Chegou aos Cinemas "A Viúva das Sombras"

 



Chegou aos cinemas o excelente terror russo "A Viúva das Sombras".

Baseado em eventos reais, o terror conta a história de um grupo de voluntários que entra em uma densa floresta para resgatar um adolescente desaparecido. 


Nesse mesmo lugar, diversas pessoas sumiram nas últimas três décadas, e apenas alguns corpos foram encontrados, e todos nus. 


Apesar do emprenho da equipe e de uma jornalista em resgatar o garoto e registrar toda a movimentação da floresta com seus equipamentos de última geração, a comunicação com a base fora da mata é interrompida misteriosamente. 


Sem sucesso na busca pelo jovem, eventos sobrenaturais acontecem e a equipe começa acreditar na lenda local que diz existir espíritos sombrios que levam as pessoas.


"A Viúva das Sombras" é uma bela surpresa para o cinema de terror, já que o diretor Ivan Minin consegue conferir um clima de suspense que cresce e se transforma em terror, ao longo da história.


Sem mostrar nada durante bastante tempo, somente dando a intenção da imagem em nossa imaginação, ele consegue criar um filme que prende a atenção e provoca medo.


O filme é bem feito, com ótimas imagens e variadas técnicas de filmagem.

Meu único porém, é a insistência em dublarem o filme para o inglês. Realmente eu não entendo isso.

O original para mim, é sempre melhor.


Tirando isso, "A Viúva das Sombras" é um ótimo filme para quem gosta do gênero.

Recomendo!

 

Documentário DESCARTE estreia na Amazon Prime Video

Incomodado com os efeitos públicos da gestão do lixo, inclusive em sua vida privada, Leonardo Brant apresenta em DESCARTE, seu novo documentário produzido pela Deusdará Filmes, histórias inspiradoras e educativas sobre como se pode dar novos destinos a tudo o que é consumido. O filme, que foi lançado no início de 2021, chega ao Amazon Prime Vídeo a partir de 25 de fevereiro, quinta-feira.

DESCARTE é apresentado a partir do trabalho de sete artistas, designers e artesãos que transformam materiais recicláveis com inovação e sensibilidade. No documentário, enquanto falam sobre seus processos criativos e as relações com os resíduos, os sete personagens aparecem confeccionando seus produtos e objetos. O filme também apresenta depoimentos e entrevistas de 21 especialistas, ativistas e gestores de resíduos, abordando temas, como a relação do lixo com as cidades, habitat, civilização, lixões e catadores.

Rodado durante a quarentena em filmagens presenciais e remotas, e com a utilização de três câmeras diferentes para as conversas por meio de videochamadas, DESCARTE – patrocinado pelo Atacadão, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura – tem como pano de fundo o drama social do lixo no Brasil e traz ao centro da discussão os 10 anos da Política Nacional de Resíduos Sólidos (lei 12.305/10), que organiza a forma com que o Brasil lida com o lixo, exigindo dos setores públicos e privados transparência no gerenciamento de seus resíduos.

Depois dos documentários CTRL-V, sobre as relações de poder e efeitos da indústria audiovisual nas sociedades contemporâneas e Comer o Quê?, sobre a comida e sua relação com a cultura, o meio ambiente, a cidadania e a sociedade, Leonardo Brant mostra, em seu novo filme, as diversas formas de reutilização criativa dos resíduos sólidos, e assim, dá continuidade a ideia de debater a sociedade por meio da cultura e dos hábitos sociais e cotidianos.

Criatividade e inovação

“Atualmente são produzidas 10 bilhões de toneladas de lixo por ano com contaminação do ar, oceanos e aquíferos. Mesmo nesse cenário, não queria que o documentário abordasse o lixo como uma catástrofe inevitável, mas como um problema a ser superado, com ações que estão fazendo a diferença”, conta Leonardo Brant.

Partindo dessa premissa, DESCARTE joga foco no trabalho de sete artistas, designers, artesãos e ativistas, que enxergam no lixo novas oportunidades. A paulistana Maria Aparecida Dias é catadora, artista, presidente da cooperativa Glicério e integra o coletivo Dulcinéia, que realiza pinturas em capas de livros, feitas de papelão. Seus trabalhos já foram expostos em livrarias de Londres, Inglaterra. Enquanto Vandré Nascimento, do Rio de Janeiro, é músico amador e confecciona instrumentos musicais a partir de sucata. Em 2008 fundou a Associação Lata Doida com o objetivo de promover experiências criativas, artísticas, educativas e sustentáveis no Realengo, zona oeste da capital fluminense. 

O artista visual Rodrigo Bueno cria em seu ateliê composições mistas de resíduos da cidade: papel, madeira, plantas e pintura dialogam entre si. Já a estilista autodidata e ativista trans Vicenta Perrotta, de Campinas, interior de São Paulo, se desdobra em diversas atividades, todas carregadas de vivências e mensagens que conscientizam e educam as pessoas sobre a realidade e a cultura trans. 

A arquiteta e urbanista paulistana Léa Gejer aplica as ideias de economia e design circular à arquitetura, planejamento urbano e produtos industriais, e construiu a primeira casa circular da América do Sul. Nascida também em São Paulo, Roberta Pestana criou a Ton Zé Toys, uma oficina criativa de brinquedos produzidos de forma sustentável, fazendo uso apenas de matérias primas de origem natural.

Luis Cesar de Oliveira é paranaense e fundador da Ignis Industrial, que transforma pedaços de maquinários, móveis e objetos antigos, madeiras, metais e plásticos descartados em objetos únicos. 

Lixo e cidades

Segundo dados do SNIS – Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento, do Governo Federal, em 2019 foram coletados 65,11 milhões de toneladas de resíduos no Brasil, sendo que somente 1,6% de resíduos recicláveis secos foram recuperados, o que perfaz um índice de 7,53 kg/hab./ano.  Do total de resíduos produzidos no país 75,1% foram dispostos em aterros sanitários e 24,9% foram dispostos em unidades consideradas inadequadas, como aterros controlados e lixões.

Com narrativa em primeira pessoa – na voz do próprio Leonardo Brant – DESCARTE mescla imagens e entrevistas com animações e ainda apresenta a canção Catadores interpretada por Caê Rolfsen, que assina a composição com Rodrigo Campos. A música inédita tem produção musical e mixagem de Bernardo Goys. “Apesar de algumas informações mais didáticas sobre o lixo, o documentário traz um lado lúdico para pensarmos nossas posições e responsabilidades diante de todo o lixo que produzimos”, explica ele.  

DESCARTE também conta com entrevistas de um time de especialistas, como Ailton Krenak (líder indígena, ambientalista e escritor), Aline Matulja (engenheira sanitarista e ambiental), Ana Borba (fundadora da Lixiki), André Palhano (jornalista e diretor da Virada Sustentável), Elisabeth Grimberg (coordenadora de Resíduos Sólidos do Instituto Pólis e membro da Aliança Global Alternativas à Incineração), Erich Burger e Rafael Henrique (da Recicleiros, que está implementando uma política de resíduos sólidos em Jericoacoara, no Ceará, junto com Sônia Cavalcante, Jessicka Albuquerque e Zé do Lixo), Fabricio Soler (advogado e professor), Fernando Beltrame (presidente da Eccaplan Consultoria e idealizador da Campanha Sou Resíduo Zero), Fernando Rossetti (consultor sênior da Reos Partners), Lívia Humaire (geógrafa, ambientalista e idealizadora do projeto Transições Ecológicas), Luciana Annunziata (escritora, empreendedora de impacto, sócia da Casa Causa), Mariana Moraes (idealizadora do @verdesmarias), Mariana Rico (educadora ambiental e gestora do Instituto Estre), Marcus Nakagawa (professor da Escola Superior de Propaganda e Marketing e idealizador e conselheiro da Abraps), Mundano (artivista do projeto Pimp My Carroça), Patrícia Maria de Jesus (professora da Universidade Federal do ABC) e Tarcísio Paula Pinto (urbanista).  

Debates virtuais e podcast

De acordo com Leonardo Brant o aprendizado gerado durante as filmagens renderá outras ações, como uma temporada do podcast #AOLEO para falar da pesquisa e do processo criativo do filme, um videoclipe com a música original do documentário e sete debates virtuais com convidados. “Com certeza é possível se mobilizar e mudar. Uma reflexão solo pode virar uma reflexão coletiva e auxiliar na mudança de comportamento. A cultura do lixo pode ser transformada”, acredita ele.

O primeiro debate, com o tema lixo, aconteceu dia 28 de janeiro e os próximos acontecerão de 18 de fevereiro a 25 de março, sempre às quintas-feiras, às 20h, nas redes sociais do documentarista e da Deusdará Filmes. A cada quinta um tema diferente será debatido com especialistas e ativistas, e para ir um pouco mais a fundo, Leonardo Brant lança a cada terça-feira, um episódio de podcast, que dialoga com o tema proposto no debate. 

“De uma abordagem conceitual sobre lixo, na primeira semana, vamos a uma discussão sobre a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), na segunda. E vamos explorar, em seguida, temas que surgem na PNRS como a questão dos catadores, dos lixões e da logística reversa. Depois de conhecer melhor a problemática, dedicamos duas semanas para apontar caminhos. Economia Circular é o sexto tema e Lixo Zero o último”, revela Brant.

Sobre Leonardo Brant

Documentarista, autor dos filmes CTRL-V e Comer o Quê?, entre outros, é diretor do programa Idade Mídia do Canal Futura e codiretor da série Utopia Brasil. Autor do livro O Poder da Cultura, tem uma vasta produção literária sobre arte e cultura. Ligado a causas sociais e ambientais, Brant participa ativamente de inúmeros movimentos de arte, cultura e sociedade. É fundador do Instituto Pensarte e idealizador do Projeto Asa, ateliê de arte-cidadania que atendeu mais de cinco mil crianças em todo o país. É diretor associado da Deusdará Filmes. 

Serviço:

DESCARTE

www.descarte.net

Estreia dia 25 de fevereiro (quinta-feira) na Amazon Prime Vídeo.

O documentário já está disponível nas plataformas NET Now e Vivo Play.

Criação e direção de Leonardo Brant | Deusdará Filmes.

Duração: 52 minutos | Recomendação etária: Livre.


“Christabel” chegou aos cinemas

 


Poético. Sensual. Misterioso. Assim pode ser definido “Christabel”, romance dirigido por Alex Levy-Heller (“Jovens Polacas“ e “O Relógio do Meu Avô”), que chega aos cinemas no dia 25 de fevereiro. O filme traz uma atmosfera de mistério em uma narrativa inspirada no clássico poema vampírico homônimo escrito no século XVIII pelo britânico Samuel Taylor Coleridge (1772-1834). Com produção da Alelo Filmes e distribuição da Pipa Pictures, o longa traz no elenco principal os atores Milla Fernandez, Lorena Castanheira e Julio Adrião.

"Preservar o aspecto lúdico e poético da obra no filme foi a minha principal preocupação. O tempo, o ritmo, o tom, a fotografia, foram pensados no intuito de fazer a poesia emergir através das imagens. No poema encontramos temas que, apesar de expostos em 1816 quando foi publicado, ainda hoje soam polêmicos e geram importantes debates. Christabel prova-se incrivelmente atual e merecedor de uma adaptação para o cinema", afirma o diretor.

Nesta livre adaptação da obra de Coleridge, ao invés da Inglaterra do séc XVIII, a história se passa no coração do Brasil atual; o castelo do Barão é agora um lar humilde no Cerrado; O Barão é um pobre trabalhador rural, Seu Leonel (Julio Adrião), que vive com sua filha, a jovem e bela Christabel (Milla Fernandez). A personagem Geraldine (Lorena Castanheira) aparece como uma mulher misteriosa, livre e independente que abala as relações e estruturas pré-estabelecidas que pesam sobre Christabel e seu pai.

A chegada de Geraldine afeta drasticamente a dinâmica da casa numa triangulação de relações onde tanto Christabel quanto seu pai são influenciados por ela. Seu Leonel, o típico homem da roça, acostumado com a dureza e amargura da vida vê em Geraldine uma ameaça a estrutura patriarcal a qual se sente confortável, ao mesmo tempo em que é seduzido pelos encantos da bela mulher. Já Christabel é atraída não somente pela áurea refletida por Geraldine, mas também por suas ideias de liberdade, independência e de uma nova posição da mulher na sociedade. 

Geraldine mexe com os instintos da inocente Christabel, desestabilizando suas convicções e promovendo ruptura das tradições. 

Christabel é convidada a adentrar um mundo a qual ela desconhecia e que acreditava não poder fazer parte. Os sentimentos de paixão e liberdade florescem nos gestos, toques e olhares entre as duas mulheres, experiências jamais vivenciadas por ela. “Christabel” é um filme poético e sensual, que caminha pelo romance gótico e pelo cinema fantástico.

Coleridge não chegou a finalizar sua obra, o poema é inacabado. Coube ao diretor e roteirista do filme criar um final próprio, num exercício de imaginação de como o poeta teria escrito.

"Os anseios da jovem Christabel coadunam aos desejos da misteriosa Geraldine. A relação entre as duas mulheres é a essência do filme. O elemento fantástico apenas torna a obra ainda mais sedutora”, diz Alex Levy-Heller.

SINOPSE

Um novo olhar para o poema vampírico "Christabel" (1816), de Samuel Taylor Coleridge. Filha única de um trabalhador rural, Christabel encontra Geraldine, uma mulher misteriosa, que diz ter sido atacada por homens e precisa de ajuda. Em sua inocência e pureza, Christabel acolhe Geraldine na casa de seu pai. A partir de então, as duas protagonistas se relacionam de maneira que Geraldine passa a ter grande influência sobre Christabel, desestabilizando suas convicções e promovendo ruptura das tradições, mas trazendo um sentimento de paixão e liberdade jamais vivenciados por ela.

Romance, Ficção - Brasil, 2018. 112 minutos.

 

Festivais e Prêmios

XXII Cine PE (Recife, Brasil, 2018) – Melhor Filme (Júri da Crítica)

36° Reeling Chicago (EUA, 2018) – Seleção Oficial

Santo Domingo Outfest (Dominican Rep., 2018) – Seleção Oficial

Omovies (Naples, Italy, 2018) – Seleção Oficial

Serile Filmului LGBT (Cluj, Romania, 2018) – Seleção Oficial

Rio Fantastik (Rio, Brasil, 2018) – Melhor Filme (Júri Popular)

Crash International Fantastic Festival (Goiania, Brasil, 2018) – Seleção Oficial

5° Caruaru Iberoamerican Film Festival (Caruaru, Brasil) – Melhor Fotografia

Festival de Cinema de Petrópolis (Brasil, 2019)

42° Festival Guarnicê de Cinema - Mostra Política (Brasil, 2019)

Mostra MacaBRo (Brasil, 2020)

 

Poema original: Christabel, by Samuel Taylor Coleridge

https://www.poetryfoundation.org/poems/43971/christabel

Site: https://www.christabelmovie.com/

Facebook:  https://www.facebook.com/christabelfilme

 

Ficha técnica:

Elenco: Milla Fernandez, Lorena Castanheira, Julio Adrião, Nill Marcondes, Alexandre Rodrigues e Camila Mollica 

Direção e roteiro: Alex Levy-Heller

Produção: Lorena Castanheira, Marcelo Pedrazzi, Rodolf Mikel, Alexandre Rocha e Alex Levy-Heller 

Direção de Fotografia: Vinicius Berger

Direção de Arte: Deborah Levy Epstein

Mixagem de Áudio: Gabriel Pinheiro 

Produção de Elenco: Vanessa Veiga

Finalização: Afinal Filmes 

Distribuição: Pipa Pictures


‘MÃES DE VERDADE’ ESTREIA NOS CINEMAS BRASILEIROS DIA 11 DE MARÇO

A obra da diretora japonesa mais premiada e importante da atualidade sempre foi marcada por retratar relações familiares e sociais, e em MÃES DE VERDADE, que estreia nos cinemas dia 11 de março, não é diferente. O longa mostra uma história de adoção, e suas consequências, anos depois. O roteiro, assinado pela própria Kawase (Esplendor, Sabor da Vida, O segredo das águas), é baseado num romance de Mizuki Tsujimura, de 2015. O filme é co-escrito por Izumi Takahashi e An Tôn Thât.

“Por conta do destino, uma vida que não era para existir chega à vida de um casal que não podia ter filhos. Essa é uma história sobre criar o próprio destino, como, se, depois da chuva, uma luz radiante purificasse o mundo”, é definição que a diretora dá ao seu filme mais recente. Para contar essa trama, o longa foi filmado em várias locações diferentes no Japão: numa ilha, na floresta, na cidade e num centro histórico. “Fizemos esse filme como se fosse uma lembrança de viagem através das estações do ano e personagens de cada lugar.”

MÃES DE VERDADE foi selecionado para o Festival de Cannes, que, mesmo cancelado, anunciou os filmes que exibiria, dividindo-os em seções. O longa esteve na The Faithful (Os fiéis, em tradução livre), que comporta obras de diretoras e diretores que já tiveram ao menos um trabalho exibido no festival antes. O filme  também foi exibido nos Festivais de San Sebastian, Chicago e Toronto. No Brasil, estreou na 44a Mostra Internacional de Cinema em São Paulo. 

Como na maioria dos filmes da cineasta, as personagens principais são femininas, e aqui duas mulheres têm seus destinos ligados por uma adoção: uma delas se resignou a um futuro sem filhos, por conta da infertilidade do marido, e outra ficou gravida inesperadamente, e ama o filho profundamente, mas não o pode criar. A produtora do longa, Yumiko Takebe, define-o como “sobre as escolhas que essas personagens fazem, que se tornam um segredo bem guardado. E isso me trouxe muitas dúvidas e até sentimentos próximos da raiva [quando li o livro]. Essa história tem uma mensagem importante que fala ao mundo de hoje. Por isso acredito que esse era o momento de fazer o filme.”

Kawase, por sua vez, conta que quando faz um longa, sempre há um momento no qual é a levada às lágrimas. “É quando o elenco habita completamente a vida dos personagens, e expressa emoções que vão para além do roteiro. Percebi que isso é algo precioso e raro. O elenco nesse filme está incrível – os personagens são pessoas completamente reais.”

Ryan Lattanzio, da IndieWire, em sua crítica afirma que “Kawase junta todas as pontas de maneira bela no final.” Já Peter Bradshaw, do jornal inglês The Guardian, escreveu que admira “a estética feminina do filme e a interpretação profundamente comprometida da atriz principal”. 

MÃES DE VERDADE será lançado no Brasil pela Califórnia.  

Sinopse

Kiyokazu Kurihara (Arata Iura) e Satoko (Hiromi Nagasaku) são um casal que, no desejo de ter um filho, adota um bebê. Seis anos depois, enquanto vivem um feliz casamento, eles recebem uma ligação de uma mulher chamada Hikari Katakura (Aju Makita), alegando ser a mãe biológica de Asato (Reo Sato), o filho adotado do casal. Hikari diz querer seu filho de volta, chantageando a família pedindo uma alta quantia de dinheiro.

Ficha Técnica

Direção: Naomi Kawase

Roteiro: Naomi Kawase, co-escrito por Izumi Takahashi e An Tôn Thât, baseado no romance “Asa ga Kuru”, de Mizuki Tsujimura

Produção: Yumiko Takebe

Elenco: Hiromi Nagasaku, Arata Iura, Aju Makita, Miyoko Asada

Gênero: drama

País: Japão

Ano: 2020 

Duração: 140 min

Classificação: 14 anos.


“AMÉRICA ARMADA” INVESTIGA A LUTA CONTRA AS ARMAS NO BRASIL, MÉXICO E COLÔMBIA

De uma favela no Rio de Janeiro, a Medellín na Colômbia, e a Michoacán no México, o documentário brasileiro AMÉRICA ARMADAacompanha o trabalho de três ativistas que tiveram a coragem de enfrentar a violência armada. O longa estreia dia 11 de março no NOW, Vivo Play, Oi Play. e posteriormente será exibido na Globo News em 25 abril. A direção é de Pedro Asbeg (Democracia em Preto e Branco e Geraldinos) e Alice Lanari (uma das produtoras associadas de Democracia em Vertigem).

Raull Santiago é um jovem que nasceu e cresceu no Complexo do Alemão. Membro do Coletivo Papo Reto, munido de seu celular e determinação, transmite em lives as ações e abusos da polícia em sua comunidade. A colombiana Teresita Gaviria perdeu seu filho assassinado há dezoito anos, e, desde então, tornou-se militante do grupo Madres de La Candelária, que promove o encontro entre outras mulheres que estão na mesma situação que ela, com os assassinos presos de seus filhos e filhas. O mexicano Heriberto Paredes é um jornalista que, mesmo ameaçado de morte, acompanha a luta de grupos de autodefesa compostos por indígenas que resolveram pegar em armas para defender seus territórios e suas vidas contra o narcotráfico. 

Na mesma semana em que o presidente brasileiro Jair Bolsonaro altera decretos para ampliar o acesso às armas e munições, o filme AMÉRICA ARMADA ganha uma atualidade impensável em 2017, quando foi filmado. Enquanto filmava, o diretor percebeu que a situação do Brasil “tem uma série de semelhanças com países e povos com quem, infelizmente, troca e aprende muito menos do que poderia e deveria. Em relação ao tema central do filme, acredito que a principal descoberta tenha sido a confirmação de que a violência é um fenômeno regional, que afeta todos os países da América Latina, em particular os três em que filmamos: Brasil, Colômbia e México.”, diz o diretor Pedro Asbeg.

O processo de filmagem, nos três países, exigiu a construção de confiança entre a equipe e esse trio de ativistas. Com equipe mínima e uma câmera que observa sem interferir, o documentário registra o trabalho dessas pessoas em campo. “O AMÉRICA ARMADA nos ajudou a compreender o fenômeno que estamos vivendo no Brasil – de militarização da sociedade civil - como algo que vai bem além do nosso país, e que está intrinsecamente ligado ao que vem ocorrendo em outros países da América Latina nos últimos anos”, explica Lanari. E complementa que a estrutura do longa é como uma rede, onde “as diferenças históricas e culturais de cada país estão presentes, mas os processos sociais são vistos como peças de um mesmo jogo, que se repete em distintos tabuleiros.”.

A gênese do documentário se dá em 2014, quando os diretores buscaram entender quais eram as semelhanças e diferenças entre o que estava acontecendo no México, com o surgimento das autodefensas, e no Brasil, com a expansão das milícias no Rio de Janeiro. Mais tarde, a Colômbia entrou no filme como um matiz à situação dos outros dois países. “Foi assustador perceber que aquilo que estava acontecendo no Brasil durante as filmagens, e que só se aprofundou depois disso, tinha e tem muitas semelhanças com o que já aconteceu - com resultados trágicos - em outros países latino-americanos”, conta Lanari.

A pesquisa começou em 2016, quando os documentaristas e o diretor de fotografia, Pablo Baião, viajaram para os países onde AMÉRICA ARMADA seria filmado. Assim, conheceram não apenas o cenário social, mas também começaram a estabelecer uma relação de confiança com aqueles que viriam se ser seus personagens. Ao longo do ano, mergulharam nos processos em que aquelas pessoas estavam vivendo, para em 2017 voltarem com a equipe completa, e registrarem as atividades desses ativistas durante dois meses. 

“Nosso primeiro dia era dentro da casa do Raull, mas ele ligou e perguntou se estávamos preparados para acompanha-lo com um morador que havia feito uma denuncia gravíssima. Achávamos que estávamos preparados. E foi um susto! Então o primeiro dia de filmagem já foi cravado pelo inesperado, e foi essa abertura ao inesperado que nos guiou. Hoje sabemos que justo por termos nos aprofundado muito na etapa de desenvolvimento do filme, conseguimos nos equilibrar entre uma atitude de nos deixarmos levar, mas sem perdermos o prumo”, recorda a diretora.

AMÉRICA ARMADA dá oportunidade para o espectador olhar muito de perto para determinadas situações e contextos políticos da América Latina, fazendo conexões que em princípio não estão claras, porque não interessa que elas estejam nos holofotes entre os que lucram com a violência. O filme, porém, não tem a presunção de querer mudar o rumo das coisas, mas de jogar luz a um assunto pouco pautado até então, e mudar a forma de compreender o Brasil, e o jogo de forças que está acontecendo literalmente agora.

Para finalizar, Asbeg ressalta a importância do filme num momento como o presente, pois “levanta um debate sobre a livre circulação de armas, sobre os lucros absurdos da indústria bélica e sobre as conexões feitas pela violência em toda a América Latina, em um momento em que vivemos um processo político e social favorável ao porte e uso de arma por civis.” 

O filme teve sua primeira exibição no 51o Festival de Brasília, no qual participou como hors concours, na noite de encerramento, e desde então participou de festivais no México, Cuba, França, Etiópia, entre outros países, e tem colhido críticas positivas. O jornalista Carlos Alberto Mattos aponta que “AMÉRICA ARMADA fornece um instantâneo vívido de três heróis da resistência numa América Latina que parece marcada para morrer.” A Comisión Mexicana de Defensa y Promoción de los Derechos Humanos escreveu em seu site que o documentário “retrata o caminho de três pessoas com lutas que parecem distintas, mas que, no fundo, clamam pelo mesmo: justiça, liberdade, verdade e reparação.”

 

Sinopse

A violência e a desigualdade social unem a América Latina. O documentário América Armada acompanha três pessoas que vivem no Brasil, Colômbia e México e que, ameaçadas de morte, lutam contra a violência alimentada pelo Estado e pela indústria bélica. Três histórias, três países, a mesma opressão.

Ficha Técnica

Direção e Roteiro: Alice Lanari & Pedro Asbeg

Produção Executiva: Carolina Dias & Tereza Alvarez

Fotografia e Câmera: Pablo Baião

Som Direto: Marcel Costa

Edição: Pedro Asbeg, edt.

Edição e Mixagem de Som: Damião Lopes

Correção de Cor: Herbert Marmo

Trilha Sonora Original: Ricardo Cotrim

Identidade Visual: Tiago Peregrino

Ano: 2020

Duração: 78 min

Classificação Indicativa: Não recomendado para menores de 12 anos

 

FESTIVAIS

Estreia Nacional em setembro de 2018 na Sessão Hors Concours de Encerramento do 51º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro.

Estreia Internacional na Seleção Oficial Competitiva “Largometraje Internacional” do 13º DocsMX, Festival Internacional de Cinema Documentário da Cidade do México

IX Festival Internacional Pachamama Cinema de Fronteira

40º Festival Internacional del Nuevo Cine Latinoamericano de La Habana

42º Festival Guarnicê de Cinema - Prêmio de Melhor Filme Júri Popular e Melhor Roteiro

41º Festival International Film de Femmes - Cretéil / France 

23rd Brazilian Film Festival of Miami – EUA

13th Addis International Film Festival – Etiópia

Bajo la piel, 4º Festival Internacional de Cine de Derechos Humanos de Bolívia

Tenemos que ver, Festival Internacional de Cine de Derechos Humanos de Bolívia

8ª Cine FestBrasil de Montevideo

6º Festival de Cine por los derechos humanos - Colombia

Festival de direitos humanos de Barcelona - Espanha

 

Sobre os diretores: 

PEDRO ASBEG

Cineasta formado em Londres pela University of Westminster, trabalha desde 1997 como diretor e editor de documentários para o cinema e a televisão. Entre seus trabalhos de edição, estão os longas “Cidadão Boilesen”, “Vou rifar meu coração” e “Relatos do front”, além de séries para a HBO, ESPN, Multishow e Al Jazeera.

Desde 1997 dirigiu mais de 10 curtas, todos documentários. Em 2011, estreou como diretor de longas-metragens com “Mentiras Sinceras”. Em seguida, lançou “Democracia em Preto e Branco”, “Geraldinos” e “América Armada”. Dirigiu também séries para o GNT, Canal Brasil, Esporte interativo e canais da internet. É diretor do podcast “Encruzilhadas”, com Gabi Moreira e Luiz Antonio Simas.

 

ALICE LANARI 

É mestre em Imagem e Som pela UnB. Seu primeiro longa-metragem, o documentário "América Armada" codirigido com Pedro Asbeg, estreou no 51º Festival de Brasília e desde então circulou em mais de 20 festivais, como o 40º Festival de Havana. 

É produtora associada de "Democracia em Vertigem", dirigido por Petra Costa e indicado pela Academia ao OSCAR de Melhor Documentário em 2020. Seu segundo longa documentário, "Nunca Mais Serei a Mesma", filmado em Honduras, Argentina, Brasil e México, está em fase de pós-produção.


Yudi se transforma no Caçador em vídeo promocional do filme “Monster Hunter”

Desde os primeiros materiais divulgados de “Monster Hunter”, os fãs apontam a semelhança entre Yudi Tamashiro e Tony Jaa, que interpreta o Caçador. Então, a pedido dos fãs, a Sony Pictures e Yudi se uniram para promover o filme que chegou aos cinemas no dia 25 de fevereiro.

No vídeo, Yudi lê os comentários o comparando ao ator e decide se transformar no personagem Caçador.

Sinopse: Paralelo ao nosso mundo, existe outro: um mundo de poderosos e perigoso monstros que controlam seus territórios com ferocidade mortal. Quando a Tenente Artemis (Milla Jovovich) e seu esquadrão de elite são transportados através de um portal que liga os dois mundos, eles vão ser confrontados com a experiência mais chocante de suas vidas. Em sua desesperada tentativa de voltar para casa, a corajosa tenente encontra um caçador misterioso (Tony Jaa), cujas habilidades únicas permitiram com que ele sobrevivesse nessa terra hostil. Enfrentando incansáveis e aterrorizantes ataques dos monstros, os dois guerreiros se unem para lutar contra eles e encontrar um meio de voltarem para casa.

Baseado no fenômeno global dos video-games, MONSTER HUNTER.


Abraccine anuncia vencedores do Prêmio Abraccine 2020

Resgate, cinema de mulheres e pautas urgentes se destacam no Prêmio Abraccine 2020

Sertânia e Retrato de uma Jovem em Chamas foram os longas premiados. Empate inédito marcou a categoria de curta-metragem.

Associação anuncia também os melhores longas e curtas no ano segundo seus integrantes.  

Em um ano atípico, marcado pela pandemia de Covid-19, com o fechamento das salas de exibição e o consequente adiamento de várias estreias, com o incremento dos streamings, o cinema demonstrou sua força e sua capacidade de reinvenção seja em formas de produção ou de distribuição. Em seu resultado, que apresentou filmes lançados em diversas plataformas, o Prêmio Abraccine 2020 é uma demonstração disso.

A diversidade de temas e linguagens também se fez mais presente. O resgate de um gênero, o cinema de mulheres e pautas urgentes foram os destaques do ano. Dirigido pelo veterano Geraldo Sarno, SERTÂNIA, foi o grande vencedor do PRÊMIO ABRACCINE DE MELHOR LONGA-METRAGEM BRASILEIRO. O filme conta a história de Antão em seu delírio de morte e é um retorno ao cangaço e ao sertão que marcaram o cinema brasileiro. 

O francês RETRATO DE UMA JOVEM EM CHAMAS, de Céline Sciamma, sobre o encontro de duas mulheres que descobrem a paixão, recebeu o PRÊMIO ABRACCINE DE MELHOR LONGA-METRAGEM ESTRANGEIRO.

Pela primeira vez, aconteceu um empate triplo no PRÊMIO DE ABRACCINE DE MELHOR CURTA-METRAGEM BRASILEIRO. Os três filmes são: INABITÁVEL, de Enock Carvalho e Matheus Farias, que traz uma abordagem fantástica futurista da temática trans; A MORTE BRANCA DO FEITICEIRO NEGRO, de Rodrigo Ribeiro, resgate experimental sobre a origem e a permanência do racismo; e REPÚBLICA, de Grace Passô, filme político produzido durante a pandemia.

Além dos premiados, a Abraccine - Associação Brasileira de Críticos de Cinema elegeu também o seu TOP 10 de melhores filmes em cada uma das 3 categorias.


LONGA-METRAGEM BRASILEIRO

Vencedor: Sertânia, Geraldo Sarno


Completam o Top 10 em ordem alfabética

Aos Olhos de Ernesto, Ana Luísa Azevedo

Babenco - Alguém Tem que Ouvir o Coração e Dizer: Parou, Bárbara Paz

Emicida: AmarElo - É Tudo Pra Ontem, Fred Ouro Preto

A Febre, Maya Da-Rin

Fim de Festa, Hilton Lacerda

Pacarrete, Allan Deberton

Sol Alegria, Mariah Teixeira e Tavinho Teixeira

Todos os Mortos, Marco Dutra e Caetano Gotardo

Vermelha, Getúlio Ribeiro


LONGA-METRAGEM ESTRANGEIRO ESTRANGEIRO

Vencedor: Retrato de uma Jovem em Chamas, Céline Sciamma


Completam o Top 10 em ordem alfabética

Adoráveis Mulheres, Greta Gerwig

O Caso Richard Jewell, Clint Eastwood

O Farol, Robert Eggers

Hotel às Margens do Rio, Hong Sang-soo

Joias Brutas, Josh e Benny Safdie

Martin Eden, Pietro Marcello

Os Miseráveis, Ladj Ly

Nunca Raramente Às Vezes Sempre, Eliza Hittman

Você Não Estava Aqui, Ken Loach


MELHOR CURTA-METRAGEM BRASILEIRO

Vencedores:

Inabitável (PE), Matheus Farias e Enock Carvalho

A Morte Branca do Feiticeiro Negro (SC), Rodrigo Ribeiro

República (RJ), Grace Passô


Completam o Top 10 em ordem alfabética

O Barco e o Rio (AM), Bernardo Ale Abinader

Cinema Contemporâneo (PE), Felipe André Silva

Construção (RS), Leonardo da Rosa

Entre Nós e o Mundo (SP), Fabio Rodrigo

Extratos (SP), Sinai Sganzerla

O Que Há em Ti (SP), Carlos Adriano

Vaga Carne (RJ), Grace Passô e Ricardo Alves Jr.


“Mundo em Caos”: Paris Filmes divulga novo trailer com cenas de ação e efeitos especiais

“Mundo em Caos” (Chaos Walking), com distribuição da Paris Filmes, tem uma grande campanha de engajamento movimentando as redes sociais. 

Mais uma decisão foi tomada em conjunto com seguidores da distribuidora no Twitter que votaram em uma enquete para decidir o próximo material a ser lançado: trailer ou cartaz.  

Após votação com quase 87% dos votos, a distribuidora divulgou o novo trailer.

No material, cenas de ação dividem espaço com efeitos especiais e explicação da história que gira em torno de um grande mistério desse mundo onde todas as mulheres somem, exceto Viola (Daisy Ridley, a Rey em Star Wars), e todos os homens são afetados por um estranho “Ruído”, uma força que torna seus pensamos audíveis. Todd Hewitt (Tom Holland, o mais recente Peter Parker de Homem Aranha) se vê responsável por proteger Viola, e para isso será necessário descobrir sua força interior e controlar o seu “Ruído”. 

O filme é baseado no romance best-seller Mundo em Caos (The Knife of Never Letting Go) de Patrick Ness e vendido no Brasil pela Editora Intrínseca, e tem direção de Doug Liman, o mesmo de A Identidade Bourne (The Bourne Identity) e No Limite do Amanhã (Edge of Tomorrow). O elenco ainda conta com atuação de Nick Jonas (da banda pop Jonas Brothers) Mads Mikkelsen, David Oyelowo e Demián Bichir.


Mortal Kombat ganha primeiro trailer


A Warner Bros. Pictures divulga nesta quinta (18), o primeiro trailer e o pôster de Mortal Kombat, aguardado longa inspirado na bem-sucedida franquia de videogames que, mais recentemente, teve um dos lançamentos de jogos de maior êxito da história, Mortal Kombat 11.

Dirigido por Simon McQuoid, que realiza sua estreia na direção de longas-metragens, a produção também ganhou 11 pôsteres individuais dos personagens: Cole Young, interpretado por Lewis Tan, Sonya Blade, interpretada por Jessica McNamee, Mileena, interpretada por Sisi Stringer, Kano, vivido por Josh Lawson, Kung Lao, interpretado por Max Huang, Raiden, vivido por Tadanobu Asano, Jackson “Jax” Briggs interpretado por Mehcad Brooks, Liu Kang, na pele de Ludi Lin, Shang Tsung, na pele de Chin Han, Sub-Zero vivido por Joe Taslim e Scorpion, interpretado por Hiroyuki Sanada.


Sobre o filme

A New Line Cinema apresenta Mortal Kombat, uma aventura inédita inspirada na bem-sucedida franquia de videogames que, mais recentemente, teve um dos lançamentos de jogos de maior êxito da história, Mortal Kombat 11. O filme é dirigido pelo premiado diretor comercial australiano Simon McQuoid, que faz sua estreia como diretor de cinema, e produzido por James Wan (filmes do universo “Invocação do Mal”, “Aquaman”), Todd Garner (“No Olho do Tornado”, “Te Peguei!”), McQuoid e E. Bennett Walsh (“MIB: Homens de Preto – Internacional”, “O Espetacular Homem-Aranha 2 - A Ameaça de Electro”). 

Em Mortal Kombat, o lutador de MMA Cole Young, acostumado a apanhar por dinheiro, não faz ideia da herança que carrega – ou por que o Imperador da Exoterra, Shang Tsung, enviou seu melhor guerreiro, Sub-Zero, um criomancer de outro mundo, para exterminar Cole. Temendo pela segurança de sua família, Cole sai em busca de Sonya Blade por recomendação de Jax, um major das Forças Especiais que tem a mesma estranha marca de nascença na forma de dragão que Cole. Logo, ele se encontra no templo do Lorde Raiden, um Deus Ancião e protetor do reino da Terra, que acolhe aqueles que ostentam a marca. Lá, Cole treina com os experientes guerreiros Liu Kang, Kung Lao e o mercenário vigarista Kano, à medida que se prepara para enfrentar, ao lado dos maiores campeões da Terra, inimigos oriundos da Exoterra em uma arriscada batalha pelo universo. Contudo, será que ele treinará o bastante para desbloquear sua arcana — o imenso poder que existe dentro de sua alma – a tempo não só de salvar sua família, mas também de vencer a Exoterra de uma vez por todas?

O elenco internacional diverso reflete a natureza mundial da marca, com talentos do mundo do cinema, televisão e artes marciais, incluindo Lewis Tan (“Deadpool 2”, da série da Netflix “Wu Assassins”), como Cole Young; Jessica McNamee (“Megatubarão”), como Sonya Blade; Josh Lawson (“O Escândalo”), como Kano; Tadanobu Asano (“Midway - Batalha em Alto Mar”), como Lorde Raiden; Mehcad Brooks (da série de TV “Supergirl”), como Jackson “Jax” Briggs; Ludi Lin (“Aquaman”), como Liu Kang; com Chin Han (“Arranha-Céu: Coragem Sem Limite”), como Shang Tsung; Joe Taslim (“Star Trek: Sem Fronteiras”), como Bi-Han e Sub-Zero; e Hiroyuki Sanada (“Arranha-Céu: Coragem Sem Limite”), como Hanzo Hasashi e Scorpion. Também participam Max Huang, como Kung Lao; Sisi Stringer, como Mileena; Matilda Kimber, como Emily Young; e Laura Brent, como Allison Young.

McQuoid dirige o filme a partir de um roteiro escrito por Greg Russo e Dave Callaham (“Mulher-Maravilha 1984”), a partir de uma história criada por Oren Uziel (“Mortal Kombat: Rebirth”) e Russo com base no videogame criado por Ed Boon e John Tobias. Richard Brener, Dave Neustadter, Victoria Palmeri, Michael Clear, Jeremy Stein e Larry Kasanoff foram os produtores executivos.

Para trazer essa propriedade incrivelmente popular às telas, McQuoid contou com uma equipe de cineastas australianos e americanos, incluindo o diretor de fotografia Germain McMicking (“True Detective”, “Top of the Lake: China Girl”), o desenhista de produção Naaman Marshall (“Ameaça Profunda”, “O Criado”), os editores Dan Lebental (“Homem-Aranha: Longe de Casa”) e Scott Gray (“Top of the Lake”, “Daffodils”), o supervisor de efeitos visuais Chris Godfrey (“Até o Último Homem”) e a figurinista Cappi Ireland (“Lion - Uma Jornada Para Casa”, “The Rover - A Caçada”). A música foi criada por Benjamin Wallfisch (“Blade Runner 2049”, filmes “It – A Coisa”).

A New Line Cinema apresenta “Mortal Kombat”, uma produção da Atomic Monster/Broken Road Production. O filme tem previsão de lançamento nos cinemas brasileiros em de 15 abril de 2021 e será distribuído mundialmente pela Warner Bros. Pictures.


“Mundo em Caos”: Paris Filmes divulga novo trailer com cenas de ação e efeitos especiais



O FILME ESTREIA EM 11 DE MARÇO NOS CINEMAS E TEM SESSÕES DE PRÉ-ESTREIA A PARTIR DE 04 DE MARÇO 

“Mundo em Caos” (Chaos Walking), com distribuição da Paris Filmes, tem uma grande campanha de engajamento movimentando as redes sociais. Mais uma decisão foi tomada em conjunto com seguidores da distribuidora no Twitter que votaram em uma enquete para decidir o próximo material a ser lançado: trailer ou cartaz. 

Após votação com quase 87% dos votos, a distribuidora acaba de divulgar o novo trailer (https://youtu.be/Bv2u07yuHEc). No material, cenas de ação dividem espaço com efeitos especiais e explicação da história que gira em torno de um grande mistério desse mundo onde todas as mulheres somem, exceto Viola (Daisy Ridley, a Rey em Star Wars), e todos os homens são afetados por um estranho “Ruído”, uma força que torna seus pensamos audíveis. Todd Hewitt (Tom Holland, o mais recente Peter Parker de Homem Aranha) se vê responsável por proteger Viola, e para isso será necessário descobrir sua força interior e controlar o seu “Ruído”. 

O filme é baseado no romance best-seller Mundo em Caos (The Knife of Never Letting Go) de Patrick Ness e vendido no Brasil pela Editora Intrínseca, e tem direção de Doug Liman, o mesmo de A Identidade Bourne (The Bourne Identity) e No Limite do Amanhã (Edge of Tomorrow). O elenco ainda conta com atuação de Nick Jonas (da banda pop Jonas Brothers) Mads Mikkelsen, David Oyelowo e Demián Bichir.


Love Affair(s) lidera as indicações ao Cesar Awards


Love Affair(s) dirigido por Emmanuel Mouret é sem dúvida um dos grandes filmes de 2020. Selecionado para o Festival de Cannes e exibido no Festival de Veneza, o filme ainda está na prestigiada lista da Cahiers du Cinéma dos dez melhores do ano.

Além disso, Love Affair(s) já começou o ano liderando as indicações ao César Awards (o Oscar francês), onde recebeu 12 indicações nas seguintes categorias: Melhor Filmes, Melhor Diretor, Melhor Roteiro Original, Melhor Atriz – Camélia Jordana, Melhor Ator – Niels Schneidr, Melhor Atriz Coadjuvante – Émilie Dequenne, Melhor Ator Coadjuvante – Vincent Macaigne, Mais promissora Atriz – Julia Pianton, Melhor Som, Melhor Fotografia, Melhor Edição, Melhor Figurino e Melhor Direção de Arte.

Definido pela Indie Wire, como “Cativante!”, Love Affair(s) mostra de maneira inteligente a transformação de conceitos simples da vida, mostrando o casal central (Camélia Jordana e Niels Schneider) como porta de entrada para uma série de histórias interligadas sobre a bagunça do amor. 

Ainda sem data de estreia no Brasil, a Pandora Filmes irá lançar o filme em circuito comercial.

Sinopse: 

Esperando que seu namorado se junte a ela nas férias no campo, Daphne grávida de três meses se une a seu primo, Maxime. Conforme eles passam a se conhecer e compartilhar suas próprias histórias de romance que deram errado, a intimidade compartilhada os aproxima em um bonito caso de amor.

Ficha Técnica:

Love Affair(s) (Les choses qu'on dit, les choses qu'on fait)

Direção e Roteiro: Emmanuel Mouret

Elenco: Camélia Jordana, Niels Schneider e Vincent Macaigne 

País: França

Duração: 122 min

Classificação: a definir

Distribuição: Pandora Filmes

Programação Cinépolis São Paulo - 18 a 24/02

 

[AVISO] Devido a um decreto municipal, informamos que o Cinépolis Boulevard Shopping Bauru está fechado. Assim que tivermos novidades, informaremos. 

ESTREIA:
TOM & JERRY: O FILME


PRÉ-ESTREIA:
MONSTER HUNTER


São Paulo

Cinépolis JK Iguatemi: https://tinyurl.com/ugtv22g
 
Cinépolis Jardim Pamplona Shopping: https://tinyurl.com/qljpgul


Cinépolis Mais Shopping: https://tinyurl.com/w66d3p9

Cinépolis Metrô Itaquera: https://tinyurl.com/qwbt6g6


Região Metropolitana de São Paulo
 
Cinépolis Iguatemi Alphaville: https://tinyurl.com/tr6oolr

Cinépolis Itaquá Garden Shopping: https://tinyurl.com/uba865o

Cinépolis Parque Barueri: https://tinyurl.com/qpkf224


Cinépolis Parque Maia Guarulhos: https://tinyurl.com/wwa3278

Cinépolis Plaza Shopping Carapicuíba: https://tinyurl.com/r5pya6k

Cinépolis São Bernardo Plaza: https://tinyurl.com/s3d3z4p


Interior de São Paulo

Cinépolis Campinas Shopping: https://tinyurl.com/ujxudke

Cinépolis Galleria Shopping - Campinas: https://tinyurl.com/wxxbb62

Cinépolis Iguatemi Esplanada Sorocaba: https://tinyurl.com/wxpwgmv

Cinépolis Jundiaí Shopping: https://tinyurl.com/uznosgj

Cinépolis Marília: https://tinyurl.com/scbtzgc


Cinépolis Iguatemi Ribeirão Preto: https://tinyurl.com/sodb4ug

Cinépolis Santa Úrsula Ribeirão Preto: https://tinyurl.com/yxdehvmn

Cinépolis Iguatemi São José do Rio Preto: https://tinyurl.com/wtyfhn9

Cinépolis Plaza Avenida São José do Rio Preto: https://tinyurl.com/r5emcew

Cinépolis Ourinhos Plaza: https://tinyurl.com/sqeowgz

Cinépolis Jardim Oriente - São José dos Campos: https://tinyurl.com/wumrwql


Exibido nos Festivais de Rotterdam, Rio e Olhar de Cinema, ‘NONA: SE ME MOLHAM, EU OS QUEIMO’ estreia nos cinemas nesta quinta

 


NONA: SE ME MOLHAM, EU OS QUEIMO estreia nesta quinta-feira, dia 18 de fevereiro, nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Curitiba, Porto Alegre e Fortaleza

Sobre o Filme

A história recente do Chile tem sido combustível para o cinema do país, especialmente o jovem. Camila José Donoso traz em seu terceiro longa, NONA: SE ME MOLHAM, EU OS QUEIMO, que estreia nos cinemas do Brasil dia 18 de fevereiro, fatos reais e ficção. A protagonista a avó da diretora, Josefina Ramirez, que fez parte da resistência anti-Pinochet, e se tornou uma especialista na produção de molotovs.

Camila, que também assina o roteiro, combina, então, memórias de Nona e uma narrativa ficcional sobre uma mulher que cometeu um crime passional, e se vê obrigada a deixar Santiago, exilando-se na cidade costeira de Pichilemu, numa casa que comprou na época do governo de Salvador Allende. A protagonista também acaba de realizar uma cirurgia contra catarata o que a deixa ainda mais fragilizada e de mal humor.

Em seu primeiro longa, “Naomi Campbell”, de 2013, Camila acompanhou a trajetória de uma transexual chilena, e o documentário prevaleceu sobre uma ficção discreta. Em NONA: SE ME MOLHAM, EU OS QUEIMO, a diretora radicaliza, e constrói um jogo de cena entre o real, o imaginário e a fantasia, sem se preocupar em deixar claro o que é o que. Tendo como protagonista uma personagem maior que a vida, o que rejeita classificações simplistas, o longa não se intimida em deixa-la brilhar sem impor limites.

“Eu queria que o personagem de Nona tivesse profundidade. Eu queria que o espectador descobrisse Nona como eu a conhecia; uma avó, uma dona de casa extrovertida que ocasionalmente mentia, uma mulher volúvel, e tudo aquilo que estava longe da femme fatale piromaníaca que mais tarde descobri. Eu queria que o espectador pudesse viver na intimidade de Nona, sem julgamento: pois a beleza de Nona também reside na complexidade, na ambivalência de seu caráter”, explica a diretora.

Ao redor dessa nova morada de Nona existe uma floresta que começa a sofrer incêndios inexplicáveis, e dado o passado piromaníaco dessa mulher de 66 anos, ela se torna uma espécie de suspeita, ainda mais que sua casa permanece intacta, ao contrário de outras da região. Mas o filme vai muito além desse suspense, ao fazer um retrato crítico e carinhoso do Chile do presente, no qual a aparente calmaria – tal qual a cidade onde a protagonista se instala – pode esconder a turbulência política que o país sempre enfrenta. 

O longa acrescenta uma nova camada trazendo filmagens caseiras em vídeo, remetendo ao passado, e resgatando a trajetória de Nona. Misturam cenas amadoras captadas em diferentes formatos de vídeo, película, e o digital límpido, que conferem a NONA: SE ME MOLHAM, EU OS QUEIMO uma proposta estética diferenciada e bem-vinda que espelha a figura de sua protagonista, uma mulher fascinante e intrigante na mesma medida.

O elenco de NONA: SE ME MOLHAM, EU OS QUEIMO combina não atores e atrizes com profissionais, como a própria Josefina, atrizes Gigi Reyes, Paula Dinamarca e Nancy Gómez. O Brasil é representado por Eduardo Moscovis, que interpreta Pedro, uma figura misteriosa que ronda Nona. 

Peter Bradshaw, do jornal inglês The Guardian, chamou o longa de “sagaz e subversivo”. Já o Cineuropa, em sua crítica, alega que a diretora fez um filme “que é um retrato carinhoso, engraçado, e ainda assim brutalmente honesto.” O argentino Página 12 ressalta que NONA: SE ME MOLHAM, EU OS QUEIMO “tem êxito em entrecruzar o pessoal e o político de uma maneira muitas vezes notáveis.”

NONA: SE ME MOLHAM, EU OS QUEIMO é produzido por Rocío Romero, do Chile (Mimbre Producciones), por Tatiana Leite, Bubbles Project, produtora entre outros do sucesso “Benzinho”, de Gustavo Pizzi e de “Pendular”, de Julia Murat, Pelo Jeonju Cinema Project (Córeia do Sul) e por Alexa Rivero, da França (Altamar Films). O projeto conta com a TvZero como produtora associada. No Brasil a distribuição do longa é a Vitrine Filmes.  

Sinopse

Aos 66 anos, Nona decide finalmente se vingar de seu ex-amante e comete um atentado que a obriga a fugir para que não seja presa. Depois de finalmente se estabelecer em uma cidade costeira do Chile, um incêndio de grandes proporções obriga seus vizinhos a deixarem suas casas, mas estranhamente sua moradia é a única a não ser afetada.

Ficha Técnica  

NONA: SE ME MOLHAM, EU OS QUEIMO (Nona - Si me mojan yo los quemo)  

Direção e Roteiro:  Camila José Donoso  

Empresas produtoras: Mimbre Producciones, Bubbles Project, Altamar Films   

Produtora Associada: TvZero

Produtoras: Rocío Romero, Tatiana Leite, Alexa Rivero   

Fotografia: Matías Ilanes   

Edição: Karen Akerman   

Direção de Arte: Nicolás Oyarce  

Direção de Som: Sebastián Arjona, Emilio Torres  

Gênero: Documentário/Ficção   

Países: Chile, Brasil, França e Coreia do Sul

Idioma: Espanhol   

Ano: 2018   

Duração: 86 min  

Elenco: Josefina Ramirez, Gigi Reyes, Paula Dinamarca, Eduardo Moscovis, Nancy Gómez   



Siron Franco, um dos Principais Artistas Plásticos da Atualidade, é Tema de Filme que Estreia Simultaneamente no Cinema e no Streaming

Nascido na cidade de Goiás, Siron Franco é, nas palavras da crítica e historiadora de arte inglesa Dawn Ades, um dos mais importantes pintores brasileiros de todos os tempos. O documentário SIRON. TEMPO SOBRE TELA, de André Guerreio Lopes e Rodrigo Campos, estreia no dia 25 de março, simultaneamente nos cinemas e nas plataformas de streaming, Belas Artes A La Carte, Now, Vivo TV, Sky Play e Looke com distribuição da Pandora Filmes e investiga a arte e a vida de Siron com imagens captadas ao longo de duas décadas, combinadas com filmagens caseiras do próprio artista.

O documentário tem sua gênese em 2000, quando os diretores eram estudantes em Londres, onde o goiano estava produzindo telas inspiradas no bairro Soho. “O projeto inicial era registrar esse processo de criação, a convite da produtora Malu Campos e do Roberto Viana. E foi o que eu e Rodrigo fizemos obsessivamente, filmando cada quadro da primeira à última pincelada, os caminhos e desvios do processo criativo”, explica André, que define o filme como “uma tapeçaria do tempo”. 

Ao longo dos anos, os diretores voltaram ao material original, e viram que ali havia um registro único e importante do trabalho de Siron. A ideia foi, além de captar novas imagens no ateliê, em Aparecida de Goiânia, realizar entrevistas com Siron, e o levar a lugares de sua infância registrando esse encontro. “Pouco antes de começarmos a montagem, Siron nos disponibilizou seu acervo de vídeos, material riquíssimo e inédito, cerca de 180 fitas VHS e Super-8 que ele filmou ao longo da vida, trabalhando nos diversos ateliês, fazendo experimentos de videoarte, viajando para a Europa e para o México nos anos 70 etc.”, contra André. 

Esse novo material abriu à dupla novas possibilidades, e transformou a narrativa de SIRON. TEMPO SOBRE TELA, que navega livremente entre os diversos tempos, sem obedecer a uma ordem cronológica. Para construir o filme, os diretores contaram com a montagem de Danilo do Valle. “Ele é um grande montador, parceiro, capaz de uma entrega muito generosa ao processo, e de encontrar e estabelecer associações muito criativas, fluidas, no material disponível. Eu e André estivemos a todo o momento junto dele na ilha, não só por conta do nosso estilo de direção, por adorarmos acompanhar todos os passos da montagem, mas também porque tínhamos dividido a decupagem do acervo entre nós dois, o que fazia nossa presença, com nossas anotações, muito importante na descoberta dos caminhos de uma narrativa que brota do encontro das novas filmagens com esse material de arquivo. Foi um roteiro de fato escrito na ilha, num processo onde a fluência da montagem de Danilo assegurou as trilhas narrativas que íamos abrindo”, explica Rodrigo.

Durante a produção do filme, André e Rodrigo fizeram uma parceria forte, sem que houvesse qualquer espécie de divisão do trabalho. “Paramos para ouvir o outro a cada momento de decisão, deixando que o caminho a ser seguido fosse determinado pelas necessidades enxergadas pela confluência de nossos olhares sobre o filme, o que só o enriqueceu. E conseguimos fazer isso com a agilidade exigida pelo set e pela montagem”, conta Rodrigo. E o colega complementa: “Talvez o único momento em que realmente nos dividimos foi para visionar as fitas VHS do acervo do Siron, cada uma tinha cerca de duas horas, um trabalho hercúleo. Anotávamos tudo, minuto a minuto, dividindo em temas, com observações e comentários pessoais, o que foi fundamental para a construção da montagem”. 

André e Rodrigo sabiam que tinham um grande desafio com SIRON. TEMPO SOBRE TELA: fazer um documentário sobre um artista plástico em atividade e dono de um estilo bem próprio. “Não foi uma preocupação nossa que a estética do trabalho de Siron influenciasse o estilo do filme, apesar de termos estado sempre conscientes de que isso se daria em alguma medida, e naturalmente, ao longo de sua feitura”, explica Rodrigo. 

Para André, “não se filma Siron impunemente”, e, com o filme, confessa que tentaram “dar forma fílmica, da nossa maneira, à mente criadora de Siron, ao fluxo ininterrupto de pensamentos e ideias, as associações pictóricas, os tempos que se embaralham a cada quadro, o eterno fazer e desfazer de imagens até se chegar à obra final.”

Já Rodrigo aponta que um dos objetivos do filme é “tornar os meandros do pensamento, da personalidade e da arte desse grande criador brasileiro disponíveis para o maior número possível de pessoas, o que se torna particularmente importante neste momento atual, em que o desprezo das instituições oficiais e de uma grande parte da elite econômica do Brasil pela arte só não é maior do que seu desprezo pela vida em si mesma.”

Sinopse

“Eu lembro mais das coisas que pintei do que das coisas que vivi”, diz, em certo ponto da abertura do filme, Siron Franco, 71, tido por pensadores como Ferreira Gullar como um dos maiores pintores brasileiros de todos os tempos.  Encadeando pensamentos e memórias em associações inusitadas e reveladoras, a dar foco ao tempo que brota da interação de um arquivo pessoal inédito com novas filmagens, o documentário siron. tempo sobre tela ilumina a personalidade inquieta e a mente criadora do artista, onde fronteiras entre realidade, memória e sonho se dissolvem.

Ficha Técnica

Produção: Pacto Filmes

Direção e roteiro: André Guerreiro Lopes e Rodrigo Campos

Produção Executiva:  Malu Campos 

Montagem: Danilo do Valle 

Assistência de Produção Executiva: Angélica Moura

Direção de Produção: Marcos Moura

Direção de Fotografia: Pablo Nóbrega

Som Direto: Enrico Porro e Gustavo Canzian

Trilha Sonora Original: Gregory Sliva

Finalização de Imagem: Pablo Nóbrega (Dubcolor)

Designer Gráfico: Carla Sarmento 

Gênero: documentário

Ano: 2019

Duração: 91 min.


Janela Internacional de Cinema terá edição especial em março

 





Atividades incluem intervenção urbana e Aulas de Cinema
 

O Janela Internacional de Cinema do Recife fará sua décima terceira edição de 06 a 10 de março de 2021, em formato adaptado ao contexto da pandemia. O festival, que acontece sempre no Recife, no mês de novembro, com sessões nos cinemas São Luiz e da Fundação Joaquim Nabuco, não ocorreu em 2020 devido à pandemia do novo coronavírus. 

Nesta edição, o Janela vai explorar o tema "Eu me lembro", abordando a importância das memórias individuais e coletivas, dos arquivos e da preservação das histórias filmadas. No período, o Janela realizará intervenção urbana e atividades remotas e gratuitas, que incluem Aulas de Cinema e programas especiais de filmes. 

O Janela Internacional de Cinema do Recife tem incentivo da Lei Aldir Blanc, Governo Federal, via edital do Governo de Pernambuco, Fundarpe,  Secult-PE, patrocínio da Prefeitura do Recife, e apoio do Consulado Geral da Alemanha no Recife e Centro Cultural Brasil Alemanha. O festival tem direção artística de Kleber Mendonça Filho e Emilie Lesclaux, coordenação de programação de Luís Fernando Moura, produção de Emilie Lesclaux e Dora Amorim, e produção executiva de Carol Ferreira.

Dos Mesmos Diretores de Intocáveis, “MAIS QUE ESPECIAIS” Estreia dia 25/02

 

DOS MESMOS DIRETORES DE INTOCÁVEIS, “MAIS QUE ESPECIAIS” ESTREIA NOS CINEMAS DO BRASIL DIA 25 DE FEVEREIRO

Filme com Vincent Cassel encerrou o Festival de Cannes 2019, e foi exibido no Festival de Cinema Judaico e no Festival Varilux. 

“MAIS QUE ESPECIAIAS”, de Olivier Nakache, Éric Toledano chega aos cinemas brasileiros no dia 25 de fevereiro, com distribuição da California. O novo filme dos diretores de Intocáveis, foi aclamado no Festival de Cannes, quando encerrou o Festival em 2019 e trás no elenco Vincent Cassel, Reda Kateb e Hélène Vincent. No Brasil ele foi exibido no Festival Varilux de Cinema Francês e foi o filme de abertura do 24o Festival de Cinema Judáico. 

Baseado em uma história real, “MAIS QUE ESPECIAIAS” mostra o trabalho da parceria entre Stéphane Benhamou e de Daoud Tatou, criadores da Le Silence des Justes e da Le Relais IDF respectivamente, associações sem fins lucrativos que cuidam de jovens autistas e jovens de origem menos privilegiada. A grande parceria e entre os dois amigos e sua dedicação mostram uma realidade emocionante e fora dos padrões. Vincent Cassel e Reda Kateb interpretam Bruno e Malik, personagens inspirados em Stéphane e Daoud.  

Sinopse:

A história de dois homens que dedicam suas vidas a crianças e adolescentes com autismo há vinte anos. Sendo os responsáveis por duas organizações sem fins lucrativos, eles têm a função de ensinar a jovens vindos de locais carentes, que foram recusados por outras instituições, a serem cuidadores de casos extremos. A grandes parceria e entre os dois amigos e sua dedicação mostram uma realidade emocionante e fora dos padrões tradicionais. 

MAIS QUE ESPECIAIS

Direção: Olivier Nakache, Éric Toledano

Elenco: Vincent Cassel, Reda Kateb, Hélène Vincent

Gênero: Comédia

País: França

Ano: 2019

Duração: 114 min

CineSesc segue com exibição de O Império de Pierre Cardin até o dia 24 de Fevereiro

 


O documentário biográfico “O Império de Pierre Cardin”, de P. David Ebersole e Todd Hughes, ganha mais uma semana em cartaz no CineSesc. Com participação de Sharon Stone, Naomi Campbell, Kenzo Takada, Alice Cooper, entre outros grandes nomes da moda e do universo das celebridades, o renomado estilista Pierre Cardin é retratado no documentário biográfico “O Império de Pierre Cardin”, que estreia em 11 de fevereiro, no CineSesc. O filme é exibido em sessão única, às 18h, e os ingressos são vendidos exclusivamente pela internet (sescsp.org.br/cinesesc).

 

Moderno e futurista, Pierre Cardin foi o primeiro estilista a licenciar seu nome, foi pioneiro na inclusão da diversidade em seu casting e se tornou ao longo dos anos uma das figuras mais renomadas e atemporais da indústria da moda. No documentário, que traça a trajetória e construção da sua marca, também apresenta quem é esse homem e suas ideias que o tornam atual até os dias de hoje. 

 

“O Império de Pierre Cardin” é exibido até dia 24 de fevereiro, às 18h, no CineSesc, que por conta da crise da COVID-19 tem atuado com limite de 30% de sua capacidade de público, com disponibilidade de aproximadamente 72 lugares. A venda dos ingressos é realizada exclusivamente pela internet.  

 

Serviço

 

O IMPÉRIO DE PIERRE CARDIN

Em cartaz: 11 a 24 de fevereiro

Horário: 18h

Local: CineSesc (Rua Augusta, 2075, Cerqueira César, São Paulo - SP)
Ingressos online em sescsp.org.br/cinesesc  

 

Sobre o filme

Direção: P. David Ebersole, Todd Hughes
EUA, França | 2019 | 97 min | Documentário | 12 anos

Sinopse: Milhões conhecem a logo icônica e a assinatura onipresente, mas poucos conhecem o homem por trás da marca. Quem é Pierre Cardin? Qual a história desse ícone legendário? House of Cardin é uma imersão na mente de um gênio, um documentário cronológico da vida e design de Pierre Cardin. Mr. Cardin deu acesso exclusivo aos arquivos do seu império e concedeu entrevistas nunca antes vistas no fim de sua gloriosa carreira.

 

 

 

Sobre CineSesc 

Um dos cinemas de rua mais queridos da cidade, o CineSesc iniciou seu funcionamento em 21 de setembro de 1979, no número 2075 da rua Augusta, na cidade de São Paulo, e se dedica à missão de fomentar a difusão do cinema de qualidade, exibindo obras que muitas vezes ficam fora do circuito comercial nas salas de cinema e plataformas online. Sua programação inclui grandes e pequenas produções do mundo todo.

 

Além de integrar o corpo de curadores em mostras especiais, o CineSesc também recebe festivais importantes do calendário cinematográfico paulistano, como a Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, Festival Mix Brasil e o Festival Internacional de Curtas Metragens de São Paulo, entre outros. O cuidado com a programação tem reconhecimento do público e da crítica, que o elegeu, por diversas vezes, a melhor sala especial de cinema na cidade de São Paulo.

 

CineSesc na Quarentena

Fechado de março a outubro de 2020, em função da pandemia de covid-19, o CineSesc reabriu suas portas na Rua Augusta 2075, seguindo todos os protocolos de sanitização e segurança recomendados pela Prefeitura e Governo do Estado de São Paulo. A unidade funciona inicialmente em horário reduzido, a lotação máxima é de 30% da capacidade da sala e a oferta de assentos respeitando a distância entre os espectadores. A higienização do ambiente é realizada cuidadosamente antes de depois das exibições. O acesso à unidade é permitido após aferição de temperatura do público. Totens com álcool gel 70% também estão disponíveis e o uso de máscara é obrigatório para entrada e permanência no local.

 

Vale lembrar que a unidade está aberta apenas para a exibição de filmes.

Café, Bar, Central de Atendimento e Bilheteria permanecem fechados.

 

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Cena inédita do filme "Christabel" é divulgada pela Pipa Pictures

 

Longa premiado estreia dia 25 de fevereiro nos cinemas

“Christabel”, romance dirigido por Alex Levy-Heller (“Jovens Polacas“ e “O Relógio do Meu Avô”), tem cena inédita divulgada pela Pipa Pictures. O filme, que estreia dia 25 de fevereiro nos cinemas, é carregado de mistério e mostra o inesperado envolvimento entre as personagens interpretadas pelas atrizes Milla Fernandez e Lorena Castanheira. A narrativa é inspirada no clássico poema vampírico homônimo escrito no século XVIII pelo britânico Samuel Taylor Coleridge (1772-1834). O longa tem produção da Alelo Filmes e distribuição da Pipa Pictures.

ASSISTA À CENA

Nesta livre adaptação da obra de Coleridge, a história se passa em uma lar humilde no Cerrado brasileiro. Seu Leonel (Julio Adrião) vive com sua filha, a jovem Christabel (Milla Fernandez), e Geraldine (Lorena Castanheira) aparece como uma mulher misteriosa, livre e independente, que abala as relações e estruturas pré-estabelecidas que pesam sobre Christabel e seu pai.

A chegada dessa mulher afeta drasticamente a dinâmica da casa numa triangulação de relações onde tanto Christabel quanto seu pai são influenciados por ela. Seu Leonel, o típico homem da roça, acostumado com a dureza e amargura da vida vê em Geraldine uma ameaça a estrutura patriarcal a qual se sente confortável, ao mesmo tempo em que é seduzido pelos encantos da bela mulher. Já Christabel é atraída não somente pela áurea refletida por Geraldine, mas também por suas ideias de liberdade, independência e de uma nova posição da mulher na sociedade.

Geraldine mexe com os instintos da inocente Christabel, desestabilizando suas convicções e promovendo ruptura das tradições.

Christabel é convidada a adentrar um mundo a qual ela desconhecia e que acreditava não poder fazer parte. Os sentimentos de paixão e liberdade florescem nos gestos, toques e olhares entre as duas mulheres, experiências jamais vivenciadas por ela. “Christabel” é um filme poético e sensual, que caminha pelo romance gótico e pelo cinema fantástico.

SINOPSE

Um novo olhar para o poema vampírico "Christabel" (1816), de Samuel Taylor Coleridge. Filha única de um trabalhador rural, Christabel encontra Geraldine, uma mulher misteriosa, que diz ter sido atacada por homens e precisa de ajuda. Em sua inocência e pureza, Christabel acolhe Geraldine na casa de seu pai. A partir de então, as duas protagonistas se relacionam de maneira que Geraldine passa a ter grande influência sobre Christabel, desestabilizando suas convicções e promovendo ruptura das tradições, mas trazendo um sentimento de paixão e liberdade jamais vivenciados por ela.

Romance, Ficção - Brasil, 2018. 112 minutos.

 

Festivais e Prêmios

XXII Cine PE (Recife, Brasil, 2018) – Melhor Filme (Júri da Crítica)

36° Reeling Chicago (EUA, 2018) – Seleção Oficial

Santo Domingo Outfest (Dominican Rep., 2018) – Seleção Oficial

Omovies (Naples, Italy, 2018) – Seleção Oficial

Serile Filmului LGBT (Cluj, Romania, 2018) – Seleção Oficial

Rio Fantastik (Rio, Brasil, 2018) – Melhor Filme (Júri Popular)

Crash International Fantastic Festival (Goiania, Brasil, 2018) – Seleção Oficial

5° Caruaru Iberoamerican Film Festival (Caruaru, Brasil) – Melhor Fotografia

Festival de Cinema de Petrópolis (Brasil, 2019)

42° Festival Guarnicê de Cinema - Mostra Política (Brasil, 2019)

Mostra MacaBRo (Brasil, 2020)

 

Poema original: Christabel, by Samuel Taylor Coleridge

https://www.poetryfoundation.org/poems/43971/christabel

Site: https://www.christabelmovie.com/

Facebook:  https://www.facebook.com/christabelfilme

 

Ficha técnica:

Elenco: Milla Fernandez, Lorena Castanheira, Julio Adrião, Nill Marcondes, Alexandre Rodrigues e Camila Mollica

Direção e roteiro: Alex Levy-Heller

Produção: Lorena Castanheira, Marcelo Pedrazzi, Rodolf Mikel, Alexandre Rocha e Alex Levy-Heller

Direção de Fotografia: Vinicius Berger

Direção de Arte: Deborah Levy Epstein

Mixagem de Áudio: Gabriel Pinheiro

Produção de Elenco: Vanessa Veiga

Finalização: Afinal Filmes

Distribuição: Pipa Pictures

Chegou aos Cinemas "A Viúva das Sombras"

  Chegou aos cinemas o excelente terror russo "A Viúva das Sombras". Baseado em eventos reais, o terror conta a história de um gru...