Crítica Filme - Espelho, Espelho Meu


Branca de Neve aparece em uma nova versão em “Espelho, espelho meu”.
Nesse novo filme com um tom bastante humorado, assistimos a uma história que tem todos os elementos clássicos do conto dos Irmãos Grimm, mas que aparecem diferentes, com uma nova leitura e uma ótima proposta para divertir o público infantil e adulto.
Após o desaparecimento do rei, sua esposa, a rainha má é quem assume o comando do reino.
Como a rainha é muito vaidosa, ela cobra impostos exorbitantes de seu povo, para sustentar sua beleza e seu castelo.
Branca de Neve ao completar dezoito anos decide sair do castelo, na verdade da redoma de vidro onde vive, mas ela só consegue isso fugindo dos olhos vigilantes dos guardas da rainha.
Quando ela alcança o lado dos muros onde a população vive, descobre que o seu povo está sofrendo muito nas mãos de sua madrasta e decide ajudá-los.
Nessa empreitada ela conhecerá os sete anões, que nessa nova versão são ladrões que usam pernas de pau para parecerem gigantes e poderem assustar as pessoas que passam pela floresta e conhece também o príncipe encantado.
Tudo o que ela quer é ajudar o seu povo a não passar mais fome e a sair da miséria, mas para isso ela terá que derrotar a rainha.
Com muito humor, grandes cenários e um figurino exagerado, mas muito bonito e bem feito, o filme arranca risadas da platéia o tempo todo.

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