Programação Cinesystem - 19 a 25 de fevereiro

ESTREIAS 

Para Sempre Medo [Keeper] (Diamond) 1h38 (16) 

Isso Ainda Está de Pé? [Is this thing on?] (Disney) 2h00 (14) 

Anêmona [Anemone] (Universal) 2h05 (14) 

O Frio da Morte [Dead of Winter] (Paris) 1h38 (14) 


EVENTOS

Ghibli Fest Parte 2 - Todos

Cine Azul: Um Cabra Bom de Bola [Goat] (Sony) 1h40 (10) - dia 21/02

Pré estreia: Pânico 7 [Scream 7] (Paramount) 1h54 (18) - dia 25/02

Cine Materna: Um Cabra Bom de Bola [Goat] (Sony) 1h40 (10) - 24/02 - FLN

Cine Materna: Um Cabra Bom de Bola [Goat] (Sony) 1h40 (10) - 25/02 - BGU

Cine Materna: Um Cabra Bom de Bola [Goat] (Sony) 1h40 (10) - 25/02 - VVL


CIRCUITO BELAS ARTES

Valor Sentimental [Sentimental Value] (Retrato) 2h14 (14) - PPA

Hamnet: A Vida Antes de Hamlet [Hamnet] (Universal) 2h05 (14) - AME e MTW

Marty Supreme (Diamond) 2h29 (16) - FLN, BBC e BSB

Primeiro Encontro [Follemente] (Pandora) 1h37 (16) - BSB

ORWELL: 2+2=5 [ORWELL: 2+2=5] (Mares/Alpha Filmes) 1h59 (14) - MCZ 


Mais informações: https://www.cinesystem.com.br 

CCBB Rio inaugura O cinema anticolonial de Sarah Maldoror com exibição de versão restaurada de "Sambizanga"

Sessão de abertura, na próxima quinta-feira (19/02), conta com a presença de Henda Ducados, filha da cineasta, e destaca obra preservada pela Cineteca di Bologna com apoio de Martin Scorsese 

Crédito: Suzanne Lipinska

O CCBB Rio apresenta a mostra O cinema anticolonial de Sarah Maldoror, dedicada a celebrar o legado e a estética revolucionária da cineasta. A abertura oficial acontece na quinta-feira, 19 de fevereiro, às 17h30, com a primeira exibição na cidade da versão restaurada de "Sambizanga" (1972), obra-prima que retrata a resistência angolana contra a polícia secreta portuguesa.  

O longa foi preservado pela Cineteca di Bologna e pela World Cinema Foundation, sob o incentivo de Martin Scorsese, e sua sessão inaugural será enriquecida pelos comentários de Henda Ducados, filha da diretora, que compartilhará detalhes sobre a memória e o impacto humanitário da produção. A pesquisadora e professora Janaína Oliveira também estará presente para a ocasião.  

Sarah Maldoror (1929-2020) iniciou sua carreira dando visibilidade às lutas pela independência da África, especialmente próxima dos movimentos de libertação de Angola, da Guiné-Bissau e de Cabo Verde. Sua obra compreende mais de quarenta filmes, entre ficções e documentários, curtas e longas-metragens. Maldoror se destaca, ainda, por utilizar a poética cinematográfica para narrar histórias revolucionárias de um ponto de vista humano, salientando o papel central das mulheres nos processos de emancipação. 

Diferenciando-se de panoramas históricos anteriores, a mostra no CCBB RJ configura-se como a ocupação mais profunda e inédita da obra da cineasta no país, oferecendo ao público a oportunidade de mergulhar em uma filmografia que equilibra o rigor político com uma estética refinada, algo que a tornou referência para gerações de realizadores ao redor do mundo. A programação reúne 24 títulos – 14 de Sarah Maldoror e 10 de outros realizadores.  

A abertura se dará com a exibição de “Sambizanga”. Produzido em 1972 e premiado no Festival de Berlim, é o longa-metragem mais popular de Sarah Maldoror, onde acompanha um homem que é preso injustamente e torturado após ser suspeito de pertencer a um grupo revolucionário. Marcada para às 17h30, a sessão contará com a presença para diálogo com o público e Henda Ducados, filha caçula da cineasta e autora de ensaios para o jornal feminista Another Gaze. 

Dentre as produções de outros realizadores, há desde filmes em que Maldoror trabalhou como assistente, como o célebre “A Batalha de Argel” (1966), de Gillo Pontecorvo, até obras como “Sem sol” (1982) e o episódio 7 da série “A herança da coruja” (1989), de Chris Marker, que contêm imagens filmadas por ela.   

Sarah Maldoror deixou mais de quarenta realizações, além de outros quarenta projetos inacabados. Jamais filmado, o roteiro de “As garotinhas e a morte” ganha uma leitura dramática no dia 1º de março, dirigida pela cineasta baiana Safira Moreira. Dela, a mostra O cinema anticolonial de Sarah Maldoror também exibe “Cais” (2025), seu primeiro longa-metragem. A intenção é  chamar atenção para paralelos entre o cinema de Sarah Maldoror e a obra de cineastas negras da América Latina. A programação de O cinema anticolonial de Sarah Maldoror também contempla o curso dividido em duas partes Arquivos do cinema de mulheres, ministrado por Anita Leandro e Ana Paula Alves Ribeiro. As inscrições se darão por ordem de chegada.

A mostra O cinema anticolonial de Sarah Maldoror tem curadoria de Lúcia Monteiro, Izabel de Fátima Cruz Melo e Letícia Santinon. “Acreditamos muito no encontro dos filmes da Sarah Maldoror com o público do Rio de Janeiro. Há diversos paralelos entre as realidades africanas e afro-diaspóricas que ela filmou, na África, nas Antilhas e na Europa, e no Brasil”, diz Lúcia Monteiro. 
 

O projeto conta com patrocínio do Banco do Brasil e realização do Governo do Brasil e acontecerá também no CCBB São Paulo (de 21 de fevereiro a 22 de março) e no CCBB Salvador.

 

FILMES DA PROGRAMAÇÃO

A batalha de Argel
La battaglia di Algeri, Gillo Pontecorvo, 1966, 121 minutos, Argélia e Itália. Classificação: 14 anos.
Sinopse: Nos anos 1950, o medo e a violência aumentam à medida que o povo da Argélia luta pela independência do governo francês.
 

Aimé Césaire, a máscara das palavras
Aimé Césaire, the mask of words, Sarah Maldoror, 1987, 47 minutos, Estados Unidos, Martinica. Classificação: 14 anos.
Sinopse: Dez anos após realizar seu primeiro filme em torno do poeta surrealista, dramaturgo, ativista e político martinicano Aimé Césaire, Sarah Maldoror volta a esta figura na ocasião em que recebe uma importante homenagem nos EUA. Ideólogo do conceito de "negritude", na entrevista que concede a Maldoror, Césaire fala de sua trajetória, reflete sobre história, colonialismo, preconceitos e sobre o papel da poesia.
 

Aimé Césaire - un homme une terre
Aimé Césaire - un homme une terre, Sarah Maldoror, 1976, 52 minutos, França, Martinica. Classificação: 14 anos.
Sinopse: Aimé Césaire foi surrealista, ensaísta, ativista e um dos fundadores do movimento da Negritude, uma corrente artística e política progressista que defendia a cultura negra, fortemente ligada a ideais marxistas e anticoloniais.
 

Alma no olho
Alma no olho, Zózimo Bulbul, 1973, 11 minutos, Brasil. Classificação: 14 anos.
Sinopse: Metáfora sobre a escravidão e a busca pela liberdade por meio da transformação interna do ser, em um jogo de imagens de inspiração concretista.
 

Cais
Cais, Safira Moreira, 2025, 70 minutos, Brasil. Classificação: 14 anos.
Sinopse: Dois meses após o falecimento de sua mãe Angélica, Safira viaja em busca de encontrá-la em outras paisagens. Num curso fluvial, o filme percorre cidades banhadas pelo Rio Paraguaçu, na Bahia, e pelo Rio Alegre, no Maranhão, para imergir em novas perspectivas sobre memória, tempo, nascimento, vida e morte.
 

Carnaval no Sahel

Un carnaval dans le Sahel, Sarah Maldoror, 1979, 23 minutos, Cabo Verde. Classificação: 14 anos.

Sinopse: O Carnaval é um evento e uma festividade em que os limites podem ser transgredidos em um contexto repleto de música, sensações e texturas. Neste filme, ele é também o ponto de partida para uma abordagem sobre a história da cultura negra e do colonialismo, com conceitos de identidade e negritude ocupando o centro da cena. 

Curtas de Sara Gómez
Ilha do tesouro
Isla del tesoro, Sara Gómez, 1969, 9 minutos, Cuba. Classificação: 14 anos.
Sinopse: Uma curta evocação poética de Sara Gómez sobre a Ilha de Pinos, a ilha onde Fidel Castro foi preso por Batista e onde a revolução constrói uma nova sociedade. O filme apresenta uma justaposição da prisão Presídio Modelo com a produção de cítricos.

Uma ilha para Miguel
Una isla para Miguel, Sara Gómez, 1968, 22 minutos, Cuba. Classificação: 14 anos.
Sinopse: Miguel, um de 12 filhos oriundos de um bairro pobre de Havana, é enviado pela família para a "Isla de Pinos", para se tornar um novo homem. Gómez aponta a sua câmara para este território, para onde os marginalizados (jovens, negros, pobres, homossexuais, religiosos, hippies) eram enviados para trabalho e reeducação forçados.

Na outra ilha
En la otra isla, Sara Gómez, 1968, 41 minutos, Cuba. Classificação: 14 anos.
Sinopse: Sara Gómez entrevista habitantes da Ilha da Juventude, em Cuba (então conhecida como Ilha de Pinos), capturando suas perspectivas sobre diversas questões sociais.
 

E os cães se calavam
Et les chiens se taisaient, Sarah Maldoror, 1976, 13 minutos, França. Classificação: 14 anos.
Sinopse: Peça teatral cuja narrativa foca na rebelião de um homem contra a escravização de seu povo, filmada no interior do Musée de l'Homme, em Paris. Com atuações de Gabriel Glissant e Sarah Maldoror.
 

Elles
Elles, Ahmed Lallem, 1966, 22 minutos, Argélia. Classificação: 14 anos.
Sinopse: No período pós-independência, estudantes argelinas do ensino médio falam sobre suas vidas e comentam como vislumbram o futuro, a democracia e o seu lugar na sociedade.
 

Em Bissau, o carnaval
Carnival en Guinée-Bissau, Sarah Maldoror, 1980, 13 minutos, Guiné-Bissau. Classificação: 14 anos.
Sinopse: Um curta-metragem documental que aborda como os habitantes da Guiné-Bissau enxergam sua identidade e cultura negra, tendo como pano de fundo a celebração anual do Carnaval.
 

Fogo, uma ilha em chamas

Fogo, l'île de feu, Sarah Maldoror, 1979, 23 minutos, Cabo Verde, França. Classificação: 14 anos.
Sinopse: A Ilha do Fogo, em Cabo Verde, é o cenário deste documentário dos anos 70 produzido pelo governo revolucionário do novo país, no qual a diretora optou por uma abordagem antropológica. O filme lança um olhar belíssimo sobre uma nação no início de sua independência.

Léon G. Damas
Léon G. Damas, Sarah Maldoror, 1995, 24 minutos, França. Classificação: 14 anos.
Sinopse: Um curta sobre o cofundador da revista L'Étudiant Noir, que promoveu a conscientização cultural negra, colaborador da Présence Africaine, poeta, deputado guianense, representante da UNESCO e combatente da resistência francesa.
 

Louis Aragon, uma máscara em Paris
Un Masque à Paris: Louis Aragon, Sarah Maldoror, 1978, 13 minutos, França. Classificação: 14 anos.
Sinopse: Sarah Maldoror entrevista, neste documentário, Louis Aragon, poeta e figura fundamental do surrealismo francês. Ao mesmo tempo, questiona a forma como o movimento surrealista – nos períodos entre e pós-guerra – encarou a questão racial, do “outro” e da afirmação de outras identidades.
 

Monangambé
Monangambeee, Sarah Maldoror, 1968, 16 minutos, Angola. Classificação: 14 anos.
Sinopse: Os abusos dos traficantes de escravos portugueses em sua colônia de Angola são retratados por meio da tortura de um prisioneiro, fundamentada na ignorância e na incompreensão.
 

O hospital de Leningrado
L'hôpital de Leningrad, Sarah Maldoror, 1983, 58 minutos, França. Classificação: 14 anos.
Sinopse: Uma história de prisão política ambientada em um hospital psiquiátrico, onde a polícia estatal de Stalin colocava seus opositores. A narrativa é fiel ao texto original, um conto do escritor russo Victor Serge.
 

O legado da coruja - Episódio 7
L'héritage de la chouette - "Logomachie ou Les mots de la tribu", Chris Marker, 1990, 27 minutos, França. Classificação: 14 anos.
Sinopse: Cineastas ensaístas como Marker e Godard adoram jogos de palavras. Aqui, conforme as imagens mostram como vocábulos de origem grega permeiam a nossa mídia, as placas de rua e até mesmo os grafites, mergulhamos, sob uma perspectiva semiótica, nas bases da própria fala.
 

Ôrí
Ôrí, Raquel Gerber, 1989, 100 minutos, Brasil. Classificação: 14 anos.
Sinopse: Um olhar sobre o movimento negro brasileiro entre 1977 e 1988, a partir da relação entre o Brasil e a África.
 

Prefácio a fuzis para Banta
Des fusils pour Banta, Sarah Maldoror, 1970, 85 minutos, Angola. Classificação: 14 anos.
Sinopse: O papel das mulheres na luta pela libertação da Angola negra de seus governantes colonialistas portugueses brancos.
 

René Depestre, poeta haitiano
René Depestre, poète haïtien, Sarah Maldoror, 1981, 5 minutos, França. Classificação: 14 anos.
Sinopse: Pequeno documentário sobre René Depestre, poeta e antigo ativista comunista, umas das mais importantes figuras da literatura do Haiti.
 

Sambizanga
Sambizanga, Sarah Maldoror, 1972, 97 minutos, Angola, França. Classificação: 14 anos.
Sinopse: Domingos é membro de um movimento de libertação africano, preso pela polícia secreta portuguesa, após eventos sangrentos em Angola. Ele não trai seus companheiros, mas é espancado até a morte na prisão, e sem saber que ele morreu, sua esposa percorre diversas prisões, tentando em vão descobrir o seu paradeiro.
 

Sem Sol
Sans soleil, Chris Marker, 1983, 104 minutos, França. Classificação: 14 minutos.
Sinopse: Uma mulher narra os escritos contemplativos de um viajante do mundo experiente, com foco no Japão contemporâneo.
 

Uma sobremesa para Constance
Un dessert pour Constance, Sarah Maldoror, 1981, 63 minutos, França. Classificação: 14 anos.
Sinopse: Nos anos 70, Bokolo e Mamadou, varredores na cidade de Paris, buscam uma maneira de custear o retorno para casa de um de seus companheiros doentes.

SERVIÇO
Mostra O cinema anticolonial de Sarah Maldoror
Período: 19 de fevereiro a 16 de março de 2026
CCBB Rio de Janeiro - Cinema I (térreo)
Entrada Gratuita
Ingressos disponíveis a partir das 9h do dia de cada sessão/atividade na bilheteria física e no site do CCBB
Classificação indicativa: 14 anos 

History estreia Histórias Arriscadas com Henry Winkler

Nova série revela, com humor, nostalgia e um olhar surpreendente sobre a imprudência que definiu diferentes gerações, como o cotidiano era marcado por produtos arriscados, entretenimento extremo e práticas inimagináveis hoje em dia 

                                    21/2, sábado, 22h10

A nova série documental, produzida e apresentada pelo ator vencedor do Emmy Henry Winkler (Barry, Happy Days), que o History estreia no sábado, 21 de fevereiro, explora de forma bem-humoradacomo a humanidade progrediu por meio de atividades, práticas e produtos que colocavam vidas em risco diariamente. Dinâmica e nostálgica, Histórias Arriscadas com Henry Winkler leva a audiência a uma jornada eletrizante do século XIX ao XXI, revelando os passatempos e costumes mais ousados, impensáveis hoje em dia, mas que outrora faziam parte do cotidiano em todo o mundo.

Em oito episódios, Winkler mergulha nas atividades não supervisionadas — e muitas vezes perigosas — do passado, revelando coisas que as pessoas faziam por diversão, dinheiro ou até mesmo por tédio, que seriam difíceis de imaginar hoje em dia. Esses eventos e produtos variam desde médicos que prescreviam cigarros e refrigerantes com cocaína e lítio, até brinquedos científicos contendo urânio de verdade, heroína vendida sem receita como xarope para tosse e tônicos radioativos comercializados como bebidas energéticas, passando por parques de diversões com brinquedos projetados sem controles de segurança, eletrodomésticos que poderiam envenenar uma família inteira e shows em que acrobatas e pilotos desafiavam a morte sem qualquer proteção.

A produção também revisita os primeiros anos da aviação comercial, quando era permitido fumar a bordo e as companhias aéreas até ofereciam cigarros aos passageiros. Soma-se a isso o coquetel explosivo de cafeína e álcool que se tornou sinônimo de "apagão em lata", juntamente com esportes e profissões de alto risco, todos exemplos de produtos e práticas que foram comuns por décadas.

 “Trabalhar com o History não só tem sido uma experiência divertida, como também incrivelmente interessante”, disse Winkler. “Estou animado para compartilhar com o público o lado mais peculiar da história, quando as coisas eram ainda mais estranhas do que são hoje. Esta é uma série repleta de momentos icônicos e desafios de vida ou morte, e eu não poderia estar mais feliz em convidar os telespectadores a se juntarem a mim nesta jornada alucinante”.

Em Histórias Arriscadas com Henry Winkler, o ator e produtor da série conta com uma equipe ampla e diversificada de especialistas — historiadores, cientistas, jornalistas, divulgadores culturais e figuras da cultura popular — que ajudam a explicar como esses fenômenos, tão profundamente enraizados no cotidiano norte-americano, foram possíveis. Entre os especialistas mais proeminentes estão Edward T. O’Donnell, professor de história no College of the Holy Cross; Bryant Simon, historiador da Temple University; Martin K. A. Morgan, historiador e autor; Adam Richman, escritor de história e apresentador de televisão; Hakeem Oluseyi, astrofísico e figura de destaque na educação científica; Brian Avery, professor de gestão de segurança na Florida State University; Jason Liebig, historiador de marcas; Natalia Mehlman Petrzela, historiadora especializada em cultura e consumo; Don Wildman, apresentador de televisão e pesquisador de fenômenos históricos; e o Dr. Billy Goldberg, médico de emergência que fornece contexto clínico para acidentes e riscos extremos.

A equipe também inclui vozes que trazem perspectivas contemporâneas, análises culturais e experiências pessoais de diversas áreas: Michelle Debczak, jornalista; Romi Kher, professora de empreendedorismo; Negin Farsad, escritora e comediante; Nicole Lyons, piloto profissional; Andrew Whitworth, ex-jogador da NFL e comentarista; Austin Rogers, campeão do Jeopardy!; Ehi Oviasu-Khan, inventora de brinquedos e advogada; e Steve Covino e Brian “Q” Quinn, apresentadores e comunicadores que adicionam contexto, humor e anedotas às histórias mais inusitadas. Juntas, suas perspectivas permitem reconstruir uma era marcada pela imprudência, fascínio por novidades e quase total ausência de regulamentação.

O primeiro episódio de Histórias Arriscadas com Henry Winkler, Produtos perigosos, expõe uma série de práticas cotidianas que seriam impensáveis hoje em dia: desde catálogos que permitiam comprar dinamite pelo correio e a mania americana de adquirir macacos-esquilo enviados em caixas sem instruções, até a ascensão do celuloide, um material tão inflamável que transformava pentes e acessórios em verdadeiras bombas domésticas. A série revela ainda o lado sombrio dos primeiros refrigeradores elétricos, cujos gases tóxicos causaram mortes, evacuações — incluindo uma na Casa Branca — e levaram famílias a deixar o eletrodoméstico do lado de fora de casa por medo de vazamentos. Além disso, o episódio revisita o perigo dos antigos rolos de lavar roupa, cujas versões motorizadas exerciam tanta pressão que podiam esmagar uma mão em segundos, e mostra também como as celebrações de Natal do século XIX incorporavam decorações altamente inflamáveis que transformavam qualquer pequena árvore em um enorme risco.

Histórias Arriscadas com Henry Winkler é uma produção do HISTORY, da A+E Factual Studios, em associação com a GroupM Motion Entertainment. Steve Ascher, Matt Pearl e Henry Winkler são os produtores executivos. Richard Foster e Chet Fenster são os produtores executivos pela GroupM Motion Entertainment. Jim Pasquarella é o produtor executivo pelo HISTORY.

 

Sobre Henry Winkler

Henry Franklin Winkler (nascido em 30 de outubro de 1945, em Manhattan, Nova York) é um ator, produtor e diretor americano, mais conhecido por sua interpretação de Arthur "Fonzie" Fonzarelli na icônica sitcom dos anos 70, Happy Days. Seu trabalho na série o tornou uma figura-chave na cultura televisiva da época e abriu uma trajetória profissional que abrangeu cinema, televisão e bastidores.

Desde jovem, Winkler demonstrou um entusiasmo natural pela atuação. Aos 14 anos, decidiu seguir a carreira de ator. Estudou no Emerson College e depois ingressou na prestigiada Escola de Drama de Yale, onde passava os dias imerso no teatro, ensaiando peças durante o dia e atuando em outras à noite. Após se formar, retornou a Nova York com a intenção de construir uma carreira na Broadway.

Em 1973, mudou-se para Los Angeles para tentar a sorte na televisão. Conseguiu seus primeiros papéis em The Mary Tyler Moore Show e The Bob Newhart Show. Prestes a retornar a Nova York por saudade de casa, participou de uma última audição: o papel de um motociclista na nova série de Garry Marshall, Happy Days. Embora o personagem tivesse sido imaginado como um italiano corpulento, Marshall encontrou em Winkler exatamente o que procurava.

Em 15 de janeiro de 1974, Winkler estreou como "Fonzie", inicialmente um papel menor com poucas falas, mas seu carisma rapidamente o catapultou para o estrelato. Em poucos meses, ele já dividia a tela com Ron Howard, enquanto a "Fonzie Fever" tomava conta dos Estados Unidos. Naquele mesmo ano, ele conseguiu seu primeiro papel importante no cinema em The Lords of Flatbush, interpretando um membro de uma gangue do Brooklyn.

Após o cancelamento de Happy Days, Winkler diversificou sua carreira fundando sua própria produtora. Ele desenvolveu séries como Ryan's Four e MacGyver (Profissão: Perigo), e dirigiu o filme Recordações de Minha Vida (1988). Como ator, manteve uma presença constante na televisão e no cinema, com papéis em Pânico (1996), O Rei da Água (1998), The Practice (O Desafio) e Arrested Development.

Em 2018, ele estrelou a série Barry ao lado de Bill Hader. Sua interpretação do professor de atuação Gene Cousineau lhe rendeu seu primeiro Emmy de Melhor Ator Coadjuvante em Série de Comédia, além de outra indicação no ano seguinte.

Na vida pessoal, Winkler é casado com Stacey Weitzman desde maio de 1978 e pai de Max e Zoe, além de Jed, o filho mais velho de Weitzman. Fora do trabalho, ele considera a pesca com mosca uma de suas grandes paixões, uma atividade que descreve como uma forma de se conectar com a natureza e encontrar equilíbrio longe do ritmo frenético do trabalho. Ele também mantém um forte compromisso com causas sociais relacionadas a crianças, participando de projetos como All the Kids Are Doing It, Strong Kids, Safe Kids e colaborando com organizações como a Epilepsy Foundation e Toys for Tots. 

Classificação Indicativa: 10 anos

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Documentário “THE ROSE: COME BACK TO ME” Estreia Nesta Semana nos Cinemas

Longa acompanha o retorno triunfal da banda sul-coreana The Rose após romper com a indústria do K-pop e assumir o controle da própria carreira

Estreia neste sábado, 14 de fevereiro, o documentário “THE ROSE: COME BACK TO ME”, filme oferece um retrato íntimo e sem filtros da trajetória da banda sul-coreana de indie rock The Rose, desde o auge do sucesso, passando por um hiato forçado, até o retorno em novas e independentes condições.

Distribuído pela Sato Company, o longa entra em cartaz em: Ananindeua (PA), Anápolis (GO), Belo Horizonte (MG), Boa Vista (RR), Brasília (DF), Brasília (DF), Campinas (SP), Cascavel (PR), Guarulhos (SP), Maringá (PR), Niterói (RJ), Nova Iguaçu (RJ), Osasco (SP), Pelotas (RS), Piracicaba (SP), Porto Alegre (RS), Rio Branco (AC), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA), Santos (SP), São José do Rio Preto (SP), São Paulo (SP), Sorocaba (SP) e Volta Redonda (RJ).

Dirigido por Eugene Yi, o documentário acompanha de perto Kim Woosung, Park Dojoon, Lee Hajoon e Lee Taegyeom durante a turnê que marcou a retomada do grupo. Com acesso exclusivo aos bastidores, o longa revela os conflitos enfrentados pelos músicos dentro da chamada “gaiola dourada” da indústria do K-pop e o processo de reconstrução artística e pessoal após disputas judiciais e o cumprimento do serviço militar obrigatório.

Ao mesclar cenas de palco, momentos de vulnerabilidade e reflexões sobre identidade, fama e liberdade criativa, “THE ROSE: COME BACK TO ME” desconstrói estereótipos associados aos ídolos coreanos e propõe um novo olhar sobre a presença de artistas asiáticos no cenário global do rock. O filme também evidencia a forte conexão da banda com seus fãs ao redor do mundo, os chamados Black Roses.

Formado em 2017, o The Rose ganhou reconhecimento internacional com o single “Sorry” e consolidou sua identidade fora dos padrões tradicionais da indústria coreana. Após o retorno em 2022 sob o selo próprio Windfall, a banda lançou os álbuns HEAL e DUAL, alcançou o topo das paradas de rock alternativo e passou a integrar o line-up de grandes festivais internacionais, como Coachella e Lollapalooza — incluindo a edição brasileira, onde se tornou o primeiro ato coreano a se apresentar no festival.

“THE ROSE: COME BACK TO ME” é um relato potente sobre autonomia artística, resistência e a busca por um caminho mais humano e sustentável dentro da indústria musical.  


SOBRE THE ROSE

Formada por Kim Woosung (vocal e guitarra), Park Dojoon (vocal, teclado e guitarra), Lee Hajoon (bateria) e Lee Taegyeom (baixo), a banda sul-coreana The Rose consolidou-se como um dos nomes mais influentes do indie rock global, rompendo as barreiras tradicionais do mercado asiático. O grupo iniciou sua trajetória em 2017 com o single "Sorry", que imediatamente capturou a atenção da crítica especializada e da Billboard, destacando-se pela sonoridade inspirada no britpop e pela entrega vocal emocional e distintiva de seus integrantes.

Diferente do modelo convencional da indústria de entretenimento coreana, o The Rose trilhou um caminho pautado pela autoria e independência. Após estabelecerem sua identidade com os elogiados EPs Void e Dawn, os músicos enfrentaram um período de hiato devido a um processo judicial contra sua gravadora, e para o cumprimento do serviço militar obrigatório de parte dos integrantes da banda. Retornaram em 2022 com uma estrutura própria sob o selo Windfall. Este novo capítulo foi marcado pelo lançamento do álbum HEAL, um projeto conceitual que explorou a cura através da música e alcançou o topo das paradas de álbuns de rock e alternativos, impulsionando uma turnê mundial com arenas lotadas e passagem no Brasil com o show "Heal Together World Tour" em São Paulo em dezembro de 2022.

Recentemente, a banda elevou seu status ao se tornar presença constante no line-up dos maiores festivais de música do mundo. Com o lançamento do álbum DUAL em 2023, o quarteto demonstrou maturidade ao explorar a dualidade entre o "claro" e o "escuro" de sua sonoridade, o que os levou a apresentações históricas no Coachella e nas edições globais do Lollapalooza, incluindo o Brasil, em que a banda foi o primeiro ato coreano a se apresentar na edição brasileira do festival. Combinando uma performance de palco eletrizante com uma conexão profunda e vulnerável com sua base de fãs (os "Black Roses") o The Rose reafirma, a cada projeto, sua posição como uma força criativa única que traduz sentimentos universais através do rock contemporâneo.  


SINOPSE

A ascensão, o hiato e o retorno triunfal. THE ROSE: COME BACK TO ME revela os bastidores da banda que desafiou a indústria para retomar sua carreira e reencontrar milhões de fãs sob suas próprias condições.

FICHA TÉCNICA

Direção: Eugene Yi

Produção: Diane Quon, Sanjay M. Sharma, Milan Chakraborty, James Shin, Joe Plummer

Elenco: The Rose (Kim Woosung, Park Dojoon, Lee Hajoon, Lee Taegyeom)

Gênero: Documentário

País e Ano: Coréia do Sul, 2026

Duração: 97’

Distribuição: Sato Company

History estreia a 17ª temporada de Alienígenas do Passado

Na nova leva de episódios, são abordados descobertas extraordinárias, mistérios arqueológicos, relatos de óvnis ao redor do mundo e artefatos enigmáticos

ESTREIA: 18/2, quarta-feira, 22h10

Exclusiva e um dos grandes sucessos do History, a série Alienígenas do Passado (Ancient Aliens) estreia sua 17ª temporada. Conduzida pelo especialista Giorgio Tsoukalos e com a participação de investigadores, a produção examina evidências que comprovam a presença de seres de outro planeta na Terra.

Os episódios exploram os mais de 75 milhões de anos de provas contundentes sobre a vinda dos extraterrestres ao planeta Terra – da era dos dinossauros ao Antigo Egito, chegando até a atualidade. Algumas teorias asseguram que os extraterrestres vêm interagindo com os habitantes da Terra no decorrer dos séculos, e que mudaram o curso da história humana.

Na nova leva de episódios, são abordados mistérios arqueológicos, relatos de óvnis, artefatos enigmáticos e histórias lendárias que os teóricos interpretam como evidências de contato alienígena no passado. A temporada explora dos maiores sítios misteriosos (como Stonehenge e as Moais da Ilha de Páscoa) e os maiores encontros com alienígenas relatados ao redor do mundo a investigações sobre o genoma humano, indagando se extraterrestres teriam influenciado a evolução da nossa espécie.

O episódio de estreia é As 10 descobertas mais extraordinárias. A produção destaca dez descobertas que desafiam a narrativa histórica: cidades perdidas nos Andes, esferas metálicas de origem desconhecida e cidades submersas ligadas a diversos mitos. São exemplos que estão além da compreensão humana sobre a origem e o desenvolvimento da humanidade.

Classificação Indicativa: 14 anos

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ORWELL 2+2=5 | Novo Filme do Aclamado Diretor Raoul Peck Estreia Nesta Quinta (12) nos Cinemas

Nesta quinta-feira, dia 12 de fevereiro, chega exclusivamente aos cinemas brasileiros o aclamado documentário ORWELL 2+2=5 (Orwell: 2+2=5), produzido, escrito e dirigido pelo premiado cineasta Raoul Peck ("Eu Não Sou Seu Negro" e "O Jovem Karl Marx"), com distribuição da Alpha Filmes.

O filme chegará essa semana nos cinemas de São Paulo, Rio de Janeiro, Florianópolis, Maceió, Aracaju, Poços de Caldas e Londrina.

Com narração de Damian Lewis ("Era Uma Vez em... Hollywood" e "Fackham Hall") como Orwell, o  documentário investiga a vida, a obra e a influência duradoura do escritor George Orwell ("1984" e "A Revolução dos Bichos"), conectando suas ideias, particularmente as lições de seu romance "1984" (lançado em 1949), ao mundo contemporâneo e falando de assuntos como manipulação da verdade, controle da linguagem e negação da realidade imposta pelo poder. O título "2+2=5", em sua obra, é aceitar a mentira como verdade, um dos pilares do totalitarismo.

Com 7 indicações à 10ª edição do Critics Choice Documentary Awards, incluindo melhor Documentário, melhor Diretor e melhor Edição, saindo vitorioso nas categorias de melhor Narração (Best Narration),– com texto adaptado de George Orwell e voz de Damian Lewis e melhor Trilha Sonora (Best Score) para Alexei Aigui. Além disso, o documentário foi indicado a documentário do ano pelo 46th London Critics' Circle Film Awards, foi listado por outras organizações e festivais como destaque National Board of Review (NBR), que o reconheceu como um dos Top 5 documentários do ano de 2025.

Distribuído pela NEON nos EUA e indicado a mais 30 prêmios internacionais, o filme elogiado pela crítica recebeu 83% de aprovação do Rotten Tomatoes e vem ganhando destaque nos principais veículos de cinema como a The New York Times: "Abalou-me mais do que qualquer um dos trabalhos anteriores de Raoul Peck porque ele bate tão perto de casa neste momento. Fala diretamente sobre os eventos que dominam as manchetes de hoje".

Com sua estreia mundial acontecendo na seção Cannes Premiere do Festival de Cannes de 2025, onde foi indicado ao prêmio L'Œil d'or, o documentário ORWELL 2+2=5 (Orwell: 2+2=5) chega nesta quinta, dia 12 de fevereiro, exclusivamente nos cinemas brasileiros.


ORWELL:2+2=5

EUA – França | 2025 | 119 min. | Documentário | 14 anos

Título Original: Orwell: 2+2=5

Direção: Raoul Peck

Roteiro: Raoul Peck

Elenco: Damian Lewis, George Orwell, U Win Khine

Distribuição: Alpha Filmes

Sinopse: "Orwell: 2+2=5" é um documentário de 2025 dirigido por Raoul Peck, que explora a vida e obra de George Orwell, focando na relevância atual de sua crítica ao totalitarismo, vigilância e manipulação da verdade, especialmente através de conceitos como o duplipensar ("2+2=5") de 1984, mostrando como seus alertas sobre poder e controle ressoam hoje em líderes populistas, mídias sociais e desigualdade, tornando-se um aviso urgente sobre o autoritarismo contemporâneo.

Dirigido por Eryk Rocha e Gabriela Carneiro da Cunha, “A Queda do Céu” está disponível na Netflix

Eleito Melhor Documentário pela Associação Paulista de Críticos de Arte, documentário amplia seu alcance global no streaming após sucesso nos cinemas e em festivais internacionais

Crédito: Divulgação 

Após uma trajetória de sucesso nos cinemas e uma circulação premiada em mais de 100 festivais ao redor do mundo, o documentário “A Queda do Céu” já pode ser assistido na Netflix. Dirigido por Eryk Rocha e Gabriela Carneiro da Cunha, o longa chega à plataforma consolidado como uma das produções mais relevantes do cinema brasileiro contemporâneo, tendo sido recentemente eleito Melhor Documentário pelo Prêmio APCA 2025, concedido pela Associação Paulista de Críticos de Arte.

Baseado no livro homônimo do xamã Davi Kopenawa e do antropólogo francês Bruce Albert, o filme oferece uma imersão profunda na cosmologia e na luta do povo Yanomami. A obra acompanha o ritual Reahu na comunidade de Watorikɨ, utilizando a poética cinematográfica para dar voz às palavras de Kopenawa, que alerta sobre os riscos que a exploração predatória da floresta traz não apenas para os povos indígenas, mas para todo o equilíbrio do planeta.

Com 100% de aprovação no agregador de críticas Rotten Tomatoes, “A Queda do Céu" conquistou a imprensa internacional desde sua première mundial no Festival de Cannes. O The New York Times destacou a obra como um apelo urgente pela sobrevivência, enquanto a revista Variety a descreveu como "uma das obras de não-ficção mais contundentes da memória recente". Além do Prêmio APCA, o documentário acumula outras 30 distinções, incluindo o Grande Prêmio do Júri no DOC NYC (EUA) e os prêmios de Melhor Direção e Som no Festival do Rio.

“A Queda do Céu” é uma coprodução Brasil-Itália da Aruac Filmes, Hutukara Associação Yanomami e Stemal Entertainment com Rai Cinema, e produção associada francesa de Les Films d'ici. Na Itália, o seu lançamento comercial é programado para o mês de novembro deste ano.   

SINOPSE  

A partir do poderoso testemunho do xamã e líder Yanomami Davi Kopenawa, o filme “A Queda do Céu” acompanha o importante ritual, Reahu, que mobiliza a comunidade de Watorikɨ num esforço coletivo para segurar o céu. O filme faz uma contundente crítica xamânica sobre aqueles chamados por Davi de povo da mercadoria, assim como sobre o garimpo ilegal e a mistura mortal de epidemias trazidas por forasteiros que os Yanomami chamam de epidemias “xawara”, e traz em primeiro plano a beleza da cosmologia Yanomami, dos espíritos xapiri e sua força geopolítica que nos convida a sonhar longe.  

FICHA TÉCNICA  

Direção e Roteiro: Eryk Rocha e Gabriela Carneiro da Cunha  

Com  Davi Kopenawa, Justino Yanomami, Givaldo Yanomami, Raimundo Yanomami, Dinarte Yanomami, Guiomar Kopenawa, Roseane Yariana e comunidade de Watorikɨ 
Produtores: Eryk Rocha, Gabriela Carneiro da Cunha e Donatella Palermo 
Produtor Associado: Richard Copans 
Direção de Fotografia e Câmera: Eryk Rocha e Bernard Machado 
Câmera Adicional: Morzaniel
Ɨramari e Roseane Yariana 
Montagem: Renato Vallone 
Som Direto: Marcos Lopes 
Desenho de Som: Guile Martins 
Mixagem de Som: Toco Cerqueira 
Color Grading: Brunno Schiavon, Giovanni Bivi 
Consultoria: Bruce Albert, Ana Maria Machado, Dário Vitório Kopenawa, Morzaniel
Ɨramari e Marília Senlle 
Assistente de Direção: Mariana de Melo 
Produção Executiva: Heloisa Jinzenji e Tárik Puggina 
Direção de Produção: Margarida Serrano 
Tradução Yanomami: Ana Maria Machado, Richard Duque, Corrado Dalmonego, Marcelo Moura e Morzaniel
Ɨramari 
Produção Local: Lidia Montanha Castro e Naira Souza Mello 
Gerente de Projeto: Lisa Gunn 
Designer: Sofia Tomic, Camilla Baratucci 
Produção: Aruac Filmes 
Co-produção: Hutukara Associação Yanomami, Stemal Entertainment com Rai Cinema 
Produção Associada: Les Films d'Ici  

Distribuição Brasil: Gullane+ 

Distribuição França: La 25ème Heure 

Distribuição nos EUA: KimStim Films  

Apoio: Fondation Cartier pour l’art contemporain, ISA - Instituto Socioambiental, Nia Tero, Ford Foundation, Porticus, CLUA - Climate and Land Use Alliance, Instituto humanize, Instituto Arapyaú, RFN - Rainforest Foundation Norway, NICFI - Norway's International Climate and Forest Initiative, RCA - Rede de Cooperação Amazônica, Instituto Iepé, Instituto Meraki, IRIS - International Resource for Impact and Storytelling, Projeto Paradiso, Amazon Watch e Fondation AlterCiné  

Com Direção de Lô Politi, ‘APNEIA’ é o Único Projeto Brasileiro Selecionado para o Mercado de Coprodução do Festival de Berlim

Com produção de Leonardo Mecchi, o longa-metragem acompanhará o amadurecimento de uma menina de 11 anos entre os anseios familiares e as expectativas sociais no Brasil dos anos 1970

Depois de documentar o cotidiano da ex-presidente Dilma Rousseff em Alvorada e assinar a biografia de Gal Costa em Meu Nome é Gal, a cineasta Lô Politi está de malas prontas para Berlim. Na bagagem, ela e o produtor Leonardo Mecchi levam o projeto que se transformará no quinto longa-metragem da diretora, APNEIA. Ambientado em 1975, o filme contará a história de Alice, uma menina de 11 anos que é constantemente confundida com um garoto e tenta mudar seu comportamento para conseguir ser aceita.

Único projeto brasileiro selecionado para o Berlinale Co-Production Market — o mercado de coprodução do Festival Internacional de Cinema de Berlim — APNEIA tem como produtora nacional a Enquadramento Produções, comandada por Mecchi, responsável por filmes como Los Silencios (Cannes, 2018), A Febre (Locarno, 2019) e O Estranho (Berlinale, 2023).

Apesar de não ser diretamente inspirado na infância da diretora, Politi explica que o filme é muito conectado às suas memórias: “Essa não é exatamente a minha história, mas todo o universo retratado em volta dela é o meu universo particular. A rua onde nasci, o bairro em que vivi, as relações sociais e familiares ao redor das quais eu cresci.” Ela afirma que sua intenção em contar essa história vem de um desejo de mergulhar em “temas universais de identidade e liberdade”. “Olhar pra esse assunto com a lupa das questões da infância pode ajudar muito a compreender, por uma via mais sensorial e subjetiva, o drama que essas crianças vivem”, defende a diretora.

O Berlinale Co-Production Market reúne todos os anos centenas de produtores e profissionais de cinema de todo o mundo para descobrir novos projetos e fomentar colaborações entre países, oferecendo uma ampla janela de visibilidade internacional antes mesmo de os filmes serem realizados. “Representar o Brasil num evento desse porte, neste momento, é especialmente simbólico. O interesse internacional pelo nosso cinema está em alta, e participar desse espaço com APNEIA reforça como o investimento em desenvolvimento e novos talentos é fundamental para que esse movimento tenha continuidade em toda a sua potência e diversidade”, afirma Leonardo Mecchi. O evento acontece durante o Festival de Berlim, entre 14 e 17 de fevereiro.

Sinopse:

Em 1975, uma garota de 11 anos é constantemente confundida com um menino e tenta mudar seu comportamento para ser aceita. Seu único alívio são as tardes em que passa sozinha na piscina do clube, até que uma tragédia a conduz a uma jornada de autodescoberta e aceitação.

FICHA TÉCNICA:

Roteiro e Direção: Lô Politi

Produção: Leonardo Mecchi

Empresa produtora: Enquadramento Produções

País e ano de produção: Brasil, 2026ns em 2026.

60 Anos Depois, ‘SÃO PAULO SOCIEDADE ANÔNIMA’ Volta aos Cinemas em Cópia Restaurada em 4K

 Clássico de Luiz Sergio Person será relançado nas telonas pela Sessão Vitrine Petrobras a partir de 26 de fevereiro


No dia 26 de fevereiro, o público brasileiro poderá reencontrar nas salas de cinema a obra SÃO PAULO SOCIEDADE ANÔNIMA, de 1965, dirigido por Luiz Sergio Person. Integrante da programação da SESSÃO VITRINE PETROBRAS, o longa será exibido em versão restaurada em 4K, celebrando os 60 anos de seu lançamento. A restauração, realizada em parceria entre a Lauper Films, a Cinemateca Brasileira e a CIneteca di Bologna, com o apoio da The Film Foundation e a Hobson Lucas Family Foundation teve sua primeira exibição no exterior no Festival Il Cinema Ritrovato, na Itália, evento dedicado à preservação de clássicos do cinema mundial filmados em película.

Ambientado na São Paulo dos anos 1950 e 60, em plena euforia desenvolvimentista com a instalação da indústria automobilística estrangeira no país, o filme acompanha a vida de Carlos, um jovem da classe média que trabalha em uma fábrica de autopeças e vive um profundo conflito existencial diante da alienação do trabalho, relacionamentos superficiais e expectativas de ascensão social. Através desse olhar desiludido, Person constrói um retrato crítico e que segue muito atual, da lógica empresarial e do crescimento urbano que moderniza a cidade, mas nem sempre melhora as relações humanas, alienando o indivíduo que fica preso nas suas engrenagens sociais. 

O reconhecimento da obra ultrapassou fronteiras: o filme foi escolhido como representante do Brasil na categoria de Melhor Filme Estrangeiro na 38ª edição do Oscar, ainda que não tenha sido escolhido e figura recorrentemente em listas de críticos entre os títulos mais relevantes da cinematografia nacional. Parte dessa força vem também de seu elenco, que reúne nomes como Walmor Chagas, Eva Wilma, Otelo Zeloni, Ana Esmeralda e Darlene Glória.

Com apenas cinco longas-metragens dirigidos, Luiz Sérgio Person deixou sua marca no cinema brasileiro e também atuou de forma decisiva fora das telas, sendo responsável por iniciativas pioneiras no teatro com a criação do Auditório Augusta e na criação da distribuidora RPI — Reunião dos Produtores Independentes na área da circulação cinematográfica.

O relançamento de SÃO PAULO SOCIEDADE ANÔNIMA pela Sessão Vitrine Petrobras reforça o compromisso do projeto com a circulação e a preservação do cinema brasileiro. 

Segundo Débora Butruce, curadora dos filmes de patrimônio e coordenadora dos restauros realizados pelo projeto, “a exibição de filmes brasileiros de patrimônio restaurados na Sessão Vitrine é fundamental para reinserir essas obras no circuito comercial e no diálogo com o público contemporâneo, contribuindo para romper com a lógica que restringe o patrimônio audiovisual a mostras especializadas ou a espaços institucionais. Nesse contexto, o lançamento da versão restaurada de São Paulo Sociedade Anônima  (Luiz Sergio Person, 1965) é especialmente significativo: trata-se de um marco do cinema moderno brasileiro, cuja atualização técnica permite que novas gerações acessem o filme em condições estéticas excelentes. Ao ampliar o acesso à memória cinematográfica nacional, o projeto fortalece a cadeia econômica da preservação, forma público e reafirma o cinema brasileiro como parte viva e ativa da cultura do país”.

Criada pela Vitrine Filmes, com patrocínio da Petrobras, a iniciativa se consolidou ao longo de mais de 15 anos como uma das principais plataformas de exibição de filmes nacionais em salas comerciais, aliando ingressos a preços acessíveis, ações formativas, sessões com recursos de acessibilidade e debates, além de atuar no resgate e relançamento de obras históricas em cópias restauradas digitalmente.

“Sempre acreditamos que um filme não existe apenas no momento em que é feito, mas na força e significado que continua a ter na cultura e na vida das pessoas. Contribuir para a vida longa de São Paulo Sociedade Anônima na Sessão Vitrine Petrobras é reafirmar esse compromisso com um cinema vivo, que atravessa décadas, provoca reflexões e segue dialogando com as tensões do nosso próprio desenvolvimento. A Sessão Vitrine Petrobras já lançou mais de 80 títulos pelo projeto. Temos orgulho de fazer parte da missão de viabilizar acesso ao cinema brasileiro, levando obras históricas e contemporâneas a salas de diferentes regiões e públicos.”, comenta Silvia Cruz, CEO da Vitrine Filmes.


Ficha Técnica

SÃO PAULO SOCIEDADE ANÔNIMA (1965)

Sinopse curta: Em plena explosão da indústria automobilística brasileira no final dos anos 1950 em SP, um jovem de classe média tenta encontrar sentido na vida em meio à alienação do trabalho e a despersonalização da vida urbana na metrópole que cresce, engole e silencia seus habitantes. 

Direção: Luiz Sergio Person

Roteiro: Luiz Sergio Person

Elenco: Walmor Chagas, Darlene Glória, Otelo Zeloni, Ana Esmeralda, Eva Wilma

Produção: Renato Magalhães Gouveia

Fotografia: Ricardo Aronovich

Montagem: Glauco Mirko Laurelli

Música: Cláudio Petraglia, Francisco Alves e David Nasser

Duração: 107 min

País: Brasil

Sinopse: Lançado em 1965, São Paulo Sociedade Anônima, de Luiz Sergio Person, é um marco do cinema novo paulista e um retrato intenso da metrópole em plena industrialização. A história acompanha Carlos, um jovem de classe média que, ao trabalhar na indústria automobilística, tenta dar sentido à própria vida em meio à engrenagem impessoal do progresso. Narrado em primeira pessoa e estruturado em fragmentos de memória, o filme expõe o desencanto de uma geração que vê o crescimento econômico caminhar junto da alienação e do vazio existencial. Nele, São Paulo surge como personagem viva, moderna, caótica e desumanizadora, espelho de um país em transição. Com linguagem inovadora e crítica social aguda, a obra de Person permanece atual ao revelar o custo humano da busca incessante por desenvolvimento e status.

GLEN POWELL Encabeça Elenco Estelar de MANUAL PRÁTICO DA VINGANÇA LUCRATIVA, Sátira da A24 Sobre Ambição e Poder

Com distribuição da Diamond Films e direção assinada por John Patton Ford, o filme estreia nos cinemas em 26 de fevereiro 

Com estreia marcada para 26 de fevereiro em todo Brasil, MANUAL PRÁTICO DA VINGANÇA LUCRATIVA (How to Make a Killing) é uma sátira sobre ambição e poder protagonizada por Glen Powell e com um elenco estrelado. Com distribuição da Diamond Films, a obra é escrita e dirigida por John Patton Ford (‘Emily, a Criminosa’), conta com Margaret Qualley, Ed Harris, Jessica Henwick, Topher Grace, Bill Camp e Zach Woods no elenco e apresenta a história de vingança de Becket Redfellow contra sua família.   

Na trama de MANUAL PRÁTICO DA VINGANÇA LUCRATIVA, Powell interpreta Becket Redfellow, um jovem trabalhador que teve uma vida de privilégios negada. Isso porque sua mãe foi abandonada por sua família bilionária assim que revelou sua gravidez. Já adulto e lutando para pagar as contas, Becket se vê decidido a mudar de vida: ele fará o que for preciso para recuperar a herança que lhe foi tirada, inclusive eliminar cada parente que estiver no seu caminho. 

“O que torna este filme extremo é o fato de ele girar em torno de um personagem que se sente encorajado a fazer coisas que nós simplesmente não faríamos. E Glen é perfeito para isso porque, por um lado, ele é muito identificável como intérprete e, por outro, é tão carismático que você quase o perdoaria por qualquer coisa”, diz o diretor e roteirista John Patton Ford sobre seu protagonista. 

Margaret Qualley é um dos principais nomes da obra e interpreta Julia, a paixão de infância de Becket. Segundo Powell, a produção precisava de alguém capaz de interpretar uma personagem “cuja beleza esconde sua astúcia” e encontraram a atriz ideal em Qualley. Além disso, Ford compara a personagem a uma femme fatale ao afirmar que “a personagem vem de uma grande tradição do cinema, o tipo de femme fatale que se via nos anos 1930 e 1940, mas atualizada para os dias de hoje. Como essa pessoa seria agora? Qual seria o seu sistema de valores hoje?” 

Além de Julia, outro personagem importante na vida de Becket é Ruth, interpretada por Jessica Henwick, uma mulher que trabalha com moda, mas está cansada da superficialidade da indústria e estuda para se tornar professora. Becket e Ruth têm uma conexão imediata e o protagonista a conhece quando está se aproximando de seu primo Noah, vivido por Zach Woods, com quem Ruth tem uma relação. 

Além de Noah, outro primo de destaque de Becket é Steven Redfellow, pastor interpretado por Topher Grace. Ele é um líder religioso extravagante, que alcança notoriedade com performances de música gospel. Representando a geração mais velha da família Redfellow estão Warren, vivido por Bill Camp, um tio com quem Becket desenvolve uma relação afetuosa, e Whitelaw, interpretado pelo lendário Ed Harris, o avô do protagonista, conhecido por ter deserdado a própria filha da árvore genealógica e impedido Becket de levar uma vida cercada de privilégios. 

Powell não esconde a felicidade em trabalhar com Harris, resumindo a oportunidade como “incrível, tanto para o filme quanto pessoalmente. Eu tive a oportunidade de trabalhar com ele em Top Gun: Maverick, tecnicamente, mas não contracenei com ele.” 

Além de roteiro e direção de John Patton Ford, a obra conta com produção da A24 e sua distribuição em território brasileiro é garantido pela Diamond Films, a maior distribuidora independente da América Latina. MANUAL PRÁTICO DA VINGANÇA LUCRATIVA estreia nacionalmente em 26 de fevereiro. 

Programação Cinesystem - 12 a 18 de fevereiro



ESTREIAS 

Um Cabra Bom de Bola [Goat] (Sony) 1h40 (10) 

O Morro dos Ventos Uivantes [Wuthering Heights] (Warner) 2h14 (16)

Caminhos do Crime [Crime 101] (Sony) 2h20 (14) 

Você só Precisa Matar [All You Need is Kill] (Paris) 1h26 (14) 

Rob1n: Inteligência Assassina [Rob1n] (Playarte) 1h30 (18)  

 

EVENTOS

Show: The Rose: Come Back to Me (SATO Company) - 14/02 - ANA e PPA

Cine Pets:Um Cabra Bom de Bola [Goat] (Sony) 1h40 (10)

 

ESTREIAS exclusivas CINESYSTEM BELAS ARTES

ORWELL: 2+2=5 [ORWELL: 2+2=5] (Mares/Alpha Filmes) 2h14 (14)

Yes [Ken] (Imovision) 2h30 (16)

A Sapatona Galáctica [Lesbian Space Princess] (Synapse) 1h27 (16)

Sonhos de Trem [Train Dreams] (O2) 1h42 (14) 

 

CIRCUITO BELAS ARTES

Valor Sentimental [Sentimental Value] (Retrato) 2h14 (14) PPA

Hamnet: A Vida Antes de Hamlet [Hamnet] (Universal) 2h05 (14) AME, MTW

Marty Supreme (Diamond) 2h29 (16) FLN, BBC, BSB

Primeiro Encontro [Follemente] (Pandora) 1h37 (16)  BSB

ORWELL: 2+2=5 [ORWELL: 2+2=5] (Mares/Alpha Filmes) 2h14 (14) MCZ

Mais informações: www.cinesystem.com.br

ELO STUDIOS divulga trailer de “É Tempo de Amoras”, longa-metragem que estreia dia 26 de fevereiro nos cinemas

 Filme de Anahí Borges tem Rosamaria Murtinho, Antonio Pitanga e Zezé Motta no elenco

Dia 26 de fevereiro estreia “É Tempo de Amoras”, longa-metragem dirigido por Anahí Borges, vencedor de Melhor Filme no Made by Woman Independent Film Festival (Áustria), de Melhor Filme Estrangeiro no LA Femme International Film Festival (EUA) e Melhor Diretora Estreante em Longa-Metragem no Istambul Women Film Festival.

No trailer oficial, divulgado hoje pela distribuidora ELO STUDIOS, o público é apresentado à personagens tocantes, singelas e reais, que buscam a representação de um mundo mais bonito e afetuoso.

Inspirado em memórias afetivas da adolescência e juventude da cineasta - em suas andanças pelo bairro do Horto Florestal, em São Paulo, e visitas ao Abrigo dos Velhinhos Frederico Ozanam -, o filme acompanha a história de Pasqualina (Rosamaria Murtinho), uma mulher de 91 anos que vive em uma casa de repouso e sonha em reencontrar um antigo amor do passado.

Em um gesto de coragem e inquietude, Pasqualina foge do local onde vive e, nessa jornada inesperada, conhece Petrolina, ou Pety (Analu Reis), uma menina de 8 anos criativa e sonhadora que sente falta de ter uma avó. Do encontro entre as duas nasce um laço genuíno de afeto, capaz de transformar profundamente suas vidas - a ponto de Pety, surpreendentemente, tentar adotar Pasqualina.

A personagem Pety já havia sido protagonista de outras obras dirigidas por Anahí Borges, como os curtas “Pety Pode Tudo”, “Aventuras de Pety” e “No Tempo das Formigas”, formando uma espécie de universo narrativo sensível sobre infância, imaginação e afeto.

“Com o É Tempo de Amoras eu quis fazer um filme sobre desejo. Sobre sonho. A menina que deseja ter uma avó, a idosa que deseja dar um sentido à própria vida. E que o espectador, ao assisti-lo, também pudesse experienciar o lugar do desejo e do sonho na representação de um mundo possível, protegido, onde haja beleza, leveza, melancolia, alteridade, empatia. Tornar o cotidiano mágico, como diz Guimarães Rosa: ‘Quando nada acontece há um milagre que não estamos vendo’. A simplicidade cotidiana tornada sonho. O milagre da vida, dos laços de afeto verdadeiros que decidimos criar. Não existe antagonista na história, o que existe é a própria vida e as consequências das escolhas que as personagens fazem”, comenta a cineasta Anahí.

O filme, desenvolvido por uma equipe composta majoritariamente por mulheres, vem conquistando prêmios internacionais em festivais voltados à realização feminina não só por ter sido escrito e dirigido por uma mulher, acredita Anahí: “Mas, pelo feminino estar presente na narrativa, nas personagens e seus anseios. Agora, com a estreia, eu e toda a equipe estamos muito animados. Um filme que chega ao seu público é um sonho tornado realidade”, conclui a diretora.

Com produção da Aranhas Films e distribuição da ELO STUDIOS, “É Tempo de Amoras” tem ainda no elenco Antonio Pitanga, Zezé Motta, Bárbara Bruno, Vanessa Gourlatt, Jessica Córes, Rafael Pereira, Luci Pereira e Agnes Zuliani.

Selecionado pelo Selo ELAS 2018, iniciativa da ELO STUDIOS voltada ao fomento do audiovisual realizado por mulheres, o longa reforça o compromisso da distribuidora com narrativas autorais, diversas e de impacto.

Sinopse: Pasqualina, 91 anos, é uma senhora cheia de vida que mora numa casa de repouso e não possui mais parentes vivos. Certo dia, decide fugir para se lançar em uma aventura: reencontrar um antigo amor do passado. Nessa jornada, conhece Petrolina, ou Pety, uma menina de 8 anos que sente falta de ter uma avó. A amizade entre as duas muda suas vidas - e Pety, surpreendentemente, tentará adotar Pasqualina.

Ficha Técnica

Título original: É Tempo de Amoras

Título em inglês: The Taste of the Blackberry

Duração: 1h52

Ano de finalização: 2025

Formato: Longa-metragem

Gênero: Comédia dramática

Subgênero: Filme-família

Direção e roteiro: Anahí Borges

Produção executiva: Viviane Antonelli Aun, Emerson Jussiani (Macarrão) e Patricia Galucci

Produção: Aranhas Films

Distribuição: ELO STUDIOS

Cartoon Network anuncia programação especial de 'Irmão do Jorel' para o carnaval

Prepare as fantasias e caia na folia com essa seleção brutal de episódios no canal linear e no Youtube


Neste carnaval, a folia fica ainda mais animada com IRMÃO DO JOREL! Entre os dias 13 e 17 de fevereiro, o Cartoon Network celebra a data com uma seleção especial de episódios da animação brasileira. Abrindo o bloco, às 10h, o ESPECIAL CARNAVAL BRUTTAL será exibido no canal, seguido de episódios variados da produção, com reprises às 17h30. Durante o mesmo período, os episódios serão transmitidos no canal do Cartoon Network no YouTube. Além disso, todas as temporadas da série estão disponíveis na HBO Max.

Os episódios chegam repletos de aventuras excêntricas, de aulas de dança com a Dona Danuza para aprender a perigosa Lambada Brutal do Steve Magal à uma viagem de volta ao mundo. Em ‘MC Juju’ (T2E10), Irmão do Jorel acredita que Vovó Juju sabe cantar rap e a inscreve uma competição de rimas. Já em ‘Carnaval a qualquer momento’ (T3E18), todas as datas comemorativas do mundo acabam coincidindo após uma mudança geográfica.  

A animação acompanha a vida de Irmão do Jorel, um garoto cheio de imaginação que, em meio a situações absurdas e divertidas, tenta encontrar seu lugar no mundo. Com muita brasilidade e irreverência, os momentos mais festivos da série acompanham o público no ritmo da celebração.  

O Cartoon Network reúne o melhor da animação para tornar o carnaval ainda mais inesquecível. As cinco temporadas completas de IRMÃO DO JOREL estão disponíveis na plataforma de streaming.  

IRMÃO DO JOREL, criado por Juliano Enrico, é uma coprodução entre o Cartoon Network e o Copa Studio. Em 2024, a série comemorou 10 anos de seu lançamento consolidando-se como a produção brasileira mais duradoura do canal.   

Aimee Lou Wood estrela a série 'Eu, Meu Pai e um Bebê', que chega hoje ao Filmelier+


Desde quinta-feira, 5 de fevereiro, uma nova série chegoueta de “Eu, Meu Pai e um Bebê” (Daddy Issues), sitcom britânica estrelada por Aimee Lou Wood (“Cineclube do Amor”, “The White Lotus”, “Sex Education”) e David Morrissey (“The Walking Dead”). 

Os seis episódios, com cerca de 30min cada, já estão disponíveis no serviço de streaming.

Criada pela comediante Danielle Ward, a produção acompanha dois roommates improváveis: Gemma (Wood), que descobre estar grávida após viver um romance de verão, e Malcolm (Morrissey), seu pai recém-divorciado. O elenco conta ainda com nomes como Sharon Rooney (“My Mad Fat Diary”) e David Fynn (“Harlan Coben - Lázaro”).

O Filmelier+ é o novo streaming da SOFA DGTL, disponível por R$ 14,90 ao mês no Prime Video. Para melhorar a experiência de quem busca assistir filmes online, a curadoria do canal por assinatura tem como foco as boas histórias, independente do gênero cinematográfico.

Ficha Técnica

Comédia - 2024

Elenco: Aimee Lou Wood, David Morrissey e Sharon Rooney

Sinopse: Após um encontro inesperado nas férias, a vida de Gemma vira de cabeça para baixo quando ela descobre que está grávida. Agora, ela precisa enfrentar essa gravidez surpresa enquanto tenta ajudar seu pai, Malcolm, a superar o colapso de seu casamento.

 

Sobre o Filmelier+

O Filmelier+ é o novo streaming da SOFA DGTL, disponível por R$ 14,90 ao mês no Prime Video. Para melhorar a experiência de quem busca assistir filmes online, a curadoria do canal por assinatura tem o objetivo de reunir joias do cinema mundial, obras que são mais do que entretenimento - são experiências, memórias e conexões. O streaming nasce da experiência de quase 10 anos do Filmelier.com, site especializado no universo do cinema com 3 milhões de usuários únicos mensais na América Latina. Além disso, a marca tem quatro canais FAST (Free Ad-Supported Television): Filmelier TV, Filmelier TV Esperança,  Filmelier TV Paixão e o Filmelier TV Vida Real, disponíveis via Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku e Só Play.

Estrelado por Milla Jovovich, Vingadora, ganha pôster e trailer oficiais. Confira!

Do diretor de Rambo: Até o Fim, longa acompanha uma ex-heroína de guerra em uma jornada marcada por ação implacável, vingança e busca por justiça.

Protagonizado por Milla Jovovich e dirigido por Adrian Grunberg, diretor responsável pelo sucesso ‘Rambo: Até O Fim’, Vingadora chega aos cinemas brasileiros em 26 de março, com distribuição da Imagem Filmes. O longa apresenta uma história cheia de ação visceral de vingança, marcada por uma busca implacável por justiça.

Conhecida mundialmente por seu papel na franquia ‘Resident Evil’, Jovovich interpreta Nikki, uma ex-heroína de guerra que vê sua vida pacífica ruir quando sua filha é sequestrada. Mergulhada no submundo do crime e perseguida simultaneamente pela polícia e por forças militares, ela embarca em uma jornada brutal para resgatar a filha, testando seus limites físicos e emocionais.

Com roteiro assinado por Bong-Seob Mun, o filme que foi exibido pela primeira vez no 30º Festival Internacional de Cinema de Busan, na Coréia do Sul, conta ainda com um elenco de peso, que inclui Matthew Modine (‘Stranger Things’), Brooklyn Sudano (‘Eu, A Patroa e As Crianças’), D.B. Sweeney (‘Fogo no Céu‘), Don Harvey (‘Pecados de Guerra’) e Gabriel Sloyer (‘Last Ferry’), entre outros nomes.

Vingadora estreia em 26 de março nos cinemas.

Sinopse:

Nikki (Milla Jovovich) é uma ex-militar que lutou nos piores campos de batalha da guerra, mas nada se compara à dor de ter sua filha sequestrada. Caçada por bandidos e policiais, ela usará cada habilidade mortal que aprendeu em combate para invadir o submundo do crime e resgatar a única coisa que importa para ela.

Terceira temporada de Além de Skinwalker chega ao History nesta sexta, com novos fenômenos e mistérios

Equipe terá a ajuda de mais especialistas e tecnologias modernas em experimentos investigativos e inovadores 

 ESTREIA: 6/2, sexta-feira, 22h10

Desde 2020, o astrofísico, engenheiro e cientista Dr. Travis Taylor, conhecido da audiência por sua participação em O Segredo do Rancho Skinwalker, lidera as pesquisas no Rancho Skinwalker, o epicentro de vários fenômenos aéreos não identificados. Na série Além de Skinwalker (Beyond Skinwalker Ranch), que estreia nesta sexta sua terceira temporada, a equipe segue expandindo sua busca para além do Rancho na tentativa de encontrar respostas às perguntas mais surpreendentes e misteriosas.

O objetivo da equipe, composta pelo ex-investigador da CIA Andrew Bustamante e o premiado jornalista investigativo Paul Beban, entre outros, continua sendo encontrar evidências de fenômenos similares, de detecções de orbes até numerosos avistamentos de óvnis, em locais análogos ao Rancho Skinwalker, em todos os Estados Unidos, e confirmar que não apenas a atividade documentada em Skinwalker é real, como generalizada. Nos episódios da terceira temporada, o time encontra novas evidências, fenômenos e eventos paranormais, e contam com a ajuda de novas tecnologias e do autor Chris Bledsoe, testemunha de um encontro real com óvnis, em experiências investigativas. 

No episódio de estreia, Montanha misteriosa, Andy e Paul viajam em direção ao norte da Califórnia para investigar um dos locais mais enigmáticos de Brandon Fugal: o infame e misterioso ponto de energia do Monte Shasta. Eles rapidamente descobrem que, embora pareçam extraordinárias, as lendas sobre a montanha são baseadas em fatos reais.

Classificação Indicativa: 12 anos

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