Ficção Científica ‘CARTÓRIO DAS ALMAS’, Premiada no Festival de Brasília, Estreia Nesta Quinta (29) nos Cinemas

Dirigido por Leo Bello, longa se passa em uma sociedade futurista onde envelhecer virou coisa do passado

CARTÓRIO DAS ALMAS, ficção científica nacional premiada no Festival de Brasília, estreia nesta quinta-feira, 29 de outubro, nos cinemas. Dirigido e roteirizado por Leo Bello, o longa é protagonizado pela atriz Gabriela Correa, que dá vida a Laura, uma “jovem” de 126 anos que começa a trabalhar em um cartório responsável pela burocracia do não envelhecimento da população. CARTÓRIO DAS ALMAS entra em cartaz em 10 cidades: Ananindeua (PA), Arapiraca (AL), Balneário Camboriú (SC), Brasília (DF), Florianópolis (SC), Maceió (AL), Paulista (PE), Porto Alegre (RS), Rio de Janeiro (RJ) e São Paulo (SP).

Gravado na capital do país, o longa se utilizou da arquitetura da cidade, transformando-a em cenário para um futuro distópico. Em entrevista para o Jornal de Brasília, o diretor explica que “a grande dificuldade da ficção científica é ser crível, é fazer o espectador comprar a ideia e entrar naquele universo”. Então, segundo ele, a construção do filme envolveu fortemente o futuro modernista que é evocado naturalmente pela Brasília de Oscar Niemeyer. “Ela carrega uma ideia de futuro que ficou no passado, um futuro que já não cabe mais, mas como já tínhamos esses locais que são cenários futuristas prontos, usamos esses elementos para construir um mundo fantástico”.

Em uma sociedade que descobriu como interromper o envelhecimento, desistir de viver virou uma questão de cartório. É nesse futuro que Laura começa a trabalhar no Cartório das Almas, onde recebe pessoas que decidiram abrir mão da longevidade e registra os motivos de cada escolha. Há, porém, uma regra que torna seu trabalho ainda mais particular: por força de seu próprio contrato, Laura não tem o direito de interromper sua existência. Laura cumpre a rotina sem questionar as decisões que passam por sua mesa, até que a convivência com aqueles que escolheram renunciar à longevidade começa a modificar sua relação com a própria existência.

Celebrado no 56º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, CARTÓRIO DAS ALMAS conquistou o Candango de Melhor Longa-Metragem pelo Júri Popular e ainda recebeu os prêmios de Melhor Direção de Arte, para Maíra Carvalho, e Melhor Edição de Som, para Olivia Hernandez. Com distribuição da PANDORA FILMES, o filme estreia em 29 de outubro nos cinemas.


Sinopse 

Em uma sociedade onde as pessoas pararam de envelhecer, Laura começa a trabalhar no Cartório das Almas, onde descobre que não quer viver para sempre.

Ficha Técnica 

Direção: Leo Bello 

Roteiro: Leo Bello 

Produção: Alisson Machado 

Direção de fotografia: Pedro Maffei 

Direção de arte: Maíra Carvalho 

Elenco: Gabriela Correa (Laura), Wellington Abreu (Marconi), Gabrielle Lopes (Maíra), Deni Moreira (Saulo), Paula Passos (Avó) e Chico Sant’Anna (Avô) 

Produtoras: Machado Filmes e Lumiô Filmes 

Distribuição: Pandora Filmes 

CARTÓRIO DAS ALMAS (Brasil, 2023, 77’)

Sobre o diretor  

Natural de Brasília, Leo Bello é graduado em cinema pela FAAP-SP (Fundação Armando Alves Penteado). Trabalha com cinema, TV e publicidade deste 2001. Dirigiu e escreveu filmes que fizeram carreira em festivais nacionais e internacionais. O longa-metragem mais recente do diretor, Cartório das Almas, tem conquistado prêmios em diferentes categorias de festivais pelo Brasil e pelo mundo, entre eles: Melhor filme Longa-metragem (Júri Popular), Melhor Direção de Arte e Melhor Som Design no 56o Festival de Brasília do Cinema Brasileiro (Brasília, DF, Brasil, 2023). Além do Cartório das Almas, Leo Bello escreveu e dirigiu o longa autoral O Espaço Infinito, lançado no Brasil pela Pandora Filmes. 

Na televisão, atuou na TV Cultura como diretor de programas na filial de Brasília e na TV Justiça. Dirigiu e co-escreveu a série documental A Sustentável Leveza do Ser. A 1a Temporada contou com 13 episódios, cada um deles com duração de 26 minutos. A série foi lançada no Canal Futura e na Globoplay. Co-dirigiu ainda o telefilme Mandioca Frita, que estreou no CineBBB - Tela quente, na Globo, e está disponível também na Globoplay. Na publicidade, dirigiu comercias para o Governo Federal, GDF e Sebrae. Ganhou o prêmio de Mercado Publicitário (colunista Brasília) pela Série viral FBK 2012. Atualmente, é sócio diretor na Lumiô Filmes.

No Halloween, Megapix exibe especial com ‘Shrek Para Sempre’, ‘O Último Caçador de Bruxas’ e ‘Caça às Bruxas’

Filmes vão ao ar no sábado (dia 31), a partir das 19h25

 
Vin Diesel em ‘O Último Caçador de Bruxas’

No sábado (31), quando é comemorado o Dia das Bruxas, o Megapix vai exibir o especial A Bruxa Está Solta!, com três filmes ligados à temática. A partir das 19h25, vão ao ar ‘Shrek Para Sempre’, ‘O Último Caçador de Bruxas’ e ‘Caça às Bruxas’.

Em ‘Shrek Para Sempre’, que abre a programação, o ogro faz um pacto mágico com o vilão Rumpelstiltskin e acaba em uma realidade alternativa. Em meio a perigos, bruxas e criaturas fantásticas, Shrek precisa lutar para voltar à normalidade e recuperar sua família.

‘O Último Caçador de Bruxas’, que vai ao ar às 21h, traz Vin Diesel no papel de Kaulder, um caçador de bruxas amaldiçoado. Na trama, uma terrível ameaça assombra a humanidade e, para derrotá-la, o protagonista terá de se unir à bruxa Chloe (Rose Leslie). 

No encerramento do especial, às 23h, será exibido ‘Caça às Bruxas’, estrelado por Nicolas Cage. Na história, o ator vive Behmen que, junto a seu escudeiro Felton (Ron Perlman), volta para casa depois de lutar por anos nas Cruzadas e recebe a missão de levar uma jovem acusada de bruxaria para um monastério distante.

Especial A Bruxa Está Solta!
Sábado, dia 31, a partir das 19h25.

Shrek Para Sempre (2010)
Sábado, dia 31, às 19h25.
Sinopse: Shrek está desanimado com a vida que leva. Ele faz um acordo com Rumpelstiltskin, mas tudo não passa de um plano secreto. Agora, ele precisa lutar pelo que ama.
Diretor: Mike Mitchell
Vozes de: Mike Myers, Cameron Diaz, Eddie Murphy
Animação | Livre | EUA | 88’

O Último Caçador de Bruxas (2015)
Sábado, dia 31, às 21h.
Sinopse:
Kaulder é um caçador de bruxas amaldiçoado a viver eternamente. Quando surge uma nova ameaça que coloca a humanidade em risco, ele terá que contar com a ajuda da jovem bruxa Chloe para enfrentar o mal.
Diretor: Breck Eisner
Elenco: Vin Diesel, Rose Leslie, Elijah Wood, Michael Caine
Ação | 12 anos | CAN, CHN, EUA | 101’

Caça às Bruxas (2011)
Sábado, dia 31, às 23h.
Sinopse:
Behmen e Felton retornam para sua cidade natal, que está dominada pela peste negra. Lá, eles recebem a missão de escoltar uma jovem acusada de bruxaria, que a igreja acredita ser a causa da peste.
Diretor: Dominic Sena
Elenco: Christopher Lee, Claire Foy, Nicolas Cage, Ron Perlman
Aventura | 14 anos | EUA | 90’

 

Conheça o MEGAPIX
Feito de grandes sucessos, o Megapix é o canal de filmes mais assistido da TV. Possui uma linguagem jovem e o maior e mais recente acervo do pacote básico com filmes de todos os gêneros, campeões de bilheteria, produções do cinema mundial, independente e nacional.

Com Renato Góes, suspense "Macabro" estreia no Canal Brasil na noite de Halloween

Inspirado em um caso real de assassinatos na Serra dos Órgãos, thriller dirigido por Marcos Prado acompanha uma investigação marcada por violência, suspeitas e racismo

Renato Góes integra o elenco de “Macabro”. Fotos: Divulgação

Na noite de Halloween, sábado, dia 31 de outubro, às 22h, o Canal Brasil estreia “Macabro, longa-metragem de ficção inspirado na história dos chamados “Irmãos Necrófilos”, dois jovens acusados de cometer assassinatos na região da Serra dos Órgãos, no Rio de Janeiro, durante a década de 1990. Protagonizado por Renato Góes e dirigido por Marcos Botelho Prado, o filme combina suspense policial e crítica social ao abordar os desdobramentos de uma investigação atravessada por preconceitos e tensões sociais. O elenco conta ainda com Amanda Grimaldi, Guilherme Ferraz, Diego Francisco e Eduardo Tomaz.

A trama acompanha o sargento Teo, que parte em busca dos suspeitos escondidos na Mata Atlântica. Enquanto a população, a imprensa e a própria polícia local tratam os irmãos como culpados, o investigador começa a questionar a responsabilidade de um deles nos crimes. A apuração também revela marcas históricas de discriminação racial na região, colocando em evidência como o racismo pode alimentar outras formas de violência.

“Macabro” foi premiado como Melhor Filme na categoria Dark Matters do Austin Film Festival, nos Estados Unidos, em 2019, e recebeu o prêmio de Melhor Filme pelo Público no Brooklyn Film Festival, em 2020. O longa também integrou a programação do Festival do Rio e da Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, ambos em 2019.

 

Macabro (2019) (97’) - Estreia 

Horário: Sábado, dia 31/10, às 22h

Classificação: 16 anos

Direção: Marcos Botelho Prado

Sinopse: Macabro é um longa-metragem de ficção baseado na história real dos “Irmãos Necrófilos”, dois jovens irmãos que nos anos 90 foram acusados de brutais assassinatos na Serra dos Órgãos. O thriller de suspense segue o sargento Teo em sua busca pelos suspeitos escondidos na Mata Atlântica. Enquanto a população, a imprensa e a polícia local condenam os irmãos, Teo percebe que um deles pode ser inocente e que a sociedade local revela um padrão histórico de abuso racial, tendo o racismo como uma realidade tão violenta quanto os crimes em série.

14º FRAPA começa nesta segunda-feira (2/11)

Maior evento do gênero na América Latina reúne programação com grandes nomes do audiovisual como Cauã Reymond e Rosane Svartman e mostras gratuitas de cinema até sexta (6)​


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                                                    ​Cauã Reymond, criador da série Jogada de Risco — crédito: Globoplay/Divulgação

 

Começa nesta segunda-feira, 2 de novembro, a 14ª edição do FRAPA - Festival de Roteiro Audiovisual de Porto Alegre, na Casa de Cultura Mario Quintana. Pioneiro no Brasil e na América Latina, o festival consolida-se como referência na área, reunindo roteiristas, profissionais e convidados do Brasil e do exterior. Desde 2013, o maior evento do gênero na América Latina coloca o roteiro e o trabalho do roteirista no centro do debate audiovisual.

Além da programação voltada a roteiristas, com atividades que tradicionalmente têm lotação esgotada, o festival promove gratuitamente duas mostras de cinema: uma competitiva, com 11 curtas-metragens, e outra com cinco longas nacionais, com títulos inéditos e obras aclamadas no circuito de festivais, todos selecionados pela excelência de seus roteiros.

Para profissionais da escrita audiovisual, a programação reúne mais de 50 atividades, entre debates, masterclasses, workshops, estudos de caso, rodadas de negócios, laboratórios e outras ações de formação e intercâmbio. As últimas credenciais, que dão acesso a todas às atividades do evento, ainda estão disponíveis no site oficial do festival.

Grandes expoentes do audiovisual

Anualmente, o FRAPA traz à Capital gaúcha nomes de destaque do audiovisual brasileiro, entre talentos já consolidados e em ascensão. Em 2026, a programação contará com a participação de roteiristas, diretores e produtores que estão entre os principais nomes da dramaturgia e do cinema contemporâneos.

Criador, protagonista e um dos diretores do recente sucesso “Jogada de Risco", Cauã Reymond ministrará um estudo de caso da série na quinta-feira, 5 de novembro, às 16h. Junto com ele, participa Lucas Paraizo, um dos roteiristas do programa.

Premiado no 83º Festival de Veneza, "LONDON", novo filme de Victor Di Marco e Márcio Picoli, será o longa inaugural da mostra na segunda, 2 de novembro, às 19h. A seleção de longas inclui também outro drama queer, "Eu Vou Ter Saudades de Você", o representante brasileiro ao Oscar "Feito Pipa", a animação "O Filho da Puta" e "Se Eu Fosse Vivo… Vivia", longa vencedor do Festival de Brasília.

Já a competição de curtas traz filmes de sete estados brasileiros. As premiações são voltadas ao roteiro com troféus como "melhor diálogo", “melhor título" e "melhor final". As exibições de todos os filmes das mostras são acompanhadas por debates com seus respectivos roteiristas.

A novelista e cineasta Rosane Svartman será uma das tutoras do FRAPA[LAB], laboratório de desenvolvimento de projetos do festival, realizado em coprodução com o Projeto Paradiso. Principal autora da faixa das 19h da TV Globo nos últimos anos, Svartman ganhou projeção com sucessos como "Vai na Fé" e "Totalmente Demais”, consolidando-se como uma das principais personalidades da teledramaturgia brasileira. Rosane também ministrará uma masterclass na sexta (6), às 10h.

Também estão entre os nomes confirmados desta edição: Fernando Coimbra, diretor de "Emergência Radioativa"; Elena Soarez, roteirista de "Ângela Diniz: Assassinada e Condenada"; Juliana Rojas, autora de "Cidade; Campo"; Marcelo Caetano, diretor de "Baby"; e Renata Andrade, roteirista de "Encantado’s", entre outros profissionais.

Com uma programação que articula formação, criação, reflexão e mercado, o FRAPA chega à sua edição de 2026 reforçando o papel do roteiro como etapa fundamental da cadeia audiovisual e como espaço de experimentação, desenvolvimento de narrativas e renovação de talentos.

O FRAPA - Festival de Roteiro Audiovisual de Porto Alegre tem direção-geral de Leo Garcia e produção de Mariana Mêmis Müller e sua 14ª edição tem entre seus apoiadores Porto Alegre Film Commission, Amazon Studios, Estúdios Globo e Instituto Serrapilheira.

Serviço

XIV FRAPA - Festival de Roteiro Audiovisual de Porto Alegre

Quando: de 2 a 6 de novembro de 2026

Credenciais à venda | inscrições até 29 de outubro de 2026, ou até esgotarem as vagas - R$ 780,00

Site: https://frapa.art.br

As mostras de curtas e longas têm entrada franca.

 

Mostra de Longas

"Eu Vou Ter Saudades de Você" - roteiro de Alice Marcone e Daniel Ribeiro (SP)

"Feito Pipa" - roteiro de André Araújo (CE)

"LONDON" - roteiro de Victor Di Marco e Márcio Picoli (RS)

"O Filho da Puta" - roteiro de Carla Guimarães (MG)

"Se Eu Fosse Vivo… Vivia" - roteiro de André Novais Oliveira (MG)

 

Mostra de Curtas

"Anba Dlo", roteiro de Luiza Calagian e Rosa Caldeira (MG/SP)

"Banho Maria", roteiro de Gabriel Faccini e Silvana Rodrigues (RS)

"Chica", roteiro de João Victor Silva e Matheus Malburg (SP)

"Como Nasce um Rio", roteiro de Luma Flôres (BA)

"Estátuas também Morrem?", roteiro de Thais Fernandes (RS)

"Kabuki", roteiro de Tiago Minamisawa (SP)

"Marcia Antonelli: das Palavras à Sobrevivência", roteiro de A. Oipasam e Mariellen Kuma (AM)

"Morto Não", roteiro de Alex Reis (SP)

"Os Arcos Dourados de Olinda", roteiro de Arnon Hochman e Douglas Henrique (PE)

"O Véu", roteiro de Gabriel Motta e Jonts Ferreira (RS)

"Pupá", roteiro de Osani e Pupá (RN)

 

Sobre o FRAPA

Considerado o maior do gênero da América Latina, O FRAPA - Festival de Roteiro Audiovisual de Porto Alegre é o principal ponto de encontro de centenas de roteiristas do Brasil e do exterior. Inspirado em festivais do gênero consagrados no exterior, o FRAPA acontece anualmente de maneira ininterrupta desde 2013. Além de apostar na qualificação profissional de roteiristas e dar visibilidade a projetos, o FRAPA é uma rara oportunidade para que criadores se aproximem de canais, produtoras e distribuidoras. A atração já trouxe à capital gaúcha nomes como Kleber Mendonça Filho ("O Agente Secreto"), James V. Hart ("Drácula de Bram Stoker"), Bráulio Mantovani ("Cidade de Deus"), Renata Martins ("Histórias Impossíveis"), Eduardo Melo e Mariana Bardan ("Cangaço Novo"), Murilo Hauser e Heitor Lorega ("Ainda Estou Aqui"), Marjorie Estiano ("Sob Pressão"), Paulo Vieira ("Pablo e Luisão") e Pablo Stoll ("Whisky"), entre outros. Globo, Conspiração, Amazon, NBCUniversal, Netflix, O2 Filmes e Vitrine Filmes foram alguns dos players que já participaram do FRAPA.

Com Rodrigo Santoro e Alan Ritchson, TRÊS HORAS PARA VIVER Estreia nos Cinemas Nesta Quinta (29)

Chega aos cinemas brasileiros nesta quinta-feira (29) o lançamento de ação da Diamond Films, TRÊS HORAS PARA VIVER (“Runner”). Com um elenco encabeçado por Rodrigo Santoro (“O Filho de Mil Homens”), Alan Ritchson (“Reacher”) e Owen Wilson (“Marley & Eu”), o longa conta a história de um entregador de elite contratado para escoltar um órgão até a garotinha que vai recebê-lo. Porém, a caminho do hospital, a jornada se torna uma literal corrida pela vida quando um grupo criminoso tenta roubar a preciosa carga.

Documentário "Lutar, Lutar, Lutar" resgata a história centenária do Atlético Mineiro

Dirigido por Sérgio Borges e Helvécio Marins Jr., filme percorre a trajetória do clube mineiro da fundação, em 1908, às conquistas da Libertadores de 2013 e da Copa do Brasil de 2014

Cenas de “Lutar, Lutar, Lutar”. Fotos: Divulgação 

O Canal Brasil estreia, na quinta-feira, dia 29 de outubro, às 21h, o documentário “Lutar, Lutar, Lutar”, que revisita a história do Clube Atlético Mineiro — desde sua fundação, em 1908, até a conquista da Copa do Brasil de 2014. Com direção de Sérgio Borges e Helvécio Marins Jr., o longa percorre mais de um século de trajetória do time, marcado por desafios, superações e momentos históricos, como a vitória na Copa Libertadores da América de 2013.

O documentário aborda a origem do Atlético Mineiro e o ideal de reunir torcedores de diferentes classes sociais em torno de uma mesma paixão. Ao longo da narrativa, o filme recupera episódios que ajudam a compreender a relação entre o clube e sua torcida, acompanhando uma trajetória atravessada por dificuldades e disputas dentro e fora dos gramados.

“Lutar, Lutar, Lutar” participou de dois grandes festivais internacionais em 2021: o Festival Internacional de Cinema de Roterdã, nos Países Baixos, e o Buenos Aires Festival Internacional de Cine Independiente, na Argentina. A partir do dia 29/10, o documentário também estará disponível no DOC Canal Brasil (Prime Video).

 

Lutar, Lutar, Lutar (2021) (110') – Estreia

Horário: Quinta, dia 29/10, às 21h

Classificação: 12 anos

Direção: Sérgio Borges e Helvécio Marins Jr.

Sinopse: Documentário que conta a história centenária do Clube Atlético Mineiro, desde sua fundação, em 1908, até o título da Copa do Brasil de 2014, passando pela épica conquista da Libertadores de 2013. Um time que nasce da utopia de unir o branco e o preto, o pobre e o  rico, e que resiste ao infortúnio e às injustiças dentro e fora de campo.

Dirigido por Marcos Nepomuceno e Pedro Charbel, “Não Existe Almoço Grátis” está em cartaz no Sesc Digital

Com distribuição da Descoloniza Filmes, documentário sobre Cozinha Solidária do MTST segue em exibição online gratuita até 13 de dezembro 

Já está disponível para acesso gratuito na plataforma Sesc Digital o documentário "Não Existe Almoço Grátis", dirigido por Marcos Nepomuceno e Pedro Charbel. A iniciativa convida o público a refletir sobre o acesso à alimentação digna e a apoiar ações comunitárias pelo país. Os espectadores já podem assistir ao documentário de forma 100% gratuita, de qualquer região do Brasil, diretamente pelo catálogo do Sesc Digital. Assista aqui — é necessário cadastro na plataforma.

“Não Existe Almoço Grátis” reflete sobre os profundos danos que durante a gestão da pandemia de Covid-19 foram acompanhados por outro vírus terrível: a fome. A falta de políticas públicas para enfrentar essa situação levou o Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) a organizar dezenas de Cozinhas Solidárias, distribuindo almoços grátis por todo o país. 

Em Brasília, três mulheres negras, Bizza, Jurailde e Socorro, lideram uma dessas Cozinhas Solidárias, localizada na maior favela do país, Sol Nascente, a apenas 30 km do centro da capital. No contexto da posse de Luiz Inácio Lula da Silva, elas estão encarregadas de cozinhar para as centenas de militantes do movimento que chegarão a Brasília para assistir à cerimônia no dia 1º de janeiro.

As três protagonistas possuem arcos narrativos singulares, apresentados de modo não linear ao longo do filme. Bizza sonha em construir sua casa e abrir seu próprio negócio no lote que conquistou através da luta no MTST. Jurailde, evangélica, vincula sua conexão com a terra à sua ancestralidade indígena e seu passado de trabalho infantil. Socorro, por sua vez, descobre o orgulho de si ao formar sua própria família depois de ter sido abandonada pelo pai na infância.

"Costurando relatos íntimos ao registro vivo e em movimento da força da organização coletiva, o filme é um manifesto contra as máximas neoliberais da meritocracia, do individualismo e do lucro. Sua linguagem visual e sonora marca o contraste da desigualdade social no Distrito Federal, fazendo de Brasília uma personagem símbolo de injustiças a serem superadas. É nesta cidade partida que Socorro, Jurailde e Bizza se conhecem e se tornam coordenadoras de uma das Cozinhas Solidárias do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto, distribuindo almoços grátis diariamente", refletem os diretores Marcos Nepomuceno e Pedro Charbel.

Em meio a ameaças de golpe e crescente violência política, "Não Existe Almoço Grátis" acompanha esta saga de preparação logística e culinária massiva no contexto da posse presidencial mais paradigmática desde a redemocratização. Ao mesmo tempo, o filme traz entrevistas profundas com Bizza, Jurailde e Socorro, cujas vidas têm sido cheias de dificuldades, mas de muita resistência.

A recepção do filme pela crítica especializada destaca justamente a capacidade da obra de contrapor a frieza econômica à força da solidariedade humana. Para Luiz Fernando Zanin Oricchio, do Estadão, o documentário aponta sua câmera para o oposto da visão mercantil da sociedade: "São histórias de vida muito bonitas que nos ajudam a pôr os pés no chão e nos descentram das inquietações da classe média. O bonito é que o próprio cinema nos fornece essa consciência". O crítico Pablo Villaça elegeu como seu preferido na 13ª edição do Olhar de Cinema: “é um filme encantador que fala da importância da luta e de um movimento da educação política das pessoas”, declarou.

Por sua vez, Vincent Sesering, para o Cine Set, aponta como o documentário articula o cotidiano com o contexto histórico do país ao capturar "este momento emblemático da posse do terceiro mandato do governo Lula. Ao mesmo tempo em que apresenta o funcionamento e a importância da organização, a direção enquadra a favela do Sol Nascente aproximando as torres do Congresso Nacional. Um achatamento da imagem para juntar povo e política, trazendo como base de toda a luta a força das trabalhadoras".

O filme traz reflexões sobre a importância da organização coletiva e como laços de afeto e comunidade são essenciais para combater estruturas injustas e desafiar máximas de mérito e lucro individual. Na luta diária por moradia e contra a fome, Bizza, Jurailde e Socorro já antecipam muito do que sonham e provam que o futuro se cozinha hoje e a muitas mãos.

"Há um pacto profundo entre filme e movimento social, do qual emerge a possibilidade de um mergulho na realidade do maior movimento urbano da América Latina e nos laços de afeto e comunidade fundamentais para combater as estruturas injustas de nossa sociedade. Em ano eleitoral, o filme é um lembrete de que a luta deve ser diária", conclui Marcos Nepomuceno e Pedro Charbel.

Antes de sua chegada às salas de cinema, "Não Existe Almoço Grátis" construiu uma sólida e premiada trajetória pelos principais festivais do país. Sua caminhada começou no 27º ForumdocBH, integrando a Mostra Contemporânea Brasileira. Em seguida, na 56ª edição do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, o documentário conquistou o público e a crítica na Mostra Brasília, onde foi consagrado com o prêmio de Melhor Filme pelo Júri Popular e recebeu a Menção Honrosa do Júri Oficial.

O apelo e o reconhecimento do público voltaram a se consagrar na 13ª Mostra Ecofalante de Cinema, onde o longa venceu novamente o prêmio de Melhor Filme pelo Júri Popular. A obra seguiu em exibição pela Mostra Foco do 13º Olhar de Cinema e integrou a Competitiva Nacional do 31º Festival de Cinema de Vitória, no qual recebeu mais uma Menção Honrosa do Júri Oficial. Já no 21ª Mostra do Filme Livre, recebeu o Prêmio Destaque.

 

SINOPSE

Em Sol Nascente, maior favela do Brasil, Socorro, Jurailde e Bizza lideram uma das Cozinhas Solidárias do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), distribuindo almoços de graça diariamente. Para a posse do presidente Lula, estão encarregadas de cozinhar para centenas de pessoas que chegarão a Brasília para assistir à cerimônia no dia 1 de janeiro. Em meio a ameaças de golpe, o documentário acompanha o evento e a organização coletiva, revelando que o futuro se cozinha hoje e a muitas mãos.

 

FICHA TÉCNICA

Com Bizza dos Santos, Jurailde Alves Ferreira e Socorro Rodrigues
Direção: Marcos Nepomuceno e Pedro Charbel

Distribuição: Descoloniza Filmes

Produção Executiva: Marcos Nepomuceno, Pedro Charbel e Evelyne Lessa 

Direção de Fotografia: André Hawk

Colaboração: Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST)

Montagem: Isabelle Araújo e Daniel Garcia 

Roteiro de Montagem: Marcos Nepomuceno e Pedro Charbel

Colorização: Saulo Silva e Claudia Daher

Música Original: Daniel Simitan

Supervisão de Som e Mixagem: Felipy Andrade (A3pS) 

Edição de Ambiências: Rodrigo Andrade

Som e Microfonação: André Ribeiro

Assistente de Edição de Ambiências: Christian S. de Macedo

Design Gráfico: Thiago Rocha Ribeiro

Efeitos Visuais: Brenda Ximenes

Masterização: Gabriel Stefano


FESTIVAIS E PRÊMIOS
27º ForumdocBH — Mostra Contemporânea Brasileira (novembro, 2023); 

56º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro — Mostra Brasília (dezembro, 2023); 

— Melhor Filme pelo Júri Popular 

— Menção Honrosa do Júri Oficial 

13ª Mostra Ecofalante (maio a novembro, 2024); 

— Melhor Filme pelo Júri Popular

13ª Olhar de Cinema — Mostra Foco (junho, 2024) 

31º Festival de Cinema de Vitória — Competitiva Nacional (julho, 2024)

— Menção Honrosa do Júri Oficial 

26º Festival Kinoarte de Cinema (outubro, 2024)

04º Citronela Doc — Festival de Documentários de Ilhabela (novembro, 2024)

10º Festival Internacional de Cinema Socioambiental Planeta.doc (dezembro, 2025)

21ª Mostra do Filme Livre (janeiro, 2025)

— Prêmio Destaque Mostra do Filme Livre

 


MARCOS NEPOMUCENO | Diretor

Marcos Nepomuceno é diretor, produtor e jornalista formado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Seu trabalho investiga a realidade brasileira através do cinema documental, explorando temas como território, memória, identidade, cultura popular, pertencimento comunitário e transformação social. Atuou como primeiro-assistente de direção em produções da TV Globo e do Globoplay, integrando as equipes das novelas "Babilônia" (2015), "Rock Story" (2017) e "Segundo Sol" (2018), além das séries "Desalma" (2020 e 2022) e "Encantados" (2023). Em 2022, fundou a produtora independente Filmes da Terra, dedicada ao desenvolvimento de projetos documentais e narrativas autorais voltadas à diversidade cultural brasileira. Seu primeiro longa-metragem, "Não Existe Almoço Grátis" (2023), codirigido com Pedro Charbel, acompanha lideranças femininas do MTST durante a posse presidencial de Luiz Inácio Lula da Silva. Atualmente, finaliza o longa documental "Um Dedo Acima do Chão", filmado no Cariri cearense durante as eleições presidenciais de 2022, e dirigiu o especial documental "Dominguinho" (TV Globo - 2026), acompanhando a turnê europeia de João Gomes, Mestrinho e Jota.pê. Também dirigiu três temporadas da série "Tributo" (TV Globo - 2024, 2025 e 2026), dedicada a grandes nomes da cultura brasileira. 

 

PEDRO CHARBEL | Diretor

Pedro Charbel possui mestrado em Sociologia e graduação em Relações Internacionais pela Universidade de São Paulo (USP). Com ampla atuação em lutas por direitos humanos e justiça no Brasil e no mundo, "Não Existe Almoço Grátis" (2023) é seu primeiro filme, codirigido com Marcos Nepomuceno. Militante do MTST, coordena o projeto Cinema Sem-Teto, que busca democratizar o acesso ao cinema brasileiro nas periferias. Como produtor, roteirista e diretor, está desenvolvendo o documentário "Rota de Mudança" (prêmio de melhor pitching no FomentaCine 2025 do Cine Brasília) e o curta de ficção "No Mar Também Criamos Raízes", em codireção com Gizele Martins. Em 2023, fundou a produtora Urupê Filmes e, como curador, organizou a Mostra Saúva de Cinema - Transição, Território e Clima, realizada em Belém em 2025. Atualmente, coordena a Aliança Chega de Soja, uma coalizão de movimentos e organizações que tenta frear o avanço da monocultura sobre a Amazônia e o Cerrado. É também militante do PSOL e editor-chefe da Jatobá, a revista socioambiental da Fundação Lauro Campos e Marielle Franco. Anteriormente, atuou como assessor parlamentar na Câmara dos Deputados e como coordenador latino-americano do Comitê Nacional Palestino de BDS.


EVELYNE LESSA | Produtora Executiva
Evelyne Lessa é formada em Direito e atua há mais de 21 anos na área tributária, conciliando sua experiência jurídica com sua atuação na produção cultural e cinematográfica. Idealizou e realizou "Você é o que Lê" (2016-2019), projeto que percorreu mais de 50 cidades no Brasil, além de outros países de língua portuguesa. No teatro, produziu a peça "A Cerimônia do Adeus" (2023), com texto de Mauro Rasi. No audiovisual, é sócia da Pina Filmes, produtora sediada em Salvador (BA). Esteve à frente do curta-metragem "Brecha" (2024) e do documentário de longa-metragem "Não Existe Almoço Grátis", dirigido por Marcos Nepomuceno e Pedro Charbel. Atualmente, produz os longas "Um Dedo Acima do Chão" (2023), documentário dirigido por Joana Antonaccio e Marcos Nepomuceno, e "Ritta Faromi - A Flecha Sobre as Águas" (2025), documentário híbrido dirigido por Joana Antonaccio.


DESCOLONIZA FILMES | Distribuição
A Descoloniza Filmes é uma distribuidora e produtora audiovisual independente sediada em São Paulo, fundada em 2017 por Ibirá Machado. Desde 2018, atua no lançamento e na circulação de filmes autorais brasileiros e do Sul Global, com foco em obras de relevância social, política e cultural. Seu catálogo reúne longas exibidos e premiados em importantes festivais nacionais e internacionais, como Cannes, Berlim, Roterdã, É Tudo Verdade e Festival de Brasília, além de circulação comercial em salas de cinema, plataformas digitais e televisão. Entre os títulos lançados estão "Carta Para Além dos Muros", de André Canto (Top 10 Netflix Brasil); "Aleluia, o Canto Infinito do Tincoã", de Tenille Barbosa; "Para Onde Voam as Feiticeiras", de Eliane Caffé, Carla Caffé e Beto Amaral; "Dorival Caymmi – Um Homem de Afetos", de Daniela Broitman; "Máquina do Desejo", de Lucas Weglinski e Joaquim Castro; "Luz nos Trópicos", de Paula Gaitán; "Incompatível com a Vida", de Eliza Capai; "Thiago & Ísis – Os Biomas do Brasil", de João Amorim; "Neirud", de Fernanda Faya; e "Rejeito", de Pedro de Filippis.

Para 2026, a Descoloniza tem em seu catálogo e calendário de lançamentos as obras "Cheiro de Diesel", de Gizele Martins e Natasha Neri; "Mais Um Dia, Zona Norte", de Allan Ribeiro; "Nós Somos o Amanhã", de Lufe Steffen; "Diamantes", de Daniela Thomas, Sandra Corveloni e Beto Amaral; "Peréio, Eu Te Odeio", de Tasso Dourado e Allan Sieber; e "Clarice Vê Estrelas", de Letícia Pires. A empresa também atua em coproduções e projetos de impacto, articulando distribuição, formação de público e estratégias de circulação em diferentes territórios. 

Programação Cinesystem - 22 a 28 de outubro

ESTREIAS 

Cara-de-Barro [Clayface] (Warner) 1h49 (18*)

A Caixa do Demônio [Lockbox] (Diamond) 1h45 (18)

Zona Zero [Colony] (Paris Filmes) 2h02 (16)

Daniel e A Fornalha Ardente [Daniel And The Fiery Furnace] (Heaven Content) 1h48 (*) 

A Princesa e O Plebeu [Pysna Princezna] (A2 Filmes) 1h24 (L) 

Willow e a Floresta Encantada [Ein Mädchen namens Willow] (Clube Filmes) 1h40 (6) 

O Outro Lado das Redes [Social Reckoning] (Sony) 1h52 (*) 

I Want Your Sex (O2 Play) 1h30 (16*) 

Overman: O Filme (Elo Studios) 1h22 (*) 

Meu Verão Na Sicília [Gioia Mia] (Pandora) 1h30 (*)

Relançamento: Godzilla Minus One (Sato Company) 2h05 (12) 24 e 25/10

Relançamento: Purgatório - Segredos Revelados [Czysciec] (Kolbe Arte) 1h31 (14) 26 e 27/10 

Show: BTS World Tour 'Arirang' in Buenos Aires: Live Viewing (Trafalgar) 3h15 (12) 24 e 25/10

Show: Ozzy And Black Sabbath: Back To The Beginning (Trafalgar) 2h27 (*) 28/10 


CIRCUITO BELAS ARTES

Meu Verão Na Sicília [Gioia Mia] (Pandora) 1h30 (*) BSB

I Want Your Sex (O2 Play) 1h30 (16*) MCZ


Sobre a Cinesystem

Jovem, ousada e inovadora, a Rede Cinesystem Cinemas é a quinta maior exibidora do país. Com 28 multiplex e 190 salas, em 11 estados brasileiros, vem liderando movimentos estratégicos no mercado, como a inauguração do primeiro cinema 100% digital no país e as primeiras salas com sistema de som Dolby Atmos. Trouxe também ao Brasil o conceito de autosserviço e o primeiro multiplex com 100% de projeção a laser. Cine Atelier, Cine Azul, CinePets e o programa de fidelidade ‘Clube da Pipoca’ são projetos que levam sua assinatura, geram benefícios e experiências ‘além do filme’. Em 2024, chegou ao Distrito Federal e consolidou sua presença em São Paulo e Rio de Janeiro, ampliando ainda mais seu compromisso com a democratização da cultura e do cinema nacional.

Mais informações: https://www.cinesystem.com.br

‘Invencíveis’ mostra o legado da escola Tia Ciata e revela projeto pedagógico que transformou vida de crianças de rua no Rio

Filme mostra reencontro entre ex-alunos e educadores (Crédito: Divulgação/Curta!)

No palco do maior espetáculo da Terra, um projeto pedagógico transformou a vida de centenas de alunos e educadores, que diariamente frequentaram a Escola Tia Ciata. A história da unidade pública de ensino que funcionava nas estruturas do Sambódromo, no Rio de Janeiro, é resgatada no documentário inédito “Invencíveis”, que estreia com exclusividade no Curta!. 

Com direção de Vitor Leite e Clarice Saliby, a produção é da RioFilme, Synapse e TvZero, viabilizada pelo Curta! através do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA). O documentário é baseado no livro "A magia dos invencíveis", de Lígia Costa Leite, e integrou a seleção do Festival do Rio em 25. O filme apresenta imagens de arquivo, entrevistas recuperadas e depoimentos inéditos de estudantes e professores. 

“São meninos de rua analfabetos, que estão repetindo a primeira série até seis vezes e que não conseguem alfabetizar. Denominamos eles de invencíveis porque eles não conseguiram ser dominados pelo sistema, que não conseguiu torná-los em apenas uma fonte de riqueza”, explica Lígia, uma das fundadoras do projeto e coordenadora da escola, em entrevista de arquivo. 

Idealizada por Darcy Ribeiro e Leonel Brizola na esteira da redemocratização, a escola, que tinha o nome da ícone do samba e da cultura negra carioca, funcionou por apenas cinco anos. Contudo, como mostra o filme, se tornou referência por romper com modelos tradicionais ao utilizar novas ferramentas pedagógicas e mecanismos de ensino e avaliação, e oferecer atividades profissionalizantes. 

“Nosso método era olhar para esses alunos e ver que eram pessoas com histórias, com uma série de demandas e que aprenderam muita coisa na rua. Eles mostraram que nossos paradigmas estavam errados, sabiam se organizar e tinham potencialidades, mas não oportunidades”, conta a coordenadora Martha Abreu.

O filme acompanha o esforço das educadoras para fazer o projeto funcionar, recorda os desafios e preconceitos, os problemas disciplinares e a escassez de materiais, e revela o impacto do ensino humano e acolhedor para as crianças que foram renegadas em outras unidades públicas de educação. O reencontro entre personagens que protagonizaram a iniciativa mostra o sucesso da Tia Ciata. 

“Fiquei anos envolvido com o tráfico. Então quando chegamos na Tia Ciata a visão começou a mudar devido à essas professoras, que mostraram que o mundo não era só esse que a gente via. Ele era mais amplo, que tinha algo lá fora especial ", exalta o ex-aluno Maurício de Oliveira Santos. 

“Invencíveis” é uma produção da RioFilme, Synapse e TvZero viabilizada pelo Curta! através do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA). Pode ser visto no CurtaOn – Clube de Documentários, disponível no Prime Video Channels, da Amazon, na Claro tv+ e no site oficial (CurtaOn.com.br) a partir de novembro. A estreia no Curta! é no dia temático Sextas de História & Sociedade, 23 de outubro, às 22h.

 

Terças das Artes – 20/10

22h – “Andy Warhol: Uma Vida na Arte” (Documentário)

Andy Warhol encontrou o sublime no cotidiano e elevou a cultura popular ao status de arte, tornando-se como um dos maiores ícones da história da arte mundial. Cercado pela elite nova-iorquina, sua obra criticava e celebrava a sociedade americana. Warhol não se limitou a registrar a modernidade, ele a transformou, rompendo barreiras sobre quem pode criar e quem deve consumir arte. Direção: Finlay Bald Duração: 46 min Classificação: A 12 anos Horários alternativos: quarta-feira, dia 21, às 02h e às 16h; quinta-feira, dia 22, às 10h; sábado, dia 24, às 15h; domingo, dia 25, às 21h
 

Quartas de Cena e Cinema - 21/10

20h - “Homo Brasilis” (Série) Episódio: Deborah Colker - EXCLUSIVO

Este episódio de Homo Brasilis convida a coreógrafa Deborah Colker, além de amigos e parceiros de trabalho, a revisitar sua trajetória artística. Juntos, eles ajudam o público a entender como o processo criativo único de Deborah contribuiu para popularizar a dança contemporânea no Brasil e a levar essa linguagem a novos públicos. Direção: Bianca Lenti, Guilherme Fernandez Duração: 26 min Classificação: A 10 anos Horários alternativos: quinta-feira, dia 22, às 00h e às 14h; sexta-feira, dia 23, às 08h; sábado, dia 24, às 12h; domingo, dia 25, às 18h
 

Quinta do Pensamento – 22/10

22h – “Ziraldo – Era Uma Vez Um Menino” (Documentário)

O filme retraça a trajetória e a obra de Ziraldo, por meio de depoimentos e entrevistas concedidos por ele ao longo de mais de quarenta anos, e de sua vasta produção artística. Uma história onde vida e arte estão entrelaçadas, contada por sua própria voz e emoção. No documentário ele faz reflexões sobre seu processo de criação, seus personagens, família, política e seu país. Direção: Fabrizia Pinto. Duração: 100 min Classificação: A Livre Horários alternativos: sexta-feira, dia 13, às 02h e às 16h; sábado, dia 24, às 20h; domingo, dia 25, às 14h; segunda-feira, dia 26, às 10h
 

Sextas de História & Sociedade - 23/10

22h – “Invencíveis” (Documentário) - INÉDITO E EXCLUSIVO

A história da Escola Municipal Tia Ciata, que nos anos 80, no Rio de Janeiro, transformou o destino de crianças e jovens marginalizados com seus métodos inovadores. Após cinco anos, essa experiência foi abruptamente encerrada. Perdeu-se a oportunidade de reescrever o futuro da sociedade que os rejeita. Quem ganha com o fim dessa revolução silenciosa? Direção: Clarice Saliby e Vitor Leite Duração: 95min Classificação: A 10 anos Horários Alternativos: sábado, dia 21, às 02h e às 16h; domingo, dia 25, às 22h; segunda-feira, dia 26, às 16h; terça-feira, dia 27, às 10h
 

Sábado - 24/10

23h - “O Reino de Walt Disney" (Série) Ep. Reinventando o Entretenimento

O episódio examina os riscos criativos e as inovações tecnológicas de Walt Disney nas décadas de 1940 e 1950, o que inclui até documentários sobre natureza. Acima de tudo, detalha o surgimento da ideia que daria vida ao mais ousado de seus projetos: a Disneylândia. Direção: Sarah Colt Duração: 60 min Classificação: A 10 anos 


Domingo - 25/10

18h35 - “Caixa Postal” (Série) Ep.: Mangue Bangue - Neville d’Almeida e Hélio Oiticica

1970, auge da ditadura militar no Brasil. Artistas expulsos de um país que também vivia uma ebulição criativa. Para Hélio Oiticica, marginalidade e violência eram bases fundamentais para o artista latino-americano. É com Neville d’Almeida que surge a proposta de Mangue Bangue, filme dado como perdido até 2006, quando sua única cópia foi descoberta intacta no acervo do MoMA. Direção: Hilton Lacerda e Letícia Simões Duração: 26 min Classificação: A 10 anos 

Inédito no pacote básico da TV, ‘Jogos Mortais X’ estreia na Sessão Megapix

Terror vai ao ar no canal no domingo (dia 25), às 21h


‘Jogos Mortais X’

Inédito no pacote básico da TV, o terror ‘Jogos Mortais X’ estreia na Sessão Megapix de domingo (dia 25), às 21h. Na trama, John Kramer (Tobin Bell), o famoso Jigsaw, em uma fase vulnerável, doente e em busca de uma cura para o seu câncer, embarca em uma viagem para o México com o intuito de fazer um tratamento experimental que promete resultados milagrosos. Ao descobrir que foi vítima de um golpe, ele retoma seu instinto assassino e arma um novo jogo mortal para punir aqueles que se aproveitaram da sua esperança. Com armadilhas e tensão constantes, o longa marca o retorno às origens da franquia, explorando a mente complexa de Jigsaw e o limite entre justiça e vingança. 

Sessão Megapix
Domingo, dia 25, às 21h.

Jogos Mortais X (2023)
Domingo, dia 25, às 21h.
Sinopse:
John Kramer viaja ao México em busca de cura, mas descobre um golpe e faz justiça com seus próprios jogos mortais. O terror volta às origens.
Diretor: Kevin Greutert
Elenco: Tobin Bell, Shawnee Smith, Synnøve Macody Lund
Terror | 18 anos | EUA | 116’

Conheça o MEGAPIX
Feito de grandes sucessos, o Megapix é o canal de filmes mais assistido da TV. Possui uma linguagem jovem e o maior e mais recente acervo do pacote básico com filmes de todos os gêneros, campeões de bilheteria, produções do cinema mundial, independente e nacional.

São Paulo é cenário de terror vampiresco em "Love Kills"

Exibido no Festival de Cannes, o longa é baseado na obra homônima de Danilo Beyruth e estreia no Canal Brasil na madrugada de sábado, dia 24, à meia-noite

Cenas de “Love Kills”. Fotos: Divulgação 

Vampiros invadem a programação do Cine Desejo desta semana em "Love Kills”, um romance de suspense e terror baseado na obra homônima de Danilo Beyruth e dirigido por Luiza Shelling Tubaldini. O longa conta a história de Helena, uma jovem vampira, e Marcos, um garçom ingênuo de um café no centro de São Paulo, uma cidade que esconde mais segredos do que qualquer pessoa poderia imaginar. Depois de ser exibido ao redor do mundo, o filme estreia no Canal Brasil, na madrugada de sexta para sábado, dia 24, à meia-noite. 

Envolvidos em um romance improvável, Helena precisa controlar sua sede de sangue, enquanto Marcos é arrastado para conflitos que colocam a sua própria mortalidade à prova. Através da relação dos dois protagonistas, o perigoso submundo sobrenatural de intrigas e disputas vampirescas se mistura à realidade de uma cidade em decadência, permeada por sujeira e marginalidade. 

Em 2024, “Love Kills” recebeu o prêmio “La Mayor Cine”, no Festival Ventana Sur, na Argentina. Em 2025, o longa foi exibido no Festival do Rio, ganhando o prêmio de Melhor Som; na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo; no Festival de Sitges (Festival Internacional de Cinema Fantástico da Catalunha), na Espanha; além do Pavilion/Blood Window, no Festival de Cannes, na França.  

 

Love Kills (2025) (97’) - Estreia - Cine Desejo 

Horário: Sábado, dia 24/10, à 00h (madrugada de sexta para sábado)

Classificação: 16 anos

Direção: Luiza Shelling Tubaldini

Sinopse: No centro de São Paulo, devastado pelo crack, uma jovem vampira, Helena, assombra um café sujo, cativando um garçom ingênuo. À medida que ele descobre os segredos dela e o submundo da cidade, é atraído para um mundo perigoso de intrigas imortais, desafiando sua mortalidade.

MUBI e Imovision divulgam cena inédita de A Terra do Meu Pai, novo filme de Pawel Pawlikowski

Vencedor do prêmio de Melhor Direção no Festival de Cannes 2026, longa estrelado por Sandra Hüller e Hanns Zischler estreia nos cinemas brasileiros em 29 de outubro

Sandra Hüller e Hanns Zischler

NOS CINEMAS EM 29 DE OUTUBRO

ASSISTA À CENA INÉDITA AQUI

 A MUBI, distribuidora global, plataforma de streaming e produtora de filmes, e a Imovision, distribuidora brasileira referência em cinema independente, divulgam uma cena inédita de A Terra do Meu Pai (Fatherland), novo filme de Paweł Pawlikowski, vencedor do prêmio de Melhor Direção no Festival de Cannes 2026. Estrelado por Sandra Hüller (Zona de Interesse, Anatomia de uma Queda) e Hanns Zischler (Munique, Alemanha Ano 90 Nove Zero, No Decurso do Tempo), o longa chega aos cinemas brasileiros em 29 de outubro. Além de sua estreia mundial na Competição Oficial de Cannes, a produção integrou a programação dos festivais de Telluride, Nova York e Londres (BFI) e foi escolhida pela Polônia para representar o país na disputa por uma indicação ao Oscar® de Melhor Filme Internacional.

Escrito por Pawlikowski e Henk Handloegten, o filme conta ainda com August Diehl (Uma Vida Oculta, Bastardos Inglórios), Devid Striesow (Nada de Novo no Front) e Anna Madeley (Patrick Melrose, Todas as Criaturas Grandes e Pequenas) no elenco.

A Terra do Meu Pai é centrado na relação entre o escritor vencedor do Prêmio Nobel, Thomas Mann (Hanns Zischler), e sua filha Erika (Sandra Hüller), atriz, escritora e piloto de rali. No verão de 1949, em plena Guerra Fria, pai e filha embarcam em uma desafiadora e emocionante viagem de carro em um Buick preto, atravessando uma Alemanha em ruínas, de Frankfurt, sob domínio americano, a Weimar, controlada pelos soviéticos.

De volta ao seu país natal após 16 anos de exílio nos Estados Unidos, Thomas Mann precisa enfrentar não apenas uma pátria dividida, mas também uma profunda ruptura dentro de sua própria família.

Com A Terra do Meu Pai, Pawlikowski dá continuidade ao caminho iniciado com seus premiados Ida e Guerra Fria, explorando, em seu estilo sofisticado e preciso, os temas da identidade, da família, do amor e da culpa em meio à turbulência e à confusão da Europa do pós-guerra.

 

A Terra Do Meu Pai
Nos cinemas em 29 de outubro
Um lançamento MUBI e Imovision
mubi.com 

Ficção Científica ‘CARTÓRIO DAS ALMAS’, Premiada no Festival de Brasília, Estreia Nesta Quinta (29) nos Cinemas

Dirigido por Leo Bello, longa se passa em uma sociedade futurista onde envelhecer virou coisa do passado CARTÓRIO DAS ALMAS, ficção científi...