viagem que fizeram para o mesmo lugar, e acabam por descobrir que conheceram as mesmas pessoas: um poeta e guia cultural e uma encantadora mulher.

Crocodilo (Ag-o)
Coréia do Sul, 1996, 102 min, 18 anos 
Direção: Kim Ki-duk
Elenco: Jae-Hyun Cho, Jae-Hong Ahn, Mu-song Jeon
Sinopse: Uma mulher forma um estranho laço com um violento sem-teto que impediu seu suicídio.
Sonho (Bi-Mong)
Coréia do Sul, 2008, 95 min, 18 anos 
Direção: Kim Ki-duk
Elenco: Joe Odagiri, Nayoung Lee, Mi-hee Chang
Sinopse: Artista plástico tem um pesadelo com um acidente que realmente acontece. A partir daí, sua vida começa a se confundir entre sonho, delírio e realidade.

O dia depois (Geu-Hu)
Coréia do Sul, 2017, 92 min, 12 anos 
Direção: Hang Sang Soo
Elenco: Yunhee Cho, Ki Joabang, Min-Hee Kim

Sinopse: É o primeiro dia de Areum em uma pequena editora. Bongwan, seu chefe, terminou há pouco tempo o relacionamento que mantinha com a funcionária que trabalhava ali anteriormente. Ainda nesse mesmo dia, Bongwan, que é casado, sai de casa na manhã escura e parte para o trabalho. Sua esposa encontra um bilhete de amor, explode em fúria no escritório e acaba confundindo Areum com a mulher que ele deixou.

Primavera, verão, outono, inverno e...primavera (Bom Yeoreum Gaeul Gyeoul Geurigo Bom)
Coréia do Sul, 2003, 105 min, 14 anos 
Direção: Kim Ki-duk
Elenco: Ki-duk Kim, Yeong-su Oh, Jong-ho Kim 
Sinopse: Um menino é criado por um monge budista em um isolado Templo, onde os anos passam como as estações do ano.

“Mostra Grandes Mestres do Cinema Espanhol”
Petra Belas Artes A LA CARTE – de 14 a 27 de dezembro

A MORTE DE UM CICLISTA (Muerte de un ciclista)
Espanha, 1955, p/b, 88 min., drama, idioma: espanhol (legendado), 14 anos.
Direção: Juan Antonio Bardem
Elenco: Lucia Bosè, Alberto Closas e Bruna Corrà.
Após atropelar um ciclista e fugir do local, um casal teme que seu relacionamento proibido seja revelado, assim como a culpa pelo acidente, por um perverso chantagista.

VIRIDIANA (Viridiana)
Espanha/México, 1961, 90 min., p/b, drama, idioma: espanhol (legendado), 14 anos.
Direção: Luis Buñuel
Elenco: Silvia Pinal, Fernando Rey e Francisco Rabal.
A noviça Viridiana faz uma visita ao seu tio moribundo, atendendo a um pedido do próprio. O pervertido homem, obcecado pela beleza da jovem, tenta seduzi-la de todas as formas. Ele morre e Viridiana decide não mais voltar ao convento. Em contrapartida transforma a antiga casa do tio num abrigo para necessitados e moradores de rua.

TRISTANA, UMA PAIXÃO MÓRBIDA
Espanha/França/Itália, 100 min., cor, drama, idioma: espanhol (legendado), 14 anos.
Direção: Luis Buñuel 
Elenco: Catherine Deneuve, Fernando Rey e Franco Nero.
Após a morte da mãe, a órfã Tristana é entregue aos cuidados do respeitado Don Lope. O relacionamento da jovem com o tutor vai se modificando, ele a seduz e os dois logo se tornam amantes. Com a chegada do jovem Horacio, no entanto, o relacionamento do casal é abalado. Tristana é realmente livre como Don Lope sempre fez questão de frisar?

O CARRASCO (El Verdugo)
Espanha/Itália, 1963, p/b, 88 min., drama/comédia, idioma: espanhol (legendado), 14 anos.
Direção: Luis Garcia Berlanga
Elenco: Nino Manfredi, Guido Alberti e Jose Luis López Vázquez.
Um agente funerário se casa com a filha de um velho carrasco, e, embora ele não goste, deve continuar a profissão de seu sogro após sua aposentadoria.

O ESPÍRITO DA COLMEIA (El espíritu de la colmena)
Espanha, 1973, 98 min., cor, drama, idioma: espanhol (legendado), 14 anos.
Direção: Victor Erice
Elenco: Ana Torrent, Isabel Telleria e Fernando Fernán Gómez.
As duas pequenas irmãs Ana e Isabel moram em terras rurais da Espanha, na década de 40. Após assistirem ao filme Frankenstein (1931) ficam obcecadas pelo estranho personagem e tentam encontrá-lo.

O SUL (El Sur)
Espanha/França, 1983, cor, 95 min., drama, idioma: espanhol (legendado), 14 anos.
Direção: Victor Erice
Elenco: Omero Antonutti, Sonsoles Aranguren e Icíar Bollaín.
Para a jovem Estrella, seu pai faz parte de um mundo misterioso pelo qual ela é fascinada. Vivendo no norte da Espanha, ela é obcecada pelos segredos do sul, escondidos nos traços e na personalidade do pai. Quando Estrella cresce, descobre que o homem ainda é apaixonado por um amor de seu passado.

CRÍA CUERVOS (Cría Cuervos)
Espanha, 1976, cor, 112 min., drama, idioma: espanhol), 14 anos.
Direção: Carlos Saura
Elenco: Geraldine Chaplin, Ana Torrent e Monica Randall.
Ana é uma mulher de tristes lembranças. Duas décadas antes, quando tinha nove anos, ela acreditava ter em suas mãos um misterioso poder sobre a vida e a morte de seus familiares. Assim teria causado a morte inesperada do pai, o militar franquista Anselmo, logo após o doloroso martírio da mãe.

OS SANTOS INOCENTES 
(Los Santos Inocentes)
Espanha, 1984, cor, 107 min., drama, idioma: espanhol (legendado), 14 anos.
Direção: Mario Camus
Elenco: Alfredo Landa, Terele Pávez e Belén Ballesteros.
A história de uma família de camponeses espanhóis que vive submissa aos donos da terra é o tema desta produção espanhola. O sonho de todos eles é ter uma vida melhor, aprendendo também a ler e a escrever para não ficar à mercê dos abusos dos patrões. Mas somente as novas gerações desta família irão ver os sonhos de seus antepassados realizados.

“Mostra Grandes Artistas do Cinema Espanhol”

Petra Belas Artes A LA CARTE – de 14 a 27 de dezembro
AY, CARMELA! (Ay, Carmela!)
Espanha/Itália, 1990, cor, 102 min., comédia, idioma: espanhol (legendado), 14 anos.
Direção: Carlos Saura
Elenco: Carmen Maura, Gabino Diego e Rafael Diaz.
Paulino e Carmela, marido e mulher, vivem no período da Guerra Civil Espanhola. Um dia, com o seu assistente, Gustavete, eles entram acidentalmente em território rebelde. Presos, eles terão de se esforçar para não acabar como alvo de um pelotão de fuzilamento.

MORTE AO VIVO (Tesis)
Espanha, 1996, cor, 125 min., suspense, idioma: espanhol (legendado), 14 anos.
Direção: Alejandro Amenábar
Elenco: Ana Torrent, Fele Martínez e Eduardo Noriega.
Enquanto faz uma tese sobre violência, Ángela, uma estudante espanhola de cinema, encontra um vídeo caseiro onde uma garota é torturada até a morte. Ela logo descobre que a garota era uma antiga aluna de sua faculdade.

AZUL ESCURO QUASE PRETO (Azuloscurocasinegro)
Espanha, 2006, cor, 105 min., drama, idioma: espanhol (legendado), 14 anos. 
Direção: Daniel Sánchez Arévalo
Elenco: Marta Etura, Antonio de la Torre e Quim Gutiérrez.
Os destinos de vários personagens se interligam em torno de Jorge, um rapaz que acredita ter sido responsável pelo derrame do seu pai e que assume seu trabalho de porteiro enquanto termina a faculdade. Além disso, tenta ajudar seu irmão que está na cadeia e que é apaixonado por Paula, com quem desenvolve um relacionamento bastante incomum e ainda convive com as incertezas do amigo Israel que descobriu que seu pai é homossexual. Com tudo isso em jogo Jorge resolve mudar de vida...ou não.

PELOS MEUS OLHOS (Te doy mis ojos)
Espanha, 2003, cor, 109 min., drama, idioma: espanhol (legendado), 14 anos.
Direção: Icíar Bollaín
Elenco: Laia Marull, Luis Tosar e Candela Peña.
Pilar decide, em uma noite de inverno, fugir de casa. Ela leva consigo apenas alguns poucos pertences e o filho. Pilar sabe que seu marido, Antonio, irá procurá-la, o que a deixa apavorada.

O QUE VOCÊ FARIA? (El Método)
Espanha/Argentina, 2005, cor, 115 min., suspense, idioma: espanhol (legendado), 14 anos.
Direção: Marcelo Piñeyro
Elenco: Eduardo Noriega, Najwa Nimri e Eduard Fernández.
Sete executivos disputam uma única vaga em uma empresa. Eles chegam para o teste de seleção no mesmo dia em que Madri é movimentada devido a marchas de protesto contra a globalização e a política monetária do FMI, que realiza sua reunião no mesmo prédio em que estão. Logo os candidatos são informados que serão submetidos a uma seleção diferente, chamada de Método Grönhom. Nele o grupo é deixado a sós em uma sala, sendo promovidos vários testes via computador que têm por objetivo analisar a interação entre eles. De início todos acreditam ter total controle sobre seu comportamento e emoções, mas os jogos os colocam em situações-limite que, aliado ao fato de saberem estar sendo observados, os colocam em um nível de tensão insuportável.

UM CONTO CHINÊS (Un cuento chino)
Espanha/Argentina, 2011, cor, 100 min., comédia, idioma: espanhol (legendado), 14 anos.
Direção: Sebastián Borensztein
Elenco: Ricardo Darín, Ignacio Huang e Muriel Santa Ana.
Roberto é um argentino recluso e mal humorado. Ele leva a vida cuidando de uma pequena loja e tem o hobbie de colecionar notícias incomuns. A comodidade de sua vida é interrompida quando ele encontra um chinês que não fala uma palavra de espanhol. O imigrante acabara de ser assaltado e não tem lugar para ficar em Buenos Aires. Inicialmente relutante, Roberto acaba deixando o asiático viver com ele e aos poucos vai descobrindo fatos sobre o chinês.

Todos os filmes ficam disponíveis no cardápio do Belas Artes À LA CARTE, para todos os assinantes da plataforma, podendo ser vistos e revistos durante o todo o período da Mostra.

Sobre o Cinema Espanhol:
Com uma das cinematografias mais ricas e originais do mundo, a Espanha teve sua primeira filmagem datada de 1896, quando Eduardo Jimeno Correas realizou um registro conhecido como “Saída da missa das doze horas da Igreja de El Pilar de Zaragoza”. O primeiro filme de ficção, “Briga em um Café”, veio no ano seguinte, obra de Fructuós Gelabert, com imagens captadas por uma câmera construída por ele próprio. Nos anos 1930, com o advento do cinema falado e do som, as produções espanholas passaram por uma crise, dando espaço para a importação de filmes estrangeiros, que faziam grande sucesso de público, à medida que a produção local diminuía cada vez mais. Essa situação começou a ser revertida gradualmente na época da Guerra Civil, que utilizava o cinema como propaganda. Com a vitória franquista, a censura foi imposta e muitos diretores optaram pelo exílio, enquanto outros, como John Orduña, Luis Saenz e José Gil Rafael ficaram e se destacaram por sua criatividade.

Na década de 1950, a criação do Festival de San Sebastian deu grande impulso ao cinema espanhol, um evento que acontece de forma contínua desde setembro de 1953, tornando-se um dos maiores do circuito europeu. Nos anos 1960, vários novos diretores começaram a inovar o cinema espanhol, com ideias ousadas e metáforas políticas. Alguns desses diretores foram Miguel Picazo, Francisco Regueiro e Carlos Saura, que alcançaram um sucesso de bilheteria sem precedentes.

Após a morte do General Franco e a queda do seu regime, a tendência continuou, porém com total liberdade de expressão. Dessa abertura surgiram grandes filmes focados nas mudanças políticas e sociais, e sobre a opressão da ditadura. O final dos anos 1980 marcou a fundação do prêmio mais importante do cinema espanhol: o Prêmio Goya, um troféu espanhol equivalente ao Oscar americano.
Nos últimos anos, além de Pedro Almodóvar, que ganhou o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro em 1999 com o filme “Tudo Sobre Minha Mãe”, outros diretores espanhóis alcançaram grande projeção internacional, entre eles Alejandro Amenábar, que se tornou conhecido mundialmente com o “Morte ao Vivo” (1995) e “Preso na Escuridão”, dois sucessos que o levaram a dirigir “Os Outros”, coprodução americana estrelada por Nicole Kidman. Atualmente, o cinema espanhol realiza filmes dos mais diversos gêneros, com produção de altíssima qualidade e ampla distribuição internacional. 
  

Serviço:
Petra Belas Artes Á LA CARTE
Planos de assinatura com acesso a todos os filmes do catálogo em 2 dispositivos simultaneamente.
Valor assinatura mensal: R$ 9,90 | Valor assinatura anual: R$ 108,90
Super Lançamentos: Com valores variados, a sessão ‘super lançamentos’ traz os filmes disponíveis no cardápio para aluguel por 72hs. 
Para se cadastrar acesse: www.belasartesalacarte.com.br e clique em ASSINE.
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PETRA BELAS ARTES
Protocolo de segurança Covid-19 e serviço:
Cinema aberto ao público por até 8 horas diárias, das 15h às 22h.
Assentos intercalados determinados diretamente pelo sistema de compra dos ingressos.
Distanciamento determinado nas áreas comuns.
Consumo de produtos da bomboniere somente em sua poltrona.
Equipe preparada com todos os equipamentos de proteção necessários.
Higienização constante dos espaços; Intervalo de 30 minutos de uma sessão para outra, filmes não começam no mesmo horário (sessões serão intercaladas).
Apenas 4 salas estarão abertas e com capacidade reduzida.
A conferência de ingressos será visual ou através de leitores óticos, sem contato manual por parte do atendente.
Álcool em gel disponível em todas as áreas do cinema.
Endereço: Rua da Consolação, 2423 – Consolação - Tel: 11 2894 5781
Site: www.cinebelasartes.com.br
Ingressos: Quinta a domingo - R$ 30 e R$ 15 / Segunda - R$ 20 e R$10
Venda dos ingressos: na bilheteria (cartões de débito e crédito: todos; não aceita cheque) ou pelo site http://www.cinebelasartes.com.br/ingresso-online/

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