Lifetime Movies exibe programação especial de quatro dias em comemoração ao Dia Internacional do Livro

LIVROS, CÂMERA, AÇÃO! apresenta produções inspiradas em sucessos literários a partir do dia 23/4

O Jardim dos Esquecidos

ESPECIAL DIA INTERNACIONAL DO LIVRO

De 23 (terça) a 26/4 (sexta), a partir das 18h

Em homenagem ao Dia Internacional do Livro (23), data selecionada para relembrar e reverenciar grandes autores pelo mundo, o Lifetime Movies preparou a maratona especial de quatro dias intitulada LIVROS, CÂMERA, AÇÃO!, com vários sucessos literários, cujas sagas foram adaptadas para as telas.

Confira a programação:

23, terça-feira, Dia Internacional do Livro – a partir das 18h

Maratona O Jardim dos Esquecidos: A faixa Lifetime Movies presta uma homenagem à escritora Virginia Cleo Andrews (1923-1986) com a exibição de quatro longas-metragens, baseados na série de livros best-sellers, que conta a saga dos irmãos Dollanganger: Jardim dos Esquecidos, Pétalas ao Vento, Os Espinhos do Mal Filhos do Passado.

18h - Jardim dos Esquecidos
19h40 - Pétalas ao Vento
21h15 -
Os Espinhos do Mal
23h -
Filhos do Passado


Cl: 14  

24, quarta-feira – a partir das 18h

A Saga dos Casteels: As adaptações de longa-metragem das obras de V. C. Andrews estão em destaque nesta quarta. Para homenagear a autora, a faixa Lifetime Movies apresenta as cinco produções originais que contam a Saga dos Casteels, baseadas na série de romances lançada em 1985: Os Sonhos de Heaven, Anjo Negro, Corações Destroçados, Portões do Paraíso e Teia dos Sonhos.

18h - Os Sonhos de Heaven
19h40 – Anjo Negro
21h15 -
Corações Destroçados
22h50 –
Portões do Paraíso

00h25 – Teia dos Sonhos

Cl: 14  


25, quinta-feira – a partir das 18h

A Saga Landry: O Lifetime apresenta a surpreendente saga Landry, composta de quatro filmes: Ruby, Pérola na Névoa, Brilho Oculto e A Joia Secreta. Essas produções também são adaptações para a TV da obra literária de V. C. Andrews.

18h - Ruby
19h40 – Pérola na Névoa
21h15 –
Brilho Oculto
22h55 –
A Joia Secreta


Cl: 14  

26, sexta-feira – a partir das 18h

Lifetime Movies adaptados das famosas obras de Ann Rule

Nesta sexta, a faixa Lifetime Movies exibe quatro longas baseados nas histórias da escritora estadunidense Ann Rule, sendo eles: Um Assassinato Para Recordar, O Círculo da Traição, 12 Horas de Desespero e Uma Rosa Para Seu Túmulo – A História de Randy Roth. Com 33 títulos publicados e mais de mil reportagens, Ann Rule é conhecida por obras inspiradas em crimes reais, como o best seller The Stranger Beside Me, que conta a história do famoso serial killer Ted Bundy — conhecido por assassinar várias jovens na década de 1970.

18h05 - Um Assassinato Para Recordar
19h40 – O Círculo da Traição
21h15 –
12 Horas de Desespero
22h50 –
Uma Rosa Para Seu Túmulo – A História de Randy Roth



Classificação Indicativa: 14 anos

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Descubra como tudo começou. Assista ao trailer oficial de #TransformersOInício 🤖 2024 somente nos cinemas. 💥

Os autobots estão de volta para uma aventura inédita em “Transformers: O Início", novo longa da Paramount Pictures que estreia em setembro. 

Pela primeira vez como animação para os cinemas, a amada franquia acaba de ganhar um trailer e o primeiro cartaz oficial, com Optimus Prime, Megatron, Bumblebee e Elita ainda jovens, antes deles chegarem à Terra. 

Em ação promocional da empresa, a prévia foi lançada diretamente do espaço e transmitida nas redes sociais do filme, da distribuidora e de Chris Hemsworth, voz original do filme.

O longa conta a história de origem de Optimus Prime e Megatron, os maiores rivais da franquia, mas que um dia foram amigos tão ligados quanto irmãos e que mudaram o destino de Cybertron para sempre.

A dupla de protagonistas ganhará as vozes de Hemsworth (Thor) e Brian Tyree Henry (Godzilla e Kong: Novo Império, Atlanta). Além dos personagens principais, o elenco de dubladores no idioma original está repleto de vozes conhecidas do grande público como Scarlett Johansson, Jon Hamm, Keegan-Michael Key, Steve Buscemi e Laurence Fishburne.

Dirigido por Josh Cooley, conhecido por trabalhos como “Toy Story 4” e o curta “O Primeiro Encontro de Riley”, “Transformers: O Início” tem roteiro de Andrew Barrer, Gabriel Ferrari e Bobby Rubio. A produção executiva fica com Steven Spielberg, Oliver Dumont, B. J. Farmer, Zev Foreman, Brian Oliver e Matt Quigg. O filme estreia em setembro somente nos cinemas.

"Foram os Sussurros que Me Mataram”, novo filme de Mel Lisboa, estreia em 9 de Maio


Após ser exibido na Mostra de Tiradentes, "Foram os Sussurros que Me Mataram", o primeiro longa-metragem de ficção de Arthur Tuoto,  estreia nos cinemas brasileiros dia 9 de maio. 

 

O filme narra a história de Ingrid Savoy, uma celebridade prestes a entrar em um reality show, que se encontra confinada em um quarto de hotel. Entre visões premonitórias, um ataque de paparazzi e atentados anarquistas que assolam a cidade, a artista vive sob a constante ameaça de um escândalo iminente.

 

Transpondo elementos já presentes em seu trabalho na videoarte e no cinema experimental, Arthur Tuoto articula um conceito narrativo inédito em sua carreira. O filme se debruça sobre uma tradição da encenação e da palavra, conciliando um drama com aproximação fantástica e de exploração visual inventiva.

 

A obra se destaca por seu tom anti-naturalista, explorando um jogo que revela uma ambiguidade entre o patético e o solene, o melodrama e o humor. Os personagens, embora convictos em suas falas, navegam em uma lógica do absurdo que permeia todo o filme.

 

Em relação à temática, "Foram os Sussurros que Me Mataram" vislumbra uma série de reflexões que vão desde a lógica do entretenimento no mundo contemporâneo até a relação entre espectador e produto, evidenciando um mecanismo de consumo atrelado à adoração de uma personalidade e à natureza do fenômeno da celebridade.

 

Ingrid Savoy, interpretada por Mel Lisboa, não é apenas a representação de uma celebridade, mas simboliza uma entidade espetacularizada de natureza cada vez mais complexa. A personagem desestabiliza seu entorno, questionando e subvertendo uma ordem imposta, deixando pontos abertos para a livre associação de ideias. O elenco também conta com Carla Rodrigues, Otávio Linhares, Isabela Lago, Pedro Gaeta e Patrick Sampaio.

 

Sobre Arthur Tuoto

Arthur Tuoto é cineasta e artista visual. Seus filmes e vídeo-instalações já foram exibidos em festivais e exposições como Festival de Cinema de Berlim, Videonale, Salão Paranaense, Mostra de Cinema de Tiradentes, Festival de Brasília, entre vários outros.

"Aquilo que Fazemos com as Nossas Desgraças" (2014), seu primeiro longa-metragem experimental, estreou na Mostra Aurora da 17ª Mostra de Cinema de Tiradentes e foi o vencedor do Grande Prêmio Cine Esquema Novo no Cine Esquema Novo 2014.

“Não Me Fale Sobre Recomeços” (2016), seu segundo longa experimental, estreou na Mostra Cinema Agora! do 49º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro e foi um dos longas premiados na Mostra do Filme Livre 2017.

 

 

Ficha técnica: 

Foram os Sussurros que Me Mataram

Brasil. 2021. Drama. Cor. 75 min.

 

Direção e Roteiro: Arthur Tuoto, Montagem: Aristeu Araújo, Fotografia: Eduardo Azevedo, Direção de Arte: Ana Bona, Produção: Antonio Gonçalves Junior e Diogo Capriotti, Som: Off Beat Studio - Alexandre Rogoski e Dennys Rocha, Empresa produtora: Grafo Audiovisual, Distribuidora: Olhar Filmes. 

 

Sinopse: Ingrid Savoy, uma celebridade prestes a entrar em um reality show, passa seus dias confinada em um quarto de hotel. Entre visões premonitórias, um ataque de paparazzi e atentados anarquistas que rebentam pela cidade, a artista vive a constante iminência de um escândalo.

Classificação indicativa: 14 anos


'Guerra Civil' lidera bilheteria nacional em seu dia de estreia

Filme estrelado por Kirsten Dunst, Wagner Moura e Cailee Spaeny bate recorde de melhor estreia da A24 no Brasil e é a segunda maior estreia da história da Diamond Films

Superprodução da A24 distribuída pela Diamond Films, GUERRA CIVIL (Civil War) lidera a bilheteria nacional em seu dia de estreia. Em cartaz nos cinemas de todo o Brasil desde ontem (quinta-feira, 18 de abril), o filme conquistou um público de mais de 38 mil pessoas e mais de R$ 800 mil de renda em apenas um dia. 

Com isso, GUERRA CIVIL torna-se a maior abertura de um filme da A24 no Brasil em renda e a segunda maior abertura da história da Diamond Films no Brasil, também em renda. O sucesso de crítica e público, não apenas no Brasil como também nos Estados Unidos – onde o filme também liderou as bilheterias – reafirma o longa como uma excelente opção de entretenimento para o final de semana.

Dirigido e roteirizado por Alex Garland (“Extermínio”, “Ex-Machina” e “Aniquilação”), GUERRA CIVIL é estrelado por Kirsten Dunst, Wagner Moura e Cailee Spaeny e traz impressionantes cenas de ação e um clima de suspense crescente, ao retratar uma guerra sem precedentes nos Estados Unidos. Confira o trailer aqui e imagens em alta aqui.

O longa acompanha um grupo de jornalistas que percorre os EUA em um futuro distópico, durante um intenso conflito que envolve todo o país. O elenco do filme tem ainda nomes como Stephen McKinley Henderson, Jesse Plemmons e Nick Offerman.

1º Festival de Cinema de Xerém anuncia os filmes selecionados

"Rei Davi"

O Festival de Cinema de Xerém anuncia os selecionados de sua primeira edição, que acontece de 08 a 11 de maio, no Centro de Convenções John Wesley, em Xerém, Duque de Caxias (RJ). Ao todo, foram escolhidos 27 curtas-metragens de sete estados brasileiros (RJ, PR, SP, DF, BA, PE, ES), sendo 12 filmes dirigidos por mulheres.


As mostras competitivas Cinema Leva Eu, Fluminense e Baixada de Curtas, Nacional de Curtas, e Mostra Especial da Crítica, irão premiar com o Troféu Zeca Pagodinho as seguintes categorias: Melhor Filme, Melhor Direção, Melhor Roteiro, Melhor Fotografia, Melhor Direção de Arte, Melhor Montagem, Melhor Atriz, Melhor Ator. Os filmes selecionados para as mostras concorrerão também na categoria Júri Popular e ao Prêmio Edna Fujii, este último dará ao vencedor um prêmio de  R$10 mil em locação de equipamentos. 


Na Mostra Cinema Leva Eu foram selecionados 10 curtas produzidos por alunos formados pela Escola Brasileira de Audiovisual (EBAV). São eles: 9 Horas em Deodoro, de Dorgo DJ, Carnaval Caos, de João Pedroza, Dandara, de Felipe Coelho, Fnm - A Vila de Operários, de Maria Carolina Gomes, Na Risca, de Mozá, Ninguém Via, de Gabriel Leal , Odisseia Fluminense, de Mateus Carvalho, Pé de Cabra, de Bruno Santiago, Quem Faz o Rio, de Victória Dias, Uma Questão de Ética, de Marcelo Ribeiro.


A Mostra Fluminense e Baixada de Curtas traz quatro títulos que exploram temáticas sociais, pessoais e cômicas feitas por realizadores da Baixada Fluminense. Os selecionados são Caxiense F.C., de Marcos Faria, Elas Por Elas, de Renata Silva, Minha Vida É Uma Série, de Taisa Alves Santos, e Pássaro Memória, de Leonardo Martinelli.


Cinco filmes que abordam temas variados, como questões sociais, suspense e amizade foram selecionados na Mostra Nacional de Curtas. São eles:  Emerenciana, de Larissa Nepomuceno(PR), Firmina, de Izah Neiva (SP), Ligação Anônima, de Thiago Mendes (SP), a animação Quintal, de Mariana Netto (BA), e Lubrina, de Vinícius Fernandes Gonçalves, Leonardo Vaz Dias Hecht (DF).


Já a Mostra Especial da Crítica apresenta uma coleção de oito obras, enfocando uma variedade de temas sociais, culturais como Água Viva, de Gabriela Araujo, Deivison Bruno (RJ), Cartas Para Nossas Netas, de Julia Flor Duarte (RJ), Chamado, de Tulio Beat (PE), Como Matar Uma Boneca, de Alek Lean (RJ), Divina, de Flaviane Damasceno (RJ),  Emaranhadas, de Lara Sartório Gonçalves, Mariana Souza Costa (ES),  Rei Davi, de Misa Gonçalo (RJ), e Vermelho-oliva, de Nina Tedesco (RJ).

 

O festival contará também com uma programação diversificada, incluindo exibições de filmes dos homenageados desta edição, a atriz Regina Casé e o cineasta Hsu Chien, além de uma oficina, masterclasses e encontros com realizadores. Estas ações contribuem para o desenvolvimento e fortalecimento do cenário audiovisual brasileiro, sobretudo para a Baixada Fluminense, no Rio de Janeiro.


Com a direção geral de Sérgio Assis, direção executiva de Emerson Rodrigues e direção de programação de Monica Trigo, o festival é uma realização da EBAV (Escola Brasileira de Audiovisual) em parceria com o Instituto Zeca Pagodinho. Apoio da Naymovie, Rádio Serra Verde 98,7 FM e Telecine. Apoio cultural da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo e Secretaria Municipal de Educação da Prefeitura de Duque de Caxias.

 

Serviço

1º Festival de Cinema de Xerém

De 08 a 11 de maio

Local: Centro de Convenções John Wesley - Av. Venância, 17 - Xerém, Duque de Caxias - RJ| Gratuito

www.festivaldexerem.com.br

 

Sesc Curitiba Centro exibe filme de Mazzaropi em homenagem aos 112 anos do ator

Em comemoração aos 112 anos de Mazzaropi, completados no dia 9 de abril, o Sesc Curitiba Centro realizará a exibição do filme “Jecão... um fofoqueiro no céu”, na sexta-feira (26), às 14h30, e no sábado (27), às 10h20. As sessões acontecerão em parceria com o Instituto e Museu Mazzaropi.

Amácio Mazzaropi (1912-1981) foi um ator, comediante, cineasta, cantor, produtor, roteirista e compositor brasileiro. O empresário do ramo do cinema foi um dos pioneiros no desenvolvimento da indústria cinematográfica nacional, ao fundar sua própria produtora e estúdio cinematográfico, e um dos primeiros a adquirir equipamentos audiovisuais de ponta no Brasil. Sua marca são os papéis de “jeca” ou “caipira”. Produziu, escreveu, dirigiu e estrelou trinta e duas produções entre 1952 e 1980.

 

Jecão... um fofoqueiro no céu (1977)

O filme conta a história de Jecão, recém vencedor de um prêmio da loteria esportiva. Ao regressar a sua cidade com a nova fortuna, o personagem desperta a cobiça de Chico Fazenda, fazendeiro da região, que, com a ajuda de seus capangas, mata Jecão em um assalto. A trama acompanha as ações de Jecão no céu em sua jornada de pecados, dúvidas e aventuras no ambiente divino.

A mostra, que faz parte do CineSesc, também acontecerá em outras 16 unidades do Sesc PR entre os dias 24 e 28 de abril. No total serão 30 exibições do filme.

 

Serviço

Rua José Loureiro, 578 -- Centro, Curitiba (PR)

26/04 (sexta-feira), 14h30

27/04 (sábado), 10h20

A exibição do filme é gratuita e a classificação é livre para todos os públicos.

Crítica Filme "Guerra Civil" por Rita Vaz

Estreia nesta quinta-feira o filme “Guerra Civil” dirigido pelo cineasta Alex Garland (“Ex-Machina”, “Men – Faces do Medo”).

O longa, apresenta uma mistura de ação e suspense, ambientado em um futuro não tão distante, quando uma guerra civil se instaura nos Estados Unidos.

Neste cenário, uma equipe pioneira de jornalistas de guerra, onde estão Lee (Kirsten Dunst) e seu colega de trabalho Joel (Wagner Moura), viajam pelo país para registrar a dimensão e a situação de um cenário violento que tomou as ruas em uma rápida escalada, envolvendo toda a nação.

No entanto, o trabalho de registro se transforma em uma guerra de sobrevivência quando eles também se tornam o alvo. O elenco conta ainda com nomes como Stephen McKinley Henderson, Jesse Plemmons e Nick Offerman.

“Guerra Civil” é um filme que fala não somente sobre guerra, mas, principalmente sobre jornalismo e crueldade.

Guerras, não importam onde ou quem contra quem, guerras são horríveis, e só sabemos delas por conta dos corajosos jornalistas que colocam as suas vidas em risco, para mostrar ao mundo o que acontece nesses lugares.

E as atrocidades que normalmente são mostradas, corajosamente por eles, ferem nossos olhos, nossos sentimentos e nossa humanidade.

No filme, ao longo da jornada, literalmente falando, dos jornalistas, que precisam cruzar o país, para entrevistar o presidente que está lutando contra os civis, temos uma ideia de até onde pode chegar a crueldade do ser humano.

É logico que o diretor se inspirou em fatos reais para produzir as cenas de violência extrema no filme, e elas são muitas.

O diretor contou com um ótimo roteiro, um elenco redondo, com ótimos efeitos especiais, conseguindo transformar esse filme, em algo grande.

A atriz Kirsten Dunst está perfeita no papel, ela dá vida a uma pessoa que está cansada de ver tanta maldade no mundo, de ver tanto abuso humano para com o humano.

Ela consegue passar uma melancolia e desesperança brutais, com sua atuação calcada na pele de quem já viu muitas guerras.

O ator Wagner Moura parece estar em casa e atua como se fizesse parte daquele contexto. O seu personagem não chega a ser um alívio cômico, mas, é um alívio na história pautada de tanta tensão. Palmas para os dois.

“Guerra Civil” é um filme que fala de guerras, de políticos, de extremos, de exageros, de repórteres e principalmente, ele é um alerta, para que prestemos atenção em como cada indivíduo age de acordo com suas crenças, sem exacerbá-las.

Eu recomendo muito que você o assista. Além de ser perfeito para quem gosta do gênero.

 

Crítica Filme "Jorge da Capadócia" por Rita Vaz

Estreia nesta quinta-feira o filme “Jorge da Capadócia” que foi dirigido, produzido e protagonizado por Alexandre Machafer ("O Filho do Homem", "Anos Radicais", "Bem Aventurados").

O longa conta a história do guerreiro São Jorge, com seus conflitos familiares, a trajetória de sua fé e todos os obstáculos enfrentados durante o governo do imperador romano Diocleciano.

O ano é 303 D.C.. Após conquistar mais uma grande batalha, Jorge (Alexandre Machafer) recebe sua condecoração como o novo capitão do exército, período em que o Imperador Diocleciano (Roberto Bomtempo) dá início a sua última, derradeira, e sangrenta perseguição aos cristãos, no Império Romano.

Jorge se vê então, diante de seu maior desafio: ser fiel à sua fé e a suas convicções ou sucumbir às ordens cruéis do imperador.

O guerreiro faz de tudo para proteger a sua nação e sua família, o que se prova um grande obstáculo em meio à violência e injustiça do governo. 

Alexandre Machafer surpreende com uma grande produção. São sequencias de lutas muito bem feitas e coreografadas, interpretações maduras, direção de arte primorosa, daquelas que atenta aos pequenos detalhes, cenários imponentes, enfim, um grande filme.

Confesso que fui surpreendida com essa produção, pois, não esperava muito dela, e saí do cinema feliz com o cinema nacional, mais uma vez.

Eu não conhecia a história de São Jorge, e fiquei muito admirada de como tudo aconteceu com ele. E o pouco que eu conhecia, fez sentido no filme, como as armas de Jorge, a armadura de Jorge, o dragão e a fé inabalável.

O que me incomodou no filme: o sotaque carioca do elenco. Não entendo como as grandes produções, não trabalham esses aspecto nos longas. Se esse trabalho é tão bem feito nas novelas, por que não nos filmes?

Por mais que o público de fora do Brasil não vá perceber esse sotaque, nós brasileiros vamos nos incomodar, porque fica muito regional, muito tendencioso.

“Jorge da Capadócia” é aquele tipo de filme que vai fazer você pensar na história do santo, na trajetória do soldado que vai contra seus comandantes por conta de sua fé. E faz também você entender um pouco do porquê desse santo ser tão amado e idolatrado.

Se assim como eu, você não conhecia a história de São Jorge, esse é o filme perfeito para entender quem foi ele. E se já conhece, também é perfeito para você visualizar tudo o que já aprendeu sobre ele.

A data de lançamento nos cinemas, 18 de abril, é próxima ao Dia de São Jorge, que é comemorado no dia 23 de abril, uma homenagem a um dos santos mais amados no Brasil e no mundo. Recomendo.

Critica Filme "Névoa Prateada" por Rita Vaz

 

Estreia nesta quinta-feira o filme “Névoa Prateada” dirigido pela cineasta Sacha Polack (“Zurich”, “Dirty God”).

Vencedor do Prêmio do Júri do Teddy Award do Festival de Berlim para a atriz Vicky Knight e indicado a melhor filme no Panorama Audience Award, o filme também foi destaque na programação da 47ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo.

Na história conhecemos Franky (Vicky Knight), uma enfermeira de 23 anos que vive com a família em um bairro no leste de Londres.

Obcecada por vingança e com a necessidade de encontrar culpados por um acidente traumático ocorrido há 15 anos, ela é incapaz de se envolver em um relacionamento com alguma profundidade, até que se apaixona por Florence (Esmé Creed-Miles), uma de suas pacientes.

As duas fogem para o litoral onde Florence mora com a família. Lá, Franky encontrará o refúgio emocional para lidar com as questões do passado e as mazelas do presente.

A diretora Sacha Polack consegue entregar uma história tão humana e feminina, que emociona qualquer espectador.

As performances de todo o elenco é bastante orgânica e viril, levando para a tela, situações de extremos violentos, tanto físicos, quanto emocionais.

O destaque é a atriz Vicky Knight que está em quase todas as cenas, e que leva a sua personagem por uma jornada de autoconhecimento, através da desconstrução e construção de conceitos que traz na sua vida.

“Névoa Prateada” é um filme forte, tenso, que fala muito da periferia, dos que são párias do sistema, mas, que estão vivos, e aprendem e tem esperança.

Se você gosta de histórias que retratam realidades, esse filme é imperdível. Recomendo muito.

 

 

ZONA DE EXCLUSÃO | Estreia Amanhã Drama da Premiada Diretora Agnieszka Holland

Nesta quinta-feira, dia 18 de abril, acontece a estreia do drama ZONA DE EXCLUSÃO (The Green Border | Zielona Granica), da premiada cineasta e roteirista Agnieszka Holland ("O Charlatão", "Rastros" e "Filhos da Guerra"), com distribuição da A2 Filmes.

O filme chegará nos cinemas de São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Curitiba e Salvador.

A trama acompanha uma família de refugiados sírios, um professor de inglês do Afeganistão e um guarda de fronteira. Todos se encontram na fronteira entre a Polônia e Belarus durante a mais recente crise humanitária na região.

Destaque nos principais festivais de cinema da América Latina, incluindo o de Cartagena, o filme foi vencedor dos prêmios Chicago International Film Festival 2023 (Audience Choice Award of Best International Feature/Prêmio do Público de Melhor Filme Internacional), Venice Film Festival 2023 (Prêmio Especial do Júri, Prêmio Arca CinemaGiovani de Melhor Filme e Prêmio CinemaSarà) e La Roche-sur-Yon International Film Festival 2023 (Prix du public), além de indicações em premiações como Venice Film Festival 2023 (Leão de Ouro de Melhor Filme), Valladolid International Film Festival 2023 (Prêmio Golden Spike de Melhor Filme) e European Film Awards 2023 (filme, diretora e roterista).


ZONA DE EXCLUSÃO
Alemanha – Bélgica – EUA – França – Polônia – República Checa – Turquia | 2023 | 147 min. | Drama

Título Original: The Green Border | Zielona Granica
Direção: Agnieszka Holland
Roteiro: Agnieszka Holland, Maciej Pisuk, Gabriela Lazarkiewicz
Elenco: Jalal Altawil, Maja Ostaszewska, Behi Djanati Atai, Tomasz Wlosok, Al Rashi Mohamad, Dalia Naous, Monika Frajczyk, Jasmina Polak, Michal Zielinski
Distribuição: A2 Filmes

Sinopse: Depois de se mudar para Podlasie, na Polônia, a psicóloga Julia torna-se testemunha involuntária e participante de acontecimentos dramáticos na fronteira com Belarus. Consciente dos riscos e das consequências jurídicas, ela se junta a um grupo de ativistas que ajudam refugiados acampados nas florestas. Ao mesmo tempo, uma família síria que foge da guerra civil e o seu professor afegão, sem saberem que são instrumentos de uma fraude política, tentam chegar às fronteiras da União Europeia. Na Polônia, o destino irá uni-los a Julia e ao jovem guarda de fronteira Jan.

Estrelado por Russell Crowe, suspense A TEIA chega aos cinemas em 2 de maio

 

Russell Crowe é um ator consagrado em Hollywood. Ele conquistou o Oscar em 2001 com o clássico “Gladiador” e, além da estatueta dourada, já conquistou dois Globos de Ouro, um Prêmio Screen Actors Guild, um BAFTA e três Critic’s Choice. Contabilizando todas suas indicações, tem-se 84 no total, e vitórias, 37. Em sua carreira, já participou de mais de 80 filmes. Em 2024, Crowe protagoniza A TEIA. No filme, o ator interpreta Roy Freeman, um ex-detetive de homicídios que agora luta contra a perda severa de memória. Com estreia marcada para 2 de maio, o longa dirigido por Adam Cooper traz uma trama que une a batalha contra o Alzheimer com a busca pela verdade.

A TEIA apresenta Crowe como um detetive que se submete a um tratamento inédito e revolucionário para recuperar sua memória. A trama se complica quando um prisioneiro no corredor da morte, previamente detido por Freeman, insiste em sua inocência. Esse desdobramento inesperado leva o protagonista a reabrir o caso, contando com a colaboração de um antigo parceiro do departamento policial (Tommy Flanagan). Ao se aprofundarem na investigação novamente, eles se veem envolvidos em uma Teia de segredos e descobertas chocantes.

Adam Cooper, roteirista de longa data, estreia como diretor de cinema neste filme. Ele, que tem em seu currículo filmes como 'Assassin's Creed' e 'Êxodus: Deuses e Monstros', dirige o roteiro que escreveu em parceria com Bill Collage a partir de adaptação do best-seller “O Livro dos Espelhos”, de E.O. Chirovici.

Além de Crowe, A TEIA ainda conta com um elenco com outros grandes nomes, como Karen Gillan, conhecida por interpretar Nebula nos filmes 'Guardiões da Galáxia'. Também fazem parte do longa Marton Csokas, Kelly Greyson, Lucy-Rose Leonard, Ellizabeth Blackmore e Thomas M. Wright. O suspense marca o reencontro entre Crowe e o ator Tommy Flanagan, dupla que contracenou em 'Gladiador', épico dirigido por Ridley Scott que levou 5 estatuetas do Oscar no ano 2000. 

O indicado ao Oscar David Hirschfelder ('Elizabeth', 'Shine – Brilhante') assina a trilha sonora do filme; Ben Nott ('Jogos Mortais: Jigsaw'), a direção de fotografia; e Matt Vila (indicado ao Oscar por 'Elvis') é responsável pela montagem. A produção de A TEIA é de Cooper, Mark Fasano, Bill Collage e Pouya Shahbazian.

A TEIA tem estreia marcada para o dia 2 de maio e conta com distribuição da Imagem Filmes e California Filmes.  


Sinopse

O ex-detetive de homicídios Roy Freeman (Russell Crowe) passa por um tratamento revolucionário para Alzheimer quando é chamado para reexaminar um brutal caso de seu passado. Intrigado e lutando para recuperar sua memória, Roy pede a ajuda de seu ex-parceiro (Tommy Flanagan) para retomar a investigação envolvendo um condenado no corredor da morte, que ele prendeu dez anos atrás e que alega inocência. À medida que novos elementos surgem, uma complexa teia de mentiras se revela, forçando Roy a enfrentar uma terrível realidade que muda o seu mundo para sempre.

Elenco:

Russell Crowe;

Karen Gillan;

Tommy Flanagan;

Marton Csokas.


Ficha Técnica:

Direção: Adam Cooper;

Roteiro: Adam Cooper e Bill Collage, baseado em O Livro dos Espelhos, de E.O.Chirovici;

Gênero: Suspense ;

País: EUA, Austrália;

Ano: 2024;

Duração: 110 min.

Distribuição: Imagem Filmes / California Filmes.

Canal Brasil exibe programação especial no Dia dos Povos Originários

Cena de "A Terra Negra dos Kawa", filme inédito que participa da mostra no Dia dos Povos Originários. 
Crédito: Divulgação.

Na data em que é celebrado o Dia dos Povos Originários, 19 de abril, o Canal Brasil preparou uma mostra para fomentar o debate sobre a preservação da memória e das relações de poder entre os órgãos oficiais e as populações nativas do Brasil. A partir das 17h, será exibida uma programação especial que começa com uma edição inédita do Cinejornal, seguida de um documentário, dois curta-metragens, sendo um inédito, e dois longas de ficção, um deles também inédito, que tratam da temática da causa indígena.

Entre os filmes selecionados estão o longa inédito "A Terra Negra dos Kawa", de Sérgio Andrade, que se passa próximo a Manaus e acompanha uma equipe de cientistas em busca de uma terra fértil para a agricultura. Na trama, eles encontram uma fazenda onde vive o povo Kawa e passam a conviver com eles e com a terra escura da região, que desperta efeitos sobrenaturais nos pesquisadores. Começa então um debate ético no qual dois deles, Anita e Juan, interpretados por Mariana Lima e Felipe Rocha, se familiarizam com os habitantes locais e passam a interagir com o povo Kawa. Já Caetano (Marat Descartes) considera aquela terra apenas uma oportunidade lucrativa.

A outra produção inédita da mostra é o curta-metragem "Vãnh gõ tõ Laklãnõ", dirigido por Barbara Pettres, Flávia Person e pela arqueóloga Walderes Coctá Priprá. O filme traz, através da voz do poeta João Adão Nunc-Nfoônro de Almeida, da professora da língua materna Miriam Vaicá Priprá, do pastor e kujá Cabechuim-lo Camlém, do rapper e estudante de jornalismo Fernando Xokleng e do professor Acir Kaile Priprá, uma tentativa de resgate da memória, dos costumes e da história do povo Laklãnõ/Xokleng, do Sul do Brasil.

Também será exibido o documentário de Juliana Curi, "Uýra - A Retomada da Floresta", que acompanha Uýra Sodoma, uma artista indígena trans que viaja pela Floresta Amazônica e, através da arte performática, ensina jovens sobre suas ancestralidades. "Naiá e a Lua", de Leandro Tadashi, é mais um curta que integra a programação. O filme mostra a paixão de Naiá pela lua, depois de conhecer a história do surgimento das estrelas em sua aldeia. O longa de ficção "Para'Í", dirigido por Vinícius Toro, que traz elementos da cultura guarani e da preservação de seu território pela perspectiva da menina Pará, vivida por Monique Ramos Ara Poty Mattos, completa a lista. Uma edição inédita do Cinejornal dá início à mostra. 


Horário: 19/04, a partir das 17h
17h – Cinejornal Especial

Uýra – A Retomada da Floresta (2022) (70’)
Horário: Sexta, 19/04, às 17h15
Direção:  Juliana Curi
Classificação indicativa: 12 anos
Sinopse: Uýra, uma artista trans indígena, viaja pela floresta amazônica em uma jornada de autodescoberta usando arte performática e mensagens ancestrais para ensinar jovens indígenas e enfrentar o racismo estrutural e a transfobia no Brasil.

Vãnh gõ tõ Laklãnõ (2023)(25’)
INÉDITO
Horário: Sexta, 19/04, às 18h20
Direção:  Barbara Pettres, Flávia Person e Walderes Coctá Priprá
Classificação indicativa: 12 anos
Sinopse: Uma arqueóloga, um poeta, um pastor e kujá, uma professora e um cantor de rap remontam a história do seu povo, os Laklãnõ/Xokleng, habitantes do sul do Brasil

Naiá e a Lua (2010)(13')
Horário: Sexta, 19/04, às 18h45
Direção:  Leandro Tadashi
Classificação indicativa: Livre
Sinopse: A jovem índia Naiá se apaixona pela lua ao ouvir da anciã de sua aldeia a história do surgimento das estrelas no céu.

Para'í (2018) (81') 
Horário: Sexta, 19/04, às 19h
Classificação: 16 anos
Direção: Vinicius Toro
Sinopse: Para’í conta a história de Pará, menina guarani que encontra por acaso um milho guarani tradicional, que nunca havia visto e, encantada com a beleza de suas sementes coloridas, busca cultivá-lo. A partir dessa busca começa a questionar seu lugar no mundo: por que não fala guarani, por que é diferente dos colegas da escola, por que seu pai vai à igreja Cristã, por que seu povo luta por terra?

A Terra Negra dos Kawa (2018)(100')
INÉDITO
Horário: Sexta, 19/04, às 20h20
Direção:  Sérgio Andrade
Classificação indicativa: 14 anos
Sinopse: Um grupo de cientistas faz escavações em terrenos no interior do Amazonas em busca de uma terra fértil, usada para fins agrícolas. Conforme se aproximam do sítio dos indígenas Kawa, notam que a terra tem poderes energéticos e sensoriais.

Isabella Rossellini é destaque da nova coleção da MUBI

Serviço de streaming global, distribuidora e produtora, a MUBI tem o prazer de apresentar uma coleção de 38 filmes micro curtos, dirigidos, escritos e estrelados pela lendária Isabella Rossellini. O especial ISABELLA ROSSELLINI: GREEN PORNO E OUTROS CURTAS estará disponível na plataforma a partir de 1º de maio.

Nos curtas dessa coleção, Isabella Rossellini representa os hábitos de acasalamento, os rituais de cortejo e os estilos parentais de uma variedade de animais, em fantasias deliciosamente ridículas e cenários de desenho animado.

Sobre a colaboração, Isabella disse: “Eu estou muito honrada em saber que a prestigiada plataforma MUBI está distribuindo meus curtas. Eu amo os animais e eles sempre me fazem rir. Eu gostaria de gerar duas reações; “Ha” e “Oh”. “Ha” para risadas, seguida por “Oh”, de admiração pela natureza, onde tudo é possível”.

Green Porno foi produzida originalmente para o canal de Sundance de Robert Redford, uma vez que ele acreditava que a internet permitiria o relançamento de filmes em formato de curtas-metragens. Sobre a série, Redford disse: “Green Porno reúne histórias científicas curtas, feitas com um ótimo senso de humor e fantasia. Isto é o que nós artistas fazemos. Nós contamos coisas sérias da maneira mais acessível e divertida possível, e Isabella é uma artista muito progressista e talentosa”.

O colaborador de Isabella, Guy Maddin, acrescentou: “Como contadora de histórias, Isabella é ao mesmo tempo uma garotinha maravilhada e uma beleza majestosa, com uma risada arrebatadora e um gosto pelo Grand Guignol. Ela é franca, prática, perspicaz, agradavelmente mórbida e sempre surpreendente”.

Isabella fez sua estreia no cinema como atriz em 1979 no filme dos irmãos Taviani Il Prato (O Prado), mas a maior parte de sua carreira foi desenvolvida nos Estados Unidos, onde reside. Ela trabalhou com um grande número de diretores, como Robert Zemeckis, David O. Russell, Robert Wilson, Taylor Hackford, Peter Weir, David Lynch e Guy Maddin. Seus filmes mais conhecidos incluem Veludo Azul, Coração Selvagem, O Sol da Meia-Noite, Roger, o Conquistador, Um Toque de Infidelidade, A Morte lhe Cai Bem, Sem Medo de Viver, A Música Mais Triste do Mundo, A Grande Noite e Joy: O Nome do Sucesso.

Atualmente, ela tem um papel regular na série Julia, da  Max (antigo HBO-Max); está em turnê com o monólogo teatral escrito por ela, Darwin’s Smile; e pode ser vista nos filmes Conclave, de Edward Berger, La Chimera, dirigido por Alice Rohrwacher, e O Astronauta, dirigido por Johan Renck. Isabella também empresta sua voz para diversas animações, como a indicada ao Oscar® Marcel the Shell with Shoes On e Os Incríveis 2, além da comédia O Problemista, de Julio Torres.


ISABELLA ROSSELLINI: GREEN PORNO E OUTROS CURTAS
Disponível a partir de 1º de maio
Uma coleção MUBI
mubi.com

A&E estreia a terceira temporada de Em Nome da Justiça, série apresentada pela criminóloga Ilana Casoy

A nova produção de true crime do A&E apresenta casos de pessoas que pagaram por crimes que não cometeram

ESTREIA: 19/4, sexta-feira, 21h10

Casos de pessoas que foram presas por crimes que não cometeram, vítimas de erros policiais ou judiciais, estão em foco na série de true crime Em Nome da Justiça, que o A&E estreia no dia 19 de abril, em uma coprodução com a JPO Entertainment.

Conduzida pela criminóloga Ilana Casoy, a docussérie de oito episódios analisa decisões judiciais de crimes cujos processos foram marcados por dúvidas e traz instigantes casos de inocentes que foram vítimas de erros policiais e/ou judiciais e acabaram presos por crimes que não cometeram. São histórias emocionantes de cidadãos comuns e seus familiares, na maior parte das vezes pessoas mais simples, que enfrentam muitas dificuldades para provar sua inocência, enquanto o acusado vive situações dramáticas em nosso falido sistema prisional.

“Convidamos a audiência a se emocionar com histórias reais e se indignar com os erros cometidos pelo sistema judicial ao condenar pessoas inocentes. Os casos são apresentados na forma de docudrama, o que facilita para o entendimento de quem não conhece o sistema criminal”, afirma Karen Santiago, vice-presidente de Conteúdo do A&E.

Ao longo dos episódios, Ilana constata que os acusados, quase sempre, são vítimas das condições precárias dos sistemas policial e judiciário do Brasil. Além do trauma, ainda precisam arcar com os custos de investigações e revisões processuais paralelas, que deveriam ser obrigação do Estado, ainda que a justiça determine com clareza que cabe a quem acusa provar a culpa de qualquer pessoa – e, de acordo com a lei, qualquer suspeito é inocente até prova em contrário.

“São pessoas que estão na cadeia por graves erros judiciais. No Brasil, o ônus da prova é do Estado. É ele quem deve acusar aquele suspeito acima de qualquer dúvida. A comunicação entre polícia, perícia e judiciário é fundamental para esclarecer um homicídio e assim evitar condenações injustas, comentou Ilana Casoy. “E estou confiante porque o A&E agora vai trazer casos de todo o Brasil, um canal de true crime por essência que me acolheu muito bem e acolheu essa ideia”, completa.

Em Nome da Justiça - Episódios de abril

19/4 – sexta-feira

Bruxo

 

Moradores de Novo Hamburgo, no interior gaúcho, ficam abalados com o encontro dos corpos esquartejados de duas crianças, espalhados em terrenos baldios da cidade. Como os corpos são achados próximo à sede da doutrina religiosa “Templo de Lúcifer”, seu fundador, conhecido como Bruxo, vira suspeito, mas o delegado do caso acha a versão fantasiosa e segue investigando.

No entanto, ao entrar em férias, seu substituto opta pela veracidade da versão, prendendo o Bruxo e seis possíveis cúmplices. Daí em diante, com o acusado na prisão e ameaçado de morte por outros presos, tem início uma envolvente sequência que mistura acusações de magia negra e rituais satânicos com abusos policiais, outras possíveis versões para o crime e discussões religiosas, com o suspeito tentando provar que Lúcifer não é o demônio.

Igor

 

Depois de desaparecer por alguns dias e preocupar a família com seu sumiço, Jorge Severino da Silva é encontrado desfalecido e muito machucado, em sua pequena chácara, no interior de São Paulo. Com várias queimaduras por todo o corpo, ele é logo levado a um hospital, mas, dias depois, não resiste e morre.

Acusado pelo crime por sua madrasta, Igor é preso pelo assassinato do próprio pai e passa por situações dramáticas no presídio. Dono de academia e sem nenhuma passagem pela polícia, ele é vítima de violências e ameaças, enquanto a família e amigos se unem para provar sua inocência.

 

26/4 – sexta-feira

José Aparecido

 

Como fazia todo fim de semana, José Henrique Vettori chegava à sua fazenda, em Bragança Paulista, no interior de São Paulo, quando, ao descer para abrir o portão, é atacado por dois homens. Ele tenta se defender, mas é agredido com violência, é jogado, desfalecido, na caçamba da picape, com a qual os assaltantes fogem à toda velocidade.

Mas, a poucos quilômetros do local, ele é executado friamente a tiros e tem seus bens roubados, enquanto o veículo e seu corpo são queimados. Chamado a depor, seu caseiro, José Aparecido, é logo considerado suspeito pela polícia. Até que, dias após, um dos assaltantes, Evandro, é preso e confessa o crime, acusando um tio e alguém conhecido como “Peixe” como seus cúmplices. A polícia logo mostra foto antiga de José Aparecido em documento a Evandro, que o reconhece como o “Peixe”. Daí em diante, José Aparecido tem prisão preventiva decretada e começa a viver longo e terrível drama na prisão. A família não desiste de provar que José Aparecido é inocente, mas, mesmo Evandro retirando a acusação, sua liberdade parece cada dia mais difícil.

 

Heberson

 

Uma menina de nove anos é tirada violentamente da cama em que dormia e levada para o quintal de sua casa, onde foi submetida a um frio e revoltante estupro. O caso choca a população de Manaus e, dois meses depois, levada pela polícia para reconhecimento de suspeitos, em ruas do bairro em que morava, ela aponta Heberson de Lima Oliveira como o autor do crime.
Assim tem início um dos mais dramáticos calvários vividos por um preso no sistema prisional brasileiro. Submetido à chamada lei da prisão quando esteve preso, Heberson foi estuprado por outros detentos mais de 60 vezes. Como resultado das violências sexuais sofridas, Heberson contraiu AIDS, acabou adquirindo o vício em drogas e teve seu casamento destruído, o que implicou ainda em um afastamento total do crescimento dos filhos. E, não fosse o interesse de uma jornalista, que já o conhecia, em esclarecer o caso, talvez ainda tivesse várias outras tragédias pessoais associadas aos assustadores relatos que faz do longo tempo em que ficou encarcerado no presídio.

 

Sobre Ilana Casoy

 

Ilana Casoy é criminóloga, roteirista e autora dos best-sellers "Arquivos serial killers: Louco ou cruel?", "Arquivos serial killers: Made in Brazil" e "Casos de Família – Arquivos Richthofen e Nardoni", publicados pela DarkSide Books. Escreveu "Bom dia, Verônica" em parceria com Raphael Montes, livro adaptado para a Netflix como série homônima, vencedora do prêmio APCA nas categorias de melhor ator, atriz e dramaturgia. Escreveu roteiros para o cinema, como "A menina que matou os pais", "O menino que matou meus pais" e "A menina que matou os pais – A Confissão". Ilana também é consultora na área de true crime para o sistema criminal e documentários, tais como "Elize Matsunaga: Era uma vez um crime" e "Isabella: O Caso Nardoni".


Ficha técnica
Ilana Casoy - Ideia Original e Host
Yves Dumont - Roteiro
José Paulo Vallone - Diretor Geral
Roberto Rana - Diretor 
Milton Garcia - Diretor de Fotografia
Geórgia Vallone - Produtora Executiva
Alexandre David - Supervisor de Produção
Luis Paulo Beltrão - Produtor
Olésio Nepomuceno - Editor

Produção - JPO Entertainment

Classificação Indicativa: 14 anos

@CanalAE / www.facebook.com/CanalAE  / http://canalaetv.com.br/

History estreia a nova temporada de Grandes Mistérios da História com Laurence Fishburne

Os enigmas das pirâmides do Egito abrem a nova leva de episódios, que explora também o caso da Dália Negra e o ouro perdido da Segunda Guerra Mundial, entre outros mistérios

ESTREIA: 20/4, sábado, 22h10

O History exibe a partir deste sábado, com exclusividade, a nova temporada da produção original Grandes Mistérios da História com Laurence Fishburne (History’s Greatest Mysteries). Apresentada pelo ator que se tornou mais conhecido pelo icônico personagem Morpheus, de Matrix, e indicado ao Oscar de Melhor Ator por Tina – A Verdadeira História de Tina Turner, a série investiga o que há por trás dos maiores e mais famosos mistérios que intrigaram o mundo, revelando informações desconhecidas e desafiando tudo o que pensávamos saber sobre eles.

Cada episódio desvenda um mistério, entre eles, o caso da Dália Negra, os segredos das linhas de Nazca e o ouro perdido da Segunda Guerra Mundial. Novas descobertas, evidências, testes de DNA, documentos e expedições recentes apontam outros caminhos para a solução de mistérios que intrigam a humanidade, alguns deles há séculos.

O episódio de estreia da temporada é As enigmáticas pirâmides do Egito. Impressionantes e misteriosas, as pirâmides egípcias estão entre as maravilhas mais importantes do mundo antigo. Mais de quatro mil anos depois, ninguém ainda entende completamente como elas foram construídas ou por quê. É possível decifrar o verdadeiro propósito dessas maravilhas arquitetônicas?

Classificação Indicativa: livre

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A METADE DE NÓS, Vencedor do Prêmio do Público na 47a Mostra de São Paulo, Estreia nos Cinemas em 30 e Maio

 

Longa propõe um olhar para a vida após a perda de um filho. Confira o cartaz recém divulgado.

“A Metade de Nós”, de Flavio Botelho, já tem data de estreia. O longa, produzido pela Gullane, em coprodução com a Trailer Filmes, Clementina e produção associada do Canal Brasil, tem investimento da Spcine e do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA) e ganhou o Prêmio do Público como melhor filme de ficção brasileiro na 47a Mostra internacional de Cinema de São Paulo. Com distribuição da Pandora Filmes, a obra chega aos cinemas no dia 30 de maio.

Em A METADE DE NÓS, Francisca e Carlos perdem o único filho por suicídio. Enquanto a mãe, assombrada pela culpa, se dedica a desvendar o enigma do suicídio, o pai se aliena na vida do filho morto e se muda para a casa dele. 

O projeto, inspirado numa experiência pessoal do diretor, começou a tomar forma em dezembro de 2014, com o argumento inicial. Depois disso, Flavio Botelho e o outro roteirista, Bruno H Castro, contaram com a colaboração de Daniela Capelato e dos consultores de roteiro Miguel Machalski e Gualberto Ferrari, até chegarem ao oitavo tratamento do texto, ponto no qual começou a ser filmado.

“A minha irmã se suicidou em 2007 e quis falar sobre isso, sobre como lidei com essa perda e sobre quão doloroso foi esse processo. Decidi falar por meio de um casal sexagenário, uma mãe e um pai que representam tantos outros, inclusive os meus, nessa longa caminhada do luto”, conta Botelho. “O tema suicídio precisa ser falado. É uma das principais causas de morte entre os jovens no Brasil. Fizemos uma pesquisa extensa sobre o tema, para mergulhar no universo dos protagonistas”, completa.

Antes do início das filmagens, o ensaio com os atores durou três meses para a construção dos personagens. “Todo esse ensaio, inédito pra mim no cinema, faz uma diferença enorme, chegamos no set de outra forma. A intimidade que se formou entre nós três e a bagagem que trouxemos refletem nas filmagens”, comenta a atriz Denise Weinberg, que vive Francisca. Para o ator Cacá Amaral, que interpreta Carlos, “com esse processo de trabalho que realizamos, com os meses de ensaio, tudo fica mais rico, pois são personagens que foram criados em conjunto”.

“A sensação de chegar no primeiro dia de filmagem com um elenco super afinado, uma equipe extraordinária e um plano de filmagem preciso nos trouxe uma segurança e um sentimento de colaboração maravilhoso. Estamos todos juntos contando essa história”, explica o diretor.

O cartaz do filme, agora divulgado, é um resultado do trabalho dos artistas Wanatta e Robert Frank: "Convidamos esses grandes artistas na criação do cartaz para trazerem uma visão autoral nessa peça que chega ao público antes mesmo que o próprio filme", diz Flavio. 

O longa já ganhou alguns prêmios na temporada de festivais no último ano. Entre eles, cabe destacar também a Menção Honrosa recebida no Festival MixBrasil de Cultura e Diversidade. Os atores Cacá Amaral e Denise Weinberg comentaram ao receber o Prêmio que "o filme é sobre a alma humana, que fala de pessoas comuns, não importando de que gênero elas são; é maior que isso, fala das perdas e danos de uma família, como qualquer outra, que teve um de seus membros decepado pela depressão, pela tristeza de viver, pela intoxicação de ‘tarjas pretas’, por múltiplos motivos, hoje em percentual ascendente, estão fazendo os jovens se suicidarem. Um tema que precisa ser falado sem tabus, sem preconceitos, e que está gritando na nossa frente, pedindo socorro. Não sei o que podemos fazer, mas, como artistas neste país, é uma obrigação falarmos sobre esses temas e outros tão graves que afetam nossa sociedade, a ponto de provocar feridas profundas, e que muitas vezes guardamos, por ‘vergonha’ de mostrar que somos frágeis, vulneráveis e impotentes diante de tanta falta de humanidade, de amor, de empatia, de compreensão, que assola o nosso planeta".

Sinopse

Francisca e Carlos lutam para se adaptar à nova realidade após o suicídio do único filho, Felipe. Mergulhados em fantasias, medos e melancolia, cada um a seu modo vivencia experiências radicais. Carlos se muda para o antigo apartamento de Felipe, alienando-se na vida do filho morto. Já Francisca, assombrada pela culpa, dedica-se a desvendar o enigma do suicídio. 

Prêmios em festivais:

Prêmio do Público de melhor longa-metragem brasileiro na 47º Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, em 2023;

Menção honrosa para o elenco no 31º Festival Mix Brasil, em 2023;

Cacá Amaral foi escolhido como melhor ator no 26° Festival Internacional de Cine de Punta del Este, em 2024. 

Lifetime Movies exibe programação especial de quatro dias em comemoração ao Dia Internacional do Livro

LIVROS, CÂMERA, AÇÃO! apresenta produções inspiradas em sucessos literários a partir do dia 23/4 O Jardim dos Esquecidos ESPECIAL DIA INTER...

Olhar de Cinema Festival Internacional de Curitiba