Filme – Hancock


“Um grande poder trás uma grande responsabilidade”, todo mundo sabe disso, menos Hancock. Ele, um herói, que além de ter super-poderes, tem amnésia, tem mal humor, é sarcástico, é anti-social, não está nem aí para conseqüências, e adora uma bebida (alcoólica).
Achei muito interessante olhar um herói deste ângulo. As pessoas sempre os vêem como seres absolutos e completos com sua existência. Nesse caso é diferente.
Com Will Smith no papel principal (o que já garante que o filme é bom), o enredo conta a história de um homem com poderes fantásticos, que tem uma crise existencial.
Ele não é feliz, sente-se o último da sua espécie, e toda vez que ajuda as pessoas, acaba fazendo mais estragos que os bandidos, e quem paga a conta é o contribuinte.
Ray Embrey, um agente de relações públicas, que é salvo por Hancock de um desastre, agradece sinceramente o salvamento e oferece ajuda a ele para melhorar sua imagem.
A idéia não é bem aceita por Mary, esposa de Ray, que mostra uma ligação fora do normal com o suposto herói.
Ray tem um plano para que ele mude sua imagem diante do público. Ele acredita que se Hancock ficar ausente durante um tempo a criminalidade vai aumentar e a população o chamará de volta.
No meio de tudo isso, tem efeitos especiais de cair o queixo, uma história de amor, e a própria história do herói.
Posso dizer que é um filme totalmente diferente de todos os outros que já foram feitos, e que só por isso, já é motivo e alternativa de diversão.

Um comentário:

sofia martínez disse...

É uma proposta interessante. Hancock estreou nas telas, resultando em um enorme sucesso de público, provando o "Star Power" por Will Smith. E apesar de muitos diretores, Berg, finalmente, conseguiu fazer a proposta, apresentando um filme com uma ideia pouco e subutilizado torna-se visto, mas ao longo branda. Não há cenas absurdas (exceto alguns detalhes da conversa chave entre Smith e Theron), a ilegalidade ou mesmo divertido cenas de ação. OK, mas com uma assustadora falta de alma.