Crítica Filme "Instrumentos Mortais - Cidade dos Ossos"


Depois de séries de grande sucesso como “Harry Potter” e “Crepúsculo” e de outras que não agradaram o público como “Dezesseis Luas”, chega ao cinema mais uma adaptação de uma série de livros, que tenta ocupar o espaço deixado por seus predecessores, aí está “Instrumentos Mortais – Cidade dos Ossos”.
 
Em busca do público adolescente que é grande e fiel, o diretor investe em uma história que contém vampiros, lobisomens (parece que eu já vi isso antes), demônios, bruxas, magos e um submundo onde grandes episódios acontecem, e que podem até interferir na vida das pessoas normais.

Desde o início da história percebemos que a mãe de Clary Fray, tem alguma coisa muito importante para falar para sua filha, mas por algum medo protela esse momento, o mais que pode.
Acontece que Clary começa a ver coisas que as outras pessoas não vêem.

Ela presencia um estranho assassinato em uma pista de dança lotada, mas só ela consegue ver a cena.
Atordoada ela foge, mas logo em seguida começa a ter visões constantes de um estranho símbolo.

E é por causa dessas visões que ela conhece Jace Wayland, um jovem que apresentará a ela um mundo completamente novo que existe no nosso dia a dia, mas que só os escolhidos podem ver.

A partir daí acontecimentos diversos interferem na vida de Clary, inclusive o desaparecimento de sua mãe, e ela contará com a ajuda de seu fiel amigo Simon, seu novo amigo Jace e alguns outros personagens para salvar o mundo de um mago do mal e ainda encontrar sua mãe.

Em meio a tudo isso, existe um triângulo amoroso, um possível caso de incesto e uma paixão homossexual não correspondida.

Apesar dos muitos clichês, o filme, para o público certo fará um enorme sucesso.
Afinal quem não gosta de uma boa dose de magia em sua vida?

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