'Tô de Graça - O Filme' estreia neste domingo (dia 1º) na Sessão Megapix

Inédita no canal, comédia protagonizada por Rodrigo Sant'Anna vai ao ar às 22h 

‘Tô de Graça - O Filme’

A comédia ‘Tô de Graça - O Filme', protagonizada por Rodrigo Sant’Anna, será exibida na Sessão Megapix de domingo (dia 1º), às 21h. No filme, baseado na série de mesmo nome, Graça (Rodrigo Sant’Anna) ganha uma indenização e decide levar sua enorme família para uma viagem a Búzios, no Rio de Janeiro. Lá, eles se metem em confusões hilárias, mas fazem de tudo para manter a união familiar. 


Sessão Megapix

Domingo, dia 1º, às 21h. 


Tô de Graça - O Filme (2022)

Domingo, dia 1º, às 21h. 

Sinopse: Graça leva sua família toda para passar um fim de semana em Búzios após ganhar uma indenização. Porém as coisas não saem como planejadas e, para variar, eles acabam se metendo em confusões hilárias.

Diretor: Cesar Rodrigues

Elenco: Evelyn Castro, Isabelle Marques, Roberta Rodrigues, Rodrigo Sant’anna

Comédia | 12 anos | BRA | 96’


Conheça o MEGAPIX

Feito de grandes sucessos, o Megapix é o canal de filmes mais assistido da TV. Possui uma linguagem jovem e o maior e mais recente acervo do pacote básico com filmes de todos os gêneros, campeões de bilheteria, produções do cinema mundial, independente e nacional.

UCI exibe ao vivo nova turnê do BTS em cinemas de todo o Brasil

Shows em Goyang e Tóquio serão transmitidos em 11 e 18 de abril, como aquecimento para os shows do grupo em São Paulo em outubro

A UCI exibirá ao vivo, em 11 e 18 de abril, dois shows da “BTS WORLD TOUR ‘ARIRANG’ LIVE VIEWING”, diretamente de Goyang, na Coreia do Sul, e Tóquio, no Japão, em cinemas da rede em todo o país, incluindo as salas especiais UCI XPLUS. As sessões serão uma oportunidade para os ARMYs, como são conhecidos os fãs do grupo, se prepararem para a passagem do BTS pelo Brasil, com três apresentações previstas em São Paulo em outubro. Os ingressos já estão disponíveis para venda.

No dia 11 de abril, será transmitido o “BTS WORLD TOUR ‘ARIRANG’ IN GOYANG: LIVE VIEWING” e, em 18 de abril, os cinemas recebem o “BTS WORLD TOUR ‘ARIRANG’ IN TOKYO: LIVE VIEWING”, com as performances completas exibidas em tempo real, direto da Ásia, em alta definição e som de última geração. A turnê acompanha o lançamento de “ARIRANG”, quinto álbum de estúdio do grupo, que chega no dia 20 de março. Com 14 faixas inéditas, o disco marca o retorno do BTS após o hiato para o serviço militar obrigatório e inaugura uma nova fase na trajetória de RM, Jin, SUGA, j-hope, Jimin, V e Jung Kook.

Nas salas especiais da UCI, a proposta é ampliar a imersão do público. As UCI XPLUS apostam na experiência sonora, com dezenas de caixas Dolby Atmos distribuídas pelo ambiente, criando áudio tridimensional para não perder nenhum detalhe da trilha e das performances. 

Para mais informações sobre a compra, valores e programação, acesse o site oficial da rede. Os clientes do UCI Unique, o programa de relacionamento da rede, têm o benefício de pagar meia-entrada em qualquer dia e sessão. Para fazer parte do grupo, basta adquirir o cartão na bilheteria de qualquer cinema UCI, ser maior de 18 anos e fazer o cadastro no no site. Os novos associados ganham um ingresso cortesia que pode ser utilizado de segunda a quinta-feira, inclusive feriados.

‘KOKUHO - O PREÇO DA PERFEIÇÃO’ Terá Pré-Estreias a Partir Desta Quinta (26/02), Celebrando Quatro Séculos de Tradição e Transgressão do Teatro KABUKI

 Filme de Lee Sang-il, que concorre ao Oscar de Maquiagem, é o live-action de maior bilheteria da história do país 

Candidato oficial do Japão ao Oscar de Melhor Filme Internacional e finalista na categoria de Melhor Maquiagem, Kokuho - O Preço da Perfeição chega aos cinemas brasileiros no próximo dia 5 de março, distribuído por uma parceria entre a SATO Company e a Imovision. O filme ganha prés a partir desta quinta-feira (26/02) em São Paulo, Belo Horizonte, Brasília, Caruaru, Limeira e Manaus.

Ambientado nos bastidores do teatro kabuki, o longa vem quebrando recordes: depois de se tornar a maior bilheteria de um filme japonês em live-action, acaba de entrar no Top 10 geral de produções mais assistidas da história do país — lista que reúne de animes de Hayao Miyazaki e fenômenos como Demon Slayer e sucessos estrangeiros como Titanic e Frozen. Um feito e tanto para uma obra baseada numa arte de mais de quatro séculos, mas sempre marcada pela vontade de subverter.  

A HISTÓRIA DO KABUKI

O kabuki surge por volta de 1603, quando a sacerdotisa Izumo no Okuni passou a apresentar, em Kyoto, então capital do  Japão, performances que misturavam dança, teatralidade e provocação. O sucesso foi imediato — e também incômodo. As atrizes se tornaram celebridades e passaram a ser “disputadas” pelo público masculino. O xogunato Tokugawa, que comandava o país, começou a associar esse tipo de espetáculo como espaço de agitação social e, em 1629, as mulheres foram proibidas de atuar. Jovens rapazes, com aparências e vozes mais delicadas, assumiram os papéis femininos, mas acabaram vetados pelo mesmo motivo. Surgiu então a tradição de companhias exclusivamente formadas por homens adultos, o que gerou a figura do onnagata, o ator especializado em interpretar mulheres de maneira rigorosa e estilizada.

Entre 1673 e 1735, na era Genroku, o kabuki aumentou sua popularidade e chegou a sua maturidade estética: foi quando as estruturas dramáticas da peças, os tipos de personagens e as poses mie — momentos em que o ator “congela” para cristalizar sua emoção para a plateia — foram consolidadas. Nesta época ainda se convencionou usar a maquiagem “kumadori”, com traços marcados que parecem máscaras pintadas no próprio rosto. Em 1868, com o fim do xogunato, a ascensão de um novo imperador e a abertura do Japão ao Ocidente, atores e dramaturgos iniciaram um movimento para serem reconhecidos entre as elites. Em 1887, depois de assistir a uma apresentação, o imperador Meiji, elevou o status do kabuki no cenário cultural japonês. Hoje, além de ser a mais popular das artes dramáticas tradicionais do país, o estilo passou a ser considerado Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade.

Kokuho - O Preço da Perfeição registra como esta arte que nasceu da ruptura passa a exigir controle, rigidez e disciplina absoluta – tradição – e o que isso custa para o artista. A complexidade desse retrato tem sido bastante reconhecida: o longa lidera as indicações ao Prêmio da Academia de Cinema do Japão, o principal do país, com 17 nomeações, entre elas Filme, Direção e Roteiro. Além disso, oito integrantes do elenco estão entre os finalistas nas cinco categorias de atuação. Os brasileiros vão poder conferir o  filme a partir da próxima quinta-feira, 5 de março.  

O QUE SIGNIFICA “KABUKI”?

O termo “kabuki” deriva do verbo japonês “kabuku”, que significa “inclinar-se” ou “desviar-se” — no sentido de agir de forma excêntrica, fora das convenções. No início do século XVII, os chamados “kabukimono” eram jovens, em geral ligados à classe samurai, conhecidos por trajes extravagantes, penteados incomuns e comportamento desafiador. Circulavam pelas cidades rompendo códigos sociais rígidos — e é desse espírito de desvio que o teatro herdou seu nome.

Mais tarde, a palavra passou a ser grafada com três ideogramas que enfatizam seu caráter artístico: 歌 (ka), canto; 舞 (bu), dança; e 伎 (ki), técnica ou habilidade. Consolidou-se assim a ideia de “arte do canto e da dança”, mas a origem do termo preserva algo essencial: o kabuki nasce do gesto de se inclinar para fora da norma — e de transformar essa inclinação em forma.

 SINOPSE

Nagasaki, 1964. Após a morte de seu pai, líder de uma gangue da yakuza, o jovem Kikuo, de 14 anos, é acolhido por um famoso ator de kabuki. Ao lado de Shunsuke, o único filho do ator, ele decide se dedicar a essa tradicional forma de teatro. Ao longo das décadas, os dois crescem e evoluem juntos, da escola de atuação aos palcos mais grandiosos. Em meio a escândalos e glórias, irmandade e traições, um deles se tornará o maior mestre japonês da arte do kabuki.


O DIRETOR

Lee Sang-il (李相日, Ri San’iru) é um cineasta japonês de origem coreana. Ganhou projeção internacional com Hula Girls (2006), vencedor dos prêmios de Melhor Direção e Melhor Roteiro no Japanese Academy Awards, além de ter sido eleito o melhor filme japonês do ano pela Kinema Junpo. Seu longa Os Imperdoáveis foi exibido na seção Special Presentations do Festival de Toronto em 2013. Em 2025, Kokuho consolidou-se como um dos filmes japoneses de maior bilheteria de todos os tempos.


FICHA TÉCNICA

Direção: Lee Sang-il

Roteiro: Satoko Okudera

Produção: Shinzo Matsuhashi, Chieko Murata

Direção de Fotografia: Sofian El Fani

Direção de Arte: Yohei Taneda

Figurino: Kumiko Ogawa

Montagem: Tsuyoshi Imai

Som: Mitsugu Shiratori

Música: Marihiko Hara

Gênero: Drama

País: Japão

Ano: 2025

Duração: 174 minutos


ELENCO

Ryô Yoshizawa – Kikuo Tachibana / Hanai Toichiro

Sōya Kurokawa – Kikuo (jovem)

Ryusei Yokohama – Shunsuke Ōgaki / Hanai Han’ya

Keitatsu Koshiyama – Shunsuke (jovem)

Ken Watanabe – Hanai Hanjiro II

Mitsuki Takahata – Harue Fukuda

Shinobu Terajima – Sachiko Ōgaki

Nana Mori – Akiko

Ai Mikami – Fujikoma

Kumi Takiuchi – Ayano

Masatoshi Nagase – Gongorō Tachibana

Emma Miyazawa – Matsu Tachibana

Takahiro Miura – Takeno

Kyusaku Shimada – Umeki

Tateto Serizawa – Genkichi

Nakamura Ganjirō IV – pai de Akiko

Min Tanaka – Onogawa Mangiku

Open Air Brasil divulga data de abertura de vendas e programação completa da temporada no Rio de Janeiro

Evento exibe entre 25 de março e 11 de abril sucessos como “O Agente Secreto”, “Pecadores” e “Uma Batalha Após a Outra” na maior tela de cinema a céu aberto do mundo. Vendas começam na terça, 3, para clientes Nubank, e quinta, 5, para o público geral

O Open Air tem a maior tela de cinema a céu aberto do mundo, com 325m². 

Apresentado pelo Ministério da Cultura e pelo Nubank, o Open Air Brasil está de volta ao Rio de Janeiro - onde não acontece desde 2023 - e vai transformar o Jockey Club Brasileiro em um super festival de cinema ao ar livre, entre 25 de março e 11 de abril. 

O evento proporciona uma experiência audiovisual imersiva incomparável, com a maior tela de cinema a céu aberto do mundo (325m², do tamanho de uma quadra de tênis). 

Na programação, que também apresenta shows e atrações gastronômicas, estão títulos que agradam a diversos públicos: sucessos de bilheteria nacionais e internacionais, clássicos do audiovisual, animações e lançamentos. 

Alguns destaques são a pré-estreia de “Pequenas Criaturas”, de Anne Pinheiro Guimarães, protagonizado por Carolina Dieckmmann e Caco Ciocler; “Kill Bill: The Whole Bloody Affair”, versão estendida idealizada por Quentin Tarantino com os dois volumes da franquia; e sete longas indicados ao Oscar deste ano: “O Agente Secreto”, "Pecadores”, "Hamnet”, “Zootopia 2”, “Marty Supreme”, “Avatar: Fogo e Cinzas” e “Uma Batalha Após a Outra”. 

Os ingressos estarão à venda pela plataforma Sympla a partir de terça, dia 3, para clientes Nubank, e quinta, 5, para o público geral.

A abertura na quarta-feira, 25 de março, terá ingressos distribuídos de forma gratuita com retirada na plataforma Sympla; as informações de data e horário do resgate serão divulgadas nas redes sociais do Open Air em breve. 

A noite será marcada pela pré-estreia de “Pequenas Criaturas”, de Anne Pinheiro Guimarães, com a presença da diretora e dos protagonistas, Carolina Dieckmmann e Caco Ciocler. 

O drama foi o grande vencedor do Festival do Rio de 2025 e conta a história de uma mulher que se muda para Brasília em 1986 e é deixada na cidade pelo marido, com seus dois filhos pequenos. 

Logo antes da exibição, será apresentado o curta “O Pai da Rainha de Angola”, dirigido por Rodrigo França, que aborda questões como a paternidade solo e o resgate de ancestralidades afrodescendentes. 

Na quinta-feira, 26, o público poderá assistir na tela gigante ao grande sucesso do cinema nacional do ano: “O Agente Secreto”, de Kleber Mendonça Filho, que será exibido em uma noite que celebrará a cultura pernambucana embalada com o show da banda Academia da Berlinda, de Olinda. 

A programação continua na sexta-feira, 27, com mais um enorme sucesso do ano: “Pecadores”, de Ryan Coogler, o filme com mais indicações ao Oscar na história, 16. 

O longa traz Michael B. Jordan interpretando irmãos gêmeos, que retornam à cidade natal e descobrem que terão que enfrentar um grande mal para conseguirem o recomeço que buscam. Antes e depois da sessão, o público poderá aproveitar o show de jazz de Ney Conceição Quinteto 

No sábado, dia 28, o Open Air terá duas sessões: a primeira com “O Diário de Pilar na Amazônia", aventura para toda a família; seguida do emocionante “Hamnet”, de Chloé Zhao, que acumula indicações a oito categorias do Oscar, entre elas Melhor Filme, Melhor Direção, Melhor Roteiro Adaptado e Melhor Atriz. Os ingressos para cada uma das sessões serão vendidos de forma separada. 

O fim de semana termina com risada garantida por uma clássica comédia dos anos 2000, “Superbad - É Hoje!”, que vai animar a noite de domingo, 29, com as hilárias confusões dos amigos Evan (Michael Cera) e Seth (Jonah Hill). A noite de domingo ainda vai contar com show do rapper 2ZDinizz com seu estilo autêntico e letras sobre o cotidiano carioca. 

A segunda semana de evento começa na quarta, dia 1º de abril, com mais um clássico dos anos 2000, mas de uma maneira que o público brasileiro ainda não viu. 

Será exibido “Kill Bill: The Whole Bloody Affair”, criado por Quentin Tarantino como a montagem mais completa de sua saga de vingança. 

A obra reúne os dois volumes lançados em 2003 e 2004 em um único longa de cerca de 4h30, sem cortes e sem censura, com oito minutos inéditos e uma sequência em anime produzida pelo estúdio Production I.G, o mesmo de Ghost in the Shell. 

Excepcionalmente, essa sessão vai contar com um intervalo de 15 minutos. 

Quinta-feira, dia 2, é a vez de “A Noiva!”, aguardado filme de Maggie Gyllenhaal que reimagina o clássico “A Noiva de Frankenstein” (1935) em uma Chicago pulsante dos anos 1930. 

Com um elenco de peso com nomes como Christian Bale, Jessie Buckley, Jake Gyllenhaal e Penélope Cruz, o thriller gótico combina terror clássico e romance sombrio. 

A noite segue com show da cantora CATTO, que encerra a sessão com muita música. A sexta-feira, 3, é feriado e mais um dia com duas sessões. 

Na primeira, será exibido “Zootopia 2”, indicado ao Oscar de Melhor Animação e enorme sucesso de bilheteria, com mais de US$1,4 bilhão arrecadado globalmente. 

Na segunda, mais um indicado à maior premiação do cinema será apresentado: “Marty Supreme”, dirigido por Josh Safdie, protagonizado por Timothée Chalamet e inspirado na história real do ex-mesa-tenista Marty Reisman. É necessário adquirir ingressos separados para cada uma das sessões. 

No sábado, 4 de abril, o dia começa com mistérios e magia com “DPA 4 - O Fantástico Reino de Ondion”, quarto filme da franquia protagonizada pelo trio de detetives mais querido da criançada. 

Na segunda sessão do dia, será apresentado “O Morro dos Ventos Uivantes”, com uma nova versão do clássico romance impossível estrelado por Jacob Elordi e Margot Robbie e dirigido por Emerald Fennell. 

Domingo, dia 5, é mais um dia mágico no Open Air Brasil e os fãs de Elphaba e Glinda podem comemorar! “Wicked - Parte 2” será exibido na super tela com muita música e o emocionante desfecho da amizade entre as amadas bruxas de Oz. 

A última semana do evento começa na quarta, dia 8, quando será exibido o clássico “Thelma & Louise”, road movie que marcou gerações ao celebrar a autonomia feminina. 

Na quinta, 9, o público será transportado para Pandora com “Avatar: Fogo e Cinzas” na telona. Indicado ao Oscar em duas categorias, o longa é o terceiro da franquia que teve início com o filme com a maior bilheteria da história do cinema. 

A sexta-feira, dia 10, será de muita ação e suspense com “Uma Batalha Após a Outra”, de Paul Thomas Anderson. Estrelado por Leonardo DiCaprio, o filme teve 13 indicações ao Oscar deste ano, em categorias como Melhor Filme, Melhor Direção e Melhor Ator. 

O último dia de evento, sábado, 11, terá duas sessões. “Bob Esponja - Em Busca da Calça Quadrada” vai alegrar a criançada com aventuras submarinas e divertidíssimas do atrapalhado herói. 

Já na segunda sessão, o Open Air Brasil vai exibir o documentário “Maya and the Wave”, exibido no Brasil apenas no Festival do Rio em 2022. 

O filme traz a trajetória da surfista brasileira Maya Gabeira, recordista mundial ao surfar uma onda de 22,4 metros em 2020 e vencedora por cinco vezes consecutivas do prêmio de Melhor Performance Feminina no Billabong XXL Global Big Waves Award. 

A produção revisita o grave acidente sofrido por Maya em 2013, em Nazaré, quando precisou ser reanimada após quase perder a vida, e seu retorno ao mesmo pico para quebrar recordes históricos.

 Após a exibição, o público curte a Matinê do Quartinho, projeto musical do Quartinho Bar, que faz sucesso em Botafogo. 

A programação completa está disponível em https://www.openairbrasil.com.br/

Os ingressos são adquiridos por sessão e dão direito à pipoca.


OPEN AIR BRASIL

De 25 de março a 11 de abril, no Jockey Club Brasileiro

Ingressos à venda a partir do dia 3 de março para clientes Nubank e a partir de 5 de março para o público geral

Mais informações em @openairbrasil

Os ingressos para os shows estão incluídos na entrada para a única ou última sessão do dia

History estreia episódios especiais de Aberto Para Compras

Novas edições especiais destacam negociações inéditas do trio de antiquaristas Cláudio, Luciana e Sérgio, em sua passagem pelo Rio de Janeiro e Minas Gerais

ESTREIA: 2/3, segunda-feira, 22h10 

Em Aberto Para Compras, série original do History, três especialistas viajam por diferentes cidades brasileiras em busca de antiguidades e até preciosidades escondidas. Ao longo da jornada, eles fazem descobertas sobre a história do país e boas negociações, além de conhecer pessoas com objetos impressionantes.

Na segunda temporada, os antiquaristas Sergio Longo Junior, Luciana Coutinho e Cláudio Claudino partem para uma nova aventura. Eles saem de São Paulo em sua já conhecida Kombi, desta vez em busca de antiguidades pelo caminho da Estrada Real, passando por diversas cidades históricas entre Minas Gerais e o Rio de Janeiro, em uma jornada emocionante e divertida. Em cada localidade, além de bons negócios, eles se desafiam a encontrar peças de diferentes tipos, objetos surpreendentes e pessoas com boas histórias.

Na próxima segunda-feira, o History estreia dois episódios especiais, com negociações inéditas da temporada:

No primeiro deles, Negociações inéditas: Rio de Janeiro, histórias, raridades e momentos inéditos do trio de antiquaristas em sua viagem em busca de relíquias e antiguidades pelo estado do Rio de Janeiro. Entre lindas paisagens naturais e boas negociações, Cláudio, Luciana e Sergio mostram um pouco mais do que encontraram em sua jornada pela Estrada Real.

Na sequência, em Negociações inéditas: Minas Gerais, Cláudio, Luciana e Sergio apresentam mais negociações inéditas que surgiram em Minas Gerais, durante a jornada do trio pelo caminho da Estrada Real. Igrejas centenárias, arte popular e o “jeitinho mineiro” formam o cenário ideal para encontros cheios de história e simpatia.

Classificação Indicativa: livre

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Além de Jason Statham: Conheça o Elenco Estelar de MISSÃO REFÚGIO

Distribuído pela Diamond Films, longa de ação chega aos cinemas brasileiros com Bill Nighy, Naomi Ackie e Bodhi Rae Breathnach  

MISSÃO REFÚGIO (“Shelter”) é o mais novo lançamento de ação e suspense da Diamond Films, protagonizado pelo astro do gênero Jason Statham (“Os Mercenários 4”). Com estreia marcada para 12 de março, o filme acompanha Mason, um homem misterioso e recluso que de repente se vê encarando segredos do seu passado, enquanto tenta salvar uma jovem desconhecida deste verdadeiro turbilhão de emoções.  

Além de Statham, a produção conta com grandes estrelas no elenco: nomes como Bill Nighy (“Piratas do Caribe” e “Questão de Tempo”), Naomi Ackie (“Mickey 17” e “Pisque Duas Vezes”) e Bodhi Rae Breathnach (“Hamnet”) dão vida a personagens bastante relevantes para a trama.  

Nighy e Ackie são os grandes antagonistas da história. O vencedor de dois BAFTAs, um Globo de Ouro e indicado ao Oscar e a atriz que acumula sucessos na TV e nos cinemas são os agentes do MI-6 Manafort e Roberta, que não vão economizar esforços para caçar o protagonista vivido por Statham. O que eles não imaginavam é que ao lado de seu alvo estaria Jessie, personagem da jovem estrela de “Hamnet” Bodhi Rae Breathnach. Por azar do destino, a garota se vê no momento errado, no lugar errado, e agora cabe a Mason protegê-la e encontrar uma saída para essa situação de risco.  

O diretor Ric Roman Waugh, conhecido por filmes de ação como “Destruição Final 2”, comentou sobre a atuação de Jason Statham e, principalmente, da iniciante Bodhi Rae Breathnach, para a qual rasgou elogios.  

"Vou elogiá-la agora, não apenas porque ela é uma tremenda atriz, que tem química inegável com Jason, mas porque nos meus filmes, todos fazem suas próprias cenas de ação. Com Jason, a câmera está a 15 cm do seu rosto, então você sabe que é ele lutando. Mas em uma cena do início é Bhodi mesmo quem está lá no meio da turbulência!”, conta, empolgado, em entrevista à Zaavi. “O que amo sobre ela não é apenas sua performance, mas também a fisicalidade – ela queria ser parte da ação e, com um parceiro de dança como Jason, ela queria entregar tudo. Ver sua transformação foi uma ótima experiência. Demos para ela o apelido de 'Action Bhodi', porque ela se jogou na ação".  

 A atriz também comentou ao veículo sobre como foi participar do filme. "Nunca tinha atuado em cenas de ação antes, então isso foi muito empolgante – uma experiência completamente diferente. Aproveitei cada momento, especialmente porque se destaca perto de tudo o que fiz recentemente!" .  

MISSÃO REFÚGIO estreia nacionalmente em 12 de março, com distribuição da Diamond Films, a maior distribuidora independente da América Latina. 

Episódios inéditos de Grandes Mistérios da História com Laurence Fishburne retornam ao History

Na volta dos inéditos, a série investiga o que realmente aconteceu com o lendário gangster e assaltante de bancos John Dillinger, que ganhou notoriedade na década de 1930, nos Estados Unidos e no mundo 

ESTREIA: 6/3, sexta-feira, 22h55

O History exibe com exclusividade novos episódios da produção original Grandes Mistérios da História com Laurence Fishburne (History’s Greatest Mysteries). Apresentada pelo ator conhecido pelo icônico personagem Morpheus, de Matrix, e indicado ao Oscar® de Melhor Ator por Tina – A Verdadeira História de Tina Turner, a série investiga o que há por trás dos maiores e mais famosos mistérios que intrigaram o mundo, revelando informações desconhecidas e desafiando tudo o que pensávamos saber sobre eles.

Nesta sexta temporada, são abordados temas como o caso Roswell, a Expedição Franklin, o último voo de Amelia Earheart, o que aconteceu com o mafioso Bugsy Siegel, lugares misteriosos do Novo Testamento, os segredos da Ilha de Páscoa e a riqueza perdida de Genghis Kha, entre outros.

O episódio que marca a vota dos inéditos é A morte de Dillinger. O primeiro Inimigo Público Número Um, John Dillinger realizou assaltos a bancos ousados por todos os Estados Unidos. Sua história inspirou o filme Inimigos Públicos, de 2009, estrelado por Johnny Depp e Christian Bale. No entanto, a sua morte ainda permanece envolta em um grande mistério. Depoimentos conflitantes e teorias persistentes mantêm a pergunta viva: o que realmente aconteceu com Dillinger?

Classificação Indicativa: 6 anos

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THE MOMENT - Desenvolvido a Partir de Ideia Original de Charli XCX, Longa Estreia em Novos Cinemas Nesta Sexta-Feira (26)

Com distribuição da Imagem Filmes, The Moment está chegando às salas dos cinemas de todo o Brasil na próxima quinta-feira (26). Baseado em uma ideia original da cantora britânica Charli XCX e dirigido por Aidan Zamiri, a obra revisita o sucesso do lançamento de brat, sexto álbum de estúdio da cantora inglesa, vencedor do Grammy Awards®.

Ambientada no verão de 2024, The Moment retrata a pop star navegando as pressões da fama e da indústria musical, através de um falso documentário satírico e bem humorado, enquanto se prepara para sua primeira turnê mundial, em direção ao fenômeno conhecido como ‘Brat Summer’.

Entre o luxo e a pressão de ser uma grande estrela, The Moment revisita episódios reais vividos por Charli xcx durante o lançamento de seu álbum apostando em uma linguagem visual ágil e crua, guiada pela fotografia de Sean Price Williams. Rodado em ritmo acelerado, principalmente em Londres e Dagenham, recriando compromissos como apresentações, gravações de clipes, ensaios fotográficos, parcerias com marcas e aparições na mídia.

Além de Charli interpretando uma versão de si mesma, o filme conta com nomes de peso, a começar por Alexander Skarsgård ("Pillion") como Johannes, um diretor cujas ideias antagonizam com a visão criativa que a protagonista tem para a turnê. Rosanna Arquette (‘The Etruscan Smile’), Rachel Sennott ("Bottoms"), Jamie Demetriou ("Fleabag), Kylie Jenner, Julia Fox ("Joias Brutas), Isaac Powell (“Querido Evan Hansen”) e Kate Berlant ("Desculpe Te Incomodar") completam o elenco.

The Moment estreia em novos cinemas do Brasil em 26 de fevereiro.


Dirigido por: Aidan Zamiri 

Escrito por: Aidan Zamiri and Bertie Brandes

Estrelando: Charli xcx, Rosanna Arquette, Kate Berlant, Jamie Demetriou, Arielle Dombasle, Hailey Benton Gates, Kylie Jenner, Trew Mullen, Mel Ottenberg, Isaac Powell, Rachel Sennott, Rish Shah, Alexander Skarsgård, Michael Workéyè

Sinopse:

Uma estrela pop em ascensão (Charli xcx) enfrenta as complexidades da fama e da pressão da indústria enquanto se prepara para sua estreia em turnê em arenas.

Da internet para os cinemas: Backrooms ganha trailer, pôster e data de estreia no Brasil

Baseado em horror nascido em fóruns online, o longa produzido pela A24 e dirigido por Kane Parsons chega aos cinemas brasileiros em 28 de maio, com distribuição da Imagem Filmes.

Da internet para os cinemas. Produzido pela A24, o terror Backrooms estreia em 28 de maio nos cinemas com distribuição da Imagem Filmes. A obra dirigida por Kane Parson, criador da série homônima, leva às telonas uma história originada em fóruns online que deu origem a um dos fenômenos mais marcantes do horror contemporâneo.

Até chegar aos cinemas, a lenda percorreu um longo caminho. Ela surgiu em 2019, a partir de um post anônimo no 4chan, no qual um usuário compartilhou a foto de um escritório vazio acompanhada de uma legenda sobre “atravessar a realidade por engano e parar em um lugar que não deveria existir”: as chamadas Backrooms. A partir daí, a narrativa colaborativa se espalhou por diferentes plataformas, consolidando esse universo como um marco das creepypastas e do chamado horror nascido na web.

Com apenas 16 anos, o jovem criador britânico Kane Pearsons - conhecido como Kane Pixels no ambiente digital - transformou a lenda em uma experiência digital em 2022 por meio de sua série no YouTube chamada ‘Kane Pixels' Backrooms’. Introduzindo elementos, como o fictício Async Research Institute, a produção estabeleceu uma base narrativa considerada canônica pelos fãs, ampliando o alcance cultural das Backrooms e demonstrando o potencial da internet como incubadora de novas mitologias contemporâneas.

Agora, Kane Parsons faz sua estreia como diretor de cinema, expandindo a mitologia que ajudou a popularizar e elevando a experiência narrativa de sua série para o cinema. Em Backrooms, o realizador aprofunda a atmosfera aterrorizante que marcou sua obra, conduzindo um elenco formado por Chiwetel Ejiofor, Renate Reinsve, Mark Duplass, Finn Bennett, Lukita Maxwell e Avan Jogia através de um roteiro escrito por Roberto Patino.

Backrooms estreia em 28 de maio nos cinemas.

Crítica Filme "O Caso dos Estrangeiros" por Rita Vaz

Uma tragédia atinge uma família síria em Alepo, dando início a uma reação em cadeia de eventos envolvendo cinco famílias diferentes em quatro países distintos.

Essa é a premissa do filme “O Caso dos Estrangeiros” que estreia nesta quinta-feira nos cinemas, com direção do cineasta Brandt Andersen, que também estreia na direção de longas.

Baseado em seu curta-metragem “Refugee” (2020), o longa é um verdadeiro soco de realidade no estômago, mostrando a vivência de refugiados, enquanto fogem de seus países, por razões diversas e enquanto se deslocam e sofrem para serem acolhidos em algum outro local.

O diretor Brandt Andersen utiliza de uma estrutura de “pontos de vistas” onde, em algum momento, esses olhares irão se cruzar. Mas, faz isso de uma maneira orgânica, nada repetitiva, que sustenta o olhar e a curiosidade do espectador.

A história começa com uma médica que foge com sua filha da Síria, que em algum momento cruza sua vida com um soldado que começa a questionar o exército que participa, que em outro momento vai cruzar com um homem que “ajuda” refugiados a atravessar o Mar da Grécia, uma poetisa e sua família e um capitão grego que está extremamente compadecido dos refugiados.

As atuações são ótimas, fortes, com um elenco redondo para essa história. Omar Sy é o destaque dessa produção, entregando um personagem forte, em vários sentidos.

O filme consegue colocar o espectador em um lugar de angústia, sofrimento e de espera pelo inesperado.

Forte, visceral, bruto, mas, infelizmente real, e mais infelizmente ainda, bem longe da cruel realidade pelo que os refugiados, provavelmente passam.

Muito além de falar sobre guerras, abusos, sofrimentos, o filme fala sobre pessoas que continuam passando por tragédias humanitárias, mesmo que a maioria de nós não queira ver, aceitar ou encarar.

Se você aprecia filmes que mostram realidades atuais, mesmo que elas aconteçam há dezenas de anos, você precisa assistir “O Caso dos Estrangeiros”, recomendo muito.

 

ARCO | Animação indicada ao Oscar® chega quinta-feira (26) nos cinemas brasileiros

Nesta quinta-feira, dia 26 de fevereiro, chega exclusivamente nos cinemas brasileiros, a premiada animação ARCO, de Ugo Bienvenu (L’entretien), indicado ao Oscar® e ao Globo de Ouro de categoria de melhor animação, com distribuição da MUBI, distribuidora global, serviço de streaming e produtora, em parceria com a distribuidora independente Mares Filmes.

O longa-metragem de animação chega com cópias dubladas e legendadas, nos cinemas de São Paulo, Campinas, Cotia, Jundiaí, Santos, São José dos Campos, Rio de Janeiro, Niterói, Angra dos Reis, Macaé, Petrópolis, Rio das Ostras, Resende, Volta Redonda, Belo Horizonte, Contagem, Poços de Caldas, Porto Alegre, Pelotas, Florianópolis, São José, Tubarão, Curitiba, Londrina, Maringa, Cascavel, Brasília, Goiânia, Aparecida de Goiânia, Cuiabá, Salvador, Vitória da Conquista, Recife, Fortaleza, João Pessoa, Teresina, Natal, São Luís, Aracajú, Maceió, Penedo, Belém, Manaus, Macapá, Mossoró e Sobral.

Depois de sua estreia mundial na Seleção Oficial de Exibições Especiais do 78º Festival de Cannes, o animado criado inteiramente em 2D numa aventura em cores brilhantes é desencadeada por um encontro entre duas crianças de épocas diferentes.

O filme original traz as vozes de Enrico Espada (Captão Tsubasa), Bianca Alencar (Turma da Mônica Jovem), Rodrigo Araújo (One Piece), Reginaldo Primo (Os Simpsons), Beto Macedo (Super Onze: Ares no Tenbin), e Diego Muras (Naruto Shippuden), entre outros na versão dublada em português.

ARCO conquistou os prêmios Cristal de Melhor Filme e SACEM de Melhor Trilha Sonora Original para um Longa-metragem no 64º Festival Internacional de Cinema de Animação de Annecy. Escrito e dirigido por Ugo Bienvenu e produzido por Natalie Portman, Félix de Givry, Sophie Mas e Ugo Bienvenu, o filme está entre os indicados ao Oscar® de Melhor Animação de 2026.

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ARCO

França - EUA - Reino Unido | 2025 | 88 min. | Animação | 10 anos | Acessibilidade PingPlay

Título Original: Arco

Direção: Ugo Bienvenu, Gilles Cazaux

Roteiro: Ugo Bienvenu, Félix de Givry

Vozes Originais: Margot Ringard Oldra, Oscar Tresanini, Nathanaël Perrot

Vozes brasileiras: Enrico Espada, Bianca Alencar, Rodrigo Araújo, Reginaldo Primo, Beto Macedo, Diego Muras

Distribuição: Mubi | Mares Filmes

Sinopse: Uma jornada mágica e lindamente animada pelo tempo, Arco é uma aventura deslumbrante sobre um menino de 10 anos de um futuro distante e pacífico, que acidentalmente viaja de volta ao ano 2075 e descobre um mundo em perigo. À medida que Arco desenvolve uma amizade com uma jovem chamada Iris, eles se unem e, junto com seu robô cuidador Mikki, partem em uma jornada para trazer Arco de volta para casa.


PREMIAÇÕES:

*Festival de Annecy vencedor do prêmio de Melhor Filme;

*Indicado ao Oscar e ao Globo de Ouro de melhor filme de animação;

*Indicado ao Bafta de melhor filme para crianças e família;

*Melhor animação do ano no National Board of Review;

*Cinco indicações no Annie Awards (Filme Independente, Direção, Trilha Sonora, Soryboarding e Editorial);

“A REBELIÃO DOS JANGADEIROS” Estreia dia 26 de Fevereiro em São Paulo e Porto Alegre

O historiador Jones Manoel é um dos entrevistados do documentário - Créditos: Gavulino

No dia 26 de fevereiro, São Paulo e Porto Alegre recebem a estreia de A Rebelião dos Jangadeiros, documentário que revisita um dos capítulos mais potentes e silenciados da história do Ceará — estado que aboliu a escravidão em 1884, quatro anos antes da Lei Áurea.

Dirigido por Cinthia Medeiros e Demitri Túlio, com produção executiva de Íris Sodre (Gavulino Filmes) e codistribuição da Kajá Filmes, o longa lança luz sobre a Greve dos Jangadeiros de 1881, quando trabalhadores do mar se insurgiram na Praia do Peixe (atual Praia de Iracema) e se recusaram a transportar pessoas escravizadas, antecipando, com coragem e desobediência, o caminho da abolição no Brasil.

Com um olhar histórico, social e contextual, A Rebelião dos Jangadeiros articula diferentes campos do conhecimento para aprofundar a compreensão desse levante e de seus desdobramentos. O filme reúne depoimentos dos historiadores Jones Manoel e Arilson Gomes, das antropólogas Antônia de Araújo e Vera Rodrigues, da cantora, compositora e ativista do movimento negro Mallu Viturino, do museólogo Saulo Moreno, do cientista social Hilário Ferreira, do desembargador André Costa e de Lúcia Simão, fundadora do Grupo de Consciência Negra do Ceará (Grucon).

Falecida em agosto de 2025, Lúcia Simão é uma das presenças mais marcantes do longa. Além de seu depoimento, ela entoa a “loa”, canto ancestral que celebra a tradição, a cultura afro-brasileira e os orixás, ampliando a dimensão simbólica, política e espiritual do filme. Sua participação transforma o documentário também em um gesto de memória e homenagem a uma das vozes mais importantes e precursoras do movimento negro cearense.

Cada entrevistado revela, à sua maneira, como a Greve dos Jangadeiros se desenrolou e quais são as influências desse movimento até os dias atuais. “Quem não sabe de onde veio, não sabe pra onde vai”, reflete a antropóloga Vera Rodrigues, ao destacar a importância do conhecimento sobre as ações dos antepassados na construção da identidade e da consciência coletiva.

Ao atualizar o debate sobre a abolição no Brasil, o filme evidencia como a escravização do povo negro se perpetua em novas formas, por meio do racismo estrutural. Partindo de um fato histórico que foi central para a narrativa da abolição no Ceará, o documentário provoca reflexões sobre o que, de fato, mudou e o que permanece ao longo de mais de um século.

O filme foi contemplado no XIV Edital Ceará de Cinema e Vídeo, Secult e estreia em outros cinemas do Brasil durante o mês de fevereiro.


FICHA TÉCNICA

A Rebelião dos Jangadeiros

2025 | Brasil | 90 min.

Direção e Roteiro: Cinthia Medeiros e Demitri Produção Executiva: Íris Sodré | Gavulino Filmes

Elenco: Adna Oliveira, Marta Aurélia e Sâmylla Costa Ficha técnica completa

SINOPSELonga documental que revive o ano de 1881 quando jangadeiros cearenses se rebelam recusando-se a transportar povos escravizados para os navios que os levariam para os seus novos "patrões" no sul e sudeste da então colônia Brasil.

Dom Filó e L7nnon conectam gerações e trajetórias no novo episódio de "Espelho - 20 Anos Depois"

Programa vai ao ar nesta sexta-feira (27/02), às 22h, no Canal Brasil, com reflexões sobre música, ancestralidade, resistência e futuro.

Dom Filó e L7nnon. Créditos: Ana Paula Amorim

Nesta sexta-feira, 27 de fevereiro, às 22h, o Canal Brasil exibe o quinto episódio do programa "Espelho - 20 Anos Depois", dirigido e apresentado por Lázaro Ramos. A edição reúne o engenheiro, jornalista, produtor, DJ, editor e documentarista Dom Filó e o rapper L7nnon em uma conversa potente sobre trajetórias, transformação social, fé, mercado musical e a força da cultura negra no Brasil.

No programa, L7nnon revisita sua infância em Realengo, na Zona Oeste do Rio, e relembra o contato precoce com a música. “Eu morava em Realengo e nas ruas tinham muitas caixas de música. A gente colocava dinheiro e escolhia uma faixa. Eu ouvia muito Racionais. Sabia cantar tudo, mas sem entender o peso das palavras. Mais à frente fui compreendendo”, conta. 

Antes de sonhar com os palcos, ele queria viver do skate — onde chegou a reunir cerca de 33 mil seguidores nas redes sociais e ter reconhecimento na comunidade. “No final dos rolês, a gente rimava no freestyle. Sempre me perguntavam por que eu não fazia música, mas eu queria me profissionalizar no skate.” O primeiro passo no rap veio com a faixa “Mais Um Capítulo”, gravada com a ajuda de amigos. 

“Eu só tinha três mil reais, um amigo fez o clipe e essa foi a música que mais me deu retorno financeiro na carreira. Quando lancei, o clipe passou de 100 mil visualizações. Ali eu senti que era um novo capítulo da minha vida.”

Ao longo da conversa, o artista fala sobre fé e propósito. Em um culto de Ação de Graças, pediu para ser um dos nomes mais influentes de sua geração, exaltando o nome de Deus e mudando vidas através da música. 

No ano seguinte, os convites começaram a surgir, parcerias foram acontecendo e, em 2019, gravou o primeiro álbum; em 2020, lançou o segundo. Sobre seu processo criativo, explica: “Eu escrevo tudo o que vou vivendo. Minha música é simples, fala de coisas cotidianas — do que eu queria, do que consegui e do que ainda quero viver. 

No começo, eu falava muito sobre vitória, sobre conquistar dinheiro para sobreviver. Depois, passei a falar também do que eu alcancei. As pessoas às vezes ficam presas ao meu eu do passado, mas naquela época eu queria aquelas coisas. Hoje eu quero falar das que eu conquistei.”

Dom Filó amplia o debate ao recordar os bastidores da construção da cena black no Brasil. “Na real, a gente só aparou o capim. Lá atrás alguém também fez esse trabalho, mas a gente não tinha acesso à informação para socializar. 

A música sempre foi a nossa grande arma e fomos pegos pela black music”, afirma. Ele relembra ainda seu primeiro contato com VHS e fotografia, sem imaginar que seus registros se tornariam documentos importantes da cena cultural negra. Ao abordar a repressão nos bailes, menciona a Lei da Vadiagem, que atingia jovens negros nas décadas passadas. 

“Eles não percebiam o potencial político daquela aglutinação, se preocupavam com a quantidade de negros reunidos. Nos bailes, tinha o momento do ‘papo reto’, quando colocávamos nossas questões, e muitas vezes éramos observados até sermos detidos. Eu já fui detido uma vez. Quando a gente é jovem, encara mesmo.”

O episódio também olha para o futuro. L7nnon afirma que quer “continuar construindo na vida musical e artística” e abrir espaço para talentos do teatro que caminham com ele. 

Dom Filó reforça o compromisso com a Casa Savana, localizada na Pequena África, no Centro do Rio de Janeiro, que define como “nossa embaixada”, e deixa uma mensagem sobre continuidade e ocupação de espaços: 

“Todos nós temos uma missão ao chegarmos aqui enquanto negros. Temos uma potência ancestral que precisa ter continuidade. A representatividade já era, agora queremos ocupar. A geração que vem agora é para ocupar. As ferramentas estão aí, o caminho é resistência, luta, positividade e vitória.”


Espelho – 20 Anos Depois (12X25’) – Inédito

Horário: Sexta, dia 27/02, às 22h 

Alternativos: 1/03, às 10h30; 3/03, às 14h30; e 4/03, às 19h

Episódio: L7nnon e Dom Filó - Temp.16 Ep 5

Direção: Lázaro Ramos

Classificação: Livre

Sinopse: L7nnon revela como trocou o skate pela música e conta as suas inspirações para compor. Dom Filó fala sobre a sua trajetória, o surgimento do Movimento Black Rio e a repressão da Ditadura.

28º Festival de Cinema Brasileiro de Paris exibe “Da Lata – 30 Anos” com presença de Fernanda Abreu


O documentário “Da Lata – 30 Anos”, dirigido por Paulo Severo, integra a programação do 28º Festival de Cinema Brasileiro de Paris, que acontece de 7 a 14 de abril de 2026, no cinema L’Arlequin. 

A sessão contará com a presença de Fernanda Abreu, artista por trás de um dos discos mais inovadores da música brasileira dos anos 90. Lançado em 1995, “Da Lata” transformou a batucada urbana em linguagem pop contemporânea e marcou época ao fundir funk, samba, música eletrônica e um olhar crítico sobre o Brasil das grandes cidades, influenciando gerações e consolidando sucessos como “Garota Sangue Bom”, “Veneno da Lata” e “Brasil é o País do Suingue”. 

A exibição integra a Sessão Especial Embratur – Turismo, Música & Cinema, marcando três anos de parceria da Embratur com o festival, e contará também com a presença do diretor Paulo Severo e de Tuto Ferraz, que assina a trilha do filme.

O filme parte de um vasto acervo inédito registrado em vídeo durante a criação do álbum, acompanhando desde as gravações nos estúdios 

Nas Nuvens e Discover, no Rio de Janeiro, até a mixagem no Soul II Soul Studio, em Londres, além das filmagens de videoclipes, da icônica sessão de fotos com Walter Carvalho e de registros de shows no Canecão e no Festival de Montreux. 

Estreado no Festival do Rio, o documentário vai além dos bastidores ao reunir 33 depoimentos atuais, de colaboradores como Herbert Vianna ao poeta Chacal, radiografando o processo criativo e o modo de produção da música pop nacional dos anos 90. 

Ao revisitar também a estética visual de Fernanda Abreu — marcada por referências que vão do futurismo tecnológico a artistas como Bispo do Rosário —, “Da Lata – 30 Anos” se afirma como uma celebração musical e visual de um disco que transformou a música brasileira.

Programação Cinesystem



ESTREIAS 

Pânico 7 [Scream 7] (Paramount) 1h54 (18) 

Manual Prático da Vingança Lucrativa [How to Make a Killing] (Diamond) 1h45 (?)

EPiC: Elvis Presley in Concert (Universal) 1h36 (12)  

A História do Som [The History of Sound] (Imagem) 2h08 (14)

Arco [Arco] (Mares) 1h28 (10) 

Sirât (Retrato) 1h55 (16)  

O Caso dos Estrangeiros [I Was a Stranger] (Paris) 1h44 (?) 

É Tempo de Amoras (Elo) 1h52 (10) (NAC)
 

 

EVENTOS


Aquarela: O Agente Secreto (Vitrine) 2h41 (16) (NAC)

Pré-estreia: Cara de um, Focinho de Outro [Hoppers] (Disney) 1h45 (?) 28/02 e 01/03 Todos

Pré-estreia: Kokuho (Sato Company) 2h54 (14) 03/03 BSB

Ghibli Fest Parte 2
 

 

ESTREIAS exclusivas CINESYSTEM BELAS ARTES

Feliz Aniversário em Belgrado [Celts] (Pandora) 1h46 (18)

The Moment (Imagem) 1h43 (16)

Pré-estreia: Hey Joe (Pandora) 1h57 (16)


 


Feliz Aniversário em Belgrado [Celts] (Pandora) 1h46 (18) BSB, MCZ

Hamnet: A Vida Antes de Hamlet [Hamnet] (Universal) 2h05 (14) AME, MTW

Marty Supreme (Diamond) 2h29 (16) BBC, FLN

Valor Sentimental [Sentimental Value] (Retrato) 2h14 (14) PPA


Mais informações: www.cinesystem.com.br 

Fatality: Warner Bros. Pictures divulga trailer inédito de 'Mortal Kombat 2'

A Warner Bros. Pictures acaba de divulgar um novo trailer de Mortal Kombat 2. Ambientado no icônico universo dos games que atravessa gerações, o longa marca o retorno dos campeões do plano Terreno às telonas, agora ao lado de Johnny Cage (Karl Urban), e estreia no dia 7 de maio no Brasil. 

Mortal Kombat 2 apresenta uma nova e brutal sequência de combates entre as forças do Plano Terreno e o regime tirânico de Shao Kahn (Martyn Ford), governante da Exoterra. À medida que a ameaça de Kahn coloca em risco o equilíbrio entre os reinos, heróis e inimigos de diferentes mundos são forçados a unir forças em uma batalha sangrenta e definitiva, que irá determinar o destino de todos. 

No trailer, o público pode conferir um pouco mais das lutas e golpes fatais que seus personagens favoritos enfrentarão nos cinemas. A revelação do material foi feita na sétima edição do IGN Fest, evento que apresenta aos fãs as últimas novidades dos lançamentos mais aguardados do universo dos games e do entretenimento. 

Mortal Kombat 2 estreia em 7 de maio de 2026 nos cinemas brasileiros, também em IMAX e versões acessíveis. 


Sobre o filme 

A New Line Cinema apresenta a mais nova e aguardada produção da franquia blockbuster de videogame, Mortal Kombat 2, em toda a sua gloriosa brutalidade. Desta vez, os campões favoritos dos fãs – agora acompanhados pelo próprio Johnny Cage – são colocados uns contra os outros numa sangrenta e derradeira batalha, sem regras ou limites, para derrotar o sombrio governo de Shao Kahn que ameaça a própria existência do Plano Terreno e seus defensores. 

Karl Urban estrela Mortal Kombat 2 combo Johnny Cage, ao lado de Adeline Rudolph, Jessica McNamee, Josh Lawson, Ludi Lin, Mehcad Brooks, Tati Gabrielle, Lewis Tan, Damon Herriman, e com Chin Han; Tadanobu Asano como Lorde Raiden; Joe Taslim como o guerreiro Sub-Zero; e Hiroyuki Sanada como Hanzo Hasashi e Scorpion. 

O diretor Simon McQuoid assume a direção da sequência de sua explosiva aventura cinematográfica de 2021, com roteiro escrito por Jeremy Slater, baseado no videogame criado por Ed Boon e John Tobias. Mortal Kombat 2 foi produzido por Todd Garner, E. Bennett Walsh, James Wan, Toby Emmerich, e McQuoid, e tem produção executiva de Michael Clear, Judson Scott, Slater, Ed Boon e Lawrence Kasanoff. 

A equipe de produção criativa de Simon McQuoid nos bastidores de Mortal Kombat 2 inclui o diretor de fotografia Stephen F. Windon; o designer de produção Yohei Taneda; o editor Stuart Levy; a figurinista Cappi Ireland; Rich Delia, responsável pelo elenco; e o compositor Benjamin Wallfisch na criação da trilha sonora. 

A New Line Cinema apresenta uma produção Atomic Monster/Broken Road e Fireside Films, Mortal Kombat 2, que será distribuído exclusivamente nas salas de cinema IMAX de todo o mundo a partir do dia 7 de maio de 2026. 

Cinemateca Brasileira apresenta a Retrospectiva Pedro Almodóvar, de 04 a 15 de março

Realizada em parceria com a Embaixada da Espanha e o Instituto Cervantes, a mostra exibirá 20 títulos do diretor; as sessões de A Lei do Desejo, De Salto Alto e Kika, serão em 35mm; já os filmes O quarto ao lado, A Pele que habito, Fale com ela, Mulheres à beira de um ataque de nervos, Tudo sobre minha mãe, Volver e Maus hábitos serão projetados na tela externa.

Site Cinemateca Brasileira

Mulheres à beira de um ataque de nervos

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Entre os dias 04 e 15 de março de 2026, a Cinemateca Brasileira, a Embaixada da Espanha no Brasil e o Instituto Cervantes apresentam a Retrospectiva Pedro Almodóvar, reunindo cerca de 20 filmes do diretor espanhol que atravessam mais de quatro décadas de uma das filmografias mais marcantes do cinema contemporâneo. 

Sua irreverência, uso expressivo das cores, citações da cultura popular e narrativas complexas redefiniram o melodrama, criaram uma variedade de comédia e construíram personagens femininas tão singulares que cunharam o termo “almodovarianas”. 

Apesar de sua estética única, é possível considerar diferentes momentos da obra de Almodóvar que dialogam diretamente com transformações históricas, culturais e pessoais.

Seus primeiros filmes surgem no contexto da Espanha pós-franquista, em meio à efervescência da Movida Madrilenha, movimento contracultural que emergiu em Madri durante os anos finais da década de 1970 e os primeiros anos da transição democrática. 

Alimentada por influências do punk, do underground e das culturas alternativas europeias, a Movida expressava a liberação cultural e ideológica após décadas de repressão, projetando a imagem de uma Espanha que buscava se reinventar como moderna e aberta ao mundo. 

É nesse ambiente que Almodóvar inicia sua trajetória cinematográfica, com obras marcadas pela energia anárquica, pela provocação e por um modelo de produção independente, em que a sexualidade explícita, a fluidez de gênero, o humor transgressor e as narrativas fragmentadas se impõem mais pelo choque do que pelo acabamento formal. 

A partir do final dos anos 1980, sem abandonar o excesso nem o humor, o diretor passa a trabalhar com maior rigor narrativo e estilístico, encontrando um equilíbrio único entre liberdade e planejamento estético. 

O melodrama clássico é reinterpretado por meio do camp, das cores saturadas e de personagens femininas fortes. Esse período marca sua consolidação como autor e inicia sua projeção internacional. 

O universo almodovariano se torna imediatamente reconhecível, combinando sexualidade, identidade e desejo com estruturas narrativas mais coesas e um refinamento visual cada vez mais elaborado. 

Nos anos 1990 e início dos anos 2000, Almodóvar se torna mais introspectivo. A provocação dá lugar a reflexões sobre temas como luto, maternidade, memória e culpa, por meio de melodramas menos irônicos e mais diretamente afetivos. Esse período é frequentemente apontado pela crítica como um dos momentos mais altos de sua carreira, em que emoção, forma e narrativa atingem plena maturidade. 

A partir do século 21, Almodóvar mergulha ainda mais profundamente em suas obsessões. Seus filmes, agora mais frios, controlados e inquietantes, incorporam elementos do suspense psicológico e exploram questões como identidade, repressão, trauma e voyeurismo. 

O protagonismo masculino passa ao primeiro plano, o tom se torna mais sombrio e a sensação de desconforto substitui parte do calor e alegria que marcavam suas produções anteriores. É um momento de confronto direto com as zonas mais obscuras de sua filmografia e de seu imaginário.

Nos trabalhos mais recentes, o diretor assume um registro ainda mais pessoal e reflexivo. O envelhecimento, a memória, a doença, o legado artístico e a própria história da Espanha ganham destaque em narrativas mais contidas e depuradas, em que personagens artistas ocupam o protagonismo. 

Sem renunciar à precisão formal, Almodóvar aposta no silêncio para revisitar sua trajetória. Essa fase final pode ser entendida como um autoexame, em que o cineasta olha para o próprio percurso e pergunta, com lucidez e melancolia, pelo sentido de tudo o que foi construído ao longo de sua carreira.

A retrospectiva contará com cópias em 35mm preservadas pela Cinemateca Brasileira dos filmes De Salto Alto, Kika e A Lei do Desejo. Todas as sessões são gratuitas e os ingressos são distribuídos uma hora antes do início de cada exibição.

 

CINEMATECA BRASILEIRA

Largo Senador Raul Cardoso, 207 – Vila Mariana
 

Horário de funcionamento

Espaços públicos: de segunda a segunda, das 08 às 18h

Salas de cinema: conforme a grade de programação.

Biblioteca: de segunda a sexta, das 10h às 17h, exceto feriados
 

Sala Grande Otelo (210 lugares + 04 assentos para cadeirantes)

Sala Oscarito (104 lugares)
Área externa (300 lugares)

Retirada de ingresso 1h antes do início da sessão

Está chegando a hora: Primeiro festival de filmes com Inteligência Artificial começa na sexta-feira em São Paulo

O WAIFF 2026 acontece na FAAP em 27 e 28 de fevereiro.
Programação completa e filmes finalistas já estão disponíveis. 


Neste fim de semana acontece a primeira edição do World AI Film Festival no Brasil, festival mundial de filmes produzidos com inteligência artificial. O WAIFF, que faz parte de uma rede global de eventos dedicados à IA no audiovisual, chega à São Paulo nesta sexta (27) e sábado (28), na FAAP, com diversas palestras, debates e apresentação de cases para discutir o papel da Inteligência Artificial como nova ferramenta de criação no cinema, na publicidade e no streaming.

O primeiro dia do evento tem início às 9h30 no Auditório CloudWalk com a cerimônia de abertura, contando com a presença de Marco Landi (Fundador do WAIFF), Carlos Guedes (Diretor do WAIFF Brasil), Luis Sobral (CEO FAAP) e Jacqueline Sato (presidente do júri da Mostra Competitiva do festival). A manhã segue com debates sobre "O lado A da IA" com Janaína Augustin e Guigo Gerber, além da participação internacional de Kris Krüg, que discute a preservação da essência humana diante do avanço das máquinas.

Já no período da tarde, a Globo assume o palco principal para apresentar o painel "Entre Dados e Narrativas", com Carlos Octávio Queiroz, Renato Franzini e Clarissa Cavalcanti, sob mediação de Ben-Hur Correia. O dia encerra com discussões sobre os novos criadores da IA com Paulo Aguiar, os bastidores do curta “Arnaldo Teve Uma Ideia”, apresentado por Dan Moraes e Ricardo Mordoch, e a visão dos especialistas Reza Sixo Safai e Julien Raout sobre as mudanças na indústria cinematográfica.

Paralelamente, o Auditório CaisRoom discute temas técnicos e jurídicos. Pela manhã, Rapha Borges discute a "Criatividade Polarizada", seguido por um debate sobre os desafios jurídicos da IA na indústria criativa com Fábio Cesnik, Rodrigo Salinas e Priscila Beltrame. No período da tarde, o espaço recebe Ale Cassulino para falar como fez os filmes do festival, e na sequência Renan Kamizi e Cassio Braga falam das ferramentas como facilitadoras no processo de criação, além de uma mesa sobre ficção na era da IA com Diego Martins e Camila Groch. Por fim, Tadeu Jungle, Gisele Beiguelman e Marcelo Muller debatem o fazer do cinema em tempos de IA, partindo da pesquisa à pós-produção.

O segundo dia começa focado em formatos rápidos e criatividade. Às 9h, Helga Marinha, Luana Gaudino e Wesley Cena ocupam o Auditório CloudWalk para falar sobre como criar vídeos curtos com IA, em buscar de engajamento. Na sequência, um dos grandes nomes da publicidade brasileira, Nizan Guanaes, ministra a palestra "Criatividade em tempos de IA". Antes do intervalo, o foco volta-se para o cinema de grande escala com Fabiano Gullane, Humberto Neiva e Tata Amaral.

No Auditório CAISROOM, a manhã é dedicada aos workshops. O primeiro destaque é o Bruno Bock, da MiniMax, com o workshop “O potencial máximo da Hailuo”. Em seguida, o público poderá ficar por dentro da experiência da Globo na criação de aberturas de novelas com Christiano Calvet, e também do case "Preta Le", com a participação de Marcelo Presotto.

A parte final do evento acontece no palco principal, iniciando às 14h com um painel sobre o futuro do audiovisual com Andreia Siqueira, Gabriel Nóbrega, Pedro Burneiko e Rodrigo Moreira. E o encerramento da primeira edição do WAIFF fica com a cerimônia de premiação da Mostra Competitiva, a partir das 15h.

Ao longo dos dois dias, o CapCut Hub concentrará momentos voltados para networking com especialistas. O público participante poderá conversar diretamente com nomes conhecidos da área e trocar experiências. Já no SPCine Space, a programação alterna entre a Maratona Ampfy e a projeção dos filmes finalistas.

Mostra Competitiva

Além de mais de 20 horas de conteúdo, o festival também contará com uma Mostra Competitiva de filmes produzidos com IA. As melhores obras serão premiadas em diferentes categorias, como Longa-Metragem, Série Vertical, Publicidade, Documentário, Animação e Melhor Diretora.

Até chegarem aos títulos finalistas, todas as produções inscritas passaram pela seleção e avaliação do júri formado por Fabiano Gullane, produtor e sócio da Gullane Filmes; do cineasta Heitor Dhalia, diretor de “O Cheiro do Ralo” e das séries “DNA do Crime” e “Os Donos do Jogo”; de Lyara Oliveira, gestora e produtora especialista em audiovisual; de Paulo Aguiar, criador do CR_IA; e de Tadeu Jungle, diretor, roteirista, poeta visual e videoartista. Já a presidência do júri ficou a cargo da atriz, roteirista e produtora Jacqueline Sato. 

Confira abaixo os filmes finalistas em cada categoria:

MELHOR LONGA-METRAGEM
MAGNO BRASIL – “Iva Delta 7”
TONI MARQUES – “Magda and the Female Police”
NYKO OLIVER – “Die in Peace”

SÉRIE VERTICAL
JOÃO AMORIM – “A Roda das Crianças”
CHRISTIAN SCHNUR – “The Sound of Hiding”
EDUARDO PARDELL – “Sinapses”
PAULO AGUIAR – “Precautions”

PUBLICIDADE
ROD CAUHIL – “Alma Rio”
FABIO SHIMIZU – “Ete”
FELIPE VALÉRIO – “Grippy”
ANDRÉ D’ERRICO – “Insider”
MARCELO PRESOTTO – “Health”

CURTA-METRAGEM: ANIMAÇÃO
MILTON MONTENEGRO – “Hallucination”
VINICIUS PINHEIRO – “O Peso do Silêncio”
GUIGO GERBER – “O Homem e o Mar”
GUILHERME NUNES – “Revive”
FABIO BOLA – “Burn”

CURTA-METRAGEM: DOCUMENTÁRIO
LEOPOLDO NAKATA – “Outlier”
MARCELO PRESOTTO – “Oda Iya”
PEDRO BAYEUX – “Warpped Memories”
FELIPE VALÉRIO – “Cortex Blue”

CURTA-METRAGEM: FANTASIA
GUILHERME VALENTE – “Saci”
MARCELO PRESOTTO – “I Am Different”
RICARDO MURALHA – “The Hunter with a single arrow”
RODOLFO ROTH – “True”

CURTA-METRAGEM: AÇÃO
RODRIGO CHEVAS / MARCELO PRESOTTO – “Maya”
MARCELO PRESOTTO – “MadPress”
LEOPOLDO NAKATA – “The Cosmic Judge”

CURTA-METRAGEM: DRAMA
MARCELO PRESOTTO – “Cold”
MARCOS JUNIOR – “The Gardner of Ashes”
LEOPOLDO NAKATA – “Midnight Serenade”
LEOPOLDO NAKATA – “Empresário de Mim”
ANDERSON FREITAS – “Naia”

MELHOR DIRETORA
TALI AMANDA – “Entre Forças”
ELIZA GUERRA – “Agranel”
ADRIANA PELIANO – “Blue Bird”
NATALI TOLEDO – “Silver Nightgale”

MENÇÃO HONROSA
DAN MORAES E RICARDO MORDOCH – “Arnaldo teve uma Idéia”
O WAIFF 2026 conta com patrocínio da CloudWalk, Plataforma CaisRoom, SPCine, MiniMax, CapCut, além do apoio da revista Elle, BRAVI, Grupo Papaki, Embaixada da França e Ampfy. Os ingressos estão à venda em três formatos — passaporte para os dois dias, ingresso único para cada dia e acesso online —, e podem ser adquiridos pelo Sympla.

Serviço - WAIFF 2026
Data: 27 e 28 de fevereiro de 2026
Local: FAAP - R. Alagoas, 903 - Higienópolis, São Paulo
Ingressos disponíveis aqui.

Sobre o WAIFF
Em meio a um cenário de transformações na indústria audiovisual, a produtora UltraVioleta coloca em foco o debate sobre inteligência artificial ao realizar a primeira edição brasileira do World AI Film Festival (WAIFF). Inédito no país, o evento sobre filmes produzidos com Inteligência Artificial se propõe a reconhecer e premiar talentos, além de debater o impacto desta tecnologia sobre o processo de criação audiovisual. 

O WAIFF está programado para os dias 27 e 28 de fevereiro de 2026, em São Paulo, na FAAP (Fundação Armando Alvares Penteado), e faz parte de uma rede global de festivais dedicados à IA que estão sendo lançados, simultaneamente, neste último trimestre em países como França, Japão, Coreia e China. 

A programação, que coloca em debate o papel da Inteligência Artificial como uma nova ferramenta de criação no cinema, na publicidade e no streaming, é composta por uma mostra competitiva de filmes realizados com IA, e uma intensa programação que inclui mesas redondas, palestras e workshops, estudos de casos e espaços de networking. 

Para o site internacional da rede de festivais, clique aqui. A produtora UltraVioleta assina a produção da versão nacional do WAIFF, em parceria com a FAAP, sede do evento. 

Sobre o podcast WAIFF Talks
O impacto da inteligência artificial sobre a produção de conteúdo e importantes áreas do conhecimento humano é o tema de oito episódios do podcast WAIFF Talks, que foram gravados nos estúdios da FAAP em São Paulo. Cada episódio aborda uma área da economia criativa, entre elas design, cinema, publicidade, animação, direito autoral e moda. 

O podcast antecipa a discussão que será tema dos workshops, palestras, debates, e da mostra competitiva de filmes, da primeira edição do World AI Film Festival. O podcast está disponível no canal do WAIFF no Youtube e no Spotify. Entre os convidados de mercado estão Humberto Neiva, Coordenador do Curso de Cinema da FAAP; Paulo Aguiar, Consultor de IA; Ale Cassulino, diretor de cena e sócio da Rebolucion Filmes; Janaina Augustin, consultora audiovisual em IA; Eric Messa, Professor e Coordenador das graduações em Publicidade da FAAP; Fabio Cesnik da CQS/FV Advogados.

No Dia Internacional da Mulher, Canal Brasil estreia “Estopim”, série que investiga as origens da violência de gênero

Produção documental da Escafandra Transmedia propõe um novo olhar sobre o true crime ao analisar as causas estruturais por trás de casos que marcaram o país

A série tem direção de arte e ilustração de Lívia Serri Francoio e Luma Flôres e usa animações e imagens metafóricas 

O true crime, gênero cada vez mais presente no audiovisual, ganha uma nova abordagem em “Estopim”, série documental que estreia no Canal Brasil no dia 8 de março, Dia Internacional da Mulher. Sem se limitar à investigação policial e à responsabilização individual dos casos, a produção volta o olhar para os contextos sociais, culturais e institucionais que ajudam a explicar por que a violência de gênero continua tão presente no país. Com direção de Ana Teixeira e produção da Escafandra Transmedia, a série conta com cinco episódios, que serão exibidos ao longo da semana de estreia, cada um dedicado a um “tipo” de crime: político, conjugal, sexual, de ódio e invisibilizado. 

A partir de casos conhecidos do público, “Estopim” analisa a reação da sociedade, da mídia e do sistema de justiça, ao mesmo tempo em que investiga os fatores históricos e culturais que contribuem para que essas violências continuem. Ao buscar as circunstâncias que antecedem a “explosão”, a série transforma relatos de crimes em uma reflexão sobre memória, responsabilidade coletiva e transformação social. Realizada por uma equipe composta majoritariamente por mulheres, a produção reúne entrevistas com algumas das principais vozes do debate público sobre violência de gênero, como Maria da Penha, Anielle Franco, Mônica Benício, Valeska Zanello e Soraia Mendes, entre outras especialistas, ativistas e pesquisadoras. 

Maria da Penha, Anielle Franco, Valeska Zanello e Mônica Benício são entrevistadas na série. 

Segundo a diretora Ana Teixeira, o projeto nasceu de um questionamento sobre o true crime, gênero que inspira o projeto. “E se buscassem os culpados para além dos que apertaram o gatilho? Se o feminicídio é o grau máximo de violência contra mulher, rebobinar a fita e questionar o caminho que leva até essas agressões poderia ajudar a evitar novas mortes”, afirma.

Com direção de arte e ilustração de Lívia Serri Francoio e Luma Flôres, a série aposta em animações e imagens metafóricas que atravessam os episódios. Os recursos ajudam a abordar os casos de forma a preservar as vítimas e evitando a exposição direta das situações retratadas. Dividida por tipos de violência, a série revisita histórias que mobilizaram o país e outras que receberam pouca atenção da mídia.

O primeiro episódio, “Crimes Políticos” (8/03), examina assassinatos com motivação política que tiveram mulheres como alvo. A partir dos casos de Marielle Franco, Patrícia Acioli e Dora Barcellos, o capítulo mostra que essas mortes não são casos isolados e aponta falhas das instituições, além da violência de gênero que está presente nessas histórias. “Crimes Conjugais” (9/03) analisa casos cometidos em relações afetivas, muitas vezes classificados como “passionais”. Ao revisitar os casos de Eloá Pimentel, Ângela Diniz e Sandra Gomide, a série questiona a cultura de posse sobre o corpo feminino e retoma o debate sobre a violência doméstica. O episódio traz o depoimento de Maria da Penha e reflete sobre os avanços da lei.

Já “Crimes Sexuais” (10/03) parte dos casos de Aída Curi e Mônica Granuzzo para mostrar como abusos, estupros e assassinatos costumam ser tratados de forma sensacionalista, muitas vezes tirando o foco da origem da violência sexual e reforçando a objetificação do corpo feminino. Em “Crimes de Ódio” (11/03), a série revisita as histórias de Gisberta Salce, Dandara, Luana Barbosa e Carol Campelo para tratar de assassinatos motivados por preconceito e intolerância. O episódio mostra como gênero, identidade de gênero, orientação sexual, raça e classe social marcam essas histórias.

Encerrando a temporada, “Crimes Invisibilizados” (12/03) aborda feminicídios que permanecem fora do debate público em razão da origem, classe ou etnia das vítimas. Ao destacar também a Marcha das Margaridas como símbolo de resistência coletiva, o episódio ressalta a força da mobilização social em um contexto em que esses crimes muitas vezes recebem pouca atenção. A marcha é uma mobilização nacional de trabalhadoras rurais que reivindica direitos sociais e o combate à violência contra mulheres do campo e da floresta. Realizada desde 2000, a cada quatro anos reúne manifestantes em Brasília.

Dados recentes do Ministério da Justiça indicam que, em 2025, o país registrou o maior número de feminicídios desde a tipificação do crime, com média de quatro mortes por dia. Em um cenário no qual 35 mulheres são agredidas por minuto e uma é morta a cada seis horas, “Estopim” retoma essas histórias a partir do ponto de vista das mulheres e das questões que continuam urgentes.

Estopim (2026) (5 x 45’) – Inédito

Estreia: 08/03, às 21h (1 episódio por dia)

Exibição: de 08 a 12/03, às 21h

08/03 – Episódio 01 - Crimes Políticos, às 21h 

09/03 – Episódio 02 - Crimes Conjugais, às 21h

10/03 – Episódio 03 - Crimes Sexuais, às 21h

11/03 – Episódio 04 - Crimes de Ódio, às 21h

12/03 – Episódio 05 - Crimes Invisibilizados, às 21h

Reprises: 

Madrugada de sábado para domingo, dia 05/04, à 00h (1 episódio por dia)

Segunda, dia 06/04, às 18h15 (1 episódio por dia)


Sinopse:

Uma série factual que segue a linha de pólvora por trás dos grandes crimes contra as mulheres brasileiras. Vistos como pontuais e isolados, esses assassinatos, violações, estupros coletivos e espancamentos ganham os holofotes e geram um descontentamento social. A opinião pública e a justiça, quando muito, culpam os explosivos, mas não se preocupam com o fio que levou o fogo até a bomba. Estopim traça um caminho inverso, vai até a origem, busca a faísca e as causas estruturais da violência contra a mulher na sociedade. Com episódios que rememoram crimes conhecidos pelo grande público, a série examina a reação da sociedade frente a essas violências e depois passa a percorrer os antecedentes históricos e culturais que elucidam o porquê que esses crimes acontecem.


Episódio 01 - Crimes Políticos 

O assassinato da vereadora carioca Marielle Franco, em 2018, gerou uma onda de protestos no Brasil e no mundo. Marielle personificava muitas lutas: de classe, gênero, raça, entre outras. Ela e a juíza Patrícia Acioli, duas mulheres que ocuparam espaços de poder e enfrentaram os abusos da milícia, acabaram assassinadas. Nesse episódio será analisado por que as mulheres com projeção política e social sofrem constantes ataques machistas e qual a origem dessa violência.


Episódio 02 - Crimes Conjugais

Elevados a espetáculos, os crimes praticados pelos namorados, maridos ou companheiros das vítimas ganham os holofotes e são audiência garantida. Um dos casos mais chocantes foi o da adolescente Eloá Pimentel, que teve o seu sequestro televisionado em tempo real no ano de 2008. Alguns anos antes, Sandra Gomide perdeu seu prestígio profissional e também sua vida nas mãos de Pimenta Neves, então editor chefe de um dos maiores jornais de São Paulo. Ao rebobinar ainda mais essa fita, chega-se ao assassinato de Ângela Diniz, na década de 70, quando a imprensa fez um folhetim com uma história real. Cada capítulo era estampado em capas de revistas. Não importa a mídia nem o tempo histórico, a associação de romance com violência sempre prejudicou as mulheres em uma narrativa majoritariamente contada pelo ponto de vista masculino.


Episódio 03 - Crimes Sexuais 

Mônica Granuzzo e Aída Curi foram mortas e jogadas do alto de dois prédios, no Rio de Janeiro, porque resistiram às investidas dos seus agressores sexuais, nos anos 80 e 50, respectivamente. Décadas depois, em 2016, uma adolescente foi violentada por 33 homens. Apesar da distância temporal entre os crimes, todas foram questionadas a respeito de suas posturas e o motivo de estarem na companhia de seus agressores. Por que a sociedade segue culpando a vítima? Por que, em mais de 70 anos, pouca coisa mudou na opinião pública em casos que envolvem crimes sexuais?


Episódio 04 - Crimes de Ódio

Gisberta Salce cresceu no interior de São Paulo, lugar em que sentia medo de sofrer violência por ser uma mulher trans, já que o Brasil é o país que mais mata transexuais no mundo. Ela, então, mudou-se para Portugal. Ali, na cidade do Porto, um grupo de meninos a espancou e a atirou em um poço ainda viva. Alguns anos depois, Dandara, transexual cearense, também foi torturada e morta por um outro grupo de homens que, além disso, filmou a dor e desespero da vítima. Se por um lado, mulheres trans são mortas por transfobia, por outro, mulheres lésbicas sofrem por não corresponderem ao ideal masculino de "feminilidade”. Luana Barbosa, mulher periférica e negra, morreu depois que dois policiais a espancaram. Ao ser abordada em sua moto, ela se recusou a ser revistada por eles e pediu por uma policial mulher, por conhecer os seus direitos. Carol Campelo também foi brutalmente assassinada no Maranhão, em um crime motivado por lesbofobia.


Episódio 05 - Crimes Invisibilizados

Esse último capítulo trata sobre os feminicídios invisibilizados pela origem, classe ou raça das vítimas e o porquê de muitos deles serem banalizados pela mídia. O episódio abordará crimes que acontecem no interior, com mulheres rurais, indígenas ou negras e que dificilmente se tornam estopim de grandes mudanças. O desafio dessa problemática é buscar meios de combater a violência em contextos e realidades diferentes.


Ficha Técnica:

Roteiro e Direção: Ana Teixeira

Produção Executiva: Ana Teixeira, Camila Santana e Rodrigo Forti

Direção de Arte e Ilustração: Lívia Serri Francoio e Luma Flôres

Animação: Flávia Godoy e Lou Bustamante

Direção e Roteiro de Animação: Radhi Meron

Direção de Fotografia: Ana Teixeira, Camila Santana e Camila Svenson

Fotografia Adicional: Jean Marcel Camargo e Paula Cintra Ferreira

Montagem: Ana Teixeira

Consultoria de Roteiro e Montagem: Ana Abreu

Som Direto: Priscila Alves, Martha Suzana, Luiza Chagas, Rodrigo Forti e Viravento Produções

Arte e Simulações: Natália Gregorini e Viravento Produções

Arquivos Bordados: Lorena Costa

Desenho de Som: Bianca Martins e Julia Teles

Edição de Diálogos: Bianca Martins

Edição de SFX: Mariana Leão

Mixagem: Julia Teles

Trilha Musical Original: Julia Teles

Direção de Produção: Rodrigo Forti, Marcelo Félix, Janaina Moraes e Larissa Cezarino

Coordenação de Pós-Produção: Lucas Lazarini e Manzano Serviços

Correção de Cor: Tobias Rezende

Produção Executiva de Desenvolvimento: Larissa Cezarino

Acessibilidade: Laboratório Cisco

Classificação: 14 anos

Produzida pela Escafandra Transmedia

Desenvolvida com recursos do Programa de Ação Cultural (ProAC) e realizada com recursos do Banco Regional do Sul, por meio do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA), e da Lei Paulo Gustavo da cidade de São Paulo.

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