Vem aí o 11º Olhar de Cinema // 11th Olhar de Cinema is coming


Depois de dois anos ocupando espaços apenas virtualmente, a 11ª edição do Olhar de Cinema chega com o desejo de retomada. Para além de voltarmos a ocupar os espaços públicos, retomamos, também, a ideia de convívio e de coletividade. Não por acaso: a experiência do cinema é imanentemente uma experiência compartilhada. E é exatamente assim, diante dessa nova realidade pós-traumática que nos foi imposta, que retomaremos as atividades presenciais este ano, movides pelo calor da rua – e das gentes. Estaremos, enfim, juntes, para além das telas, cheies de presença.

Este ano, as atividades do festival retomam o seu caráter presencial. Mas, acreditando na potência do on-line para o alcance de novos públicos e, ainda, com todas as ressalvas possíveis, como meio de democratização de acesso, algumas das sessões e atividades poderão ser acessadas via Internet. Outra novidade desta edição é que teremos novos e mais locais de exibição! O Cine Passeio, que já nos recebeu em 2019, torna-se a nossa casa oficial para a 11ª edição, recebendo, além das sessões de filmes, o Seminário de Cinema de Curitiba e também o CURITIBAlab. Além disso, firmamos uma nova parceria com o Cinemark, contando com duas salas de exibição no Shopping Mueller. Depois de alguns anos, voltamos também para a Cinemateca de Curitiba, equipando a Sala Groff para que continuemos prezando pela melhor projeção e experiência dos filmes possíveis. Com grande alegria, também anunciamos atividades no Teatro da Vila, novo e moderno espaço cultural na cidade de Curitiba, na região da CIC, e, no final de semana, exibições e interações no Museu Oscar Niemeyer.  

Assim, nesse contexto de transformações, a identidade visual da 11ª edição do Olhar de Cinema, criada pela artista Bruna Pereira, nos apresenta esse novo mundo: a partir dos conceitos de normalidade diante da sociedade pós-pandemia, a identidade do festival ilustra, de forma lúdica, corpos políticos com subjetividades que assistem a algo envoltos por suas bolhas – às vezes criadas por eles próprios – prestes a estourar.

 

A gente se vê logo ali.


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