Finalizando as Filmagens de ‘UM RIO DE JANEIRO’, Digão Ribeiro Destaca a Importância da Representatividade no Cinema Nacional Neste Dia da Consciência Negra

Nascido e criado na Cidade de Deus, no Rio de Janeiro, o ator Digão Ribeiro acaba de finalizar a filmagem de ‘Um Rio de Janeiro’, dirigido por Angelo Defanti, responsável pelo premiado O Clube dos Anjos, e produzido pela Sobretudo Produção, no qual protagoniza, ao interpretar o personagem Gabriel. A obra é baseada no romance Vento Sudoeste, de Luiz Alfredo Garcia-Roza.

As gravações ocorreram entre Copacabana e Bangu, mesmos cenários que moldam a trajetória do protagonista vivido por Digão. O elenco, que reúne nomes como Humberto Carrão, Regina Casé, Drica Moraes, Enrique Diaz e Pedro Ottoni, compõe um retrato múltiplo e afetivo do Rio contemporâneo.

Refletindo sobre sua caminhada profissional neste Dia da Consciência Negra, 20 de novembro, Digão Ribeiro fala sobre os desafios e a potência da representatividade no audiovisual brasileiro, destacando seu papel na produção: “Fazer parte do novo longa do Defanti com a Sobretudo foi um presente para mim, enquanto fazedor e entusiasta do cinema nacional. Dar vida ao Gabriel, meu primeiro protagonista, automaticamente me concede o título de “Menino do Rio”. Me permiti olhar para isso de forma poética, com a consciência de tudo que precisei lutar para manter vivo o sonho de fazer cinema com histórias que fizessem sentido para mim, e para os meus. Para quem vem do mesmo lugar que eu.”

Ele também relembra momentos marcantes de sua trajetória: “É fruto de uma construção de carreira pensada com responsabilidade, mesmo em meio a todos os percalços. Conseguir se manter no mercado audiovisual e protagonizar um filme chamado “Um Rio de Janeiro” representa uma vitória profunda. Uma história com camadas e possibilidades de fazer o que mais amo: contar boas histórias!”, comenta Digão.

A força dessa conquista se sintetiza em sua última declaração:

“Cria da Cidade de Deus. Negro retinto. Não-binarie. Continuo sonhando e sigo realizando.”


SINOPSE “UM RIO DE JANEIRO”

Gabriel (Digão Ribeiro tenta se entregar à polícia. Há um dado curioso, porém: nenhum crime lhe cabe. Ao menos, ainda. Um vidente previu que mataria alguém em seis meses. Atormentado pelo presságio e sem saber quem, como ou por quê, ele se vê a cinco dias do prazo da profecia.

O DIRETOR

Angelo Defanti nasceu em Niterói e é diretor e roteirista. Dirigiu e escreveu seis curtas-metragens, entre ficção, documentário e animação, exibidos e premiados em festivais nacionais e estrangeiros — a exemplo do recente Eu Sou um Pastor Alemão, exibido na edição de 2025 do Festival de Clermont-Ferrand.

Em 2014, dirigiu o documentário Meia Hora e as Manchetes que Viram Manchete, sobre o tabloide carioca, exibido no Festival do Rio, e, em 2025, o longa documental Verissimo, apresentado no É Tudo Verdade.

Na televisão, dirigiu a série da HBO HQ – Edição Especial, em dez episódios de 60 minutos, e foi roteirista da série de true-crime O Caso Evandro, adaptada do podcast homônimo de Ivan Mizanzuk e indicada ao Emmy Internacional.

Em 2025, estreou na Netflix a série documental Congonhas – Tragédia Anunciada, na qual atuou como criador, diretor dos três episódios e chefe de sala de roteiro. Em sua semana de estreia, a produção alcançou o Top 1 no Brasil e o Top 4 no mundo, sendo assistida por mais de 4 milhões de pessoas.

Em 2022, lançou seu primeiro longa-metragem de ficção, O Clube dos Anjos, adaptação do romance de Luis Fernando Verissimo. O filme é uma coprodução oficial Brasil–Portugal, com a Ukbar Filmes, lançado nos cinemas brasileiros pela Vitrine Filmes e em Portugal pela Zero em Comportamento. Um Rio de Janeiro é seu segundo longa de ficção, uma produção entre a Sobretudo Produção (Brasil) e a Oportuna Films (Uruguai).

O AUTOR

Um Rio de Janeiro é uma adaptação de Vento Sudoeste, romance policial do escritor e psicanalista carioca Luiz Alfredo Garcia-Roza, conhecido por sua série de livros protagonizados pelo delegado Espinosa. 

Autor de referência na literatura policial brasileira, Garcia-Roza, falecido em 2020, construiu um universo em que a cidade do Rio de Janeiro funciona como personagem e cenário. 

Entre suas obras mais conhecidas estão Achados e Perdidos, Berenice Procura e O Silêncio da Chuva, todas adaptadas para o cinema. Escrito em 1999, Vento Sudoeste foi seu terceiro romance.

ELENCO

Digão Ribeiro

Humberto Carrão

Regina Casé

Drica Moraes

Enrique Diaz

Pedro Ottoni

Márcio Vito

Ingrid Gaigher

Augusto Madeira

Ângelo Antonio

Alan Rocha

Orã Figueiredo

Kelzy Ecard

Bruna Trindade

Roney Vilella

Florencia Santangelo

Alejandro Claveaux

Rejane Faria

Arlindo Lopes

Phellipe Azevedo

Samuel Toledo

André Marinho

FICHA TÉCNICA

Direção: Angelo Defanti

Produção: Bárbara Defanti

Roteiro: Angelo Defanti e Mariana Tesch, adaptado da obra Vento Sudoeste, de Luiz Alfredo Garcia-Roza

Direção de arte: Dina Salem Levy

Direção de fotografia: Vasco Viana

Som: Raul Locatelli

Preparação de elenco: Nina Kopko

Produção: Sobretudo Produção

Coprodução (Uruguai): Oportuna Films

PROTAGONISMOS NEGROS NA TELA: 10 Produções Disponíveis na FILMICCA Para Assistir no dia da Consciência Negra

A plataforma selecionou uma lista de produções que apresentam histórias de luta, afeto, memória e futuro em diferentes partes do mundo

‘Sementes - Mulheres Pretas No Poder’ (2020), de Éthel Oliveira e Julia Mariano

Neste Dia da Consciência Negra, 20 de novembro, data dedicada à reflexão sobre a luta histórica da população negra no Brasil e à memória de Zumbi dos Palmares, a FILMICCA celebra a força, a diversidade e a amplitude das narrativas negras ao redor do mundo com uma seleção especial de dez produções que atravessam diferentes territórios, estéticas e experiências.

Da mobilização política registrada em ‘Sementes – Mulheres Pretas no Poder’ (2018) à fantasia documental do premiado ‘Liyana’ (2017), esta curadoria destaca obras que ampliam a compreensão sobre identidades negras e suas múltiplas formas de existir, criar e resistir.

A seleção reúne desde obras censuradas, como o potente ‘Babylon’ (1980), até clássicos impactantes como ‘Born in Flames’ (1983), além de encontros profundamente emocionantes, como o drama-documental brasileiro ‘Kevin’ (2021), e poesias visuais marcantes, como o curta-metragem sul-africano ‘O Paraíso Desce à Terra’ (2020).

Confira a lista completa:
SEMENTES - MULHERES PRETAS NO PODER (2020)
Éthel Oliveira, Júlia Mariano
Brasil
Documentário | 1h 40min

Com direção de Éthel Oliveira e Julia Mariano, ‘Sementes – Mulheres Pretas no Poder’ (2018) é um documentário contundente que registra o maior levante político protagonizado por mulheres negras no Brasil. Após o assassinato da vereadora Marielle Franco, no Rio de Janeiro, o filme acompanha a mobilização que tomou todos os estados do país.

A obra segue de perto as campanhas e disputas eleitorais, no Rio de Janeiro, de Mônica Francisco, Rose Cipriano, Renata Souza, Jaqueline de Jesus, Tainá de Paula e Talíria Petrone, todas candidatas aos cargos de deputada estadual ou federal, destacando seus percursos, desafios e a potência de suas vozes na renovação do cenário político brasileiro.

Revelando novas possibilidades de atuação política e demonstrando como o luto coletivo pode se transformar em força, ação e resistência, a trajetória dessas mulheres ganhou projeção internacional. O documentário circulou por importantes festivais ao redor do mundo, como o International Film Festival Turkey (Istambul), o NY African Film Festival (Nova York), o Festival Internacional de Cine Comunitario Afro (Medellín, Colômbia) e o Greater Cleveland Urban Film Festival (Ohio), entre muitos outros, até chegar ao catálogo da FILMICCA. 


BORN IN FLAMES (1983)
Lizzie Borden
Estados Unidos
Drama | 1h 21min

Protagonizado pelas atrizes Honey e Adele Bertei e dirigido por Lizzie Borden, ‘Born in Flames’ (1983) é uma obra provocativa e profundamente relevante que marcou o cinema independente ao abordar, de forma ousada, temas como sexismo e racismo. Após seu lançamento, o filme causou forte impacto no circuito internacional, conquistando, em 1983, o prêmio do Júri dos Leitores no Festival Internacional de Cinema de Berlim e o Grande Prêmio no Festival Internacional de Filmes de Mulheres de Créteil.

Na obra, Honey, que interpreta uma personagem homônima, é a apresentadora da Phoenix Radio, enquanto Isabel (Adele Bertei) comanda a Rádio Ragazza; ambas utilizam rádios piratas para expressar suas preocupações ao público. Após a misteriosa morte de Adelaide Norris (Jean Satterfield), uma mulher negra radical e fundadora do Exército das Mulheres, surge uma coalizão diversa de mulheres de diferentes etnias, classes e orientações sexuais, unidas pelo objetivo de derrubar o Sistema.

Preservado pelo Anthology Film Archives com a restauração financiada pela Hollywood Foreign Press Association e The Film Foundation, ‘Born in Flames’ (1983) explora temas como racismo, classismo, sexismo e heterossexismo em uma versão alternativa dos Estados Unidos sob uma democracia socialista. O título vem da música “Born in Flames”, da banda Red Krayola, lançada em 1980 e inspirada em um filme soviético mudo de 1929 com o mesmo nome. A canção aparece no filme e foi escrita pelo vocalista Mayo Thompson em colaboração com o grupo de arte conceitual Art & Language.



LIYANA (2017)
Amanda Kopp, Aaron Kopp
Essuatíni, Estados Unidos
Animação, Documentário | 1h 16min

Considerado “uma obra lírica, tão brilhante e cativante quanto comovente” pelo The Hollywood Reporter ‘Liyana’ (2017) é um premiado documentário dirigido e produzido por Aaron Kopp e Amanda Kopp, com produção executiva da vencedora do Emmy® Thandie Newton e produção do vencedor do Oscar® Daniel Junge.

Entre o documentário e a animação, ‘Liyana’ (2017) é uma história nascida da imaginação de cinco crianças órfãs no Reino de Essuatíni. O filme segue as crianças Zweli, Sibusiso, Phumlani, Mkhuleko e Nomcebo, enquanto colaboram para contar a história original de Liyana, uma personagem fictícia cuja juventude guarda semelhanças notáveis com as deles.

Após sua estreia no LA Film Festival em 2017, ‘Liyana’ (2017) foi lançado nos Estados Unidos em 10 de outubro de 2018, recebendo ampla aclamação da crítica. Dentre os 35 prêmios internacionais conquistado, o filme foi agraciado com o prêmio de Melhor Documentário no LAFF, se consolidando como uma das obras mais celebradas do circuito independente naquele ano.

BABYLON (1980)
Franco Rosso
Reino Unido
Drama | 1h 36min

Censurado por muitos anos até chegar ao catálogo da FILMICCA, ‘Babylon’ (1980), dirigido por Franco Rosso, é um retrato intenso e urgente da juventude negra britânica dos anos 80. 

O filme acompanha Blue (Brinsley Forde, vocalista do grupo de reggae Aswad), um jovem operador de Sound System que sonha em vencer uma grande competição musical enquanto enfrenta a dura realidade de uma Grã-Bretanha marcada pelo racismo institucional, pela xenofobia cotidiana e pela violência da polícia e da Frente Nacional.

A obra foi banida nos Estados Unidos após sua estreia na Semaine de la Critique, em Cannes, no ano de 1980, por medo de que sua representação direta da tensão racial inflamasse debates internos,  permanecendo por anos quase inacessível. Hoje, ressurgido em uma restauração belíssima, o longa é reconhecido como um marco do cinema britânico e um documento fundamental da cultura do Sound System no sul de Londres. Sua fotografia, sua energia sonora e seu olhar sem concessões fazem dele uma obra incômoda e indispensável.

Por seu trabalho em ‘Babylon’ (1980), Franco Rosso recebeu o prêmio de Cineasta Mais Promissor no Evening Standard British Film Awards de 1981.

BRANCO SAI, PRETO FICA (2015)
Adirley Queirós
Brasil
Ficção Científica, Drama, Documentário | 1h 36min

Dirigido por Adirley Queirós e protagonizado por Marquim do Tropa, ‘Branco Sai, Preto Fica’ (2015) é uma aclamada e hipnotizante obra afrofuturista brasileira que articula imaginação e crítica social contundente. 

Mesclando elementos de ficção e documentário, o filme revisita um episódio violento ocorrido em um baile de black music na periferia de Brasília, quando tiros disparados pela polícia deixaram dois homens marcados para sempre. A narrativa ganha novos contornos com a chegada de um terceiro personagem vindo do futuro, cuja missão é investigar o caso e revelar como a repressão estatal molda, e viola, corpos e vidas negras.

‘Branco Sai, Preto Fica’ (2015), que também conta em seu elenco com Shokito, Dilmar Durães, DJ Jamaika e Gleide Firmino, foi aclamado pelo público e pela crítica, recebendo diversos prêmios, incluindo Melhor Filme e Melhor Ator (Marquim da Tropa)  no Festival de Brasília, onde fez sua estreia.

Posteriormente, o filme de Adirley Queirós passou por outros festivais, como o Festival Internacional de Cinema de Vienna, na Áustria, o Festival Doclisboa, em Portugal, o Festival Internacional de Cinema de Mar Del Plata, na Argentina, e o Festival Internacional de Cinema de Cartagena, na Colômbia, onde o diretor venceu o prêmio Prêmio FIPRESCI (Federação Internacional de Críticos de Cinema) pela obra. 



SUPA MODO (2018)
Likarion Wainaina
Quênia
Fantasia, Drama | 1h 15min

Dirigido pelo cineasta queniano Likarion Wainaina, “Supa Modo” (2018) é um drama tocante que combina fantasia, imaginação e emoção para retratar a força da comunidade diante da fragilidade da vida. Protagonizado pela talentosa jovem atriz Stycie Waweru, o filme conquistou público e crítica internacionalmente pela sensibilidade e humanidade com que aborda temas como infância, solidariedade e esperança.

Na obra, conhecemos Jo (Stycie Waweru), ela é uma menina espirituosa de 9 anos e com uma doença terminal. Ela volta para sua aldeia rural para viver o restante de sua curta vida. Seu único conforto durante esses tempos monótonos são seus sonhos de ser uma super-heroína, algo que sua rebelde irmã adolescente Mwix, a superprotetora mãe Kathryn e toda a vila de Maweni pensam que podem realizar para ela.

Desde sua primeira exibição, ‘Supa Modo’ (2018) venceu mais de 45 prêmios, entre eles prêmio Best Feature Film – Generation Kplus, no 67º Festival Internacional de Berlim, onde estreou e também foi agraciado com o Best Feature Film no Carrousel International du Film. Além dos prêmios Best Film – SCORE Bernhard Wicki Award e o AOK Film Award no Emden International Film Festival.

KEVIN (2021)
Joana Oliveira
Brasil, Uganda
Drama, Documentário | 1h 21min

‘Kevin’ (2021), dirigido por Joana Oliveira, acompanha o reencontro entre duas amigas que, após vinte anos distantes, voltam a compartilhar tempo, espaço e palavra: a própria diretora e a ugandense Kevin Adweko. Juntas, as duas criam uma obra que subverte as representações comuns do feminino no cinema, apostando na amizade, ao invés da rivalidade, como força transformadora.

No filme documental, Joana viaja de Belo Horizonte até Uganda para visitar Kevin, com quem estudou na Alemanha durante a juventude. A partir dessa reunião íntima e afetiva, o filme constrói uma narrativa delicada sobre amizade, memória e amadurecimento, entrelaçando histórias do passado, expectativas de futuro e diferentes modos de enfrentar os percursos da vida.

O que começa como uma visita simples logo revela camadas profundas de existência. Ao revisitar lembranças e partilhar inquietações sobre maternidade, envelhecimento, autonomia, saúde e as pressões sociais sobre o que significa “ser mulher”, Joana e Kevin expõem contrastes que atravessam suas experiências adequar-se às normas culturais ou romper com elas, corresponder às idealizações 


A LENDA DA RAINHA SEM TERRA DE LAGOS (2024)
Bisola Akinmuyiwa, Temitope Ogungbamila, James Tayler, Mathew Cerf, Samuel Okechukwu, Elijah Atinkpo, Tina Edukpo
Nigéria, Alemanha
Drama | 1h 42min

Dirigido por um coletivo de cineastas formado por Bisola Akinmuyiwa, Temitope Ogungbamila, James Tayler, Mathew Cerf, Samuel Okechukwu, Elijah Atinkpo e Tina Edukpo, a cooprodução entre Nigéria e Alemanha ‘A Lenda da Rainha Sem Terra de Lagos’ (2024) acompanha Jawu (Temi Ami-Williams), uma mulher marcada pela herança de um guerreiro rei, mas que vive de forma humilde na comunidade flutuante de Agbojedo, às margens da lagoa que dá nome a Lagos, na Nigéria.

Atingida pela sorte improvável, Jawu acredita ter encontrado uma possível saída para romper o ciclo de precariedade em que vive. No entanto, o destino reserva desafios muito maiores do que ela imagina. Enquanto tenta proteger sua família e sua comunidade, ela percebe que seu caminho está entrelaçado a uma batalha maior por justiça e sobrevivência. Quando rumores sobre novos empreendimentos governamentais começam a ameaçar as casas da comunidade, Jawu testemunha um político corrupto enterrando um pé-de-meia repleto de dinheiro, um encontro que muda o curso de sua vida.

Representando a força silenciosa das mulheres que resistem às injustiças,  ‘A Lenda da Rainha Sem Terra de Lagos’ (2024) combina drama social e elementos míticos para construir uma narrativa potente sobre poder e esperança em meio à desigualdade urbana da maior cidade da Nigéria.


LAAFI, TUDO ESTÁ BEM (1991)
S. Pierre Yameogo
Burkina Faso, Suíça
Drama | 1h 38min

Coprodução entre Burkina Faso e Suiça com direção do burquinense S. Pierre Yameogo, ‘Laafi, Tudo Está Bem ‘ (1991) acompanha a história de Joe, interpretado por Jacob Bamogo.

Na obra, Joe acabou de concluir o ensino médio e quer estudar medicina na França, mas para isso precisa se dirigir ao Ministério da Educação em Ouagadougou. Entretanto, segue-se uma série de processos administrativos, além do fato de que em Burkina Faso, como em qualquer outro lugar do mundo, são as conexões que colocam em movimento a máquina burocrática.

Exibido na Semana da Crítica no Festival de Cannes em 1991, o filme retrata tensões pós-coloniais ao comparar os espaços que ocupam um dos idiomas originários dos país e a língua europeia. Na vida cotidiana, o primeiro é hegemônico, enquanto em ambientes burocráticos o francês prevalece. Uma obra sobre amadurecimento que, embora realista em relação às dificuldades sociais do país, não perde seu bom humor e em muitos momentos privilegia mostrar o grupo de amigos se divertindo e imaginando suas expectativas de futuro.



O PARAÍSO DESCE À TERRA (2020)
Tebogo Malebogo
África do Sul
Drama | 11min

Dirigido pelo cineasta sul-africano Tebogo Malebogo, “O Paraíso Desce à Terra” (2020) é um poderoso curta-metragem contado através de uma grande poesia visual e uma narrativa ímpar.

A obra acompanha dois jovens homens negros sul-africanos, Tau (Thapelo Maropefela) e Tumelo (Sizo Mahlangu), que partem juntos numa caminhada por uma paisagem montanhosa isolada. Depois que Tau chega a uma conclusão sobre sua sexualidade, isso coloca em movimento uma cascata de pensamentos e emoções em Tumelo. Nada mais será o mesmo entre eles.
  

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SOBRE A FILMICCA
Fundada por Gracielly Pinto, a FILMICCA é um streaming nacional e independente de cinema autoral e cult, do clássico ao contemporâneo, com lançamentos semanais, incluindo obras inéditas, exclusivas e de grandes festivais. Com uma curadoria que valoriza filmes realizados por mulheres, histórias LGBTQIAPN+, narrativas negras, obras de novos cineastas e de grandes diretores do cinema mundial, a FILMICCA possui um vasto acervo com cerca de 500 títulos disponíveis, incluindo obras de importantes realizadores como Chantal Akerman, Kiyoshi Kurosawa, André Novais Oliveira, David Cronenberg, Mia Hansen-Løve, Miloš Forman, Víctor Erice, Djibril Diop Mambéty, entre outros.

A QUEDA DO CÉU chega aos cinemas nesta quinta-feira (20/11)

Dirigido por Eryk Rocha e Gabriela Carneiro da Cunha, “A Queda do Céu” estreia nos cinemas brasileiros nesta quinta-feira

Após destaque na COP30, documentário inspirado no livro de Davi Kopenawa chega a 15 cidades em lançamento nacional 

Nesta quinta-feira, 20 de novembro, o documentário “A Queda do Céu”, dirigido por Eryk Rocha e Gabriela Carneiro da Cunha e adaptado do livro homônimo de Davi Kopenawa e Bruce Albert, estreia oficialmente nos cinemas brasileiros após uma exibição especial durante a COP30, onde reforçou a urgência global da pauta Yanomami. Com classificação indicativa 12 anos, o filme chega a São Paulo, Rio de Janeiro, Belém, Belo Horizonte, Boa Vista, Brasília, Curitiba, Fortaleza, Manaus, Poços de Caldas, Recife, Salvador, Sorocaba e Vitória, ampliando o alcance nacional de uma das obras documentais mais importantes do ano.

Vencedor de 25 prêmios nacionais e internacionais, “A Queda do Céu” teve a sua première mundial no Festival de Cannes, dentro da prestigiada Quinzena dos Realizadores. O líder Yanomami Davi Kopenawa é personagem central do documentário, sendo acompanhado juntamente com a comunidade de Watorikɨ ao longo do importante ritual Reahu. O longa é baseado no livro homônimo escrito pelo xamã e pelo antropólogo francês Bruce Albert.

Os diretores comentam a chegada do filme nos cinemas brasileiros. “É emocionante ver o filme chegar aos cinemas no Brasil depois da belíssima trajetória realizada no mundo. A imagem da Queda do Céu trazida pelos Yanomami e por Davi Kopenawa é uma síntese precisa das questões mais urgentes do nosso tempo e do nosso país. O Brasil não se sustenta sem a escuta profunda dos povos indígenas, e o filme é um convite para essa escuta”, disse Eryk Rocha.

Para Gabriela Carneiro da Cunha, “é uma alegria chegar ao Brasil com ‘A Queda do Céu’ e poder trazer para os próprios brasileiros as palavras desse imenso pensador Yanomami. Muitos aqui ainda não conhecem a força do pensamento de Davi Kopenawa. O filme é um convite para ver, ouvir e sonhar com os Yanomami um outro projeto de Brasil”. 

A imprensa também vem respondendo com entusiasmo ao filme, a exemplo da recente recomendação de Devika Girish no The New York Times. Em seu artigo, a jornalista destaca que “há mais de um século, os Yanomami vêm sendo assolados por invasores: primeiro missionários, depois madeireiros e agora garimpeiros, que destroem seu habitat e trazem doenças e destruição ao povo. Os cineastas não estão isentos dessa história. Em um momento marcante do filme, um ancião olha para a câmera e reconhece que permite ser filmado pelos diretores, apesar do sofrimento causado por ‘homens brancos’ como eles. ‘Parem de nos incomodar! Espero que contem isso aos brancos’, ele diz. Seu apelo não é apenas pela sobrevivência da aldeia, mas de todo o planeta”.

A excelente recepção crítica de "A Queda do Céu" se estende para outros veículos internacionais, atualmente ostentando a aprovação de 100% no agregador de críticas Rotten Tomatoes. Segundo Jason Gorber, do POV Magazine, o filme “conta com o ritmo calmo e deliberado de seu tema e narrador e faz jus às ideias de Davi Kopenawa, colocadas em primeiro plano, com a oferta de imagens deslumbrantes sustentando esses comentários e reflexões como parte de um todo”. Já Ankit Jhunjhunwala, do The Playlist, destaca que “o documentário é envolvente desde o primeiro quadro, enquanto os cineastas nos lançam de cabeça nos modos de vida dos Yanomami”. Para Carlos Aguilar, da Variety, é "uma das obras de não-ficção mais necessárias e contundentes da memória recente". 

Documentário brasileiro mais premiado do último ano, “A Queda do Céu” participou de 80 festivais no Brasil e no mundo e, entre os prêmios recebidos, venceu o Grande Prêmio do Júri da Competição Kaleidoscope do festival DOC NYC, o maior festival de documentários dos Estados Unidos da América; o Prêmio Especial do Júri da Competição Internacional no DMZ Docs 2024 (Coreia do Sul), o maior da Ásia; Prêmio de Melhor Som e Melhor Direção de Documentário no Festival do Rio (Brasil); os Prêmio ABC 2025 (Brasil) nas categorias Melhor Direção de Fotografia, Melhor Montagem e Melhor Som; Melhor Longa Metragem Documentário Internacional no 27º Festival Internacional de Cinema de Guanajuato GIFF 2024  (México); Prêmio Fundação INATEL no Festival DocLisboa 2024 (Portugal); e o Prêmio Principal Fethi Kayaalp no Festival Internacional de Documentários Ecológicos de Bozcaada 2025 (Turquia).

Com lançamento comercial confirmado para o dia 20 de novembro, “A Queda do Céu” é uma coprodução Brasil-Itália da Aruac Filmes, Hutukara Associação Yanomami e Stemal Entertainment com Rai Cinema, e produção associada francesa de Les Films d'ici. Na Itália, o seu lançamento comercial é programado para o mês de novembro deste ano.  

LOGLINE  

Com a ameaça iminente da queda do céu e cercados por garimpeiros e epidemias xawara, o xamã Davi Kopenawa e a comunidade Yanomami de Watorikɨ realiza o ritual sagrado Reahu e confrontam o “povo da mercadoria” com uma contundente crítica xamânica.      

SINOPSE  

A partir do poderoso testemunho do xamã e líder Yanomami Davi Kopenawa, o filme “A Queda do Céu” acompanha o importante ritual, Reahu, que mobiliza a comunidade de Watorikɨ num esforço coletivo para segurar o céu. O filme faz uma contundente crítica xamânica sobre aqueles chamados por Davi de povo da mercadoria, assim como sobre o garimpo ilegal e a mistura mortal de epidemias trazidas por forasteiros que os Yanomami chamam de epidemias “xawara”, e traz em primeiro plano a beleza da cosmologia Yanomami, dos espíritos xapiri e sua força geopolítica que nos convida a sonhar longe.  

  

FICHA TÉCNICA  

Direção e Roteiro: Eryk Rocha e Gabriela Carneiro da Cunha  

Com  Davi Kopenawa, Justino Yanomami, Givaldo Yanomami, Raimundo Yanomami, Dinarte Yanomami, Guiomar Kopenawa, Roseane Yariana e comunidade de Watorikɨ 
Produtores: Eryk Rocha, Gabriela Carneiro da Cunha e Donatella Palermo 
Produtor Associado: Richard Copans 
Direção de Fotografia e Câmera: Eryk Rocha e Bernard Machado 
Câmera Adicional: Morzaniel
Ɨramari e Roseane Yariana 
Montagem: Renato Vallone 
Som Direto: Marcos Lopes 
Desenho de Som: Guile Martins 
Mixagem de Som: Toco Cerqueira 
Color Grading: Brunno Schiavon, Giovanni Bivi 
Consultoria: Bruce Albert, Ana Maria Machado, Dário Vitório Kopenawa, Morzaniel
Ɨramari e Marília Senlle 
Assistente de Direção: Mariana de Melo 
Produção Executiva: Heloisa Jinzenji e Tárik Puggina 
Direção de Produção: Margarida Serrano 
Tradução Yanomami: Ana Maria Machado, Richard Duque, Corrado Dalmonego, Marcelo Moura e Morzaniel
Ɨramari 
Produção Local: Lidia Montanha Castro e Naira Souza Mello 
Gerente de Projeto: Lisa Gunn 
Designer: Sofia Tomic, Camilla Baratucci 
Produção: Aruac Filmes 
Co-produção: Hutukara Associação Yanomami, Stemal Entertainment com Rai Cinema 
Produção Associada: Les Films d'Ici  

Distribuição Brasil: Gullane+ 

Distribuição França: La 25ème Heure 

Distribuição nos EUA: KimStim Films  

Apoio: Fondation Cartier pour l’art contemporain, ISA - Instituto Socioambiental, Nia Tero, Ford Foundation, Porticus, CLUA - Climate and Land Use Alliance, Instituto humanize, Instituto Arapyaú, RFN - Rainforest Foundation Norway, NICFI - Norway's International Climate and Forest Initiative, RCA - Rede de Cooperação Amazônica, Instituto Iepé, Instituto Meraki, IRIS - International Resource for Impact and Storytelling, Projeto Paradiso, Amazon Watch e Fondation AlterCiné  

MUBI anuncia data de estreia de The Mastermind

ESCRITO E DIRIGIDO POR KELLY REICHARDT

ESTRELADO POR JOSH O’CONNOR E ALANA HAIM

COM JOHN MAGARO, GABY HOFFMANN, HOPE DAVIS E BILL CAMP 

Cortesia da MUBI  

“Deslumbrante. Uma nova joia americana. Revigorado pelo espírito do cinema dos anos 70.” — ELLE

“Magnificamente atmosférico. Esta é a melhor atuação de Josh O’Connor até agora.” ★★★★★ — The London Standard

“Genial. Reinventa o gênero de forma brilhante.” — Sight & Sound

“Totalmente singular e empolgante.” ★★★★ — The Guardian

The Independent ★★★★

Little White Lies ★★★★

The Irish Times ★★★★

The Arts Desk ★★★★★

“Discretamente soberbo.” ★★★★★ — Financial Times 

COM EXCLUSIVIDADE NA MUBI A PARTIR DE 12 DE DEZEMBRO  

O livro THE MASTERMIND – MUBI Editions será publicado em 17 de fevereiro de 2026 e já está com pré-venda disponível em MUBIEDITIONS.COM

 

A MUBI, distribuidora global, serviço de streaming e produtora, tem o prazer de anunciar que o novo filme da cineasta norte-americana Kelly Reichardt (First Cow, Showing Up), The Mastermind, estará disponível com exclusividade na plataforma a partir de 12 de dezembro.

Ambientado em um tranquilo subúrbio de Massachusetts nos anos 1970, o filme acompanha J.B. Mooney, um pai de família desempregado e ladrão de arte amador, que se prepara para seu primeiro assalto. Com o museu mapeado e os cúmplices recrutados, ele acredita ter um plano infalível — ou assim pensa. Rico em detalhes e sutilezas, este retrato astuto de uma época subverte ilusões longamente sustentadas e confronta o desencanto.

The Mastermind é estrelado por Josh O’Connor (Rivais, La Chimera), Alana Haim (Licorice Pizza), John Magaro (Vidas Passadas, First Cow), Gaby Hoffmann (Transparent, Girls), Bill Camp (12 Anos de Escravidão, Coringa) e Hope Davis (Anti-herói Americano, Synecdoche, New York). O filme estreou na competição oficial do Festival de Cannes deste ano, rendendo a Reichardt indicação a Melhor Direção e a Josh O’Connor, a Melhor Atuação Protagonista no Gotham Awards.

Além disso, com lançamento previsto para fevereiro de 2026, The Mastermind, pela MUBI Editions, é um box set belamente elaborado, composto por quatro livretos que documentam a criação do filme de Reichardt. Por meio de reflexões pessoais, fotografias e fragmentos de memória efêmera, Reichardt e sua equipe oferecem um olhar íntimo sobre o trabalho artesanal, a camaradagem e a atenção aos detalhes que moldaram o projeto.

A coleção inclui:

  • Um ensaio crítico de Lucy Sante
  • Uma exploração sobre o artista Arthur Dove, por Alec MacKaye, da Phillips Collection
  • Fotografias exclusivas da produção
  • Impressionantes reproduções das obras de Dove

Juntos, esses materiais constroem um retrato rico e detalhado do universo do filme e de seu meticuloso design de época.

The Mastermind é o título inaugural da série Lights! da MUBI Editions, dedicada às produções e lançamentos da MUBI. O lançamento sucede Read Frame Type Film, primeiro livro da série Projections, publicado em 2025.

 

The Mastermind
Disponível a partir de 12 de dezembro
Um lançamento MUBI
mubi.com

Tom & Jerry: Uma Aventura No Museu ganha novo trailer repleto de aventura e diversão, confira!

Celebrando os 85 anos dos personagens, o filme chega aos cinemas no dia 8 de janeiro, com distribuição da Imagem Filmes 

Tom & Jerry: Uma Aventura no Museu acaba de ganhar um novo trailer repleto de aventura e diversão. Dirigido por Gang Zhang , o longa traz de volta as lendárias confusões entre o gato e o rato mais famosos do mundo, que chegam aos cinemas em 8 de janeiro, com distribuição da Imagem Filmes. Prometendo um verão emocionante nas telonas, a estreia marca também a celebração dos 85 anos da criação dos personagens de William Hanna e Joseph Barbera, reforçando o legado desses ícones da animação.

Nesta aventura, Jerry, fascinado por civilizações antigas, invade uma grande exposição no Metropolitan Museum, em Nova York, atrás da misteriosa Bússola Mágica. Perseguido por Tom, que agora trabalha como segurança do museu, os dois são transportados por um portal mágico para um outro mundo. Lá, Tom é confundido com um mensageiro divino e passa a ser venerado pelos habitantes, enquanto Jerry se alia a um carismático e traiçoeiro rato. Entre confusões e muita diversão, com os personagens já conhecidos e outros personagens que prometem cativar o público, os inseparáveis inimigos precisarão unir forças para salvar não apenas a cidade, mas também a si mesmos.

Mais do que uma aventura grandiosa, o filme resgata a essência do humor físico e das situações absurdas que fizeram de Tom e Jerry uma referência no entretenimento mundial. Ao mesmo tempo, insere os personagens em uma narrativa, que dialoga com o público jovem sem deixar de lado o carinho e a nostalgia dos adultos que cresceram assistindo às suas histórias.

Com estreia marcada para 08 de janeiro, durante as férias de verão, Tom & Jerry: Uma Aventura no Museu chega como uma opção divertida para famílias que querem aproveitar a magia da sala de cinema. Combinando humor, ação e emoção, o filme reforça a força e a atemporalidade de dois dos personagens mais queridos da animação mundial.

Tom & Jerry: Uma Aventura no Museu estreia nos cinemas em 08 de janeiro de 2026, com distribuição nacional da Imagem Filmes. 

Sinopse: 

A dupla mais famosa do mundo está de volta! Tom & Jerry se envolvem em mais uma de suas aventuras quando, durante uma perseguição dentro de um museu, eles encontram um objeto mágico e acabam sendo transportados no tempo. Perdidos em uma época distante e vivendo muitas confusões pelo caminho, eles precisarão deixar as brigas de lado e trabalhar juntos para encontrar um jeito de voltar para casa antes que seja tarde.

Megapix exibe especial com filmes de Denzel Washington

No domingo (dia 23) serão exibidos 'O Protetor', 'O Protetor 2' e 'Chamas da Vingança'

Denzel Washington em ‘O Protetor 2’

A Sessão Megapix de domingo (dia 23), vai apresentar ‘O Protetor 2’, estrelado por Denzel Washington, às 21h. No filme, o ex-agente da CIA Robert McCall (Washington) volta à ativa e vai atrás dos assassinos que tiraram a vida de sua melhor amiga Susan (Melissa Leo). O elenco conta também com Pedro Pascal no papel de Dave York, ex-parceiro de McCall na CIA que se torna um dos suspeitos do crime. 

O longa vai ao ar dentro do especial 3X Denzel Washington, que também vai apresentar ‘O Protetor’, às 18h50, e ‘Chamas da Vingança’, às 22h55. No filme que abre o especial, Robert McCall tenta ajudar uma prostituta que é explorada pela máfia russa. Em ‘Chamas da Vingança’ o astro interpreta John Creasy, contratado para ser guarda-costas de uma menina e se apega muito a ela, mas tudo muda quando a garota é sequestrada e o segurança precisa fazer de tudo para salvá-la e se vingar dos criminosos.

Sessão Megapix
Domingo, dia 23 de novembro, às 21h. 

O Protetor 2 (2018)
Domingo, dia 23, às 21h.
Sinopse: Um ex-agente da CIA atua secretamente como vigilante indo atrás de criminosos que saem impunes. Mas, quando sua melhor amiga é assassinada, ele precisa voltar à ativa para se vingar dos responsáveis.
Diretor: Antoine Fuqua
Elenco: Ashton Sanders, Bill Pullman, Denzel Washington, Pedro Pascal
Ação | 16 anos | USA | 118’

3X Denzel Washington
Domingo, dia 23, a partir das 18h50.

O Protetor (2014)
Domingo, dia 23, às 18h50.
Sinopse: Robert McCall é um homem misterioso que age como justiceiro, combatendo criminosos. Ele conhece Teri, uma jovem prostituta explorada pela máfia russa, e decide ajudar a libertá-la.
Diretor: Antoine Fuqua
Elenco: Chloë Grace Moretz, Denzel Washington, Marton Csokas
Ação|16 anos | USA |129’

Chamas da Vingança (2005) 
Domingo, dia 23, às 22h55.
Sinopse: John Creasy é contratado como guarda-costas da jovem Pita no México. Quando os dois ficam amigos, a garota é sequestrada e ele faz de tudo para conseguir vingança.
Diretor: Tony Scott
Elenco: Christopher Walken, Dakota Fanning, Denzel Washington, Mickey Rourke
Ação | 16 anos | USA, MEX, UK, CHE | 142’

Conheça o MEGAPIX
Feito de grandes sucessos, o Megapix é o canal de filmes mais assistido da TV. Possui uma linguagem jovem e o maior e mais recente acervo do pacote básico com filmes de todos os gêneros, campeões de bilheteria, produções do cinema mundial, independente e nacional.

‘MAKE A GIRL’ Chega aos Cinemas em 11 de Dezembro

Filme de ficção científica de Gensho Yasuda ganha nova data de estreia

O animê MAKE A GIRL, do japonês Gensho Yasuda, ganha nova data de estreia: 11 de dezembro! O longa de ficção científica promete levar o estilo visual único do diretor Yasuda para as telonas, explorando os limites entre a tecnologia e a emoção.

Inspirado no curta MAKE LOVE — também dirigido por Yasuda — MAKE A GIRL se passa em um universo onde a tecnologia avançada permite que os robôs assistentes façam parte do dia a dia das pessoas. Akira, um talentosíssimo roboticista que passa por uma onda de frustrações, resolve criar para si uma namorada andróide, com a intenção de se tornar uma pessoa melhor. Nomeada de Zero, a robô é a personificação da perfeição, um triunfo da ciência e a companhia perfeita. O conflito surge quando a andróide adquire a capacidade de sentir e se questiona se sua devoção a Akira é programada ou reflete um amor espontâneo?

Gensho Yasuda é conhecido por seus curtas em animação 3D com estética de anime, e acumula mais de 6 milhões de seguidores nas redes sociais. Para realizar MAKE A GIRL, Yasuda recorreu ao financiamento coletivo. Entre agosto e outubro de 2022, ele lançou uma campanha de crowdfunding para que pudesse produzir o longa. A meta inicial de 10 milhões de ienes (359 mil reais) foi extrapolada, atingindo quase 24 milhões de ienes (cerca de 880 mil reais).

SINOPSE

Em um futuro onde robôs domésticos são comuns, o jovem gênio da robótica Akira decide criar a sua parceira ideal.

Ele dá vida à namorada artificial "N°0", que passa a sentir e demonstrar emoções. Mas com o tempo ela se questiona: seus sentimentos por Akira são reais ou programados?


FICHA TÉCNICA

Direção, Roteiro, Design de Personagens e Direção de Arte: Gensho Yasuda

Produção: Aniplex /Studio KADOKAWA

Gênero: Ficção científica, Suspense psicológico

País e ano de produção: Japão, 2024

Duração: 92 minutos

Distribuição no Brasil: SATO Company

ELENCO DE VOZ

Atsumi Tanezaki  ...................... Zero

Shun Horie .................................. Akira Mizutame

Toshiki Masuda ......................... Kunihito Obayashi

Sora Amamiya .......................... Akane Yukimura e Solt

Youji Ueda ................................... Shoichi Takamine

Cinemateca de Curitiba terá sessões do Cineclubinho nos dias 25 e 27 de novembro

Com entrada gratuita, público geral também pode participar do projeto dedicado a escolas públicas que conta com filmes cuidadosamente selecionado para crianças e adolescentes e bate-papo com cineastas 

5. O diretor do Cineclubinho Evandro Scorsin_Credito_Natália Mühlenberg_peq.jpg

O cineasta Evandro Scorsin é criador do Cineclubinho que conta com sessões de filme com bate-papo e cartilha para alunos da rede pública 

(Crédito:  :Natália Mühlenberg  )

Em sua segunda edição, o Cineclubinho mantém sua realização na Cinemateca de Curitiba com uma programação focada em crianças e jovens da rede pública de ensino do Paraná. As próximas sessões serão no dia 25 de novembro (terça-feira); e no dia 27 de novembro (quinta-feira). Nos dois dias ocorrem em dois horários: às 9h e às 14h, com exibição seguido de bate-papo com mediadores culturais.

 O público geral pode entrar nas sessões. Toda programação é gratuita. 

Realizado por profissionais do Cinema, as atividades são todas gratuitas e agendadas com as escolas e incluem experiência completa: uma programação com filmes cuidadosamente selecionados; bate-papo com cineastas e mediadores culturais; transporte e lanche aos participantes. “Antes das exibições, a equipe realiza visitas às escolas para contextualizar o conteúdo, a estética e os conceitos das obras. Após cada sessão, há debates promovendo reflexões e trocas entre os alunos e realizadores do cinema”, explica o produtor executivo Anderson Simão. 

Este ano, os mediadores culturais convidados são Gabriel Borges e Ju Choma. Além das exibições e debates, o projeto distribui uma cartilha com resumos e atividades relacionadas aos filmes. 

Formar novos olhares para o cinema é proposta do Cineclubinho e, por isso, a iniciativa busca aproximar crianças e jovens do universo cinematográfico ao promover o desenvolvimento do olhar crítico por meio do contato com produções de diferentes origens e épocas. Durante o projeto, os estudantes assistem a filmes organizados em quatro módulos: Cinema do Mundo, Clássicos, Brasileiros e Paranaenses. 

“O Cineclubinho busca desenvolver um olhar mais atento e sensível para o cinema, mostrando aos estudantes que o audiovisual é também uma forma de pensar o mundo e expressar ideias”, afirma Evandro Scorsin, diretor geral do projeto.

 

FILMES DA PROGRAMAÇÃO 

Para as crianças, entre filmes selecionados estão “Linda veut du poulet !” (Chiara Malta e Sébastien Laudenbach, 2023); “Cantando na Chuva” (Stanley Donen e Gene Kelly, 1952); “Bizarros Peixes das Fossas Abissais” (Marcelo Fabri Marão, 2024) e “Passagem Secreta” (Rodrigo Grota, 2021). 

Para os adolescentes, a programação inclui “Garotas” (Céline Sciamma, 2014); “Janela Indiscreta” (Alfred Hitchcock, 1954) e “Califórnia” (Marina Person, 2015). Para este público, haverá ainda uma sessão especial apenas com curtas-metragens. São eles: “O fim do verão” (Caroline Biaggi, 2015); “Duda” (William Biaggioli e Eugenia Castelo, 2019)”; “Apneia” (Carol Sakura e Walkir Fernandes, 2019);  
O fim da Imagem (Gil Baroni, 2021) e “Quarentena” (Adriel Nizer, Nando Sturmer, 2021).
 

Nesta edição, para a exibição do filme “Linda Veut du Poulet”, o projeto conta com o apoio da Aliança Francesa, da Cinemateca da Embaixada da França no Brasil  (Embassade de France au Brésil) e do Institut Français. 

O projeto é uma realização da produtora O Quadro, com direção geral de Evandro Scorsin e produção executiva de Anderson Simão. Em 2025, o Cineclubinho é realizado por meio do Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura (Profice) da Secretaria da Cultura do Paraná, com incentivo das empresas Compagás e Ligga, e apoio da Fundação Cultural de Curitiba e Prefeitura Municipal de Curitiba 

 

Edição 2024 

Em 2024, o Cineclubinho contou com a participação de aproximadamente 80 estudantes do Colégio Estadual Lamenha Lins e da Escola Estadual Isolda Schmid. Foram realizadas oito exibições ao longo do ano, acompanhadas de mediações que incentivaram a leitura crítica e a percepção estética dos participantes.

“LAR”, de Leandro Wenceslau, Estreia Nesta Quinta-Feira nos Cinemas

Documentário retrata o cotidiano de três famílias LGBTIAPN+ e reflete sobre o amor, o cuidado e o verdadeiro significado de pertencer

O documentário LAR, dirigido por Leandro Wenceslau, estreia nesta quinta-feira, 13 de novembro, nos cinemas de Belo Horizonte, Salvador, São Paulo e Vitória, com distribuição da Embaúba Filmes. A obra propõe um mergulho sensível nas novas formas de amar, cuidar e construir família. A partir do olhar dos filhos e filhas de três famílias LGBTIAPN+, o filme revela o cotidiano desses lares diversos, seus desafios, alegrias e a força transformadora do afeto.

Mais do que retratar momentos de harmonia, LAR aborda também as complexidades vividas por essas famílias, desde questões legais de reconhecimento parental até situações de discriminação no ambiente escolar. Entre afetos e conflitos, o documentário reafirma o amor e o respeito mútuo como pilares capazes de transformar e sustentar vínculos familiares.

Em paralelo às histórias retratadas, Wenceslau entrelaça sua própria jornada de autodescoberta, revisitando lembranças de infância e sua busca por um lugar no mundo. O resultado é um retrato íntimo e profundamente humano, que amplia o conceito contemporâneo de lar e pertencimento.

“O desejo de formar uma família estava presente na vida adulta e, junto com meu companheiro, pensava em ter filhos, mas não sabia como. Em 2015, conversei com um casal de professoras que adotaram dois irmãos. Elas mostraram de forma muito direta e sincera que o amor não tem fórmula estabelecida. Entendi que a família se construía com cuidado e presença, muito além dos formatos convencionais”, conta o diretor que, após a conversa com essas duas mulheres, decidiu conhecer mais famílias LGBTQIAPN+ e teve, então, a ideia de filmar LAR.

Mestre em Artes pela UEMG e fundador da produtora Estalo Criativo, Leandro Wenceslau trabalhou em produções que dialogam com a temática diversidade. Dirigiu os curtas “Enquanto Ainda é Tempo” e “Bolha”, e assinou o roteiro e a produção de “Dourado”, filmes exibidos e premiados em festivais nacionais e internacionais, que juntos acumulam milhões de visualizações em plataformas digitais.  


FICHA TÉCNICA

LAR (2025) - Brasil, 76’

Sinopse: Em um mundo onde o conceito de família está em constante transformação, "Lar" revela o cotidiano de três famílias LGBTIAPN+ através do olhar sensível de seus filhos. Enquanto estes jovens navegam entre desafios e alegrias, o diretor entrelaça sua própria história de busca por identidade e pertencimento. Mais que um documentário sobre novos arranjos familiares, é uma reflexão íntima sobre como o verdadeiro Lar se constrói no cuidado e no afeto, transcendendo convenções e redefinindo o significado de família na sociedade contemporânea.

Direção e Roteiro: Leandro Wenceslau

SOBRE LEANDRO WENCESLAU 

Leandro Wenceslau é mestre em Artes pela PPGArtes-UEMG, formado em Cinema e Produção pela Escola Livre de Belo Horizonte (ELC-BH) e graduado em Administração pela PUC Minas. Sócio-fundador da Estalo Criativo, produtora com atuação nas áreas cultural, publicitária e corporativa, com foco em projetos de forte dimensão autoral e social. Traz no currículo destaques como o curta-metragem Enquanto Ainda é Tempo, exibido em mais de 25 países e licenciado para exibição em canais como o Canal Brasil. É também roteirista e produtor do curta Dourado, selecionado em festivais como o 51º Festival de Brasília e a Mostra de Cinema Infantil de Florianópolis. Em 2023, lançou Bolha, premiado como Melhor Filme Teen no 21º FICI – Festival Internacional de Cine Infantil, e recentemente apresentou O Mundo dos Sonhos na 20ª CineOP e na Mostra CineBH 2025. Idealizador e coordenador do projeto Cine Vida, realiza desde 2015 oficinas de formação audiovisual em Belo Horizonte.

Crítica Filme "Truque de Mestre: 3° Ato" por Rita Vaz

Estreia nesta quinta-feira o filme “Truque de Mestre: 3º Ato” dirigido pelo cineasta Ruben Fleischer, que tem em seu currículo longas como “Venom”, “Zumbilândia - Atire Duas Vezes” e outros mais.

“Truque de Mestre – 3º Ato” é uma nova sequência dessa franquia que tem fãs pelo mundo todo, e o que esses fãs esperam ver no novo filme? Mais do mesmo, só que muito mais elaborado e melhorado.

E é exatamente isso que acontece. Com dezenas de reviravoltas, o grupo de mágicos voa alto com seus truques e apresentam um belo espetáculo, principalmente para os fãs do ilusionismo.

Digamos que se você não der muita importância a algumas falhas no roteiro e nem prestar atenção nos truques exageradamente produzidos, o filme vai ser uma boa diversão sim.

Depois dos acontecimentos do filme anterior, os Cavaleiros estão distantes, cada um vivendo a sua vida.

Dessa vez, os ilusionistas serão desafiados em uma jornada que envolve a joia mais valiosa do mundo.

Ao lado de uma nova geração de ilusionistas, o quarteto se envolve numa trama repleta de reviravoltas e mágicas.

Diante de uma empresa corrupta, que lava dinheiro para diferentes criminosos, os dois grupos se reúnem para derrubar a família que controla a companhia.

O que acontece nessa nova trama, parece ser a passagem do bastão, para um novo grupo de atores, que seguirão com a franquia.

No longa, todos os ilusionistas que fizeram parte dos outros filmes da franquia, aparecem na trama, como que para homenagear a geração anterior. Todos tem uma participação especial nesse roteiro.

O diretor Ruben Fleischer fez um filme dinâmico, cheio de referências a arte da magia, e à arte de artistas de outras artes, como Escher, que fazia mágica com suas telas.

“Truque de Mestre – 3º Ato” é um filme ágil, que mantém o espectador ligado na tela o tempo todo, sempre contando com as peripécias do grupo que estão cada vez mais espetaculares.

É entretenimento puro, principalmente para quem é fã da franquia. Recomendo.

 

 

Festival de Cinema de Três Passos começa na próxima terça (4/11)

Evento gratuito acontece até sábado, dia 8 de novembro na cidade localizada do noroeste gaúcho​

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​Troféu Levy do Festival de Cinema de Três Passos - crédito: Juarez Zamberlan

Localizada no noroeste do Rio Grande do Sul, Três Passos sedia anualmente o evento que virou referência da cidade e um dos maiores do Estado. A atração, que chega à sua sétima edição, traz mais de 80 filmes que integram as mostras competitivas e os programas fora de competição. A atriz Márcia do Canto e o cineasta Jonatas Rubert são os homenageados deste ano. O Festival de Cinema de Três Passos acontece de 4 a 8 de novembro de 2025 no Cine Globo (Av. Júlio de Castilhos, 490 - Centro). A programação é gratuita e está no site cinematrespassos.com.br

Os curtas-metragens concorrem em 17 categorias, 16 avaliadas pelo Júri Oficial e uma pelo Júri Popular. Os vencedores receberão o Troféu Levy, obra do artesão três-passense Mauro Rückert. A honraria homenageia Alberto Abrahão Levy por sua determinação e perseverança na manutenção da atividade cinematográfica em Três Passos através do tradicional Cine Globo. Legado mantido por gerações de sua família, o cinema serve de sede para o evento.

O primeiro nome homenageado deste ano é o da atriz, diretora, escritora e educadora Márcia do Canto. O reconhecimento será entregue por sua contribuição para a cultura e colaboração solidária na realização dos propósitos do Festival. Márcia atua no cenário artístico-cultural há mais de 30 anos. Seus trabalhos incluem teatro (“Bailei na Curva”), cinema (“Deu pra Ti Anos 70”), televisão (“Histórias Curtas”) e literatura (“Acho Chato e Ponto”), além de inúmeros projetos pedagógicos.

Premiado no Festival de Cinema de Gramado este ano por seu trabalho no roteiro e direção do longa gaúcho “Uma em Mil” (junto com o irmão Tiago), Jonatas Rubert também receberá o troféu do festival. O motivo condiz com sua contribuição ao cinema e como educador em Três Passos, como professor nas oficinas do projeto Cidade Cinematográfica desde 2016. É montador de séries ("Dragon"), longas ("Memórias de Um Esclerosado") e diretor de curtas premiados como "A Diferença Entre Mongóis e Mongolóides".

A programação do 7º Festival de Cinema de Três Passos, com entrada franca, é composta também por debates, cerimônia de premiação e outras atividades. A curadoria das mostras competitivas de curtas é formada por Christian Jafas, Juarez P. Braga Zamberlan, Juliana Costa e Nelson Brauwers. A realização é do Movimento Pró-Arte, com apoio da Prefeitura Municipal de Três Passos e financiamento do IECINE, Pró-cultura, Governo do Estado do Rio Grande do Sul, Lei Paulo Gustavo, Ministério da Cultura, Governo Federal Brasil União e Reconstrução.

A terça (4) começa com a abertura, às 19h, com a homenagem aos pioneiros e seguidores do movimento Pró-Arte de Três Passos, com apresentação da Escola de Música Allegro da professora Maiuze Dobler e apresentação do filme convidado "Chibo", de Gabriela Poester e Henrique Lahude. A quarta (5) começa pela manhã, às 8h, com o primeiro programa da Mostra Não Competitiva. Às 14h e 15h30min, serão apresentados dois programas fora de competição, o primeiro voltado para o público infantil e o segundo com Atenção Especial PCD’s. À noite, às 19h, também serão exibidos títulos da mostra não competitiva.

A quinta (6) começa às 8h, com a Mostra Não Competitiva. A tarde traz títulos da Mostra Competitiva, às 14h, com um programa especial para a terceira idade. Na noite acontece a abertura oficial, às 19h, com homenagem à Márcia do Canto e exibição de filmes da competitiva. A sexta-feira (7) começa com a Mostra Competitiva, às 8h, seguida de um programa de Atenção Especial a Idosos às 14h, também da competitiva. A noite termina com o último programa da competição e homenagem a Jonatas Rubert. No sábado (8), acontece a cerimônia de premiação e encerramento, às 20h, com apresentações musicais de Nina Nicolaiewsky, Cadagy Unijuí - Corpo em Movimento e Three Steps Rock Band.

 

Serviço

7º Festival de Cinema de Três Passos

Quando: 4 a 8 de novembro de 2025

Entrada franca

Onde: Cine Globo (Av. Júlio de Castilhos, 490 - Centro)

Site: cinematrespassos.com.br 

Facebook: /festivaldecinemadetrespassos

Instagram: @festivaldecinemadetrespassos 

 

Realização: Movimento Pró-Arte 

Apoio: Prefeitura Municipal de Três Passos 

Financiamento: 

IECINE, Pró-cultura, Governo do Estado do Rio Grande do Sul, Lei Paulo Gustavo, Ministério da Cultura, Governo Federal Brasil União e Reconstrução.

 

Filmes

Mostras competitivas de curtas 2025

Ficção

"Cine Baile" (2025), de Leticia Tonon (SP)

"Dandara" (2024), de Raquel Rosa (GO)

"Deixa" (2023), de Mariana Jaspe (RJ)

"La Hemi" (2024), de Ila Giroto e Estela Lapponi (SP)

"Mariana e Ludovina" (2024), de Lourival Andrade (RN)

"Memórias de Pelúcia" (2025), de Alexandre Estevanato (SP)

"O Jogo" (2025), de Chico Maximila e Alexandre Mattos Meireles (RS)

"O Pintor" (2025), de Victor Castilhos (RS)

"O Último Trem" (2025), de Boca Migotto (RS)

"Para Que Servem as Coisas" (2025), de Thais Fernandes e Tainah Dadda (RS)

"Resgate N°13" (2025), de Mike Ale (PR)

"Sol Maior" (2025), de Dinho Negryne (BA)

"Tapando Buracos" (2025), de Pally e Laura Fragoso (AL)

"Trapiche" (2025), de Tomás Walper Ruas e Thomas Machri (SC)

"Trapo" (2025), de João Chimendes (RS)

"Última Geração" (2025), de Matheus Amorim (GO)

 

Documentário 

"Badlands: Um Parque Fictício" (2025), de Cristyelen Ambrozio (RS)

"Dois Nilos" (2024), de Samuel Lobo e Rodrigo de Janeiro (RJ)

"Emerenciana" (2023), de Larissa Nepomuceno (PR)

"Insustentável: A Realidade Do Petróleo Na Amazônia" (2025), de André Borges e Fer Ligabue (DF)

"Mar De Dentro" (2024), de Lia Letícia (PE)

"Mascates De Sonhos" (2024), de Kristel Kardeal (SC)

"Nhemongarai" (2025), de Jorge Morinico e Hopi Chapman (RS)

"O Último Varredor" (2025), de Perseu Azul e Paulo Alipio (MT)

 

Animação 

"Coisa De Preto" (2025), de Pâmela Peregrino (SE)

"Essa Vaga é Minha!" (2023), de Agê (SP)

"Fruto desse Chão” (2025), de Carlon Hardt (PR)

"No Início do Mundo" (2024), de Camilla Osório De Castro (SE)

"Pela Água, Sempre!" (2025), de Douglas De Magalhães e Juraci Júnior (AM)

"Popcorn and Ice Cream" ("Pipoca e Sorvete") (2025), de Wlisses Alves (MG)

"Todas Essas que Eu Sou" (2024), de Giovana Affonso (SP)

"Zacimba Gaba: A Princesa de Cabinda" (2025), de Thiago Fernandes (MG)

 

Experimental 

"Arroto" (2025), de Juraci Júnior (RO)

"Depois de Você" (2025), de Gustavo Marques (GO)

"Devaneios de um Ator Sem Memórias" (2024), de Thom Galiano (PE)

"Queer na Srebrnym Globie" ("Queer no Global Prateado") (2025), de Petter Baiestorf (SC)

 

Estrangeiro 

"Dentro, Fora Do Brasil" (2024), de Marina Schneider (Lisboa/Portugal)’

"Deseo y Esperanza" ("Desejo e Esperança") (2024), de Humberto Epaminondas (San Pablo de Yao/Buey Arriba/Cuba)’

"Fear Not Fear Itself" ("Não tenha Medo do Medo em Si") (2024), de Dawn Westlake (Califórnia/EUA)

"Pirates of Sepuluh Ribuan" ("Piratas de Sepuluh Ribuan") (2024), de Muhammad Azhar (Riau/Indonesia)

 

Mostras Não Competitivas 2025

Ficção

"Açúcar" (2024), de Fahya Kury Cassins (SC)

"Baile de Miriti" (2024), de Emily Cristiane (PA)

"Notícias da Lua" (2025), de Sérgio Azevedo (SC)

"Rodinhas" (2025), de Guilherme Souza (RJ)

"Temos Pão Caseiro" (2025), de Val Rocha Pires (PR)

"Valentina" (2024), de Rochelle Silva (GO)

 

Documentário

"Entre Linhas e Lutas" (2024), de Bruna Souza (SP)

"Prazer, Mato do Júlio" (2025), de Romir Rodrigues e Ulisses Da Motta (RS)

"Teatro Cansa" (2025), de Jonatas Rubert (RS)

 

Animação

"Ária" (2024), de Arthur P. Motta (ES)

"Bicicleta Vermelha" (2024), de Rodolpho Pinotti (SP)

"Caramelo e Outros 500" (2024), de Eduarda Géa (RS)

"Homi do Saco" (2025), de Deborah Guatura de Paula (SP)

"Minha Cidade" (2025), de Mariana Ferraz e Rodrigo Graciosa (RJ)

"O Burrinho Jatobá" (2025), de Lucas Montes Silva (GO)

"O Mundo Por Carlitos" (2025), de Karine Itao Palos (SP)

"Os Defensores De Típota" (2024), de Caio Guerra (SP)

 

Experimental

"A Biblioteca de Jorge Furtado" (2025), de Glênio Póvoas e Luiz Alberto Cassol (RS)

 

Produções Escolares, Comunidade, #Cidade Cinematográfica

"A Última Lembrança" (2025), de Camila Fernanda Gallas (EEEB Tiradentes - Tiradentes do Sul/RS)

"Alma do Povo: Entre Mitos e Memórias" (2025), de Daniela Della Flora, Eniviani Rossoni de Moura, Luciane Marangon Della Flora e Mirian Portella Fleck (EEEB Feliciano Jorge Alberto - Redentora/RS)

"Assédio Familiar é Crime!" (2024), de Laura Rafaela Von Mühlen Bencke (EMEF Coroinha Daronchi - Três Passos/RS)

"Até que eu possa Lembrar" (2025), de Marlei dos Santos (Três Passos/RS)

"Crianças Pulando de Alegria" (2025), de Luís Felipe Kuenzel (EMEF 25 de Julho - Três Passos/RS)

"Divertindo-Se" (2025), de Raphaela Lais Dias (EMEF 25 de Julho – Três Passos/RS)

"Ela Não é uma Tartaruga" (2025), de Otávio Henrique Schmidt (EMEF 25 de Julho - Três Passos/RS)

"Enquanto Você Está Fora" (2025), de Luís Emanuel Silva dos Santos (EMEF 25 de Julho – Três Passos/RS)

"Entre Bambus" (2024), de Angeles Juliete da Rosa, Guilherme Felipe Grün, Kauana Nicoli Parode, Luíza da Veiga Lacerda e Luís Emanuel Silva dos Santos (EMEF 25 de Julho - Três Passos/RS)

"Loucuras da Paixão" (2025), de Isadora Torres (Frederico Westphalen/RS)

"Não Compre, Adote!" (2024), de Laura Rafaela Von Mühlen Bencke (Três Passos/RS) (D/TSA)

"Nunca julgue o que parece ser!" (2024), de Luiza Henicka (EMEF Coroinha Daronchi - Três Passos/RS)

"O Legado Do Cine Rock" (2024), de Tiago Reginaldo Zagonel (RS/Brasil)

"O Pequeno Príncipe" (2025), de Diones Daniel Schneider e Jane Teresinha Rader (EMEF Independência - Esperança do Sul/RS)

"O Último Adeus" (2025), de Geovana Dobler Breunig (EEEB Tiradentes - Tiradentes do Sul/RS)

"O Último Capítulo" (2025), de Bianca Hennemann, Tainá Rohr e Ana Lara Zimmermann (EEEB Tiradentes - Tiradentes do Sul/RS)

"Os Farristas" (2025), de Grupo Coletivo (Três Passos/RS)

"Passageiros e Passageiras da Noite" (2025), de Marileia Gollo e Raniele Quevedo de Lima (RS)

"Possuída" (2024), de Luís Emanuel Silva dos Santos (EMEF 25 de Julho - Três Passos/RS)

"Salve O Povo, Salve A Banda" (2025), de Marlei dos Santos, Nelson Brauwers, Ivanio Dalagno e Juarez Braga Zamberlan (RS)

"Sequestro Relâmpago" (2025), de Miguel Antunes de Moura (EMEF 25 de Julho - Três Passos/RS)

"Sonho ou Pesadelo" (2024), de Yasmim Dorr (EMEF Wally Elisa Hartmann - Três Passos/RS)

"Tempestade, Minha Égua" (2025), de Arthur Splendor Kuntz (EMEF 25 de Julho - Três Passos/RS)

"Tormentos na Calmaria" (2024), de Edelci Maria Krügel (EMEF 25 de Julho - Três Passos/RS)

"Várias Vezes pelo mesmo Lugar" (2024), de Guilherme Felipe Grün (EMEF 25 de Julho - Três Passos/RS)

"Xeque-Mate: Rei Morto" (2025), de Edelci Maria Krügel, José Carlos Bourscheidt e Yasmin da Rosa Leiria (EMEF 25 de Julho - Três Passos/RS)

'Stuart Fails to Save the Universe', nova comédia Max Original, estreia em julho

Como anunciado na CCXP México, a nova série de comédia Max Original, STUART FAILS TO SAVE THE UNIVERSE, estreia no mês de julho na HBO Max. ...