Olhar de Cinema abre inscrições para a 15ª edição

Cineastas podem inscrever seus curtas e longas-metragens no Festival Internacional de Curitiba até o dia 26 de fevereiro. 15ª edição ocorre de 4 a 13 de junho

Abertura do Olhar de Cinema 2025 na Ópera de Arame - Cred Lina Sumizono


O Olhar de Cinema - Festival Internacional de Curitiba anunciou que estão abertas as inscrições para a sua 15ª edição. 

Os interessados em participar de um dos mais importantes eventos dedicados ao cinema independente do Brasil, podem inscrever suas produções até o dia 26 de fevereiro pelo site oficial www.olhardecinema.com.br. Serão aceitos curtas e longas-metragens de todos as tipologias e gêneros, inéditos no Brasil. 

“O Olhar de Cinema segue com o seu compromisso de fortalecer e valorizar a sétima arte independente, por meio de uma curadoria diversa em linguagens, perspectivas e em origens”, comenta Antonio Gonçalves Jr, diretor geral do Olhar de Cinema. 

O Festival Internacional de Curitiba é composto por diferentes mostras, sendo as Mostras Competitivas, divididas entre produções brasileiras e internacionais; a Mostra Exibições Especiais, que destaca o cinema mundial e também filmes brasileiros não inéditos; a Mostra Novos Olhares, dedicada a filmes com diferentes e inventivas propostas estéticas; a Mirada Paranaense, voltada a cineastas paranaenses e filmes feitos no Paraná; Olhar Retrospectivo, que destaca um grande nome do cinema mundial e algumas de suas produções; a Olhares Clássicos, com um panorama de obras que marcaram a história do cinema; a Mostra Pequenos Olhares, com filmes direcionados ao público infantil; além dos longas de Abertura e Encerramento. 

Em 2025, o Olhar de Cinema bateu recorde de público, por mais um ano, reunindo mais de 32 mil pessoas e mais de 120 exibições de curtas e longas-metragens, consolidando o evento como um dos maiores do país. 

Agora, em sua 15ª edição, o Festival Internacional de Curitiba se prepara para celebrar 15 anos de história, com ampliação em sua programação, que vai de 4 a 13 de junho. 


Serviço:

Inscrições 15º Olhar de Cinema - Festival Internacional de Curitiba

Data: até 26 de fevereiro pelo www.olhardecinema.com.br

15º Olhar de Cinema - Festival Internacional de Curitiba

Data: 4 a 13 de junho

Site oficial: www.olhardecinema.com.br

Redes Sociais: Instagram: www.instagram.com/Olhardecinema

                          Facebook: www.facebook.com.br/Olhardecinema

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Produção: Grafo Audiovisual

Cinemateca Brasileira e HB Filmes anunciam programação de retrospectiva com obras restauradas de Hector Babenco - 30 de janeiro a 13 de fevereiro

Além da exibição de filmes, a mostra amplia o diálogo sobre o legado do diretor com mesas de debate e catálogo gratuito.

Site Cinemateca Brasileira 

Site HB Filmes 

Veja e programação completa da mostra clicando aqui.

A Cinemateca Brasileira, em parceria com a HB Filmes, apresenta a Retrospectiva Hector Babenco, iniciativa que celebra a obra de um dos maiores nomes do cinema nacional e internacional. A mostra ocorre em um momento emblemático: em 2026, Babenco completaria 80 anos de vida, data que coincide com o marco de uma década de seu falecimento. A iniciativa tem direção geral de Myra Babenco, direção de produção de Gabi Vanzetta e produção de César Turim, Nayla Guerra, Roberto Soares e Gabriel Machado, membros da equipe de difusão da Cinemateca Brasileira.

O público terá a oportunidade de assistir a filmes em cópias restauradas, fruto de um minucioso projeto de preservação coordenado por Patricia de Filippi entre 2019 e 2024. O trabalho garante a exibição das obras com a mais alta qualidade de imagem e som, preservando o legado estético do diretor para as novas gerações. A Cinemateca Brasileira colaborou com o projeto ao ceder materiais originais, como negativos de imagem e som de filmes do diretor, preservados pela instituição.

“Hoje, como diretora da HB Filmes e guardiã desse legado, entendo com clareza minha missão: preservar, divulgar e manter pulsante uma obra que denuncia desigualdades que, infelizmente, permanecem atuais. Meu pai foi pioneiro ao revelar no cinema questões sociais que persistem”, comenta Myra Babenco. Para a Cinemateca Brasileira, realizar essa retrospectiva reafirma o estreito vínculo afetivo que a instituição e o diretor compartilharam ao longo de anos.

A programação completa da mostra contempla 11 longas-metragens do diretor, incluindo o documentário O Fabuloso Fittipaldi, que agora recebe o devido reconhecimento pela direção de Babenco, omitido na época do lançamento original. A retrospectiva reafirma a diversidade da produção do cineasta, sempre focada em personagens intensos e profundas preocupações sociais. Todos os títulos terão mais de uma sessão no decorrer da mostra. Além da filmografia do diretor, será exibido o documentário biográfico Babenco - Alguém tem que ouvir o coração e dizer: parou, dirigido por Bárbara Paz.

A mostra inclui títulos como Lúcio Flávio, o Passageiro da Agonia, foi recentemente citado pela equipe do filme O Agente Secreto como uma de suas principais referências. O impacto da obra de Babenco também foi recentemente exaltado por Wagner Moura, que nos últimos meses apontou Pixote, a Lei do Mais Fraco como um filme essencial. O ator, que acaba de se tornar o primeiro brasileiro a ganhar o Globo de Ouro na Categoria Melhor Ator de Drama, participa do elenco do filme Carandiru, que terá três sessões na retrospectiva.

Um catálogo especial foi produzido para a ocasião com apoio da Mubi. O volume conta com textos de Drauzio Varella, Isay Weinfeld, Myra Babenco, Lauro Escorel, Patricia De Fillippi e Walter Salles, apoiados por uma fortuna de imagens históricas e afetivas da trajetória de Babenco. O catálogo pode ser adquirido mediante a troca de dois ingressos da mostra, enquanto durarem as unidades disponíveis, e reúne fichas técnicas e imagens de cada um dos filmes.

Para ampliar o diálogo, a programação conta ainda com mesas de debate, transformando a mostra em um espaço de reflexão crítica e celebração de uma das carreiras mais singulares do cinema mundial. No dia 07 de fevereiro, às 20h, Bárbara Paz discorre sobre a criação e a produção do documentário realizado sobre Babenco.

A equipe do filme Brincando nos campos do senhor comenta o desenvolvimento da obra no dia 11 de fevereiro (quarta-feira), às 20h. Participam Vera Hamburger, Francisco Ramalho Jr e Lauro Escorel. Em 12 de fevereiro (quinta-feira), às 20h15, Drauzio Varella conversa sobre Carandiru, traçando um caminho do livro ao filme. Todos os debates terão interpretação em Libras e transmissão ao vivo pelo Youtube da Cinemateca Brasileira, e ocorrem após sessões dos respectivos filmes aos quais estão vinculados.

A programação é gratuita, com ingressos distribuídos na bilheteria da Cinemateca Brasileira 1 hora antes de cada sessão. Veja todas as sessões e outras atividades clicando aqui.


Retrospectiva Hector Babenco

Data: 30 de janeiro a 13 de fevereiro de 2026

Local: Cinemateca Brasileira (Largo Sen. Raul Cardoso, 207 - Vila Clementino, São Paulo)

Entrada gratuita


Sexta-feira, dia 30 de janeiro

20h _ sala Grande Otelo _ Meu Amigo Hindu 


Sábado, dia 31 de janeiro

14h_ sala Grande Otelo _ Brincando nos Campos do Senhor

14h30 _ sala Oscarito _ O Fabuloso Fittipaldi

17h _ sala Oscarito _ O Rei da Noite

17h30 _ sala Grande Otelo _ Ironweed

19h _ área externa _ apresentação Pagode na Lata

20h30 _ área externa _ Pixote, a Lei do Mais Fraco 


Domingo, dia 01 de fevereiro

14h30_ sala Oscarito _ Lúcio Flávio, o passageiro da agonia

15h_ sala Grande Otelo _ O Passado

17h _ sala Oscarito _ Pixote, a Lei do Mais Fraco

17h15_ sala Grande Otelo _ Carandiru

19h30 _ sala Oscarito _ O Beijo da Mulher Aranha

20h _ sala Grande Otelo _ Coração Iluminado 


Quinta-feira, dia 05 de fevereiro

19h30_ sala Grande Otelo _ Lúcio Flávio, o passageiro da agonia

19h30 _ sala Oscarito _ Ironweed 


Sexta-feira, dia 06 de fevereiro

17h30 _ sala Grande Otelo _ O Beijo da Mulher Aranha

19h30_ sala Oscarito _ Brincando nos Campos do Senhor

20h _ sala Grande Otelo _ Pixote, a Lei do Mais Fraco 


Sábado, dia 07 de fevereiro

14h30 _ sala Oscarito _ Coração Iluminado

17h_ sala Oscarito _ Carandiru

18h _ sala Grande Otelo _ Sessão Dupla | Conversa com Ele e Babenco – Alguém tem de Ouvir o Coração e dizer: Parou

19h45_ sala Oscarito _ O Passado

20h _ sala Grande Otelo _ Hector Babenco por Bárbara Paz – Criação e Produção de um Documentário _ Debate com a diretora Bárbara Paz 


Domingo, dia 08 de fevereiro

14h30 _ sala Oscarito _ Meu Amigo Hindu

15h _ sala Grande Otelo _ O Rei da Noite

17h_ sala Oscarito _ Babenco – Alguém tem de Ouvir o Coração e dizer: Parou

17h30 _ sala Grande Otelo _ O Fabuloso Fittipaldi 


Quarta-feira, dia 11 de fevereiro

16h30_ sala Grande Otelo _ Brincando nos Campos do Senhor

19h30 _ sala Oscarito _ O Fabuloso Fittipaldi

20h_ sala Grande Otelo _ Brincando nos Campos do Senhor – Uma conversa com a Equipe - Debate com Vera Hamburger, Francisco Ramalho Jr, Lauro Escorel 


Quinta-feira, dia 12 de fevereiro

17h _ sala Oscarito _ O Rei da Noite

17h30_ sala Grande Otelo _ Carandiru

19h30_ sala Oscarito _ Lúcio Flávio, o passageiro da agonia

20h15_ sala Grande Otelo _ Carandiru – Do Livro ao Filme – Debate com Dr Drauzio Varela 


Sábado, dia 13 de fevereiro

17h30 _ sala Grande Otelo _ O Beijo da Mulher Aranha

19h30 _ sala Oscarito _ Pixote, a Lei do Mais Fraco

20h _ sala Grande Otelo _ Meu Amigo Hindu

Os imperdíveis desta semana na HBO Max

Nesta semana, desembarcam novas produções na HBO Max. No dia 23 de janeiro, chega HARPIA: PRESENÇA MALIGNA uma história inquietante que revela o lado mais sombrio do cotidiano. Para os amantes da música e dos documentários, estreia BECOMING LED ZEPPELIN, um retrato imperdível sobre a origem e ascensão de uma das bandas mais influentes da história. E, ainda, MEL BROOKS: O HOMEM DE 99 ANOS! – PARTE 1 E PARTE 2, uma homenagem repleta de humor e nostalgia para uma das personalidades mais icônicas da comédia. Grandes histórias, música e cinema tomam conta de janeiro, só na HBO Max. 


HARPIA: PRESENÇA MALIGNA

Filme 

Estreia: 23 de janeiro

Sinopse: Quando engravidou pela primeira vez, Harper já sabia que ter um filho não seria uma tarefa fácil. O que ela nunca esperava era ter que lidar com uma presença maligna de gerações que vive na fazenda da família. Katie Parker, atriz recorrente nas obras de Mike Flanagan, e Cobin Bernsen, conhecido por The Dentist de Brian Yuzna, entre outros papéis, estrelam uma história angustiante de fantasmas e mães de primeira viagem.

Elenco: Patricia Heaton, Katie Parker e Corbin Bernsen.

Créditos: Dirigido e roteirizado por Angela Gulner. Fotografia por Ksusha Genenfeld e montagem por Dashiell Reinhardt. 


BECOMING LED ZEPPELIN 

Documentário 

Estreia: 20 de janeiro 

Sinopse: Percorrerá a trajetória dos quatro integrantes dos roqueiros de Stairway to Heaven através da cena musical dos anos 1960 e sua reunião no verão de 1968, que culminou em 1970. 

Elenco: Led Zeppelin, Jimmy Page, John Paul Jones, Robert Plant. 

Créditos: Dirigido por Bernard MacMahon. Roteiro de Bernard MacMahon e Allison McGourty. 


MEL BROOKS: O HOMEM DE 99 ANOS! - PARTE 1 E 2 

Documentário 

Estreia: 22 de janeiro 

Sinopse: Este documentário em duas partes explora a vida, a carreira, as amizades e os amores do lendário escritor, diretor, produtor e intérprete Mel Brooks. Um dos comediantes mais ousados de Hollywood, desde os primeiros anos da comédia de esquetes na televisão até seus sucessos no cinema e no teatro, Brooks manteve um espelho distorcido diante da condição humana e utilizou o riso como um caminho para a resiliência, a conexão e a alegria ao longo de quase um século. 

Créditos: Uma produção de Apatow; dirigida por Judd Apatow e Michael Bonfiglio; produção executiva de Judd Apatow, Michael Bonfiglio e Kevin Salter; coprodução executiva de Joe Beshenkovsky, Josh Church e Amanda Rohlke; produtores supervisores: James A. Smith e Miranda Soto; produtores: Wayne Federman e Olivia Rosenbloom. 

Revelado o cartaz de 'Velhos Bandidos'

Comédia de ação de Claudio Torres chega aos cinemas em 26 de março


A Paris Filmes divulgou hoje, 15 de janeiro, o cartaz oficial de Velhos Bandidos. ComFernanda Montenegro, Ary Fontoura, Bruna Marquezine, Vladimir Brichta e Lázaro Ramos, o  filme, criado por Claudio Torres, promete trazer diversão, adrenalina e emoção para jovens de todas as idades. 

Com estreia nos cinemas de todo Brasil em 26 de março de 2026, o longa apresenta o casal Marta (Fernanda Montenegro) e Rodolfo (Ary Fontoura), que planeja um ousado assalto a banco, digno de cinema. Para realizar o roubo perfeito, eles se unem a um casal de jovens assaltantes, Nancy (Bruna Marquezine) e Sid (Vladimir Brichta), que ainda que contrariados, se unem à dupla. No entanto, a nova equipe de ladrões não contava com a insistência de Oswaldo (Lázaro Ramos), um obstinado investigador. ‘Velhos Bandidos’ também conta com a participação especial de Reginaldo Faria, Vera Fischer, Teca Pereira, Hamilton Vaz Pereira, Tony Tornado, Laila Garin e Nathalia Timberg.  

Confira aqui o trailer

Velhos Bandidos é produzido pela Conspiração com coprodução da TV Globo, Claro e Star Original Productions e distribuição da Paris Filmes.


Sobre o diretor:

Além da direção, Claudio Torres também assina o roteiro ao lado de Fabio Mendes e Renan Flumian. Vencedor do Emmy Internacional com a série “A Mulher Invisível”, Claudio foi showrunner, roteirista e diretor de “Reality Z” , um dos criadores da série médica “Sob Pressão”, “Magnífica 70”, indicada ao Emmy Internacional. No cinema, dirigiu longas como “A Mulher Invisível”,  “O Homem do Futuro”, com Wagner Moura, e “Redentor”, que abriu a Mostra Panorama do Festival de Berlim. Claudio é um dos sócios-fundadores da produtora Conspiração. Atualmente finaliza a nova série médica do Globoplay “Emergência 53”. 


Ficha Técnica

Dirigido e produzido por : Claudio Torres

Produzido por: Renata Brandão, Juliana Capelini

Roteiro: Claudio Torres, Fabio Mendes e Renan Flumian

Colaboração: Davi Torres

Produção: Conspiração

Coprodução: TV Globo, Claro, Star Original Productions

Distribuição: Paris Filmes

Produção Executiva: Tania Pacheco

Direção de Fotografia: Andre Horta    

Montagem e concepção musical: Isadora Boschiroli    

Direção de Arte: Yurika Yamasaki         

Figurino: Valeria Stefani

Caracterização: Tayce Vale 

Elenco: Raoni Seixas  

Som Direto: Laura Zimmermann  

Edição de Som e Mixagem: Tomás Alem, Bernardo Uzeda, Rodrigo Noronha, Gustavo Loureiro

Arranjos e Supervisão Musical: Carlos Trilha

Colorista: Sergio Pasqualino   

Supervisão de Efeitos Visuais: Claudio Peralta    

Coprodutores Executivos:  Marcos Penido, Adriana Basbaum, Clarisse Goulart      

Produtora Delegada: Lili Nogueira  

Gerentes Executivas: Fabiana Guzman, Renata Balthazar, Leo Moraes, Raquel Leiko, Maria Paula Carvalho, Paula Lima       

Elenco: Fernanda Montenegro, Ary Fontoura, Bruna Marquezine, Vladimir Brichta, Lázaro Ramos

Participações especiais: Reginaldo Faria, Vera Fischer, Teca Pereira, Hamilton Vaz Pereira, Tony Tornado, Laila Garin e Nathalia Timberg

Patrocínio: Rede D’or e BNDES

'Pânico 7' ganha novo pôster oficial

A Paramount Pictures Brasil divulgou também um novo teaser do longa nas suas redes sociais

Um dos filmes de terror mais aguardados do ano, “Pânico 7” acaba de ganhar um novo pôster oficial. Aquecendo as expectativas para o lançamento, a Paramount Pictures Brasil liberou também um novo teaser nas suas redes sociais. Veja  AQUI. 
A estreia nos cinemas brasileiros acontece em 26 de fevereiro. 

Neste novo capítulo da franquia, um novo Ghostface surge na pacífica cidade onde Sidney Prescott (Neve Campbell) reconstruiu sua vida. Seus medos mais sombrios se tornam realidade quando sua filha (Isabel May) se torna o próximo alvo do assassino. Determinada a proteger sua família, Sidney terá que confrontar os horrores do seu passado para colocar um fim ao massacre de uma vez por todas. 

Com direção do criador da franquia, Kevin Williamson, “Pânico 7” ainda conta com Courteney Cox - que retorna como a jornalista Gale Weathers, Jasmin Savoy Brown, Mason Gooding, Anna Camp, Joel McHale, Mckenna Grace, Michelle Randolph, Jimmy Tatro, Asa Germann, Celeste O’Connor, Sam Rechner, Ethan Embry, Tim Simons e Mark Consuelos no elenco. O filme é uma produção da Paramount Pictures e da Spyglass Media Group. 

Pânico 7 - 26 de fevereiro nos cinemas
@paramountbrasil

No novo episódio de Os Anos Novos, um reencontro inesperado em Madri reabre feridas do passado

Dirigida por Rodrigo Sorogoyen (As Bestas), produção espanhola é estrelada por Iria Del Río (Apocalipse Z - O Princípio do Fim), como Ana, e Francesco Carril (Three Goodbyes), no papel de Óscar
O oitavo episódio da série de drama romântico já está disponível na MUBI

Episódio 8

Distribuidora global, serviço de streaming e produtora, a MUBI disponibiliza hoje o oitavo episódio da série de drama romântico Os Anos Novos (Los Años Nuevos), dirigida por Rodrigo Sorogoyen (As Bestas). Os novos episódios da produção espanhola chegam à plataforma todas as quartas.

Neste episódio, Óscar ouve uma mensagem de voz de Ana depois de eles terem se encontrado mais cedo naquele dia. Ela quer vê-lo novamente e esclarecer as coisas durante sua visita a Madri. A mensagem faz com que emoções adormecidas venham à tona para Óscar.

Sinopse do Episódio 107:
De volta a Madri para as festas de fim de ano, Ana reencontra Óscar inesperadamente. Durante um café apressado, ela revela um segredo que muda sua vida e deixa Óscar abalado. Enquanto Ana considera silenciosamente a possibilidade de retornar a Madri e questiona seu relacionamento com Manu, Óscar não consegue parar de reviver o encontro, perguntando-se se destruiu a chance de ambos terem um desfecho dessa relação. 

Sobre a série:
Do diretor vencedor do César Rodrigo Sorogoyen (As Bestas), Os Anos Novos acompanha Ana (Iria Del Río, Apocalipse Z - O Princípio do Fim) e Óscar (Francesco Carril, Three Goodbyes) ao longo de dez Réveillons, desde o primeiro encontro, na noite em que ambos completam 30 anos.  Ela mora em um apartamento compartilhado, não gosta do trabalho e troca de amigos com frequência. Ele é médico, e tem a vida em ordem — até que se conhecem e se apaixonam. Ao longo de dez anos consecutivos, cada episódio retrata uma única noite que revela como o amor evolui. A série é um retrato honesto do compromisso moderno e do ato de escolher alguém, ano após ano.
 

Os Anos Novos
Episódio 8 já disponível
Um lançamento MUBI

Canal Brasil exibe maratona de filmes de Karim Aïnouz em celebração aos 60 anos do diretor

Programação especial reúne cinco longas-metragens no domingo (18/01), a partir das 20h

 Cenas de “O Céu de Suely”, “Madame Satã”, “O Abismo Prateado”, “Praia do Futuro” e “Motel Destino”.  Fotos: Divulgação

Em comemoração aos 60 anos de Karim Aïnouz, celebrados em 17 de janeiro, o Canal Brasil exibe no domingo, 18/01, a partir das 20h, uma maratona dedicada à filmografia do diretor. A programação reúne cinco longas-metragens dirigidos por Aïnouz: “O Céu de Suely”, “Madame Satã”, “Motel Destino”, “Praia do Futuro” e “O Abismo Prateado”, apresentados em sequência ao longo da noite.

Abrindo a maratona, “O Céu de Suely” acompanha Hermila, uma jovem que retorna ao interior do Ceará após uma temporada em São Paulo. De volta à cidade natal, ela enfrenta dificuldades para reconstruir a vida e decide criar uma rifa com o prêmio de uma noite ao seu lado, usando o pseudônimo Suely. A narrativa aborda deslocamentos, expectativas e escolhas em um contexto marcado por limitações sociais e econômicas.

Ambientado na Lapa dos anos 1930, o longa-metragem “Madame Satã” retrata a trajetória de João Francisco dos Santos, figura conhecida como Madame Satã. Artista transformista, capoeirista e personagem marginalizado pela sociedade da época, ele enfrenta preconceitos relacionados à raça, à sexualidade e à condição social, enquanto constrói sua identidade e busca reconhecimento.

Situado no litoral do Ceará, “Motel Destino” se passa em um motel à beira de estrada administrado por um casal. A chegada de um jovem em fuga altera a dinâmica do local e provoca tensões entre os personagens. A narrativa se desenvolve a partir dos encontros, conflitos e relações que se estabelecem nesse espaço isolado.

Em seguida, “Praia do Futuro” acompanha Donato, salva-vidas em Fortaleza, cuja vida muda após um episódio traumático envolvendo um turista alemão. A partir desse encontro, Donato se afasta da família e segue para Berlim, onde enfrenta desafios ligados à identidade, ao afeto e à reconstrução de vínculos.

A maratona Karim Aïnouz encerra com a exibição de “O Abismo Prateado”, que retrata um dia na vida de Violeta, uma dentista que enfrenta o fim de um relacionamento de longa duração. A narrativa acompanha seu percurso pela cidade do Rio de Janeiro após receber uma mensagem de despedida do marido, registrando encontros e reflexões durante esse processo de ruptura.


Maratona Karim Aïnouz

Horário: Domingo, 18/01, a partir das 20h


O Céu de Suely (2006) (86’)

Horário: Domingo, 18/01, às 20h

Classificação: 16 anos

Direção: Karim Aïnouz

Sinopse: Hermila (Hermila Guedes) é uma jovem de 21 anos que está de volta à sua cidade-natal, a pequena Iguatu, localizada no interior do Ceará. Ela volta juntamente com seu filho, Mateuzinho, e aguarda para daqui a algumas semanas a chegada de Mateus, pai da criança, que ficou em São Paulo para acertar assuntos pendentes. Porém o tempo passa e Mateus simplesmente desaparece. Querendo deixar o lugar de qualquer forma, Hermila tem uma idéia inusitada: rifar seu próprio corpo para conseguir dinheiro suficiente para comprar passagens de ônibus para longe e iniciar uma nova vida.


Madame Satã (2001) (105’)

Horário: Domingo, 18/01, às 21h25

Classificação: 14 anos

Direção: Karim Aïnouz

Sinopse: O retrato de João Francisco dos Santos, também conhecido como Madame Satã, travesti, amante, pai, herói e convicto do Rio de Janeiro.


Motel Destino (2024) (115') – Coprodução

Horário: Domingo, 18/01, às 23h05

Classificação: 18 anos

Direção: Karim Aïnouz

Sinopse: A trama traz a história de Heraldo (Iago Xavier), um jovem de origem humilde que chega ao Motel Destino, estabelecimento de beira de estrada no litoral cearense, e transforma a vida dos que ali habitam. O motel é administrado pelo temperamental Elias (Fábio Assunção) e sua esposa Dayana (Nataly Rocha) e torna-se palco onde crônicas da realidade brasileira se entrelaçam. Heraldo, membro foragido de uma gangue, desperta a curiosidade de Dayana, iniciando uma perigosa dança de poder e desejo entre eles. Em meio a esse cenário, um plano ousado de liberdade começa a se desenhar, retratando de forma íntima a juventude nordestina cujos sonhos foram sufocados por uma elite opressora.


Praia do Futuro (2014) (106’) 

Horário: Segunda, dia 19/01, à 1h05 (madrugada de domingo para segunda)

Classificação: 14 anos

Direção: Karim Aïnouz

Sinopse: Donato (Wagner Moura) é um salva-vidas na turbulenta Praia do Futuro. Seu ofício nas areias gera grande admiração de Ayrton (Jesuíta Barbosa), seu irmão mais novo, orgulhoso das proezas do protagonista em evitar tragédias nos mares cearenses. Um dia, no entanto, a desgraça não é evitada e ele não consegue salvar um amigo de Konrad (Clemens Schick), um turista alemão em viagem ao Brasil. O contato com o europeu, no entanto, muda radicalmente sua vida; eles se apaixonam e Donato decide abandonar a vida nas ensolaradas orlas de Fortaleza para viver na fria e distante Berlim (Alemanha). Longe de sua realidade e de sua família, o personagem principal vai precisar colocar suas habilidades a seu próprio benefício, em águas muito mais turbulentas do que as das praias brasileiras.


O Abismo Prateado (2011) (84')

Horário: Segunda, dia 19/01, às 2h50 (madrugada de domingo para segunda)

Classificação: 14 anos

Direção: Karim Aïnouz

Sinopse: Violeta recebe uma mensagem de despedida do marido e precisa enfrentar a dor de um coração partido. História inspirada na música Olhos nos Olhos, de Chico Buarque.

“Manas”, de Marianna Brennand, é indicado ao Goya de Melhor Filme Ibero-Americano

Longa brasileiro disputa o prêmio com "Belén: Uma História de Injustiça" (Argentina), "O Olhar Misterioso do Flamingo" (Chile), "Um poeta" (Colômbia) e "La Piel del Agua" (Costa Rica)

"Manas", de Marianna Brennand. Crédito: Divulgação

Premiado longa de Marianna Brennand, “Manas” acumula mais uma conquista em sua trajetória internacional. A produção brasileira foi indicada ao Prêmio Goya de Melhor Filme Ibero-Americano e concorre ao lado de "Belén: Uma História de Injustiça" (Argentina), "O Olhar Misterioso do Flamingo" (Chile), "Um poeta" (Colômbia) e "La Piel del Agua" (Costa Rica). “Manas” foi selecionado pela Academia Brasileira de Cinema em setembro do ano passado para representar o Brasil na tradicional premiação espanhola, que chega à 40ª edição em 2026. Os vencedores serão revelados no dia 28 de fevereiro em Barcelona.

“Termos dois filmes incríveis fazendo história pelo mundo afora nos enche de orgulho e nos dá certeza que o cinema brasileiro é poderoso e único. Um filme nunca exclui o outro. Eles se somam no caminho de uma cinematografia que merece e deve ser reconhecida por seu talento e diversidade. Muito feliz por termos uma Academia de Cinema que acredita nisso”, afirma a presidente da Academia Brasileira de Cinema Renata Almeida Magalhães.

Títulos dos seguintes países concorreram a uma indicação de Melhor Filme Ibero-Americano na 40ª edição dos Prêmios Goya: Argentina, Bolívia, Brasil, Colômbia, Costa Rica, Chile, Cuba, Equador, El Salvador, Guatemala, Honduras, México, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru, Porto Rico, República Dominicana, Uruguai e Venezuela.

“Manas” já venceu mais de 20 prêmios pelo mundo, entre eles o prêmio máximo da Jornada dos Autores, mostra competitiva paralela do Festival de Veneza 2024; o “Women in Motion”, dedicado a novos talentos femininos, que a diretora Marianna Brennand recebeu no Festival de Cannes em 2025; e o Prêmio Especial do Júri na Première Brasil do Festival do Rio de 2024. O filme, baseado em dez anos de pesquisa de Brennand sobre a realidade de crianças exploradas sexualmente na Ilha de Marajó, no Pará, conta a história fictícia de Marcielle (Jamilli Correa), menina de 13 anos que percebe o ambiente de abuso em que está inserida e busca ajuda.

MANAS


Produção: Inquietude

Direção: Marianna Brennand

Sinopse: “Manas” narra a história de Marcielle/Tielle (Jamilli Correa), uma jovem de 13 anos que vive na Ilha do Marajó (PA) junto ao pai, Marcílio (Rômulo Braga), à mãe, Danielle (Fátima Macedo), e a três irmãos. Ela cultua a imagem de Claudinha, sua irmã mais velha, que teria partido para bem longe após “arrumar um homem bom” nas balsas que passam pela região. Conforme amadurece, Tielle vê ruírem muitas das suas idealizações e se percebe presa entre dois ambientes abusivos. Preocupada com a irmã mais nova e ciente de que o futuro não lhe reserva muitas opções, ela decide confrontar a engrenagem violenta que rege a sua família e as mulheres à sua volta.

Com gravações encerradas, 'Anfitriãs' marca a estreia na direção de longas da atriz Renata de Lélis

Elenco traz Áurea Baptista, Luiza Lemmertz e Lica Oliveira em uma trama psicológica de isolamento e delírio

Renata de Lélis, Áurea Baptista e Luiza Lemmertz - crédito: Tuane Eggers/Ausgang

Dependentes da aposentadoria militar do pai, Adela e Cecília vivem uma rotina de isolamento em um decadente casarão familiar, até a inesperada chegada de Teresa, uma hóspede insólita. As irmãs, cada uma à sua maneira, começam a se envolver com Teresa, o que mudará completamente a ordem da casa. 

Esta é a premissa de "Anfitriãs", estreia na direção de longa-metragem de Renata de Lélis ("NAU"). O filme terminou suas gravações na segunda quinzena de dezembro em Porto Alegre. Com distribuição da Pátio Vazio, a produção é da Ausgang, com financiamento do Edital Ruth de Souza (MINC). A produção executiva é assinada por Laura Moglia, direção de arte é de Valeria Verba, a direção de fotografia de Rafa Trindade, o desenho de som de Nina Mayers, e a música de Rita Zart, respectivamente.

O projeto começou em 2022 quando a diretora conheceu a escritora venezuelana María Elena Morán. À época, Renata leu o romance de estreia de María, "Os Continentes de Dentro" (2021), e pediu à autora para adaptá-lo ao cinema. Durante o processo, María sugeriu a Renata outro texto, o roteiro de "Anfitriãs", escrito por ela há cerca de dez anos como projeto de conclusão de curso na EICTV - Escuela Internacional de Cine y Televisión de Cuba. "Criou-se uma nova versão, transpus a história  para o Brasil e para esse momento histórico em que a gente vive", relembra Renata.

Além da carreira de atriz e diretora, Renata já fez diversas incursões na direção de teatro e cinema. Também dirigiu performances de dança, videoclipes e videoarte. Seu curta mais recente, o premiado "NAU" (2022), participou do prestigiado Festival de Cinema de Sitges (Espanha), voltado para o cinema fantástico. Seu curta de estreia, "Teratoma" (2021), também circulou por festivais ao redor do mundo e fez sua estreia no Festival de Cinema Independente de Elche, também no país da península ibérica.

Um dos elementos que atraíram Renata para o projeto foi a possibilidade de explorar o lado fantástico da narrativa, elemento que permeia seu trabalho desde sempre. "'Anfitriãs' me instigou a explorar o fantástico, não só o sobrenatural, mas o que é extra-cotidiano, que conduz para um lado mais das imagens simbólicas da humanidade, que traduz muito do nosso inconsciente", resume a realizadora. As gravações duraram cerca de 20 dias em uma locação na zona sul da Capital gaúcha.

"Acho que é importante para a minha arte ultrapassar as condições limitantes do real e ir para territórios que a gente desconhece e pode aprender a criar um caminho catártico, ressignificando traumas através disso", explica Renata, protagonista do premiado "A Nuvem Rosa". "Além disso, claro, destaca-se o fato de ser um filme que tem uma exploração muito profunda do trabalho das atrizes, que é uma coisa que que me apaixona, preparar e dirigir o elenco”, complementa.

Para viver as irmãs reclusas Adela e Cecília, "Anfitriãs" reuniu Áurea Baptista ("A Bênção") e Luiza Lemmertz ("O Diabo na Rua no Meio do Redemunho"), respectivamente. A visitante é vivida por Lica Oliveira ("Pedaço de Mim"). O elenco traz ainda Uli (no papel de Antonia, cachorrinha de Cecília e Adela), Sandra Dani, Silvia Duarte, Ruza Amon, Victor Di Marco e Oscar Simch. "Anfitriãs" tem previsão de estreia para 2027.

"Anfitriãs", de Renata de Lélis

Instagram: @ausgangbr  


Ficha Técnica

Direção: Renata de Lélis

Escrito por: María Elena Morán

Produção Executiva: Laura Moglia

Direção de Arte: Valéria Verba

Direção de Fotografia: Rafa Trindade

Desenho de Som: Nina Mayers

Música: Rita Zart

Produção: Ausgang

Distribuição: Pátio Vazio

Elenco: Áurea Baptista, Luiza Lemmertz, Lica Oliveira, Uli, Sandra Dani, Silvia Duarte, Ruza Amon e Victor Di Marco.

Sobre Ausgang

Ausgang é uma empresa dedicada a filmes e séries autorais. Em 2019 estreou "Raia 4", de Emiliano Cunha, no Festival de Cartagena das Índias (Colômbia), vencedor do Kikito de Melhor Direção de Fotografia e Júri da Crítica em Gramado, e prêmio do público no Cinesquemanovo. Em 2025, a empresa coproduziu "Tragédia", curta de Bernardo Zanotta, que teve sua estreia no Festival de Cinema de Roterdã (Holanda). Subsequentemente, realizou as gravações de quatro longas: “Arquivo Implacável da Memória”, estreia de Davi de Oliveira Pinheiro nos documentários, “Estrutura”, segundo longa-metragem de Emiliano Cunha, a estreia de Bernardo Zanotta na direção de longas “Meu Pai que Escreveu seu Próprio Fim” e “Anfitriãs”. Em 2026, a produtora desenvolve “21 Toneladas de Pressão”, segundo longa-metragem de ficção de Davi de Oliveira Pinheiro.

A ADOÇÃO, Novo Filme de Allan Deberton, Anuncia Vinícius de Oliveira, Tânia Maria e Hermila Guedes no Elenco

Novo projeto do premiado diretor de “Pacarrete” e “O Melhor Amigo” mergulha no amor e nos desafios de uma família formada através da adoção

A Deberton Filmes acaba de anunciar o elenco de A ADOÇÃO, novo projeto do premiado diretor Allan Deberton (“Pacarrete”, “O Melhor Amigo”). Prestes a começar as filmagens em Fortaleza, no Ceará, o longa trará Vinícius de Oliveira (“Central do Brasil”) no papel do protagonista Tiago, um homem que, depois de anos na fila de adoção, finalmente recebe a notícia de que será pai. Agora, ele terá que aprender a conquistar o amor da criança, enquanto vive o luto da mãe e uma relação complicada com o pai.

Além de Oliveira, A ADOÇÃO conta com outros nomes de peso do audiovisual brasileiro, a começar pela participação de Tânia Maria, que conquistou o público com sua performance em “O Agente Secreto”. O elenco principal também é composto por Claudio Jaborandy (“Guerreiros do Sol”), Hermila Guedes (“Homem com H”), , Aline Marta Maia (“Pedágio”), Fátima Macêdo (“Manas”), Thainá Duarte (“Cangaço Novo”), Georgette Fadel (“Regra 34”) e Maya de Paiva (“Cidade, Campo”).

Produzido por Allan Deberton e Marcelo Pinheiro, A ADOÇÃO é uma coprodução entre Paramount Pictures no Brasil e a alemã Arthood Films. O filme já tem distribuição garantida nos cinemas pela Califórnia Filmes.


SINOPSE

Em Berlim, Tiago recebe uma notícia: anos após entrar na fila de adoção, seu filho finalmente chegou. De volta ao Brasil, ele tenta conquistar o amor da criança, enquanto vive o luto da mãe e uma relação complicada com o pai.

FICHA TÉCNICA

Direção: Allan Deberton

Elenco: Vinícius de Oliveira, Claudio Jaborandy, Hermila Guedes, Georgette Fadel, Aline Marta Maia, Fátima Macêdo, Thainá Duarte, Maya de Paiva e Tânia Maria

Roteiro: Allan Deberton, Raul Damasceno, Daniel Tavares, Natália Maia e Samuel Brasileiro

Produção: Allan Deberton e Marcelo Pinheiro

Coprodução: Paramount Pictures e Arthood Films

Distribuição no Brasil: Califórnia Filmes

‘A MISS’, de Daniel Porto, Lança Pôster Oficial, Confira

Exibido em festivais europeus, filme chega aos cinemas em 26 de fevereiro com distribuição da Olhar Filmes

Após circular por importantes festivais europeus, o longa-metragem “A MISS”, escrito e dirigido por Daniel Porto, acaba de divulgar seu pôster oficial, mostrando ao público brasileiro o tom vibrante, provocador e emocional da obra, que estreia nos cinemas em 26 de fevereiro, com distribuição da Olhar Filmes.

O cartaz traduz visualmente o espírito da dramédia ao reunir, em uma única imagem, os principais conflitos do filme: o universo dos concursos de beleza, as tensões familiares e as questões de identidade e pertencimento que atravessam a narrativa. Com cores intensas e composição que dialoga diretamente com referências do cinema de Pedro Almodóvar, o pôster reflete o equilíbrio entre humor, afeto e transgressão que marca o longa.

Protagonizado por Helga Nemetik, Maitê Padilha, Pedro David e Alexandre Lino, “A MISS” acompanha a história de Iêda, ex-vencedora de concurso de beleza que sonha em ver a filha repetir seu feito. O plano, no entanto, toma rumos inesperados quando o filho gêmeo, Alan, revela um talento e um desejo que desafiam as expectativas maternas e os padrões impostos.


Para o diretor Daniel Porto, o pôster funciona como uma extensão narrativa do filme:

“A imagem precisava carregar a contradição que move “A MISS”: beleza e conflito, afeto e repressão, riso e dor. O cartaz já anuncia esse jogo de tensões que o público vai encontrar na sala de cinema.”

Antes de chegar ao circuito comercial brasileiro, “A MISS” integrou a programação de festivais como o Actrum International Film Festival (Espanha), o 18º OMOVIES – Festival Internacional de Cinema LGBTQIA+ (Itália) e o 39º Queergestreift Film Festival Konstanz (Alemanha), reforçando o alcance internacional da produção.

Com produção de Alexandre Lino, Daniel Porto e Angélica Coutinho, o filme se firma como uma dramédia contemporânea que discute gênero, sexualidade e relações familiares a partir de uma abordagem sensível, divertida e profundamente humana.

“A MISS” estreia nos cinemas brasileiros em 26 de fevereiro de 2026.  


Sinopse:

Iêda (Helga Nemetik), ex-vencedora de concurso de beleza na juventude, sonha que sua filha, Martha (Maitê Padilha), siga a tradição da família e vença um concurso de Miss. No entanto, Martha não tem aptidão nem interesse para isso. Por outro lado, seu filho, Alan (Pedro David), parece ter mais talento para reivindicar a faixa e a coroa. Com a ajuda do "tio Athena" (Alexandre Lino), os irmãos bolam um plano para que Alan realize o sonho da mãe sem que ela saiba.

Sobre Daniel Porto (Diretor e Roteirista)

Indicado ao Prêmio APCA, Daniel Porto é dramaturgo, roteirista e diretor nascido em São Gonçalo/RJ. Estreou no teatro em 2013 e já escreveu mais de 15 peças. No audiovisual, foi Redator Final de programas do Canal Multishow. Dirigiu o premiado curta LGBTQIAPN+ “CHEMSEX”, com estreia internacional no GAZE (Irlanda). É roteirista do curta “ROUTINE”, filmado em NY. Finalizou seu primeiro longa, “A MISS”, com roteiro desenvolvido no laboratório francês do Festival Varilux de Cinema Francês.

History2 estreia nesta quarta-feira, a minissérie documental Poderosos Chefões: As Cinco Famílias da Máfia

Megaprodução do ganhador do Emmy Michael Imperioli (Família Soprano) revela o surgimento, a ascensão e a queda de cinco famílias lendárias da máfia de Nova York

ESTREIA: 14/1, quarta-feira, às 20h10

Poderosos Chefões: As Cinco Famílias da Máfia (American Godfathers: The Five Familiers), minissérie documental que o History2 estreia nesta quarta-feira, é produzida e narrada na versão original pelo ator vencedor do Emmy Michael Imperioli (Família Soprano, The White Lotus, This Fool).

A megaprodução explora a origem, a ascensão e a queda das cinco grandes famílias da máfia de Nova York: Bonanno, Colombo, Gambino, Genovese e Lucchese.  Durante mais de cinquenta anos, essas famílias controlaram múltiplos aspectos do crime organizado dos Estados Unidos, do contrabando ao tráfico de drogas, passando pela extorsão e os jogos de apostas.

Baseada no best-seller do New York Times "Five Families: The Rise, Decline and Resurgence of America’s Most Powerful Mafia Empires" de Selwyn Raab, Poderosos Chefões: As Cinco Famílias da Máfia conta a extensa história da máfia das Cinco Famílias na cidade de Nova York ao longo do século XX, começando com seus primeiros vínculos com a Sicília até seu inevitável declínio, acompanhando figuras de destaque nesse meio, como “Lucky” Luciano, Joey “Crazy Joe” Gallo, Carmine Galante, John Gotti e Joseph Valachi, entre outros.

Por meio de imagens de arquivo, gravações de áudio dos próprios chefes da máfia, encenações e entrevistas exclusivas com autores, historiadores, especialistas, agentes da lei e do FBI, testemunhas e ex-membros da máfia, os telespectadores terão uma visão detalhada do funcionamento da organização criminosa mais poderosa do século passado.

O produtor Michael Imperioli destaca a importância de mostrar o lado mais cru e violento da máfia, para além do glamour e fascínio que muitas vezes envolvem essas histórias: “Você pode se deixar encantar um pouco pelo mito deste mundo, mas a verdade é que cometeram atos terríveis de violência durante muitos anos e pessoas sofreram e morreram de formas horríveis. É importante não perder de vista essa realidade”.

Alguns dos depoimentos da minissérie são de Rita Gigante, filha de Vincent Gigante, um ex-mafioso chefe da família Genovese; Michael Franzese, ex-membro da Colombo; Chris Colombo, filho de Joe Colombo, chefe dessa família; os historiadores Sami Jarroush, e Claire White (The Mob Museum); a especialista em criminalística da Universidade de Essex, Anna Sergi; os repórteres Anthony M. Destefano e Larry McSahen (New York Daily News); Paul W. Williams, fiscal federal do Distrito Sul de Nova York (1955-58); Sean McWeeney, supervisor aposentado do FBI; Pat Colgan, agente especial do FBI da divisão de Sequestros; Edward McDonald, ex-fiscal da Força Federal de ataque Contra o Crime Organizado; e os autores Alex Stille, Alex Hortis, Tom Folsom, Frank Dimatteo e o próprio Selwyn Raab.

SINOPSES DOS EPISÓDIOS

QUARTA, 14/1

A MORTE DAS VELHAS REGRAS
Esta série acompanha a máfia americana desde o seu início em Nova York durante a Lei Seca até os anos dourados da década de 1950. Como é que a violência pública, o tráfico de drogas e as suas aparições em audiências governamentais afetaram as operações e o suposto código de honra mafioso?

QUARTA, 21/1

ASCENSÃO DE NOVOS CAPOS
Episódio focado no conflito entre os líderes tradicionais das famílias mafiosas e uma nova geração de jovens gângsteres, que nasceram nos Estados Unidos. Esses novatos foram incentivados a desafiar a autoridade e as regras estabelecidas, na procura tanto por poder quanto por riqueza e vingança.

QUARTA, 28/1

O ÚLTIMO DOM
A estratégia agressiva da aplicação da lei para “erradicar” a máfia está forçando diversas famílias a encontrar maneiras cada vez mais criativas de permanecer no negócio e evitar a prisão. No entanto, alguns mafiosos estão dispostos a arriscar tudo o que têm para permanecer no poder.

Classificação Indicativa: 14 anos

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Paul Mescal e Josh O’Connor vivem romance em A História do Som, filme que chega aos cinemas em 26 de fevereiro

Dirigido por Oliver Hermanus, o longa foi exibido na competição oficial do Festival de Cannes e conta com 89% de aprovação da audiência no Rotten Tomatoes.

Duas das maiores revelações do cinema nos últimos anos, Paul Mescal e Josh O’Connor atuam juntos pela primeira vez em A História do Som, drama de temática LGBT+ que teve sua première na Competição Oficial do Festival de Cannes. Dirigido pelo sul-africano Oliver Hermanus, o longa-metragem, que faz um passeio pela música tradicional norte-americana, chega aos cinemas brasileiros dia 26 de fevereiro, com distribuição da Imagem Filmes.

No filme, os atores interpretam estudantes de música que, em 1917, partem para uma viagem pelo interior do estado do Maine, nos Estados Unidos, com o objetivo de coletar canções tradicionais de ex-soldados da Primeira Guerra e evitar que elas se percam no tempo. Durante essa missão, a amizade entre os dois se transforma em um envolvimento romântico. O longa é baseado em dois contos do escritor norte-americano Ben Shattuck — ‘The History of Sound’ e ‘Origin Stories’ — que também assina o roteiro.

A química da dupla protagonista também foi amplamente elogiada: o Screen Daily classificou as performances como “discretas e fascinantes”. Josh O’Connor, que tem em seus créditos filmes como ‘La Chimera’ e ‘Rivais’, foi premiado pelos críticos de San Diego. Paul Mescal ganhou projeção internacional com a série Normal People, pela qual recebeu um BAFTA®, e foi indicado ao Oscar® por seu papel em Aftersun. O elenco ainda conta com o veterano Chris Cooper, vencedor do Oscar® por Adaptação.

Depois de ser exibido na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, A História do Som estreia nos cinemas no dia 26 de fevereiro, com distribuição da Imagem Filmes.

Sinopse:

Em 1917, Lionel (Paul Mescal) e David (Josh O’Connor) se conhecem no Conservatório de Boston, unidos pelo amor à música folk. Anos depois, eles se reencontram e partem juntos em uma viagem pelo interior do Maine para registrar canções tradicionais de ex-soldados da Primeira Guerra. Durante essa jornada que transformará suas vidas para sempre, eles descobrem que compartilham muito mais do que a paixão pela música.

Sobre o diretor:

A História do Som é o sexto longa-metragem de Oliver Hermanus, cineasta nascido na Cidade do Cabo, na África do Sul. Filho de pais ativistas que desafiaram o regime do apartheid enterrando livros proibidos no terreno de sua casa, Hermanus cresceu em um ambiente intelectual, o que o levou a se formar em Artes e Estudos Visuais. Sua estreia no cinema foi com Shirley Adams (2009), selecionado para o Festival de Locarno e vencedor do prêmio de melhor filme no South African Film Awards. Beleza Arrebatadora (2011) estreou na mostra Un Certain Regard do Festival de Cannes e recebeu a Queer Palm. Hermanus também dirigiu The Endless River (2015), exibido na competição oficial do Festival de Veneza, e Moffie (2019), indicado ao BAFTA. Em 2022, comandou Viver, remake do clássico de Akira Kurosawa, indicado a dois Oscars.

Elenco:

Paul Mescal | Lionel Worthing

Josh O’Connor | David White

Chris Cooper | Older Lionel

Molly Price | Lionel’s mother

Raphael Sbarge | Lionel Worthing Sr.

Hadley Robinson | Belle Sinclair

Emma Canning | Clarissa Roux

Emily Bergl | Mrs. Roux

Briana Middleton | Thankful Mary Swain

Gary Raymond | William Swain

Alison Bartlett | Samantha

Michael Schantz | Bob

Ficha Técnica:

Direção | Oliver Hermanus

Roteiro | Ben Shattuck, baseado em seus contos The History of Sound e Origin Stories

Produção | Lisa Ciuffetti, Andrew Kortschak, Andrea Roa, Sara Murphy, Thérèsa Ryan, Zhang Xin, Oliver Hermanus, Gina York, Ana Leocha

Fotografia | Alexander Dynan

Montagem | Chris Wyatt

Direção de Arte | Deborah Jensen

Figurino | Miyako Bellizzi

Caracterização | Sarah Graalman, Melanie Licata, Federica Emidi, Francesca Antonetti

Música | Oliver Coates

Distribuição | Imagem Filmes

Ano e país de produção | 2025, EUA, Reino Unido, Suécia, Itália

ATO NOTURNO Estreia Nesta Quinta-Feira, Confira Motivos Para Assistir ao Filme no Cinema

ATO NOTURNO, thriller erótico dirigido por Filipe Matzembacher e Marcio Reolon, chega aos cinemas nesta quinta-feira, 15 de janeiro, e conta com distribuição da Vitrine Filmes pelo projeto Sessão Vitrine Petrobras. A história acompanha um ator e um político, que vivem um caso em sigilo e, juntos, descobrem ter fetiche por sexo em lugares públicos. À medida que se aproximam da fama, mais intenso se torna o desejo de se colocarem em risco.

Até o momento, as praças confirmadas são: Aracaju, Brasília; Maceió; Manaus; Poços de Caldas; Porto Alegre; Rio de Janeiro; Salvador e São Paulo. A classificação indicativa de ATO NOTURNO é de 18 anos.


Confira motivos para assistir a ATO NOTURNO nos cinemas!

ATO NOTURNO

1- PORTO ALEGRE COMO PERSONAGEM

Produções que transformam a cidade em parte ativa da narrativa ganham força dramática e ATO NOTURNO realiza esse movimento com grande precisão. Rodado e situado em Porto Alegre, o filme articula um contraste entre ambientes privados e afetivos da capital e espaços emblemáticos como o Parque da Redenção, a Avenida Mauá, o Theatro São Pedro e a Praça da Matriz. Esse jogo de cenários constrói uma paisagem que reflete diretamente a duplicidade vivida pelos personagens: homens que circulam entre a exposição da vida pública e experiências íntimas que acontecem fora do olhar social.

2- FILME DE MARCIO REOLON E FILIPE MATZEMBACHER

Marcio Reolon e Filipe Matzembacher formam uma das duplas mais relevantes do cinema brasileiro, com uma filmografia marcada pela investigação de desejos, identidades e relações de poder. Os cineastas já dirigiram longas com grande relevância e passagens por festivais ao redor do mundo, como ‘Beira-Mar’ (2015) e ‘Tinta Bruta’ (2018), que estreou no Festival de Berlim, quando, conquistando os prêmios de Melhor Filme (Teddy Award) e Melhor Filme Panorama (Júri C.I.C.A.E). A parceria se destaca pelo olhar autoral, pela abordagem da sexualidade e pelo diálogo entre intimidade e espaço urbano, sempre com o Rio Grande do Sul como espaço principal na trama.

3- PASSAGEM POR FESTIVAIS AO REDOR DO MUNDO

ATO NOTURNO vem percorrendo todos os cantos do mundo e levando uma nova cara da cidade de Porto Alegre. O longa estreou no Festival de Berlim e foi filme de encerramento do prestigiado BFI Flare– London LGBTQIA+ Film Festival. Além disso, passou pelo Festival de Mar del Plata, sendo premiado com o Prêmio da Crítica (FIPRESCI); Fantastic Fest, o maior festival de gênero do continente americano; Festival de Cinema de Novas Fronteiras, na Polônia; Frameline, nos Estados Unidos; Festival Queer Lisboa; entre outros. No Brasil, a obra se destacou no Festival do Rio, quando levou três Troféus Redentor: Melhor Ator para o estreante em longas Gabriel Faryas, Melhor Roteiro para Matzembacher e Reolon e Melhor Fotografia para Luciana Baseggio. Além disso, a produção ainda foi eleita o Melhor Filme do Prêmio Felix, dedicado a obras com temática LGBTQIAPN+. Além disso, o filme também foi exibido na Mostra de Cinema em São Paulo e no Mix Brasil.

4- NEO NOIR BRASILEIRO ENVOLTO DE DESEJO E RISCOS

ATO NOTURNO reafirma a marca autoral de seus diretores ao investigar a sexualidade e o encontro entre intimidade e cidade. Com referências hitchcockianas e se inspirando em ‘Instinto Selvagem’ (1982), ‘Dublê de Corpo’ (1984), Vestida para Matar (1980), a trama acompanha Matias (Gabriel Faryas), um ator ambicioso em Porto Alegre que vê sua rivalidade com o colega Fábio (Henrique Barreira) crescer diante da chance de um papel decisivo na TV. Paralelamente, ele se envolve com Rafael (Cirillo Luna), um político em ascensão, dando início a um relacionamento secreto, em que os dois descobrem ter fetiche por sexo em lugares públicos. Entre ambição, desejo e exposição pública, os personagens passam a viver sob constante tensão, colocando em risco ambas carreiras.

5- ATUAÇÕES MARCANTES

Protagonista de ATO NOTURNO, Gabriel Faryas interpreta Matias e se destaca ao entregar um personagem que é movido por ambição, desejo e insegurança. Seu trabalho lhe garantiu o prêmio de Melhor Ator no Festival do Rio. Além dele, Cirillo Luna entrega um personagem que também é ambicioso e, mais do que ninguém, precisa controlar suas vontades e desejos por estar inserido em um meio complexo. Henrique Barreira, por sua vez, traz complexidade a Fábio, trazendo a rivalidade que seu personagem tem com Matias na disputa pelo papel decisivo na TV.

6- DESEJO E EROTISMO EM ÉPOCA DE PURITANISMO

ATO NOTURNO trabalha de forma corajosa o desejo e o erotismo como forças de ruptura em um contexto marcado pela repressão social. Em uma sociedade atravessada por preconceitos e pelo excesso de puritanismo, no qual o sucesso profissional está fortemente ligado à imagem e à vida pessoal dos indivíduos, o longa explora o desejo de ser visto e reconhecido, ao mesmo tempo em que confronta as normas morais impostas socialmente.

7- MÚSICA ORIGINAL LIDERADA POR THIAGO PETHIT

Encabeçada por Thiago Pethit, que já lançou “Rock’n’Roll Sugar Darling” (2014) e “Mal dos Trópicos” (2018), a obra tem a música original feita pelo músico e por Arthur Decloedt e Charles Tixier. Tendo muitas cores primárias na fotografia de ATO NOTURNO, a música é um complemento ao trazer trilhas originais e ousadas que adicionam tensão à trama.

Com distribuição garantida no Brasil pela Vitrine Filmes, ATO NOTURNO será lançado nos cinemas nesta quinta-feira, 15 de janeiro, através do projeto Sessão Vitrine Petrobras.  


SINOPSE

Um ator e um político vivem um caso em sigilo e, juntos, descobrem ter fetiche por sexo em lugares públicos. À medida que se aproximam do sonho da fama, mais intenso se torna o desejo de se colocarem em risco.

SOBRE OS DIRETORES

Filipe Matzembacher e Marcio Reolon são diretores e roteiristas nascidos em Porto Alegre, Brasil. Seu primeiro longa-metragem, BEIRA-MAR (2015), estreou mundialmente no Festival de Berlim, na mostra Forum. TINTA BRUTA (2018), seu segundo longa, estreou no Festival de Berlim, na seção Panorama, conquistando os prêmios de Melhor Filme (Teddy Award) e Melhor Filme Panorama (Júri C.I.C.A.E). No Brasil, TINTA BRUTA foi o principal vencedor do Festival do Rio, conquistando quatro prêmios, incluindo Melhor Filme e Melhor Roteiro. Dirigiram também videoclipes e conteúdos para a televisão, como a minissérie O NINHO (2016), lançada em diversos países da Europa e América do Norte. Filipe e Marcio são sócios da Avante Filmes, produtora de cinema independente. Marcio também é ator.


FICHA TÉCNICA

Título Original: Ato Noturno

Título Internacional: Night Stage

Ano: 2025

Idioma Original: Português

Gênero: Drama, Thriller

Duração: 117 min

Formato: DCP, 2K, Scope, Cor


Empresa produtora: Avante Filmes

Empresas co-produtoras: Vulcana Cinema

Agente de Vendas Internacional: m-Appeal

Distribuição Brasil: Vitrine Filmes

Financiamento: FSA

Laboratórios e Mercados: 18º Berlinale Co-Production Market 2021; Ventana Sur 2020 - Proyecta

Festivais: 75º Berlin International Film Festival - Panorama - World Premiere


Equipe:

Direção: Filipe Matzembacher e Marcio Reolon

Roteiro: Filipe Matzembacher e Marcio Reolon

Produção: Jessica Luz, Paola Wink, Filipe Matzembacher e Marcio Reolon

Produção Executiva: Paola Wink e Jessica Luz

Direção de Fotografia: Luciana Baseggio 

Montagem: Germano de Oliveira, EDT.

Direção de Arte: Manuela Falcão

Desenho de Som e Mixagem: Tiafo Bello 

Música Original: Thiago Pethit, Arthur Decloedt e Charles Tixier


Elenco:

Matias: Gabriel Faryas

Rafael: Cirillo Luna

Fabio: Henrique Barreira

Camilo: Ivo Müller

Larissa: Larissa Sanguiné

Pâmela Almeida: Kaya Rodrigues

Sofia Alcântara: Gabriela Greco

Dr. Otávio: Antonio Czamanski

“O Verão da Lata”, estrelado por Samantha Schmütz e Babu Santana, tem filmagens finalizadas no Rio de Janeiro

Comédia policial inspirada no episódio real que marcou o verão brasileiro de 1987 tem estreia prevista para novembro



Babu Santana e Samantha Schmutz interpretam os policiais Brasa e Sandra; Alane Dias e Igor Jansen são os irmãos Marina e Chico; e Rafael Saraiva o australiano Michael. Fotos: Luciana Melo

As filmagens de “O Verão da Lata” chegaram ao fim no Rio de Janeiro, com cenas rodadas também em Maricá. Estrelado por Samantha Schmütz e Babu Santana, o longa é uma comédia policial inspirada em um dos acontecimentos mais icônicos da contracultura brasileira, quando milhares de latas de maconha surgiram misteriosamente nas praias do país em 1987. O filme tem direção de Santiago Dellape (“A Repartição do Tempo”, “Meio Expediente”, “Fuga de Natal”), que também assina o roteiro ao lado de Davi Mattos e Renato Fagundes. Com produção da Na Paralela Filmes, Gancho de Nuvem e Nada Consta em coprodução com Warner Bros. Discovery e H2O Produções, “O Verão da Lata” tem lançamento previsto para novembro de 2026, com distribuição da H2O Films.

Na história, Sandra (Samantha Schmütz) e Brasa (Babu Santana) são policiais federais com personalidades opostas que precisam superar suas diferenças para enfrentar uma ameaça vinda do mar: milhares de latas cheias de maconha estão prestes a invadir as praias brasileiras, provocando uma verdadeira “corrida do ouro verde” no verão de 1987. No caminho, a dupla se depara com traficantes, policiais corruptos, jornalistas, malandros e jovens em busca de sorte — todos envolvidos no caos de um caso que mistura crime, política e contracultura em plena redemocratização do país. 

O elenco reúne personagens excêntricos e marcantes: Alane Dias faz sua estreia como atriz no cinema no papel de Marina, ao lado de Igor Jansen, que interpreta Chico; os dois vivem irmãos caiçaras que estão entre os primeiros a encontrar as latas. Rafael Saraiva vive Michael, o cozinheiro do navio envolvido no episódio que dá início à história. Humberto Martins é o Delegado Dantas, enquanto Leandro Firmino interpreta Mattos, policial envolvido na investigação. Polly Marinho interpreta Cláudia, esposa de Brasa, e Gabi Correa vive Janine, personagens que acabam entrando no meio da confusão atraídas pela movimentação em torno das latas. O filme conta ainda com a participação de Ademara, como Cíntia, uma repórter em busca do furo jornalístico, e Paulinho Serra, no papel do traficante Cadeirinha.

O episódio real que inspirou o filme ocorreu em setembro de 1987, quando a tripulação do navio Solana Star, carregando 22 toneladas de maconha distribuídas em mais de 14 mil latas, lançou a carga ao mar após ser interceptada por uma operação da Polícia Federal e da Marinha, nas proximidades de Angra dos Reis. As correntes levaram parte da droga até as praias do Sudeste, e o fenômeno ficou conhecido como o “Verão da Lata”. A maconha, de origem tailandesa e apelidada de “veneno”, se espalhou pelo país e rapidamente ganhou fama por sua potência. O caso, que ocorreu poucos anos após o fim da ditadura militar, influenciou a música e a cultura pop: inspirou canções de blocos de carnaval, versos do poeta Chacal e sucessos como “Veneno da Lata”, de Fernanda Abreu, além de consolidar um imaginário de liberdade e irreverência que marcou o Brasil do final dos anos 1980.


ELENCO PRINCIPAL

Sandra – Samantha Schmütz

Brasa – Babu Santana

Michael (cozinheiro) – Rafael Saraiva

Delegado Dantas – Humberto Martins

Mattos (PF) – Leandro Firmino

Cláudia – Polly Marinho

Janine – Gabi Correa

Marina – Alane Dias

Chico – Igor Jansen

Cíntia (repórter) – Ademara

Cadeirinha – Paulinho Serra


FICHA TÉCNICA

Direção: Santiago Dellape

Produzido por: Luiz Noronha, Larissa Rolim, Camila Cionlin, Davi Mattos e Santiago Dellape

Produção Executiva: Barbara Rocha, Cecilia Grosso, Samanta Moraes, Simone Oliveira e Mariana Cassa

Produtor Associado: Sandro Rodrigues

Roteiro: Davi Mattos, Santiago Dellape e Renato Fagundes

Direção de Fotografia: André Carvalheira

Direção de Arte: Rafael Targat

Figurino: Valéria Stefani

Montagem: Maria Rezende

Trilha: Plínio Profeta

Produção: Na Paralela Filmes, Gancho de Nuvem e Nada Consta

Coprodução: Warner Bros. Discovery e H2O Produções

Distribuição: H2O Films

Animação brasileira “Eu e Meu Avô Nihonjin” agora disponível no Prime Video por meio do Prime Video Direct

Crédito: Divulgação

A animação brasileira “Eu e Meu Avô Nihonjin”, dirigida por Célia Catunda, criadora de “O Show da Luna!” e “Peixonauta”, já está disponível no Prime Video, como parte do portal de envio de conteúdo do Prime Video Direct. Produzido pela Pinguim Content e distribuído pela H2O Films, o filme é inspirado no livro “Nihonjin”, de Oscar Nakasato, vencedor do Prêmio Jabuti, e conta uma história sobre identidade, herança cultural e os laços entre gerações, perfeita para assistir em família nas férias escolares.

Além da estreia no Prime Video, o filme também  está disponível para locação (TVOD) em diferentes plataformas digitais, como NOW (Claro), Vivo Play, Google Play, Apple TV (iTunes) e Prime Video, oferecendo ao público diversas opções de acesso.

Na trama, Noboru, um menino descendente de imigrantes japoneses, passa a investigar a história de sua família após ouvir as memórias do avô. Ao longo dessa jornada, ele descobre a existência de um tio misterioso e reflete sobre o que significa ser nipo-brasileiro e o desejo de pertencer a dois mundos.

Com vozes de Ken Kaneko e Pietro Takeda, e direção de arte inspirada nas pinturas de Oscar Oiwa, “Eu e Meu Avô Nihonjin” mistura poesia, humor e emoção para apresentar às novas gerações o legado da imigração japonesa no Brasil, em uma narrativa acessível tanto para crianças quanto para adultos.


Sinopse

O filme Eu e Meu Avô Nihonjin acompanha de perto a história de Noboru, um menino de 10 anos que resolve investigar a vida de seus antepassados. Por conta de sua descendência japonesa, ele busca saber sobre a origem migratória de sua família, e o único que pode ajudá-lo é seu avô, um senhor que evita falar do passado. No entanto, com a insistência do neto, a animação brasileira desenhada a mão com traços de desenhos típicos do Japão é tomada por uma série de conflitos, mostrando um homem que nunca quis deixar de ser japonês e uma criança que busca afirmar a sua identidade brasileira. No meio disso, Noboru descobre a existência de um tio que nunca havia conhecido.


Ficha técnica

Direção: Célia Catunda

Produtores: Rita Catunda e Oscar Nakasato

Roteiro: Rita Catunda e Oscar Nakasato

Trilha Sonora: Márcio Nigro e André Abujamra

Produção: Pinguim Content 

Distribuição: H2O Films

'Maldição da Múmia': Warner Bros. Pictures lança primeiro teaser de novo longa de terror de Lee Cronin

Uma das grandes histórias de terror de todos os tempos, do mesmo diretor de A Morte do Demônio: A Ascensão; filme estreia em 16 de abril

Os fãs de terror já podem preparar o coração: a Warner Bros. Pictures lançou hoje (12) o primeiro teaser trailer de Maldição da Múmia, nova obra de horror do diretor Lee Cronin, que deixará todos de cabelo em pé. O longa chega aos cinemas no dia 16 de abril, e traz no elenco Jack Reynor (Midsommar), Laia Costa (Un Amor), May Calamawy (Cavaleiro da Lua), Natalie Grace (1923), e Veronica Falcón (A Milhões de Quilômetros). 

O filme é inspirado em um dos contos mais clássicos de monstro, acompanhando uma família que é surpreendida pelo inesperado retorno da filha, desaparecida há oito anos no deserto. No entanto, o que parecia ser o fim de um longo pesadelo se revela o início de outro ainda maior. 

Maldição da Múmia chega aos cinemas brasileiros também em IMAX a partir do dia 16 de abril de 2026. 

 

Sobre o filme 

Logo após A Morte do Demônio: A Ascensão, ressurreição recordista de bilheteria, o roteirista e diretor Lee Cronin volta ao cinema para contar de forma audaciosa e perturbadora uma das histórias de terror mais icônicas de todos os tempos, com Maldição da Múmia.  

A jovem filha de um jornalista desaparece no deserto sem deixar rastros. Oito anos depois, a dilacerada família fica chocada quando ela retorna para casa, e o que deveria ser um reencontro feliz se transforma em um pesadelo vivo. 

Maldição da Múmia é estrelado por Jack Reynor, Laia Costa, May Calamawy, Natalie Grace, e Veronica Falcón. Escrito e dirigido por Cronin, o filme tem produção de James Wan, Jason Blum e John Keville. Os produtores executivos são Michael Clear, Judson Scott, Macdara Kelleher e Lee Cronin.  

A produção criativa de Maldição da Múmia nos bastidores conta com uma equipe de prestigiados artesãos do cinema como o diretor de fotografia Dave Garbett; o diretor de produção Nick Bassett; o editor Bryan Shaw; a figurinista Joanna Eatwell; as diretoras de elenco Terri Taylor e Sarah Domeier Lindo; e a trilha sonora foi composta por Stephen McKeon.  

New Line Cinema, Atomic Monster e Blumhouse apresentam uma produção Wicked/Good, um filme de Lee Cronin, Maldição da Múmia, que será distribuído em todo o mundo pela Warner Bros. Pictures nas salas de cinema e IMAX a partir do dia 16 de abril de 2026. 

Nesta semana, Canal Brasil estreia documentário sobre Belchior e exibe maratona no aniversário de Jorge Mautner

Programação reúne filme sobre o cantor e compositor cearense no dia 14/01, e seleção de longas em homenagem aos 85 anos de Jorge Mautner no dia 17/01


Cenas de “Belchior – Apenas Um Coração Selvagem” e “Jorge Mautner - O Filho do Holocausto”. Foto: Divulgação

A música é o eixo central da programação do Canal Brasil nesta semana, que apresenta a estreia do documentário “Belchior – Apenas Um Coração Selvagem”, de Camilo Cavalcanti e Natália Dias, além de uma maratona especial em homenagem ao cantor e compositor Jorge Mautner, que completa 85 anos no dia 17 de janeiro. A seleção dedicada ao artista reúne os filmes “Jorge Mautner - O Filho do Holocausto”, de Pedro Bial e Heitor D’Alincourt; “Festa”, de Ugo Giorgetti; e “Como Nossos Pais”, de Laís Bodanzky, ampliando o diálogo entre música, cinema e cultura brasileira.

Na quarta-feira, dia 14 de janeiro, às 20h, o Canal Brasil exibe “Belchior – Apenas Um Coração Selvagem”. O documentário propõe um autorretrato do cantor e compositor cearense, construído a partir de suas canções, poemas e reflexões. A direção de Camilo Cavalcanti e Natália Dias acompanha diferentes momentos da trajetória de Belchior, evidenciando seu pensamento artístico, sua relação com a palavra e o impacto de sua obra na música popular brasileira.

No sábado, dia 17 de janeiro, a partir das 14h, o Canal Brasil exibe a Maratona Jorge Mautner. A programação começa com “Jorge Mautner - O Filho do Holocausto”, documentário dirigido por Pedro Bial e Heitor D’Alincourt que apresenta a trajetória do músico, escritor e pensador brasileiro a partir de sua história familiar, marcada pela experiência do exílio e pela memória do Holocausto, além de abordar sua formação intelectual e artística. Em seguida, “Festa”, de Ugo Giorgetti, acompanha três artistas contratados para se apresentar em uma comemoração em uma casa de alto padrão em São Paulo. Enquanto aguardam para serem chamados, um músico, um jogador de sinuca e um ator veterano permanecem do lado de fora do evento, situação que expõe as diferenças entre os anfitriões da festa e aqueles responsáveis por animá-la. Encerrando a maratona, “Como Nossos Pais”, de Laís Bodanzky, narra a história de uma mulher que enfrenta mudanças em sua vida pessoal e profissional, enquanto revisita laços familiares, afetivos e geracionais, colocando em foco questões ligadas à maternidade, ao trabalho e às relações familiares.


Dia 14/01

Belchior - Apenas Um Coração Selvagem (2022) (90’) – Estreia

Horário: Quarta, dia 14/01, às 20h

Classificação: Livre

Direção: Camilo Cavalcanti e Natália Dias

Sinopse: Um documentário em forma de autorretrato de Belchior, mergulhando em sua natureza selvagem por meio dos poemas, da música e de sua trajetória como cantor e compositor.


Dia 17/01 - Maratona Jorge Mautner

Jorge Mautner – O Filho do Holocausto (2012) (95’)

Horário: Sábado, dia 17/01, às 14h

Classificação: 10 anos

Direção: Pedro Bial e Heitor D’Alincourt

Sinopse: O documentário traz à luz a vida e obra de Jorge Mautner. Filho de refugiados europeus, ele realizou uma obra que transcendeu a música e foi reverenciada por importantes nomes da cultura nacional.


Festa (1989) (88')

Horário: Sábado, dia 17/01, às 15h35

Direção: Ugo Giorgetti

Sinopse: Contratados para animar uma festa em uma casa de luxo, em São Paulo, um músico, um jogador de sinuca e um velho ator decadente ficam esperando lá embaixo, sem nunca serem convidados para a festa lá em cima para fazerem suas apresentações.


Como Nossos Pais (2017)(102’)

Horário: Sábado, dia 17/01, às 17h

Classificação: 14 anos

Direção: Laís Bodanzky

Sinopse: Rosa (Maria Ribeiro), 38 anos, é uma mulher que se encontra em uma fase peculiar de sua vida, marcada por conflitos pessoais e geracionais: ao mesmo tempo em que precisa desenvolver sua habilidade como mãe de suas filhas, manter seus sonhos, seus objetivos profissionais e enfrentar as dificuldades do casamento, Rosa também continua sendo filha de sua mãe, Clarice (Clarisse Abujamra), com quem possui uma relação cheia de conflitos.

Programação Cinesystem - 15 a 21 de janeiro

ESTREIAS 

O Diário de Pilar na Amazônia (Disney) 1h31 (6) (NAC)

Davi: Nasce Um Rei [Davi] (Heaven) 1h49 (L)

Extermínio: O Templo dos Ossos [28 Years Later: The Bone Temple] (Sony) 1h49 (18)

Hamnet: A Vida Antes de Hamlet [Hamnet] (Universal) 2h05 (14) 

O Beijo da Mulher-Aranha [Kiss Of The Spider Woman] (Paris) 2h08 (14) 


EVENTOS

Pré-estreia: Marty Supreme (Diamond) 2h29 (16) 15 a 17/01

Aquarela: O Diário de Pilar na Amazônia (Disney) 1h31 (6) (NAC)

Aquarela: O Agente Secreto (Vitrine) 2h41 (16) (NAC)

Aquarela: Agentes Muito Especiais (Paris/Downtown) 1h39 (14) (NAC)

Aquarela: Ato Noturno (Vitrine) 1h57 (18) (NAC) 

Cinematerna: Família de Aluguel [Rental Family] (Disney) 1h50 (12) 20/01

Cinematerna: Bob Esponja: Em Busca da Calça Quadrada (Paramount) 1h36 (L) 20/01


ESTREIAS exclusivas CINESYSTEM BELAS ARTES

Ato Noturno (Vitrine) 1h57 (18) (NAC) 

Pré-estreia: Hey Joe (Pandora) 1h57 (16)

Mostra Davids - Bowie 


CIRCUITO BELAS ARTES

Valor Sentimental [Sentimental Value] (Retrato) 2h14 (14) 

Hamnet: A Vida Antes de Hamlet [Hamnet] (Universal) 2h05 (14) 

Primeiro Encontro [Follemente] (Pandora) 1h37 (16) 

A Useful Ghost - Uma Ajuda do Além [A Useful Ghost] (Pandora) 2h10 (16) 

Conheça os personagens de 'Chapolin e os Colorados' nova série animada disponível na HBO Max

Repleta de heróis e vilões, a animação apresenta uma versão nunca antes vista do Chapolin Colorado e de sua família

Em CHAPOLIN E OS COLORADOS, a nova série animada que expande o universo do Chapolin Colorado, o herói mais nobre (e desajeitadamente valente) da Cidade Caótica retorna com uma surpresa que ninguém esperava: sua família. Além de colocar esse personagem tão querido frente a frente com os vilões mais perigosos de seu universo, a animação também abre as portas para sua vida cotidiana — aquela que acontece quando ele não está atendendo ao já lendário chamado de socorro. Todos os episódios estão disponíveis na HBO Max e são exibidos no Cartoon Network, de segunda a sexta, às 11h, com reprise às 23h e aos finais de semana, sempre às 11h e às 22h.

“Oh! E agora… quem poderá nos defender?”

Entre ameaças interdimensionais, cientistas sem escrúpulos, piratas e todo tipo de vilões, CHAPOLIN E OS COLORADOS constrói um mundo onde a aventura convive com a comédia familiar, e cada personagem contribui para o caos que define a Cidade Caótica.


OS HERÓIS

O CHAPOLIN COLORADO

Temeroso, desajeitado e com um coração maior do que qualquer perigo, Chapolin sempre encontra uma maneira de superar seus medos quando tudo parece estar contra ele. Nesta série, além de enfrentar os vilões que ameaçam a Cidade Caótica, ele precisa assumir seu lado mais humano: ser marido, pai e, claro, filho.


SUSANA ALEGRIA DE COLORADO

Esposa do Chapolin e seu par perfeito. Simpática, corajosa e otimista, Susana é o pilar emocional e prático da família. Seu talento na cozinha e seu empreendimento online, Su Sana Comida, ajudam a sustentar o lar. Como mãe, busca o equilíbrio entre firmeza e compreensão e, quando o assunto é futebol, se transforma na apaixonada capitã da torcida oficial dos Piratas de Obregón.


LINA COLORADO

A filha mais velha que vive a adolescência com toda a intensidade que marca essa fase. Tímida, sensível e, às vezes, estranha, Lina começa a experimentar mudanças inesperadas quando os efeitos da Chiquitolina (na qual caiu quando era bebê) começam a se manifestar no momento mais complexo de seu desenvolvimento.


BOBBY COLORADO

Com 10 anos, Bobby idolatra o pai quase tanto quanto seu jogador de futebol favorito, Julián Mempapé. Ele é destemido, brincalhão e especialista em tecnologia. Videogames, drones e travessuras digitais fazem parte do seu dia a dia, geralmente para provocar a irmã e se divertir sem medir o perigo.


DONA LUISA (A AVÓ)

Mãe do Chapolin e a definição da vovó mexicana sem filtro. Mandona, fofoqueira, intrometida e profundamente tradicional, Dona Luisa é tão amorosa quanto explosiva. Brigona por natureza, diante de qualquer provocação, a chancla (chinelo) nunca está longe.


PROFESSOR INVENTIVO: SEU FIEL ALIADO

Cientista, inventor e alquimista brilhante, embora um tanto desequilibrado. Antigo apaixonado por Dona Luisa, é o cérebro por trás das engenhocas do Chapolin Colorado. Além disso, está à frente da Prisão Interdimensional e da N.A.CHA. (Naves Aeroespaciais Chapolinescas).


OS VILÕES

TRIPASECA

Arqui-inimigo do Chapolin Colorado. Antigo colega de escola e ex-amigo que seguiu o caminho do crime até se tornar um gângster frio, inteligente e implacável da Cidade Caótica.


DOUTOR CEREBROK

O vilão mais perigoso de todos. Um gênio absoluto que recruta criminosos para executar golpes na tentativa de dominar a Cidade Caótica. Não sente empatia e está sempre um passo à frente.


QUASE NADA

Gângster norte-americano cuja motivação não é o dinheiro, mas o medo. Inteligente, manipulador e agressivo, ele gosta de gerar caos sem motivo aparente.


PROFESSOR POPOV

Cientista e antropólogo estrangeiro sem escrúpulos. Sonha em capturar Chimpandolfo para dissecá-lo e alcançar a fama científica. Manipulador, mentiroso e perigosamente obsessivo.


SEU TROCADEIRO

Mestre do disfarce e da atuação, com múltiplas personalidades. Ele se passa por quem for necessário para assaltar turistas em El Puertillo, lugar que acredita lhe pertencer.


A MADRASTA (RINHA)

Feiticeira da Dimensão dos Contos. Obcecada pela beleza e pelas selfies, ela planeja contaminar as maçãs da Cidade Caótica para transformar todas as mulheres em bruxas.


ALMA NEGRA E OS PIRATAS

Capitão pirata do século XVII, acompanhado por Matadouro, Pança Louca e Lagartixa. Sua única missão é roubar sem descanso e enterrar baús de tesouro repetidas vezes.


DOUTOR LOBSTEIN E MONSTRO

Originário de Tepito e de nome verdadeiro Pancho Rodriguestein, este cientista cria pinhatas com vida e doces contaminados que provocam um intenso pico de açúcar. Com um falso sotaque estrangeiro e a ajuda de seu capanga Igor (monstro), ele busca se vingar do Chapolin Colorado.

Esta série mistura ação, comédia e família em um universo onde os heróis também têm problemas em casa, os vilões não descansam e a vida cotidiana pode ser tão caótica quanto salvar o mundo.


CHAPOLIN E OS COLORADOS é uma produção original baseada nos personagens de Chespirito (Roberto Gómez Bolaños), realizada pela THR3 Media e pela Huevocartoon para a Warner Bros. Discovery, com a intenção de aproximar o herói latino mais querido das novas gerações, mantendo o coração e a engenhosidade que o transformaram em um ícone. 

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