Crítica Filme "Bumblebee" - Rita Vaz



Inspirado nos brinquedos criados pela Hasbro, na década de 1980, “Transformers” é uma produção que combina carros e robôs, e no cinema (desde 2007) sempre foi um sucesso de bilheteria arrecadando milhões e milhões de dólares em todo o mundo.

Autobots e Decepticons são os personagens principais dessas histórias, mas alguns deles se destacaram e se tornaram queridos do grande público.

Esse é o caso de Bumblebee, um autobot do bem, que sempre está lá para ajudar seus companheiros e para ajudar os humanos, seja em grandes batalhas ou no entendimento entre raças diferentes.

Tantos predicados, fizeram com que um filme sobre a origem dele, fosse feito.

E para a alegria dos milhares de fãs da franquia, o diretor Travis Knight acertou a mão, construindo um filme que realmente liga o personagem com o público.

A trama começa e descobrimos como Bumblebee foi enviado à Terra por ninguém menos que Optimus Prime e com uma missão prá lá de importante, proteger nosso planeta.

A década é a de 1980 e depois de alguns sérios acontecimentos, Bumblebee se refugia em um ferro-velho, sob o disfarce de um fusca amarelo, bastante usado.

É lá que a jovem Charlie, que adora carros desde criança o encontra.

E sem saber que está se aproximando de um ser extraterrestre, acaba se encantando com ele e encantando Bumblebee.

Toda essa história serve de pano de fundo para que muita ação aconteça, são robôs, lutas, bom humor, relacionamentos humanos e robóticos, e explosões.

Os efeitos sonoros e visuais, continuam incríveis, aliás, cada vez mais reais.

As interações entre Charlie e Bumblebee são impressionantes, incluindo a carga emocional que vem com eles.

A trilha sonora é um caso à parte, composta por músicas da década de 1980 que ajudam a construir os personagens e suas relações.

Para os fãs da franquia, uma excelente e bem vinda “origem”, e para quem está começando a conhecer os Transformers este será, com certeza, um excelente início.

Acredito que outras “origens” virão, o que será ótimo!

“Bumblebee” traz uma nova energia à franquia, deixando a série mais leve, divertida e conectiva. Recomendo!

Título Original: Bumblebee
Gênero: Ação/Aventura/Ficção
Tempo de Duração: 1 hora e 54 minutos
Ano de Lançamento: 2018
Direção: Travis Knight
Elenco: Hailee Steinfeld, John Cena, Jorge Lendeborg Jr., Jason Drucker, Pamela Adlon, Stephen Schneider, John Ortiz, Glynn Turman.


Encerram as Filmagens no Brasil de “O Traidor”, Filme de Marco Bellocchio



Encerram as filmagens de O Traidor, longa-metragem filmado 8 semanas na Itália, 2 na Alemanha e 2 Brasil; e conta com paisagens da cidade do Rio de Janeiro em seu roteiro.

Dirigido por Marco Bellocchio, é uma coprodução Itália-Brasil-Alemanha-França Brasil, uma produção IBC Movie, Kavac Film em coprodução com Rai Cinema (Itália), Gullane em coprodução com Telecine (Brasil), Match Factory Productions (Alemanha) e AD Vitam (França). O filme é uma biografia de Tommaso Buscetta, o primeiro chefe de alto escalão da máfia a se transformar em informante no caso “Cosa Nostra” em um ato de traição heroica, e é estrelado por Pierfrancesco Favino e Maria Fernanda Candido. A distribuição no Brasil será feita pela Fenix Filmes e Pandora Filmes. 

Com roteiro de Marco Bellocchio, Bibbiana Santella, Ludovica Rampoldi e Francesco Piccolo, a intrigante história italiana mostra a perseguição de Buschetta pela família Corleonni, seu exilio no Rio de Janeiro e o emocionante julgamento (Maxiprocesso) onde pela primeira vez foi revelado publicamente o funcionamento interno da “Cosa Nostra”. O filme será majoritariamente falado em italiano e com algumas cenas em português. 

Marco Bellocchio é diretor de cinema, roteirista e ator italiano Uma das personalidades italianas mais importantes, no meio intelectual e cultural, ganhou em 1991 o Urso de Prata - Prêmio Especial do Júri no 41º Festival Internacional de Cinema de Berlim por seu filme “The Conviction”. Em 2011, Bellocchio foi premiado com o Leão de Ouro no Festival Internacional de Cinema de Veneza por sua carreira cinematográfica. Em 2006, seu filme “The Wedding Director” foi exibido na seção Un Certain Regard no Festival de Cinema de Cannes. Em 2009, dirigiu “Vincere”, que esteve na principal competição do Festival de Cinema de Cannes. Seu filme de 2012 “Dormant Beauty” foi selecionado para competir pelo Leão de Ouro no 69º Festival Internacional de Cinema de Veneza. O longa é produzido por Giuseppe Chaschetto, Simone Gattoni, Fabiano Gullane, Caio Gullane, Michael Weber, Viola Fügen, e Alexandra Henochsberg. 

Sinopse  
Tommaso Buscetta, mafioso que se exilou no Brasil tentando deixar a vida de crimes, é preso e mandado de volta para a Itália. Durante o processo que se segue, ele, sentindo que a máfia abandonou os princípios sobre os quais foi fundada, faz um acordo com o estado para depor conta seus ex-colegas. Vamos aos poucos conhecendo as amizades e inimizades que trouxeram a situação até este ponto, enquanto Tommaso revê aqueles com quem um dia se associou. 

Ficha Técnica
Elenco: Pierfrancesco Favino como Tommaso Buscetta  
Maria Fernanda Candido como Cristina 
Direção: Marco Bellocchio 
Direção de Fotografia: Vladan Rodovic 
Direção de Arte: Andrea Castorina e Daniela Vilela 
Figurino: Daria Calvelli e Gabriella Marra 
Montagem: Maria Francesca Calvelli 
Produzido por: Giuseppe Chaschetto, Simone Gattoni, Fabiano Gullane, Caio Gullane, Michael Weber, Viola Fügen, e Alexandra Henochsberg 
Produtor Delegado Brasil: André Ristum 
Produtoras: IBC Movie, Kavac Film, Rai Cinema, Gullane, Match Farctory Productions e AD Vitam 
Distribuição Brasil: Fenix Filmes e Pandora Filmes


“A Sereia – Lago dos Mortos” ganha pôster sombrio e trailer nacionalizado



Terror Inspirado na Mitologia Eslava Chega aos Cinemas Brasileiros em Janeiro

Do mesmo diretor de “A Noiva”, Svyatoslav Podgayevskiy, a Paris Filmes leva às telonas o terror russo “A Sereia – Lago dos Mortos”, com estreia agendada para 31 de janeiro.

Após o sucesso internacional dos longas “A Dama do Espelho - O Ritual das Trevas” e “A Noiva”,  produzidos por Ivan Kapitonov, o diretor Svyatoslav Podgayevskiy recorre à rica tradição da mitologia eslava para dirigir seu novo trabalho em parceria com Ivan Kapitonov.

Entre os muitos temas e personagens fascinantes do folclore eslavo, Kapitonov e Podgaevsky ficaram particularmente intrigados com uma versão russa do mito da sereia. Segundo ele, as mulheres solteiras que se afogavam em rios e lagos estavam condenadas a se tornarem sereias demoníacas, assombrando as águas onde encontravam seus fins trágicos. Como sereias, as mulheres viriam à superfície à noite para atrair homens desavisados ​​a seus reinos submersos com canções e encantos. Os homens capturados se tornariam seus servos pela eternidade.

Debruçados sobre as lendas, os mitos e os contos que caracterizam a sereia russa, a produção é focada no sombrio sentimento de vingança contra os homens. Eles são atraídos, seduzidos, separados de seus entes queridos e, depois, destruídos.

No pavoroso trailer recém-revelado é possível observar que Roman (Efim Petrunin) encontra uma estranha jovem em um lago no meio da floresta e, a partir deste encontro, sua vida é colocada em risco.  Em meio as investigações, Roman e sua noiva Marina (Viktoriya Agalakova) são perseguidos e assombrados pela mulher transformada em monstro. 

A Sereia – Lago dos Mortos
La Sirena é uma jovem que se afogou séculos atrás e se tornou uma sereia malvada que se apaixona pelo noivo de Marina, Roman. La Sirena insiste em mantê-lo longe de Marina em seu reino da morte debaixo d'água.

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Crítica Filme "Era Uma Vez Um Deadpool" - Rita Vaz



O anti-herói Deadpool chegou às telas dos cinemas quebrando paradigmas e fazendo um sucesso absurdo por todo o planeta, apesar de seu modo bruto e ácido de ser.

Contra todas as expectativas de Hollywood, o público (maior) adorou o chamado Mercenário Tagarela.

Mas, apesar desse sucesso, muitas críticas surgiram, justamente pelo comportamento sem freios e medidas do personagem.

E junto com ela, uma massa enorme de pessoas, menores de idade que queriam ver o filme, mas não tinham idade suficiente para adentrar as salas de cinema.

Pois é, assistir um filme numa tela de cinema, e compartilhar com vários desconhecidos a mesma experiência, não tem preço.

Então, provavelmente pensando nesse filão de mercado, o diretor David Leitch pegou o filme, lançado em maio deste ano e fez uma versão mais leve, retirando o máximo de sangue, palavrões e cenas pesadas, e fez dele um conto de fadas.

Sim, um conto de fadas com direito a Deadpool contar a sua história, munido de um livro nas mãos e um cenário de quarto com um outro personagem sentadinho em sua cama, e pronto para ouvir a história.

Só que não é bem assim. Esse cenário existe, mas Deadpool sequestrou o diretor Fred Savage (ator, roteirista afiado) e o amarrou na cama, ele não tem saída, a não ser ouvir o conto de fadas.
O que acontece em cena é interessante.

Deadpool conta sua história de “Deadpool 2” exatamente como ela é, mas, com cortes que deixam a trama mais ligeira e menos ácida.

A pergunta é: isso tudo era necessário?

Talvez pela possibilidade daquele determinado público assistir a história na tela grande, porque todo mundo, independentemente da idade, já assistiu ao filme.

E talvez também, porque o diretor vislumbrou essa possibilidade e entregou um novo modo de ver filmes, quem sabe!

O ator Ryan Reynolds continua ótimo no papel, ainda mais solto no personagem, com essa nova possibilidade.

Como sempre, existe uma cena pós-crédito, que faz valer a pena esperar, como poucas, uma bela homenagem a Stan Lee, o pai de tantos personagens que há pouco nos deixou.

Então, se você é fã de Deadpool, vá ao cinema ver mais esse diferente episódio do herói.

Título Original: Once Upon a Deadpool
Gênero: Comédia/Ação
Tempo de Duração: 1 hora e 56 minutos
Ano de Lançamento: 2018
Direção: David Leitch
Elenco: Ryan Reynolds, Fred Savage, Josh Brolin, Morena Baccarin, Julian Dennison, Zazie Beetz, Leslie Uggams, Shioli Kutsuna.

Foliões são destaque em colorido pôster do documentário “Sou Carnaval de São Salvador”



COM ESTREIA NOS CINEMAS EM JANEIRO, PRODUÇÃO RETRATA CINCO ANOS DE FOLIA NA MAIOR FESTA DE RUA DO MUNDO

A menos de três meses do período mais aguardado do ano, o Carnaval, o filme “Sou Carnaval de São Salvador” revisita a tradicional festa promovida na cidade de Salvador, na Bahia, e dá o gostinho antecipado da folia, nos cinemas, a partir de 24 de janeiro.  Dirigido e roteirizado por Marcio Cavalcante, a produção acaba de ganhar seu pôster oficial.

No documentário, o Carnaval mais famoso do planeta, que atrai milhares de turistas todos os anos, é apresentado por vários ângulos. Como um palco, as ruas de Salvador (BA) reúnem uma manifestação popular plural, rica e única.  A produção retrata a história da festa baiana, transitando pela música, cultura, povo e dança, para tentar entender o porquê de tanta loucura.

Com filmagens realizadas de 2014 a 2018, e mais de 500 entrevistas, o projeto retrata todos aqueles foliões que “são” Carnaval de corpo e alma. O título “Sou Carnaval”, inclusive, remete a identificação pessoal e o “Sou” na primeira pessoa transforma a festa numa entidade viva, com a voz do premiado ator baiano João Miguel.

SOU CARNAVAL DE SÃO SALVADOR – SINOPSE    
“Sou Carnaval de São Salvador” é um longa-metragem documental que tem como tema o Carnaval de Salvador, que é mais que uma festa, é um estado de espírito.
É singular e é plural: são milhões de pessoas que são de verdade Carnaval. A festa ganha vida com a voz do premiado ator baiano João Miguel. foram 5 anos de filmagens (2014, 2015, 2016, 2017 e 2018), num mergulho profundo para tentar entender o porquê de tanta loucura. Que histeria coletiva é essa? Existe explicação?

Ficha Técnica
Diretor: Marcio Cavalcante
Narrador: João Miguel
Roteirista: Marcio Cavalcante
Montador: Jefferson Neto
Trilha Original: Bob Bastos
Colorista: Alexandre Sepulveda
Direção de Produção: Sheila Gomes
Coord. de Produção: Laila Rimolli
Prod. Executiva: Pedro Gaudenzi
Captação de Patrocínio: Lauro Dourado
Finalizador: Fábio Barbosa
Design Gráfico: Samuka
Direção de Fotografia: Pedro Semanovschi, Lázaro Santana ABC, Francisco Oliveira e André Heleno
Produtor de Campo: Jorge Martins, Inailton Oliveira e Felipe Adail
Mixagem e Desenho de Som: Flavio Souza e Marquinho Carvalho
Masterização: Marquinho Carvalho
Consultores: Nelson Cadena e Simas Carneiro
Projeto de Lei de Incentivo: Claudio David
Computação Gráfica: Marcel Araújo
Operador de Câmera: Márcio Rosário, Willian Costa e Rodrigo Maia
Drone e Time Lapse: Peu Ribeiro
Som Direto: Napoleão Cunha, André Sampaio, Jeorge Costa e Cleydson Coronel

Gênero: documentário
Duração: 110 minutos
Classificação indicativa: a definir
Produtora: Mandacaru Filmes
Distribuidora: Paris Filmes


Filme de Estreia de Armando Praça, “Greta” foi Selecionado Para a Mostra Panorama do Festival de Berlim



Marco Nanini está de volta aos cinemas na pele de Pedro, um enfermeiro homossexual de 70 anos, fã fervoroso de Greta Garbo. É em torno do personagem que a trama de “GRETA”, longa de estreia de Armando Praça, se desenvolve. O filme foi selecionado para a Mostra Panorama do Festival de Berlim de 2019.

No longa, Pedro (Marco Nanini) precisa liberar uma vaga no hospital onde trabalha para sua melhor amiga, Daniela (Denise Weiberg). Para conseguir internar a amiga travesti no hospital lotado, ele precisa ajudar Jean (Demick Lopes), um jovem que acaba de ser hospitalizado e algemado por ter cometido um crime. Jean pede ajuda para fugir do hospital, e Pedro vê a chance de conseguir salvar a amiga, que sofre de uma insuficiência renal grave. Pedro, então, esconde Jean na sua casa até a sua recuperação, e os dois acabam se envolvendo amorosamente.

Ambientado em Fortaleza, o filme é livremente inspirado na peça Greta Garbo Quem Diria Acabou no Irajá, do dramaturgo Fernando Melo. “GRETA” será distribuído pela Pandora Filmes.

Sinopse

Pedro (Marco Nanini), um enfermeiro homossexual de 70 anos, fervoroso fã de Greta Garbo, precisa liberar uma vaga no hospital onde trabalha para Daniela (Denise Weiberg), sua melhor amiga. Para salvar Daniela, ele decide ajudar Jean, um jovem que acaba de ser hospitalizado e algemado por ter cometido um crime. Pedro o ajuda a fugir e esconde-o em sua própria casa até que ele se recupere e nesse período, eles se envolvem afetiva e sexualmente. Essa relação será essencial para que Pedro sobreviva à perda de Daniela, mas também cause mudanças surpreendentes em si mesmo e no modo como ele lida com a solidão.

Ficha Técnica

Direção / Roteiro: Armando Praça
Produção: João Vieira Jr., Nara Aragão e Armando Praça
Produção Executiva: Maurício Macêdo e João Vieira Jr.
Direção de Produção: Maurício Macêdo
Direção de Fotografia: Ivo Lopes Araújo
Direção de Arte: Diego Costa
Montagem: Karen Harley
Figurino: Thaís de Campos
Maquiagem: Amanda Mirage
Edição de Som: Waldir Xavier
Som Direto: Pedro Moreira e Moabe Filho
Mixagem: Nicolau Domingues
Elenco: Marco Nanini, Denise Weinberg, Démick Lopes, Gretta Sttar

SOBRE O DIRETOR

Armando Praça, nascido em 1978 em Aracati, Ceará é cineasta e sociólogo, trabalhou como assistente de direção, roteirista e preparador de elenco de importantes diretores brasileiros como, Marcelo Gomes, Karim Ainouz, Márcia Faria, Sérgio Rezende, Halder Gomes, Rosemberg Cariry, entre outros. Realizou curtas e médias metragens. Entre eles: A Mulher Biônica (exibido no festival de curtas metragens de Clermont Ferrand), O Amor do Palhaço, Origem: Destino e Parque de Diversões. Atualmente está lançando seu primeiro longa, Greta e se prepara para filmar o segundo, Fortaleza Hotel e desenvolve os projetos Ne Me Quitte Pas e Cachoeira do Descuido. 



“Temporada”, de André Novais Oliveira, Estreia Dia 17 de Janeiro



TEMPORADA, dirigido e roteirizado por André Novais Oliveira e com produção da Filmes de Plástico, estreia dia 17 de janeiro, através do projeto Sessão Vitrine Petrobras. O filme foi o grande vencedor da Mostra Competitiva no 51º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, onde saiu premiado como Melhor Filme, Melhor Atriz para Grace Passô, Melhor Ator Coadjuvante para Russo APR, Melhor Direção de Arte de Diogo Hayashi e Melhor Fotografia de Wilsa Esser, e estreia em todo o Brasil a preços populares, R$ 12,00 a inteira de R$ 6,00 a meia entrada.

O longa, que antes teve sua estreia mundial no Festival de Locarno, já rodou dezenas de Festivais pelo mundo, inclusive foi exibido na 42ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo e na Semana de Cinema, no Rio de Janeiro, onde a obra de André ganhou uma retrospectiva. A atriz Grace Passô, que recentemente também recebeu o prêmio de Melhor Atriz no Festival de Torino, na Itália e será homenageada na 22ª edição da Mostra de Cinema de Tiradentes , conta sobre sua personagem: “
Juliana é uma mulher que tá mudando de cidade, de trabalho, de relações amorosas, e portanto é uma pessoa que vive um momento de olhar o mundo de uma forma diferente. Pra mim, Temporada capta esse período de transformação da vida, pra mim Temporada é um convite para olhar as paisagens sob outras perspectivas. E, aliás, o olhar do André tem a potência da poesia. A poesia negocia entre síntese e a profundidade, assim como a câmera, os personagens e as situações que André dirige.”.

André Novais Oliveira, que é dos fundadores da produtora mineira Filmes de Plástico, ganhou diversos prêmios por seu filme anterior “Ela Volta na Quinta”, que fala sobre uma família que vivia em Contagem, Minas Gerais, e mais uma vez o diretor usa a periferia da sua cidade como pano de fundo para a história. A ideia para o “Temporada” surgiu em 2007, quando o próprio diretor e roteirista trabalhou no combate a endemias em sua cidade, Contagem, mais precisamente no combate a dengue:
“Eu entrava nas casas das pessoas e sempre me fascinou esse trabalho de estar na casa delas e conhecê-las, e eu queria muito falar sobre uma personagem que estivesse mudando, em processo de transformação de vida em um momento específico da vida dela”.

Na trama, Juliana (Grace Passô) está de mudança do interior do estado de Minas para a periferia de Contagem, em BH. Em seu novo trabalho dedicado a combater às endemias da região, ela se depara com pessoas e vive experiências capazes de mudar a sua vida completamente. Ao mesmo tempo que passa por essa transformação, Juliana tenta lidar com o impacto que tudo isso gera na sua relação conjugal.

SINOPSE

Juliana está se mudando de Itaúna, no interior do estado, para a periferia de Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte, para trabalhar no combate às endemias na região. Em seu novo trabalho ela conhece pessoas e vive situações pouco usuais que começam a mudar sua vida. Ao mesmo tempo, ela enfrenta as dificuldades no relacionamento com seu marido, que também está prestes a se mudar para a cidade grande.

FICHA TÉCNICA

TEMPORADA (Long Way Home)
Direção e Roteiro: ANDRÉ NOVAIS OLIVEIRA
Elenco: GRACE PASSÔ, RUSSO APR, REJANE FARIA, HÉLIO RICARDO, JU ABREU, RENATO NOVAES, SINARA TELES e JANDERLANE SOUZA
Produção: ANDRÉ NOVAIS OLIVEIRA, GABRIEL MARTINS, MAURILIO MARTINS, THIAGO MACÊDO CORREIA
Produtor Executivo: THIAGO MACÊDO CORREIA
Diretora de Produção: MARCELLA JACQUES
Fotografia: WILSSA ESSER
Direção de Arte: DIOGO HAYASHI
Figurinos: RIMENNA PROCÓPIO
Som: TIAGO BELLO, MARCOS LOPES
Montagem: GABRIEL MARTINS
País: Brasil
Ano: 2018
Duração: 113 minutos.


Confira o Cartaz do Filme “A Esposa” Dirigido por Bjorn Runge



Glenn Close está de volta em mais um papel de tirar o folêgo. Em “A ESPOSA”, de Björn Runge, que estreia dia 10 de janeiro. Ela vive Joan, uma mulher que abriu mão do seu talento e de suas ambições para apoiar o marido escritor Joe (Jonathan Pryce), com quem está casada há 40 anos. Quando viaja para Estocolmo para acompanhar o marido na cerimônia de entrega do Prêmio Nobel de Literatura, Joan passa a ser procurada por um jornalista (Christian Slater) ávido por escrever uma biografia não-autorizada do escritor. Joan se vê, então, prestes a encarar o maior sacrifício da vida e alguns segredos serão revelados.

Na trama, os dois são como opostos: enquanto Joe é ousado, Joan é tímida. Se Joe é casual, Joan faz a linha mais elegante. Joe é vaidoso, já Joan é super discreta. E, no meio profissional, o escritor adora a fama de grande escritor americano, enquanto Joan abriu mão da vida profissional e do seu talento em prol do marido e dos fillhos: mantém a casa em perfeito funcionamento, uma ótima relação com os filhos já adultos e até os remédios do marido ela administra.

Aclamada pela crítica internacional, a atuação de Glen Close já lhe rendeu prêmios, entre eles Icon Award at the Palm Springs International Film Festival e Hollywood Film Award Actress of the Year. “Seis vezes indicada ao Oscar, Glenn Close está digna de nova indicação”, opiniou o The New York Times. “Glenn Close está magnífica”, elogiou o The Film Stage. O filme também foi um dos destaques do Festival de Toronto.

Baseado no livro de Meg Wolitzer, o filme será distribuído pela Pandora Filmes e pela Alpha Filmes. Estão ainda no elenco os atores Jonathan Pryce, Christian Slater, Max Irons, Elizabeth McGovern e Annie Starke, que é filha de Glenn Close na vida real e aqui interpreta a personagem de sua mãe quando jovem.

Sinopse
Enquanto viaja para Estocolmo com o marido, que receberá o Prêmio Nobel de Literatura, Joan (Glenn Close) questiona suas escolhas de vida. Durante os 40 anos de casamento, ela sacrificou seu talento, sonhos e ambições, para apoiar o carismático Joe (Jonathan Pryce) e sua carreira literária.  Assediada por um jornalista (Christian Slater) ávido por escrever uma escandalosa biografia de Joe, agora Joan enfrentará o maior sacrifício de sua vida e alguns segredos há muito enterrados finalmente virão à tona.

A ESPOSA (The Wife)
Direção: Björn Runge
Roteiro: Jane Anderson
Elenco: Glenn Close, Jonathan Pryce, Christian Slater, Max Irons, Elizabeth McGovern.
Ano: 2017
País: Reino Unido, Suécia e EUA
Duração: 100 min
Classificação: 12 anos


Crítica Filme "Detetives do Prédio Azul 2 - O Mistério Italiano" - Rita Vaz



O DPA é uma série da televisão brasileira que está no ar há onze temporadas. Ela faz muito sucesso com o público infantil e já passa em mais de um canal.

A história fala de três amigos inseparáveis que moram em um prédio e desvendam vários mistérios e magias. Eles têm um clube secreto que fica em uma parte do pátio, camuflada e não conhecida pelos adultos, lá, eles vestem suas capas especiais e se tornam os Detetives do Prédio Azul! Porque moram em um prédio azul.

Depois de tanto sucesso na televisão, em 2017 eles ganharam um filme só prá eles, e o sucesso desse filme foi tanto que eles ganharam um segundo, prá alegria da garotada.

Na nova história, Pippo, Sol e Bento terão que decifrar um mistério em terras italianas.

Para começar os três amigos vão participar de um concurso musical, onde o campeão ganha uma viagem. Só que Berenice, que não é muito amiga do pessoal, fica sabendo e também quer participar.

Muitas coisas acontecem e todas as crianças do concurso são sequestradas por bruxos malvados.

Pippo, Sol e Bento que estavam fora do teatro nessa hora, terão que desvendar o mistério do desaparecimento das crianças, só que na Itália, já que descobrem que todas foram levadas para lá, até a Berenice.

Mas, pelo menos eles contarão com a ajuda preciosa do avô de Pippo que mora lá.

Em terras italianas eles vão conhecer a Expo-Bruxas, a maior festa de bruxos do mundo e enfrentarão os bruxos Máximo e Mínima que querem obter a poção da vida eterna.

Apesar de ter passado um ano desde o primeiro longa, a história cresceu, tal qual seus atores.
Tanto que a trama tem um toque mais sinistro, com bruxas e bruxos mais malvados.

O que chama a atenção no filme é a linguagem que eles usam para se comunicar com as crianças.

 Eles falam a mesma língua que elas. Os diálogos são simples, e funcionam com a garotada. O filme é bastante colorido, alegre e a trama não deixa uma pontinha se quer, sem explicação.

O longa também é dinâmico, divertido, animado, cheio de idas e vindas e muita magia.

A maior lição da história é o significado da amizade e todos as suas benesses, um tema excelente para conversar com crianças de todas as idades.

Aliás, crianças a partir de 5 anos já podem assistir o DPA, porque elas prestam muita atenção no que acontece na tela. Recomendo!

Título Original: Detetives do Prédio Azul 2 – O Mistério Italiano
Gênero: Aventura
Tempo de Duração: 1 hora e 40 minutos
Ano de Lançamento: 2018
Direção: Vivianne Jundi
Elenco: Claudia Neto, Letícia Braga, Anderson Lima, Pedro Henriques Motta, Antonio Pedro, Suely Franco, Fabiana Karla, Diogo Vilela, Ronaldo Reis.

AVENTURA INTERPLANETÁRIA



No dia 22 de dezembro, a partir das 22h, o embarque para o mundo fantástico será pelo Telecine Play e pelo Telecine Premium, com a Superestreia de Uma Dobra no Tempo. Adaptação do clássico infanto-juvenil de Madeleine L'Engle, o filme ganhou versão para os cinemas pelas mãos de Ava DuVernay, primeira mulher negra a dirigir um blockbuster

Estrelado por Oprah Winfrey, Reese Witherspoon, Mindy Kaling, Chris Pine, Storm Reid, Gugu Mbatha-Raw e Zach Galifianakis. 

O pai de Meg e Charles está sumido desde que se envolveu num misterioso projeto. A dupla decide encontrar o cientista e contará com a ajuda do colega Calvin e de três mulheres poderosas, defensoras do bem: Sra. Qual, Sra. Quequeé e Sra. Quem, interpretadas por Oprah, Reese Witherspoon e Mindy Kaling, em versões excêntricas. A jornada por diferentes lugares do universo está só começando!

Serviço
UMA DOBRA NO TEMPO (A Wrinkle In Time)
·          
o    http://revistatelecine.com.br/wp-content/themes/revistatelecine/img/canais/canal-premium.png
o    Sábado, dia 22/12
o    às 22h
·          
o    http://revistatelecine.com.br/wp-content/themes/revistatelecine/img/canais/canal-pipoca.png
o    Domingo, dia 23/12
o    às 20h
·         Direção: Ava DuVernay
·         Elenco: Reese Witherspoon, Oprah Winfrey, Levi Miller, Zach Galifianakis, Chris Pine, Storm Reid e Mindy Kaling
·         EUA, 2018. Aventura. 105 min. 10 anos


Sony Pictures Abre Pré-Venda de “Homem-Aranha: No Aranhaverso”



A ​Sony Pictures iniciou hoje a pré-venda do filme “Homem-Aranha: No Aranhaverso”.
Consulte a programação em sua cidade para verificar em quais cinemas o filme será exibido.

A animação é dirigida por Bob Persichetti, Peter Ramsey e Rodney Rothman e conta com roteiro de Phil Lord.  O filme está indicado ao prêmio de melhor animação no Globo de Ouro.  O longa estreia no Brasil dia 10 de janeiro de 2019.

Phil Lord e Christopher Miller, as mentes criativas por trás do The Lego Movie e 21 Jump Street, trazem seus talentos únicos para uma nova visão de um diferente Universo Homem-Aranha, com um estilo visual inovador que é o primeiro de seu tipo.

SINOPSE: “Homem-Aranha: No Aranhaverso” apresenta a história do adolescente do Brooklyn, Miles Morales, e as infinitas possibilidades do Aranhaverso, onde mais de um pode usar a máscara.

Homem Livre, novo filme de Armando Babaioff



Primeiro longa-metragem dirigido por Alvaro Furloni, “Homem Livre” tem data confirmada de estreia dia 21 de fevereiro. O longa conta história de Hélio (Armando Babaioff), um ex-ídolo do rock que, após passar anos na cadeia por um crime que chocou o país, encontra abrigo em uma pequena igreja evangélica. Ele só quer ser esquecido, mas seu passado volta para assombrá-lo.
           
Cerca de 80% do filme é ambientado em um único local, uma igreja suburbana onde Hélio se refugia. Vemos o mundo pelo prisma do personagem, e a inquietação que ele sente é transmitida através da linguagem visual do filme. A câmera subjetiva nos coloca em sua perspectiva distorcida e evoca sua inquietação doentia.
           
“Eu sempre quis que o filme passasse uma sensação claustrofóbica, para mostrar como o seu protagonista continuava preso mesmo após sair da cadeia. O grande desafio para deixar o filme visualmente atrativo foi criar vários moods para a locação principal, de forma que ela nunca fosse filmada exatamente da mesma maneira. Ao longo do filme, há um reposicionamento constante das fontes de luz e do mobiliário no quarto do protagonista. Assim, embora o personagem permaneça confinado em um único lugar durante a maior parte do tempo, o público não fica com a sensação de que está vendo a mesma coisa repetidas vezes”, explica Álvaro.

Como um thriller psicológico, “Homem Livre” assume a perspectiva do seu protagonista do início ao fim, criando uma tensão e uma paranoia crescentes, até o espectador não conseguir diferenciar o que é realidade do que é imaginação. O diretor, assumidamente fã do gênero, tem como referência filmes da trilogia do apartamento de Roman Polanski “Repulsa ao Sexo” (1965), “O Bebê de Rosemary” (1968) e “O Inquilino” (1976), além de “O Homem Duplicado” de Denis Villeneuve e, principalmente, “Cisne Negro”, de Darren Aronofsky para criar a atmosfera do filme.

Outro elemento importante em “Homem Livre” é a comunidade evangélica onde o protagonista vive. “Igrejas evangélicas, de uma forma geral, são espaços que lidam o tempo todo com culpa e perdão, os principais temas do filme. Não por acaso, a conversão religiosa é um caminho bastante recorrente para ex-detentos famosos, que buscam nas igrejas um abrigo que não encontram em qualquer outro lugar. Porém, é comum que essas conversões sejam vistas com uma dose de ceticismo pela sociedade, como se o ex-presidiário e a igreja estivessem escondendo as suas reais motivações”, explica o Álvaro que antes do filme, não tinha tido nenhuma experiência relevante com a comunidade evangélica. “Acabei aprendendo muito durante a preparação para o filme. Para quem não conhece, como era o meu caso, é comum enxergar os chamados “crentes” como uma única categoria, atribuindo a todos uma série de características negativas. Mas a verdade é que existem inúmeras vertentes evangélicas e a igreja retratada no filme é um bom exemplo”, ele complementa.

Além de Armando Babaioff (“Prova de Coragem”) como Hélio, o elenco traz Flávio Bauraqui (“Nise: O Coração da Loucura”), Rosane Mulholland (“Tudo Acaba em Festa”), Márcio Vito (“Pendular”), Giancarlo Di Tomasso (“Gonzaga - de Pai para Filho”), entre outros.
           
“Homem Livre” fez sua première no 6º Olhar de Cinema - Festival Int'l de Curitiba, foi premiado no 10º Festival de Cinema de Triunfo (Melhor Ator para Armando Babaioff e Melhor Montagem) e estreia comercialmente dia 21 de fevereiro em todo o Brasil pela Olhar Distribuição.

Ficha técnica:
Homem Livre
2017 | Brasil | ficção | 84 min.
Direção: Alvaro Furloni, roteiro: Pedro Perazzo, elenco: Armando Babaioff, Flávio Bauraqui, Thuany Andrade, Rosane Mulholland, Marcio Vito, Giancarlo Di Tomasso, Lucas Gouvea, produtora: Segunda-Feira Filmes, Co-produtora: Vatapá Produções, distribuidora: Olhar Distribuição

Sinopse
Após anos na cadeia por um crime que chocou o país, um ex-ídolo do rock encontra abrigo em uma pequena igreja evangélica. Ele só quer ser esquecido, mas seu passado volta para assombrá-lo.


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