Robbie Williams Alcança Marca Lendária dos Beatles com Trilha Sonora de BETTER MAN - A HISTÓRIA DE ROBBIE WILLIAMS

Robbie Williams acaba de alcançar a marca da lendária banda inglesa Os Beatles com a trilha do filme sobre sua vida, BETTER MAN - A HISTÓRIA DE ROBBIE WILLIAMS. 

O cantor atualmente possui o recorde como artista solo com mais álbuns atingindo o primeiro lugar nas paradas, no Reino Unido. 

Dessa vez, com a trilha sonora do longa, que é dirigido por Michael Gracey (‘O Rei do Show’), Williams chega ao topo pela 15ª vez, igualando-se a John, Paul, Ringo e George. BETTER MAN - A HISTÓRIA DE ROBBIE WILLIAMS estreia no dia 6 de março com distribuição da Diamond Films.

BETTER MAN - A HISTÓRIA DE ROBBIE WILLIAMS é uma superprodução ousada e emocionante que conta a trajetória do astro britânico de forma honesta e aberta, o retratando como um macaco, em uma metáfora poderosa sobre como o pop star se sentia com a fama.

Em um comunicado à imprensa sobre a conquista, Williams expressou: "Obrigado a todos que apoiaram o álbum e o filme. Que grande honra é alcançar meu 15º álbum número um no Reino Unido. Um agradecimento especial a todos os meus fãs, cujo apoio nunca considero como algo garantido. Estou muito orgulhoso do filme Better Man, então ver o álbum da trilha sonora chegar ao número um torna tudo ainda mais especial”.

BETTER MAN - A HISTÓRIA DE ROBBIE WILLIAMS chega aos cinemas brasileiros no dia 6 de março com distribuição da Diamond Films, a maior distribuidora independente da América Latina.

🎥 Curso gratuito de cinema abre inscrições para promover diversidade!

A cineasta e fundadora da Fotossíntese Filmes, Amanda Lopes, abre inscrições para o curso gratuito Formação Fotossíntese Filmes, voltado a aspirantes a cineastas de grupos sociais em situação de vulnerabilidade. Com 200 horas de carga horária, o curso combina aulas teóricas ao vivo (120h) e práticas (80h), culminando na produção de curtas-metragens por equipes. As inscrições estão abertas até 20 de fevereiro, pelo link


Democratizando o audiovisual

O projeto tem como objetivo fomentar a inclusão de mulheres, pessoas trans, não binárias, intersexo, travestis, cineastas negras e LGBTQIAP+ no mercado cinematográfico. 

“Vamos além de ensinar técnicas: queremos abrir caminhos para

que novas vozes transformem o audiovisual com narrativas que reflitam a diversidade real da sociedade”, afirma Amanda Lopes, idealizadora do curso.


Corpo docente especializado e programação plural

Ministrado por profissionais renomados, o curso aborda desde roteiro e produção até cinema de horror e representações descoloniais. Entre os formadores estão:


Quézia Lopes (Cinema Negro): Roteiro, produção executiva e história do

cinema;

Junia Soares (Edição): Montagem prática e colorização; 

Mariana Zani (Cinema de Horror): Direção de arte e atores;

Pepe AJ Amanda (Cinema Feminino): Legado de Alice Guy, roteiro e cinema

LGBTQIAP+.


Como participar 

O curso Formação Fotossíntese Filmes é gratuito e voltado a pessoas que desejam explorar sua criatividade e se capacitar para o mercado audiovisual, preferencialmente de grupos subrepresentados.

Inscrições: acesse o link.


Período do curso: 24/02 a 30/11/2025, com aulas ao vivo (120h) e práticas (80h).

Horários: Turma 01 (9h às 12h) e Turma 02 (19h às 22h).

Certificado: Todos os participantes receberão certificação ao final. 


Sobre a Fotossíntese Filmes

Idealizada por Amanda Lopes, a produtora tem como missão ampliar representatividade no cinema, oferecendo formações que unem técnica, criatividade e impacto social.

 

Serviço "Formação Fotossíntese Filmes" 

Curso totalmente gratuito 

Inscrições: até 20/02, acesse aqui.


Período do curso: 24/02 a 30/11/2025, com aulas ao vivo (120h) e práticas (80h).

Horários: Turma 01 (9h às 12h) e Turma 02 (19h às 22h).

Nova Temporada de 'OPERAÇÃO FRONTEIRA BRASIL' Estreia dia 19 de Fevereiro na Max e no Discovery

Na nova temporada de OPERAÇÃO FRONTEIRA BRASIL, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) enfrenta missões cada vez mais desafiadoras, refletindo a complexidade do combate ao crime nas fronteiras e nas estradas brasileiras. Com estreia dia 19 de fevereiro na Max e no Discovery, a produção leva o público aos bastidores de operações intensas e reais. 

Na data de lançamento, a plataforma streaming e o canal de TV por assinatura disponibilizam três episódios, com início às 20h30. A partir da quarta-feira seguinte, Max e Discovery exibem dois episódios semanalmente, sempre no mesmo horário.  

Como uma novidade para a quarta temporada, OPERAÇÃO FRONTEIRA BRASIL dá destaque para o trabalho do Grupo de Resposta Rápida (GRR), da PRF, que atua diretamente na desarticulação de garimpos ilegais em terras indígenas e em regiões amazônicas, e expõe a complexa relação entre crime, preservação ambiental e direitos das comunidades locais. Nessas operações estratégias, os agentes da Polícia Rodoviária Federal dão apoio ao IBAMA, órgão público responsável por atividades de preservação e conservação do patrimônio natural brasileiro. 

Repleta de ação e adrenalina, OPERAÇÃO FRONTEIRA BRASIL apresenta histórias reais marcadas por reviravoltas que mantêm o espectador intrigado. Ao explorar os gêneros crime e investigação, a produção também oferece um olhar profundo sobre as estratégias no combate ao crime no território brasileiro.  

OPERAÇÃO FRONTEIRA BRASIL é uma produção da Mixer Films para a Warner Bros. Discovery. Sergio Nakasone, Adriana Cechetti e Patricio Díaz supervisionam a produção pela Warner Bros. Discovery. Pela Mixer Films, Adriana Marques assina como produtora executiva e Rodrigo Astiz como diretor geral. 

MuitoMaisAVer   

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Canal Brasil exibe maratona de filmes estrelados por Paulo Betti

  

“Lamarca” e “Doida Demais”, de Sergio Rezende; “Casa da Mãe Joana”, de Hugo Carvana; e “A Sombra da Terra”, de Marcelo Domingues. Fotos: Divulgação

Na próxima terça, 4 de fevereiro, a partir das 19h30, o Canal Brasil abre espaço em sua programação para a maratona Paulo Betti. Serão exibidos os longas-metragens “Lamarca”, “Guerra de Canudos”, “Doida Demais” e “O Paciente – O Caso Tancredo Neves”, de Sergio Rezende; “Casa da Mãe Joana”, de Hugo Carvana; “Chatô, o Rei do Brasil”, de Guilherme Fontes; “A Grande Família - O Filme”, de Maurício Farias; e “Infância”, de Domingos Oliveira. O curta-metragem “A Sombra da Terra”, de Marcelo Domingues, também faz parte da maratona.

Em “Lamarca”, Paulo Betti interpreta o ex-capitão do exército brasileiro Carlos Lamarca (1937-1971) que, em meio à ditadura militar, abandona sua família e vida militar para se tornar um guerrilheiro contra o regime ditatorial. Ao lado de José Wilker e Cláudio Abreu, Paulo Betti interpreta o personagem Zé Lucena no filme “Guerra de Canudos”, um pai que junto a outras famílias enfrentam a miséria e a fome do sertão baiano, entre os anos de 1896 a 1897, em meio ao contexto da Guerra de Canudos, e se torna um seguidor de Antônio Conselheiro. Em “Doida Demais”, Gabriel (Paulo Betti) é um piloto de avião de aluguel que presta serviços para Letícia (Vera Fischer), uma falsificadora de quadros. Ambos fogem para Bahia após a descoberta do esquema de fraudes. “O Paciente – O Caso Tancredo Neves” retrata a fase em que Tancredo Neves, na véspera de sua posse como presidente eleito indiretamente, realiza uma cirurgia de emergência, mas problemas posteriores o levam à morte. Paulo Betti atua como o cirurgião gástrico de Tancredo, o Dr. Henrique Walter Pinotti.

Também integram a programação o longa-metragem “Casa da Mãe Joana”, em que PR (Paulo Betti), Juca (José Wilker), Antônio Pedro (Montanha) e Vavá (Pedro Cardoso) são amigos que dividem um apartamento e um deles decide dar um golpe e roubar todo o dinheiro de um assalto a uma joalheria. Em “Chatô, o Rei do Brasil”, Paulo Betti faz o papel de Getúlio Vargas na trama que retrata o império e o declínio do jornalista Assis Chateaubriand (Marco Ricca). Em “A Grande Família - O Filme”, Paulo Betti é Carlinhos, ex-namorado de Nenê (Marieta Severo), que é convidado para um tradicional baile onde conheceu Lineu (Marco Nanini), como forma de provocar o marido por estar estranho com ela. “Infância” é ambientado no Rio de Janeiro da década de 1950. Dona Mocinha (Fernanda Montenegro) é uma matriarca admiradora do jornalista e político Carlos Lacerda (1914-1977) e entre os problemas da família, precisa lidar com o genro Henrique (Paulo Betti), que vendeu dois de seus terrenos sem sua permissão.

A Maratona Paulo Betti também exibe o curta-metragem “A Sombra da Terra”, que conta a história de um homem em situação de rua (Paulo Betti), que acredita carregar uma maldição que o faz sofrer todas as dores do mundo.


Maratona Paulo Betti

Horário: Terça, dia 4/02, a partir das 19h30

 

A Sombra da Terra (2023) (20')

Horário: Terça, dia 4/02, às 19h30

Classificação: 12 anos

Direção: Marcelo Domingues

Sinopse: Dois personagens distintos que, impactados por tragédias pessoais, romperam com a sociedade. Ela é uma pianista solitária que vive isolada num casarão e ele é um morador de rua que acredita carregar uma maldição que o faz sofrer todas as dores do mundo.


Lamarca (1994) (90’)

Horário: Terça, dia 4/02, às 19h50

Classificação: 14 anos

Direção: Sergio Rezende

Sinopse: Início dos anos 1980. Estela (Clara Gallo) é uma adolescente que vive os conflitos típicos da idade; identidade, amizade e amor. Ela tem um ídolo, o tio Carlos (Caio Blat), jornalista musical que vive nos Estados Unidos. E o maior sonho da menina é visitá-lo na Califórnia, durante as férias. Os planos dela vão por água abaixo, no entanto, quando ela descobre que é ele quem está voltando para o Brasil, magro, debilitado por consequência de uma doença sobre a qual a medicina apenas começava a se debruçar.


Guerra de Canudos (1997) (170’)

Horário: Terça, dia 4/02, às 22h

Classificação: 14 anos

Direção: Sérgio Rezende

Sinopse: O drama de uma família pobre na guerra mais sangrenta da História do Brasil: a Guerra de Canudos.


Doida Demais (1989) (105’)

Horário: Quarta, dia 5/02, à 0h50

Classificação: 18 anos 

Direção: Sergio Rezende

Sinopse: Letícia (Vera Fischer), uma falsificadora de quadros, avisa para Noé (José Wilker), seu cúmplice e amante, que não quer mais fazer este "serviço" e que de agora em diante eles são apenas sócios. Esta posição desagrada Noé, que não quer perdê-la de jeito nenhum. Letícia não queria participar de uma venda feita para um fazendeiro de Mato Grosso, mas mais uma vez Noé conseguiu convencê-la. Ela viajou para fechar negócio mas nem tudo saiu como Noé planejou, pois ela conhece Gabriel (Paulo Betti), o piloto de um avião de aluguel em que ela viajava. Logo ela se envolve com Gabriel, mas os dois passam a ser perseguidos por Noé em uma fuga desesperada.


Casa Da Mãe Joana (2008) (95’)

Horário: Quarta, dia 5/02, às 2h35

Classificação: 14 anos

Direção: Hugo Carvana

Sinopse: Juca (José Wilker), PR (Paulo Betti), Antônio Pedro (Montanha) e Vavá (Pedro Cardoso) são amigos que, vagabundos por ideologia e farristas por natureza, moram juntos em um apartamento. Um dia eles decidem aplicar um golpe em uma joalheria, sendo bem-sucedidos. Só que Vavá foge com o dinheiro e com Laura (Malu Mader), a esposa do joalheiro (Cláudio Marzo). Perseguidos e sem dinheiro, resta a Juca, PR e Montanha fazer o que mais detestam para sobreviver: trabalhar.


Chatô - O Rei Do Brasil (2016) (102’)

Horário: Quarta, dia 5/02, às 4h10

Classificação: 14 anos

Direção: Guilherme Fontes

Sinopse: A história de Assis Chateaubriand, o primeiro magnata da comunicação no Brasil. Devido à sua influência durante o final dos anos 1930 até o início dos anos 1960, ele passou a ser chamado de Cidadão Kane Brasileiro.


A Grande Família: O Filme (2007) (104’)

Horário: Quarta, dia 5/02, às 5h55

Classificação: 10 anos

Direção: Maurício Farias

Sinopse: Lineu (Marco Nanini) sente-se mal após acompanhar o enterro de um colega de trabalho. Atordoado com a morte repentina do amigo, ele decide ir ao médico para fazer exames de rotina e, depois de uma tomografia, os especialistas acusam a existência de uma mancha escura em seu peito. Com medo de abrir o laudo do diagnóstico final, ele prefere não tomar conhecimento do resultado do teste clínico e sai do consultório certo de estar vivendo seus últimos dias. O fiscal sanitário decide esconder seu suposto fim iminente de sua esposa, Nenê (Marieta Severo), e desiste de ir ao baile que frequentam há 40 anos, quando começaram a namorar. Sua atitude, no entanto, gera grande insatisfação em seu cônjuge, e ela provoca o marido convidando Carlinhos (Paulo Betti), seu ex-namorado, para ocupar seu lugar na tradicional noite.


O Paciente – O Caso Tancredo Neves (2020) (110’)

Horário: Quarta, dia 5/02, às 7h40

Classificação: 10 anos

Direção: Sergio Rezende

Sinopse: Os últimos dias da vida de Tancredo Neves, o primeiro presidente civil, eleito pelo colégio eleitoral no Congresso Nacional, depois da ditadura militar. Toda a expectativa da população brasileira e a doença de Tancredo, que depois de 39 dias de internação, morreu no dia 21 de abril de 1985, nunca sendo empossado.


Infância (2014) (104’)

Horário: Quarta, dia 5/02, às 9h20

Classificação: 14 anos

Direção: Domingos Oliveira

Sinopse: Entre um discurso e outro de Carlos Lacerda contra o governo, Dona Mocinha precisa lidar com os problemas financeiros e pessoais de sua família. Enquanto que sob os olhos de seu neto, o pequeno Rodrigo, a única coisa que importa é descobrir o paradeiro de sua cadelinha.

OS SAPOS, Filme Protagonizado por Thalita Carauta, Estreia nos Cinemas em 06 de Fevereiro

Os Sapos, estrelado por Thalita Carauta (Mania de Você, Segunda Chamada, Todas as Flores, Lobo Atrás da Porta, Zorra Total), estreia no dia 06 de fevereiro nos cinemas de todo o Brasil. O elenco conta ainda com Karina Ramil (Porta dos Fundos, Doce Família), Verônica Reis (Cilada, Fora do Expediente), Pierre Santos (Sob Pressão, Tempos de Barbárie) e Paulo Hamilton (Tropa de Elite 1 e 2).

Dirigido por Clara Linhart, com roteiro original de Renata Mizrahi, Os Sapos é  um longa-metragem derivado da peça teatral homônima de sucesso e inspirado em uma história real vivida pela roteirista, tendo também uma versão em curta-metragem, rodada em 2010, que circulou por diversos festivais. 

Na trama, Paula, uma mulher de 40 anos, chega a uma casa isolada no meio do mato para um reencontro com amigos do colégio, mas descobre que a confraternização foi cancelada. Presa no local até o dia seguinte, ela convive com Marcelo e sua namorada não assumida, Luciana, além de um casal de vizinhos, Cláudio e Fabiana. A presença de Paula propicia uma tomada de consciência das mulheres e revela as neuroses dos dois casais provocando tempestades afetivas.

Essa não é a primeira parceria de Clara (Domingo, Eu Sou Maria) e Renata (prêmio Shell 2014 pela peça Galápagos, melhor roteiro no festival de Triunfo por Amores de Chumbo). As duas participaram do projeto “Silêncio!”, peça sobre judias polacas, no qual Renata escreveu e Clara documentou a pesquisa, gerando o premiado curta  Em Paz.

Para a dupla, o longa é ao mesmo tempo universal e profundamente íntimo. Ele  fala  de amor, mas não o amor romântico, e sim do amor que causa dependência, do qual muitas vezes somos vítimas sem perceber. “O filme não apresenta uma resposta. Ele provoca uma reflexão sobre o lugar em que podemos nos colocar num relacionamento. Lugares que tiram a nossa potência, o brilho, a auto estima, mas mesmo assim, de onde não conseguimos sair”, observam.

Os Sapos estreou em 2024 no Festival Internacional de Cinema de João Pessoa, onde recebeu os prêmios de Melhor Roteiro (Renata Mizrahi), Melhor Direção (Clara Linhart) e Melhor Montagem (Nina Galanternick). Também foi premiado no Festival Internacional de Colombo, conquistando o prêmio de Melhor Montagem, e no Festival Internacional de Cinema da Província de Buenos Aires, onde levou o Prêmio de Melhor Filme Internacional.

A produção é da Gamarosa Filmes (Casa Grande, Gabriel e a Montanha, Domingo), a coprodução do Canal Brasil e Telecine, e a distribuição é da Livres Filmes & Artes.


Sinopse:

Paula, 40 anos, chega numa casa isolada no mato para um reencontro de amigos de colégio a convite de Marcelo. A confraternização foi cancelada e ela só poderá ir embora no dia seguinte pois neste lugar só passa um ônibus por dia. Paula decide aproveitar o passeio e curtir a natureza. Mas sua presença incomoda Luciana, namorada que Marcelo não assume. Um casal de vizinhos, Claudio e Fabiana, vão se juntar a eles. A presença de Paula propicia uma tomada de consciência das mulheres e revela as neuroses dos dois casais provocando tempestades afetivas.

Ficha Técnica:

OS SAPOS -  Estreia nos cinemas em 06 de fevereiro

Direção: Clara Linhart

Roteiro original: Renata Mizrahi

Duração: 77 min 

Gênero: Ficção / Drama

Estado: Rio de Janeiro 

Ano de Produção: 2024

Direção: Clara Linhart | Roteiro: Renata Mizrahi

Produção: Gamarosa Filmes | Coprodução: Canal Brasil e Telecine

Fotografia: Andrea Capella | Montagem: Nina Galanternick

Trilha Sonora: Isadora Medella | Produção Executiva: Fernanda Abreu 

Direção de Arte: Beatriz Moysés | Figurino: Paula Ströher

Produção de Elenco: Natasha Corbelino

Distribuição: Livres Filmes | Apoio à Distribuicão: Secec-Rio 

Agente de Vendas: Figa Films

Elenco: Thalita Carauta (Paula), Karina Ramil (Luciana), Verônica Reis (Fabiana)

Pierre Santos (Marcelo), Paulo Hamilton (Cláudio)

Classificação Indicativa: 12 anos



Participações e prêmios em Festivais e Mostras

2024 - Festival Internacional de Cinema de Goiás (GIFF)

2024 - 2o FICPBA - Festival Internacional na Província de Buenos Aires - Prêmio de melhor longa-metragem de ficção internacional

2024 - 1o FECICO - Festival de Cinema de Colombo - Prêmio de Melhor Montagem 2024 - 2024 - Festival SatyriCine Bijou 

2024 - 2o Festival de Cinema Internacional de João Pessoa - Prêmios de Melhor Direção, Roteiro e Montagem

2022- FAM Festival do Mercosul - Prêmio de melhor filme na categoria “Work in Progress” (filmes em acabamento) 



Sobre Clara Linhart – Diretora e Produtora


Formada em Ciências Sociais pela PUC-Rio e em Cinema Documentário pela FGV-Rio, trabalha em audiovisual desde 2001 como assistente de direção, diretora e produtora.

Dirigiu os longa-metragens La Manuela (2017), Domingo (2018), Eu sou Maria (2023) e Os Sapos (2024) e os curta-metragens Os Sapos (2011), Luna e Cinara (2012), Em Paz (2014) e No Mar (2023).

O documentário La Manuela ganhou o prêmio de Melhor Documentário no Festival Audiovisual do Mercosul (2018).

Domingo, co-dirigido por Fellipe Barbosa, estreou no Festival de Veneza de 2018 e foi lançado comercialmente na França em 2018 e no Brasil em 2019. Domingo venceu os prêmios de Melhor Atriz para Ítala Nandi (Festival do Rio e de Fronteira), Júri Popular (Fronteira) e Prêmio dos Cineclubes (Santa Maria da Feira).

Eu sou Maria estreou no Festival do Rio e foi lançado nos cinemas em 2023.

Os Sapos, terceiro longa de ficção dirigido por Clara, chegará ao circuito exibidor em Fevereiro de 2025.


Sobre Renata Mizrahi – Roteirista 


No cinema, ganhou o prêmio de Melhor roteiro no Festival de Triunfo pelo filme Amores de Chumbo e melhor roteiro no Festival Internacional de João Pessoa por Os Sapos.

 Autora do curta “Bodas”, que ganhou o prêmio de Melhor Filme no Primeiro Festival Internacional de La Gent Gran de Barcelona 2019. Escreveu e dirigiu o curta As Melhores que ganhou menção honrosa na FICI 2024. Venceu o Festival Cabíria 2020 de melhor argumento infanto-juvenil (com Renata Diniz) por “Rodante”. 

Na TV escreveu o telefilme Maria, que estreou em maio de 2023 na TV Globo Brasília e passou no Tela Quente, atualmente Globoplay.  Escreveu a segunda temporada de Homens São de Marte… (GNT), a segunda temporada da série Matches (Warner / HBO), formatou e escreveu Tem Criança na Cozinha (Gloob) que ganhou o prêmio Comkids e foi indicado ao Emmy Kids,  A Vila (Multishow). 

No teatro, ganhou o Prêmio Shell por Galápagos, em 2014. E os prêmios Zilka Salaberry 2010 e 2012 pelos infantis Joaquim e as Estrelas e Coisas que a Gente Não Vê.



Sobre a Livres Filmes & Artes 

A Livres Filmes & Artes  é uma empresa que entrou no mercado de distribuição brasileiro, com a missão de atuar junto ao nicho do cinema cultural, buscando as produções para lançamento no circuito cultural das salas de cinema, além do VOD e da TV.

Ao longo dos 12 anos de existência, a distribuidora tem dado a sua contribuição na formação deste público, através de ações integradas de difusão em festivais, mostras e cineclubes.

Livres Filmes & Artes vem atuando junto a um público interessado em filmes de realizadores independentes brasileiros e brasileiras e de obras em coprodução com o Brasil.

A partir de 2025, a Livres Filmes & Artes integra a sua curadoria as artes visuais, incluindo o audiovisual.


Sobre a Gamarosa Filme

Fundada em 2009, pelos realizadores cariocas Fellipe Barbosa e Clara Linhart, a produtora tem entre suas principais realizações os longa-metragens de ficção “Casa Grande”, “Gabriel e a Montanha”, “Domingo” e os documentários “Laura”e “La Manuela”.


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www.instagram.com/ossapos.ofilme/

www.instagram.com/livresfilmes

Programação Cinépolis São Paulo - 30/01 a 05/02

Estreias:

Covil de Ladrões 2 
Setembro 5 
A Verdadeira Dor 
Se7en (Relançamento)
O Homem do Saco 
O Maravilhoso Mágico de Oz - Parte 1
Viva a Vida 


www.cinepolis.com.br

Programação Cinesystem - 30 de janeiro a 05 de fevereiro


ESTREIAS  -🏆Filmes indicados

A Verdadeira Dor (Disney) 1h30 (16) 🏆

Setembro 5 (Paramount) 1h35 (12) 🏆

Seven: Os Sete Crimes Capitais (Warner) 2h07 (16) 

O Homem do Saco (Paris) 1h33 (14)

Todo Mundo Ainda tem Problemas Sexuais (Downtown) 1h12 (14) (NAC)

O Maravilhoso Mágico de Oz - Parte 1 (imagem) 1h44 (10)

Covil de Ladrões 2 (Diamond) 2h10 (16)

Viva a vida! (Elo) 1h43 (12) (NAC)

Sessão Vitrine: Kasa Branca (Vitrine) 1h32 (16) (NAC)

Parque de Diversões (Cajuína) 1h10 (18) (NAC)

Trilha Sonora Para um Golpe de Estado (Pandora) 2h30 (14) 🏆

Alma do Deserto (Retrato) 1h27 (12) (NAC)

Ivan (LPB) (16) (NAC)

 


 

EVENTOS

Sessão Vitrine: Kasa Branca (Vitrine) 1h32 (16) (NAC)

Pré-estreia: Emilia Perez (Paris) 2h12 (16) 🏆 - De quinta à domingo (30/01 a 02/02)

Projeto Aquarela: Viva a vida! (Elo) 1h43 (12) (NAC) - Quarta-feira (05/02)

Projeto Aquarela: Todo Mundo Ainda tem Problemas Sexuais (Downtown) 1h12 (14) (NAC) - Quarta-feira (05/02) somente Botafogo

 

ATELIER

Alma do Deserto (Retrato) 1h27 (12) (NAC)

Ivan (LPB) (16) (NAC)

A Verdadeira Dor (Disney) 1h30 (16) 🏆

Setembro 5 (Paramount) 1h35 (12) 🏆

Trilha Sonora Para um Golpe de Estado (Pandora) 2h30 (14) 🏆

 

Mais informações: https://www.cinesystem.com.br

Sucesso de Público e de Crítica, KASA BRANCA Estreia Nesta Quinta-Feira nos Cinemas

Sucesso de público e crítica por onde é exibido, KASA BRANCA, de Luciano Vidigal, é o primeiro filme de 2025 a estrear com o selo da Sessão Vitrine Petrobras. O filme chega aos cinemas nesta quinta-feira (30/01) nas seguintes praças: Aracaju, Belo Horizonte, Brasilia, Londrina, Maceió, Manaus, Palmas, Poços de Caldas, Porto Alegre, Rio Branco, Rio de Janeiro, Salvador, São Paulo e Vitória.

Distribuído pela Vitrine Filmes, pelo projeto Sessão Vitrine Petrobras, o longa conta com a produção da Sobretudo Produção, TvZero, Tacacá Filmes, Cavideo e Dualto, em coprodução com a Globo Filmes, Telecine, Canal Brasil e Prefeitura do Rio, por meio da Riofilme. 

KASA BRANCA ganhou os prêmios de Melhor Direção no Festival do Rio - Luciano foi o primeiro diretor negro premiado na competição principal de longa de ficção do festival carioca - onde também foi prêmiado como de Melhor ator Coadjuvante, Melhor Fotografia e Melhor Trilha Sonora, teve sua estreia Internacional no Festival de Torino na Itália e integrou a programação da 48ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, esteve no 17° Encontro de Cinema Negro Zózimo Bulbul e no Festival Janela do Recife, onde recebeu mais um prêmio: “Prêmio João Carlos Sampaio para Filmes Finissímos que Celebram a Vida". Nesse mês, o longa marcou presença na Mostra de Cinema de Gostoso, Fest Aruanda, Festival de Brasília e na Mostra de Petrópolis. Além disso, em novembro deste ano, KASA BRANCA foi considerado o grande vencedor da 11ª Mostra de Cinema de Gostoso, tendo vencido o Prêmio Mistika e DOT e o Prêmio do Público como melhor longa na Mostra Competitiva.

Sobre o filme:

Inspirado em uma história real, KASA BRANCA acompanha Dé (Big Jaum), morador da periferia de Chatuba, que passa a viver com sua avó Dona Almerinda (Teca Pereira), diagnosticada com Alzheimer e com pouco tempo de vida. Dé, ao lado de seus dois amigos inseparáveis Adrianim (Diego Francisco) e Martins (Ramon Francisco), tenta aproveitar a convivência com a avó da melhor forma. A produção é da Sobretudo Produção, TvZero, Tacacá Filmes, Cavideo e Dualto, em coprodução com  Riofilme, Canal Brasil, Telecine e Globo Filmes.

Com roteiro e direção de Luciano Vidigal, o filme é protagonizado por Big Jaum, Teca Pereira, Diego Francisco e Ramon Francisco. Ator de filmes premiados como “Tropa de Elite 2”, "Cidade dos Homens" e “Três Verões”, Luciano Vidigal já coleciona créditos como diretor, de longas como “5x Favela: Agora por Nós Mesmos” e o documentário “Cidade de Deus: 10 Anos Depois”, todos em parceria com outros cineastas. Mas agora, com o drama KASA BRANCA, ele estreia na direção solo.

Vidigal explica que este filme é a realização de um sonho, porque sempre quis contar essa história tão comovente. Mas, além disso, o cineasta sublinha a importância de KASA BRANCA ser um filme sobre e feito por pessoas negras da periferia.

“É um filme que tem um protagonismo negro no lugar do objeto, que são os atores, no lugar do sujeito, eu como diretor. Então, você tem a figura preta ali como protagonista no elenco e também na criação. E a gente que faz cinema independente, cinema preto, busca essa relação horizontal com o audiovisual brasileiro. E sempre no objetivo de somar, de trazer essa diversidade potente e cultural que tem o nosso país”, explica.

O elenco ainda inclui Gi Fernandes (no ar com a novela “Mania de Você” e da série “Os Outros”), que faz sua estreia em longas, além de Babu Santana, Roberta Rodrigues, Otavio Muller e Guti Fraga. Fora isso, o filme marca a estreia do rapper L7nnon e do Dj Zullu.

  

Sinopse:

Dé é um adolescente negro da periferia da Chatuba, Rio de Janeiro, que recebe a notícia de que sua avó, Almerinda, está na fase terminal da doença de Alzheimer. Ele tem a ajuda de seus dois melhores amigos, Adrianim e Martins, para enfrentar o mundo e aproveitar os últimos dias de vida com ela.

Ficha Técnica

Direção e Roteiro: Luciano Vidigal

Elenco: Big Jaum, Teca Pereira, Diego Francisco, Ramon Francisco, Gi Fernandes, Babu Santana, Roberta Rodrigues, Otavio Muller, Guti Fraga, Dj Zullu e L7nnon

Produção: Bárbara Defanti, Gisela Camara, Roberto Berliner, Sabrina Garcia, Leo Ribeiro, Cavi Borges

Produtor Associado: Carlos Diegues

Direção de fotografia: Arthur Sherman

Montagem: André Sampaio

Direção de arte: Alexandre Magalhães, Rafael Cabeça

Som: Vampiro, Fernando Aranha

Trilha sonora: Fernando Aranha, Guga Bruno

Produtora: Sobretudo Produção, TvZero, Tacacá Filmes, Cavideo e Dualto

Coprodutoras: Riofilme, Canal Brasil, Telecine e Globo Filmes

Agente de vendas internacional: The Open Reel 

Distribuidora brasileira: Vitrine Filmes

País: Brasil

Duração: 95 min.

Ano: 2024

Coproduzido por Canal Brasil, Telecine, Globo Filmes

ALMA DO DESERTO, Coprodução Brasil-Colômbia, Esteia Nesta Quinta-Feira, 30 de Janeiro

O documentário chega aos cinemas no mês da visibilidade trans, mostrando a luta pelos direitos e reconhecimento de identidades de gênero LGBTQIA+

ALMA DO DESERTO, coprodução Brasil-Colômbia estreia nos cinemas nesta quinta-feira, 30 de janeiro, com distribuição da Retrato Filmes. Com direção da cineasta colombiana Mónica Taboada-Tapia, o emocionante documentário traz à tona a força e a luta de Georgina, uma mulher trans da etnia Wayúu que enfrenta desafios imensos para obter o direito fundamental de ter sua identidade de gênero reconhecida em um contexto marcado por obstáculos sociais e culturais profundos.

A obra é um relato sensível sobre as dificuldades enfrentadas por Georgina, uma figura que luta por visibilidade e por um futuro em que sua identidade seja respeitada. Ao seguir sua trajetória, ALMA DO DESERTO revela não só as barreiras enfrentadas por pessoas trans na sociedade, mas também traz à tona as complexas questões da identidade, do pertencimento e do amor próprio, dentro de um contexto social e geográfico único.

O filme já foi exibido na Giornate degli Autori (Venice Days), uma das mostras competitivas do 81ª Festival de Veneza, em 2024, e saiu como vencedora do prêmio Queer Lion. O longa também ganhou em dezembro de 2024 dois importantes prêmios no 45º Festival de Havana: o Prêmio Especial do Júri da Competição de Documentários e o Prêmio Arrecife, que é dado ao melhor filme com temática Queer.

A estreia do documentário marca um momento importante para a comunidade LGBTQIA+ brasileira, pois no dia 29 de janeiro celebra-se o Dia Nacional da Visibilidade Trans, carregando um simbolismo poderoso na luta por representação e inclusão da comunidade trans no cinema. A data, tão importante para a comunidade trans, ganha um reforço emocional e político com a estreia de um filme que contribui para aumentar a representação de pessoas trans nas telas, promovendo um diálogo essencial sobre diversidade e igualdade.

ALMA DO DESERTO entra em cartaz nos cinemas nesta quinta-feira, 30 de janeiro, com distribuição da Retrato Filmes.  


SINOPSE

ALMA DO DESERTO acompanha Georgina, uma mulher trans da etnia Wayúu, que luta para obter o direito básico de ter sua identidade reconhecida. Após perder seus documentos em um incêndio criminoso, provocado pelos próprios vizinhos que não aceitavam sua presença, Georgina embarca em uma jornada de resiliência e coragem para recuperá-los e poder exercer direitos civis fundamentais, como o direito ao voto.

FICHA TÉCNICA

Alma do Deserto, 2024, Ficção, 87min, Brasil / Colômbia

Direção: MÓNICA TABOADA TAPIA

Roteiro: MÓNICA TABOADA TAPIA

Elenco: GEORGINA EPIAYU

Empresa Produtora: ESTÚDIO GIZ, GUERRERO FILMS 

Produção: BETO ROSERO, MÓNICA TABOADA TAPIA

Fotografia: TININISKA SIMPSON, RAFAEL DAVID GONZÁLEZ GRANADOS

Montagem: WILL DOMINGOS

Indicado ao Oscar® de Melhor Documentário Estreia Nesta Quinta-Feira (30) nos Cinemas

O documentário Trilha Sonora para um Golpe de Estado, indicado ao Oscar® 2025 na categoria Melhor Documentário de Longa-Metragem, estreia nesta quinta-feira, 30 de janeiro, nos cinemas de diversas capitais brasileiras, incluindo São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Brasília, Salvador, Recife, Fortaleza, Aracaju, Palmas, Manaus e Maceió. 

Dirigido pelo belga Johan Grimonprez, Trilha Sonora para um Golpe de Estado é um dos documentários mais relevantes de 2024 e explora as conexões entre jazz, colonialismo e os bastidores da Guerra Fria.

Mergulhando em um capítulo sombrio do século XX, o longa parte do protesto dos músicos Abbey Lincoln e Max Roach, que invadiram o Conselho de Segurança da ONU em 1961 para denunciar o assassinato do líder congolês Patrice Lumumba. Ao conectar a trajetória de Patrice Lumumba com a expansão cultural promovida pelos Estados Unidos durante a Guerra Fria, o filme mostra como a música se tornou uma ferramenta estratégica no jogo político global. 

Neste período, artistas negros enfrentavam dilemas profundos entre representar resistência cultural e serem usados como ferramenta de propaganda durante a Guerra Fria. O diretor Johan Grimonprez afirma: “Os músicos negros enviados à África, como Louis Armstrong, eram usados como isca para encobrir tramas políticas, como o golpe de Estado articulado pela CIA no Congo”. A obra traz depoimentos de grandes nomes como Malcolm X, Nina Simone, Thelonious Monk, John Coltrane e Louis Armstrong.

Com edição de Rik Chaubet, o documentário combina imagens de arquivo, performances musicais e gráficos animados, resultando em um ritmo que dialoga diretamente com o jazz. Desde sua estreia no Festival de Sundance 2024, onde recebeu o Prêmio Especial do Júri por Inovação Cinematográfica, o filme vem acumulando prêmios como os de Melhor Roteiro e Melhor Montagem pela Associação Internacional de Documentários. Também recebeu indicações ao Gotham Awards, Critics Choice Documentary Awards, Cinema Eye Honors e European Film Awards.

Considerado um dos documentários mais relevantes de 2024, TRILHA SONORA PARA UM GOLPE DE ESTADO também foi incluído entre os melhores filmes do ano por veículos como o The New York Times e a Artforum. A crítica do The New York Times descreve como “uma obra extraordinária que desafia nossa percepção sobre história, música e poder”. Ao explorar o papel da arte, do colonialismo e da resistência, o documentário não apenas resgata um episódio histórico, mas provoca reflexões sobre como as dinâmicas imperialistas do passado ainda reverberam no presente. 

A crítica da Variety destaca que o documentário “consegue capturar de forma densa e nuanceada os eventos que resultaram no assassinato de Lumumba, ao mesmo tempo em que apresenta o jazz como uma força de inovação narrativa e rítmica”. A abordagem não linear e os elementos visuais e sonoros do filme criam o que foi descrito pela Variety como “uma aula de história apresentada como espetáculo dramático e irônico”. A crítica também apontou que o documentário combina “a energia de um concerto de jazz com a densidade de um texto acadêmico, desafiando o público a conectar os pontos entre colonialismo, imperialismo e resistência”.

O diretor Johan Grimonprez afirma que as questões levantadas no documentário permanecem dolorosamente atuais, com os recursos naturais do Congo ainda sendo explorados em disputas globais. Esse paralelo entre passado e presente reforça a relevância de TRILHA SONORA PARA UM GOLPE DE ESTADO, filme que transcende as telas e ecoa no debate contemporâneo sobre justiça e memória histórica.

TRILHA SONORA PARA UM GOLPE DE ESTADO é um lançamento Pandora Filmes.


Sinopse:

Jazz e descolonização estão entrelaçados nesta montanha-russa histórica, que reescreve o episódio da Guerra Fria que levou os músicos Abbey Lincoln e Max Roach a invadirem o Conselho de Segurança da ONU em protesto contra o assassinato de Patrice Lumumba — político que liderou a independência da República Democrática do Congo.


Ficha técnica

Direção: Johan Grimonprez

Roteiro: Johan Grimonprez, Ila Firouzabadi e Pirouz Nemati

Produção:  Daan Milius e Rémi Grellety

Elenco: Malcolm X, Louis Armstrong, Thelonious Monk, Dizzy Gillespie, John Coltrane, Abbey Lincoln, Max Roach, Nina Simone

Montagem: Rik Chaubet

Gênero: documentário

País: Bélgica, Holanda, França

Ano: 2024

Duração: 150 min.

“Viva a Vida” estreia 30 de janeiro nos cinemas

Dirigido por Cris D’Amato ("A Sogra Perfeita", "S.O.S. Mulheres ao Mar") e produzido por Julio Uchôa, da Ananã Produções, a comédia romântica “Viva a Vida” chega aos cinemas no dia 30 de janeiro de 2025, com distribuição da Elo Studios. Rodado no Rio de Janeiro e em Israel, o road movie é estrelado por Thati Lopes e Rodrigo Simas, e tem grande elenco, com Regina Braga, Jonas Bloch, Diego Martins e participação especial de Daniel Filho. O roteiro é de Natalia Klein. O longa-metragem tem trilha sonora original de Ruben Feffer, compositor, produtor e diretor musical, e Felipe Grytz, maestro e compositor, e produção de áudio da Ultrassom. 

Na história, Jéssica (Thati Lopes) é uma jovem que acredita estar sozinha no mundo após perder a mãe e a tia. No antiquário do Seu Ulisses (Daniel Filho), onde trabalha, ela encontra um medalhão idêntico ao seu, que ganhou de presente quando era criança. O artefato a leva a Gabriel (Rodrigo Simas), primo distante que ela não conhecia. 

Juntos, eles descobrem que Raquel (tia de Jéssica) e Miriam (avó de Gabriel e dona do medalhão que foi enviado ao antiquário) pararam de se falar após a fuga da terceira irmã, Hava (Regina Braga), que durante a juventude abandonou a família para viver grandes aventuras com seu grande amor, Ben (Jonas Bloch). E ninguém sabe do paradeiro do casal.

Para desvendar o mistério, os dois decidem, juntos, embarcar para Israel em busca de Hava e Ben, mas chegando lá se deparam com grandes surpresas que vão transformar suas vidas. A dupla embarca em uma excursão internacional guiada pela Rosenn Tours, empresa de turismo de Ben, liderada pelo carismático Ramirez (Diego Martins). 

Rodado em 2022, “Viva a Vida” revela paisagens belíssimas de Israel, com sequências no deserto e no Mar Morto e locações históricas como o Muro das Lamentações, o Parque de Timna, Mercado Mahane Yehuda e Ein Gedi. A diretora Cris D’Amato destaca a complexidade de rodar um road movie em outro país. “Além de deslocar a equipe e o elenco brasileiro e local, tivemos que lidar com a logística do transporte do ônibus, que se tornou uma “personagem” essencial para a história. Ele nos acompanhou durante toda a viagem, acrescentando uma camada extra de complexidade à produção”, explica.

A diretora também conta sobre o processo para a escolha das locações do filme, que apresenta a riqueza da geografia e dos pontos turísticos do país. “”Viva a Vida” foi construído a partir da minha primeira visita a Israel em 2017, onde percorri o país para explorar possíveis locações e absorver sua cultura e paisagem. Após essa “imersão”, decidimos filmar entre Tel Aviv e Eilat, no sul do país, devido à singularidade e à beleza dessas áreas. Escolher essas locações foi uma decisão difícil, mas necessária, pois seria inviável filmar de norte a sul. As paisagens únicas, como os desertos e o Mar Morto, ofereceram cenários distintos e fascinantes, que enriquecem a narrativa do filme e trazem algo novo para o público”. 

O produtor Julio Uchôa ressalta a importância dos cenários para a construção da narrativa. “Queríamos fazer um filme para encantar e inspirar, buscando a beleza no processo. Perseguimos esta cartilha durante toda nossa viagem durante as filmagens em Israel. Nosso objetivo era levar o público conosco ao longo da viagem, passando por cenários históricos, gigantes e cheios de história, e uma natureza menos conhecida por nós brasileiros, como desertos e oásis”.

“Viva a Vida” é uma produção de Julio Uchôa, da Ananã Produções, em coprodução com a Claro, e conta com investimento do BRDE/FSA/ANCINE, patrocínio do Banco Daycoval e apoio do Ministério de Turismo de Israel, Eilat Municipal Tourism Corporation, CI Corporation e da Genera.


Sinopse: 

Quando dois medalhões idênticos unem os destinos de Jéssica (Thati Lopes), uma jovem desiludida com relacionamentos, e Gabriel (Rodrigo Simas), que parece incapaz de ficar sozinho, eles embarcam em uma busca pelo terceiro medalhão ou pela misteriosa Hava. Hava, há anos casada com Ben, anseia reviver a aventura dos primeiros dias de seu relacionamento. Enquanto desvendam segredos familiares e se envolvem em confusões, todos descobrem que o amor pode ser encontrado quando menos se espera.

Elenco:

Jéssica - Thati Lopes

Hava - Regina Braga

Benjamin - Jonas Bloch

Gabriel - Rodrigo Simas

Ramirez - Diego Martins

Seu Ulisses - Daniel Filho

Stephanie - Aline Dias

Deborah - Clara Tiezzi

Raquel Adulta - Luisa Thiré


Ficha técnica:

Direção: Cris D’Amato

Produção: Julio Uchôa

Roteiro: Natalia Klein

Distribuição: Elo Studios

Produção: Ananã Produções

Coprodução: Claro

Duração: 103'

5 motivos para assistir O Maravilhoso Mágico de Oz nos cinemas nesta quinta-feira!

O Maravilhoso Mágico de Oz estreia nos cinemas de todo o Brasil nesta quinta-feira, 30 de janeiro, com distribuição da Imagem Filmes. Com direção de Igor Voloshin, a obra promete encantar e emocionar o público, trazendo um olhar renovado sobre o clássico da literatura infanto-juvenil.

A história acompanha a emocionante jornada de Ellie, uma menina que, após se separar dos pais, é levada por um furacão a um mundo mágico e deslumbrante. Junto de seu fiel cãozinho Totó, que ganha a capacidade de falar ao chegar nesse universo fantástico, Ellie embarca em uma aventura inesquecível até a Cidade Esmeralda. No caminho, ela encontra personagens que trazem lições profundas: o Espantalho, que busca um cérebro, o Homem de Lata, à procura de um coração, e o Leão Covarde, em busca de coragem. Juntos, eles enfrentam desafios e aprendem lições valiosas enquanto seguem em direção ao grande Mágico.

Confira a seguir cinco motivos para assistir O Maravilhoso Mágico de Oz nos cinemas:

1 - É UMA ADAPTAÇÃO FIEL E INVENTIVA DO CLÁSSICO

A obra de L. Frank Baum, que já encantou gerações, ganha agora uma nova interpretação sob a direção do cineasta russo Igor Voloshin. Nesta versão, que consegue ser fiel ao livro original assim como trazer inovações, os sapatos tão importantes para a trama são pratas, como descritos no livro. Uma grande diferença é que aqui o cãozinho Totó adquire a habilidade de falar assim que chega na mágica terra de Oz, adicionando uma camada de humor ao filme. 

2 - EFEITOS VISUAIS IMPECÁVEIS

Um dos maiores atrativos do filme é a impressionante utilização de efeitos visuais. A recriação do fantástico mundo de Oz, com suas cores vibrantes e cenários deslumbrantes, promete uma experiência imersiva. As cenas de fantasia e magia ganham vida através da tecnologia de ponta, proporcionando ao espectador um espetáculo visual que vai além da tela. 

3 - DIVERSÃO E ENCANTAMENTO PARA TODA A FAMÍLIA

Com um equilíbrio entre momentos de emoção e diversão, O Maravilhoso Mágico de Oz é uma excelente escolha para quem busca uma experiência cinematográfica para toda a família. Enquanto as crianças se divertem com a magia e os personagens encantadores, os adultos também encontrarão significado nas mensagens e nas sutilezas da narrativa. 

4 - UMA HISTÓRIA ATEMPORAL

A mensagem central de O Maravilhoso Mágico de Oz sobre coragem, amizade e a busca pela própria identidade é atemporal. Ao longo de sua jornada, Ellie e seus novos amigos enfrentam desafios e descobrem que a verdadeira força reside dentro de cada um. O filme oferece lições valiosas que se aplicam a qualquer idade e que tocam no coração de quem assiste. 

5 - TEMAS ATUAIS E RELEVANTES

O filme traz temas atuais da infância contemporânea, exibindo o modo como a protagonista Ellie se torna dependente do celular e da internet, e precisa se desconectar ao chegar na terra mágica para conseguir voltar para casa. O diretor traz uma visão moderna e criativa para o universo de Oz, mantendo a essência da história, mas adicionando elementos que fazem o conto se conectar com o público atual. As referências culturais e a abordagem contemporânea prometem deixar tanto fãs antigos quanto novos completamente envolvidos. 


Sinopse:

Levada por um furacão a um mundo mágico e desconhecido, Ellie decide seguir a estrada de tijolos amarelos rumo à Cidade Esmeralda, onde acredita que o poderoso Mágico poderá ajudá-la a voltar para casa. No caminho, ela encontra grandes amigos: o Espantalho, que sonha em ter um cérebro; o Homem de Lata, que deseja um coração; e o Leão Covarde, que busca coragem. Juntos, eles enfrentam desafios em uma história encantadora que celebra a amizade, a coragem e a força dos sonhos. 

Ficha Técnica:

Direção: Igor Voloshin.

Roteiro: Timofei Dekin, Roman Nepomnyashchiy, Aleksandr Volkov

Produção: Petr Anurov, Aleksandr Gorokhov, Tina Kandelaki, Nikita Mikhalkov, Grigoriy Stoyalov, Leonid Vereshchagin, Vadim Vereshchagin, Aleksandr Zharov

Direção de fotografia: Mikhail Milashin

Trilha sonora: Daria Golovacheva 

'Antonio Candido, anotações finais', de Eduardo Escorel, chega ao streaming

Com narração de Matheus Nachtergaele, documentário é baseado nos últimos dois cadernos de anotações deixados inéditos pelo crítico literário

Antonio Candido – crédito: Arquivo Pessoal

 

Além da essencial obra publicada, Antonio Candido (1918-2017) deixou 74 cadernos inéditos. Baseado nos dois últimos, o documentário "Antonio Candido, anotações finais", de Eduardo Escorel, inclui comentários escritos entre 2015 e 2017. O sociólogo e crítico literário fala de temas como sua fragilidade física, a crise política da época, gostos literários e musicais, e lembranças de Gilda, sua mulher. Fotografias e gravações complementam o texto, dando acesso às reflexões de Antonio Candido frente à iminência do fim.

 

O documentário "Antonio Candido, anotações finais" já pode ser alugado nas plataformas de streaming Claro TV (antiga NET NOW) e Vivo Play, via Canal Brasil. O filme também entra na programação do canal em fevereiro. Recentemente, o filme foi eleito melhor documentário de 2024 pela Associação Paulista de Críticos de Artes (APCA).

 

Os  textos que deram origem ao filme foram "Prós e contras" e "O pranto dos livros". "O filme que estreia agora resulta do impacto da leitura desses dois textos tão instigantes", define o diretor Eduardo Escorel. "No primeiro, Candido revê a luta contra a ditadura do Estado Novo, da qual participou de 1942 a 1945, tendo se associado à opinião liberal contra o que parecia manifestação de fascismo. No outro, ele imagina estar fechado em um caixão à espera de ser cremado, enquanto seus livros choram lágrimas invisíveis", resume o diretor. 

 

O narrador do filme é o ator paulista Matheus Nachtergaele. "Foi um desafio bonito botar a voz em um projeto tão pessoal do Eduardo Escorel como esse de narrar os últimos diários de vida de um mestre revolucionário, mas sereno que é Antonio Candido", relembra. "Era preciso uma melancolia, mas não uma tristeza. Era preciso uma paixão educada, como é o retratado", complementa. Ele conclui dizendo: "É um filme com a melancolia do fim de uma vida, mas com o otimismo de quem acredita no Brasil, ainda".

 

"Antonio Candido, anotações finais" teve sua estreia no 29º Festival Internacional É Tudo Verdade e foi exibido na mostra Filmes para Adiar o Fim do Mundo do 25º Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental (FICA). A produção é da Superfilmes - Cinefilmes, com coprodução do SescTV e produção associada da Afinal Filmes. O patrocínio é do Itaú, com apoio no desenvolvimento da Lei Aldir Blanc / ProAC. A distribuição nas plataformas é do Canal Brasil em parceria com a Bretz Filmes.

 

"Antonio Candido, anotações finais"

Documentário | 87 min | 2024 | 12 anos

Plataformas de streaming: Claro TV (antiga NET NOW) e Vivo Play (via Canal Brasil)

Valor: R$ 14,90

Trailer: youtube.com/watch?v=2EImzTnuMtg

Instagram: @bretzfilmes

 

Logline

Além da obra publicada, Antonio Candido deixou 74 cadernos inéditos. O documentário se baseia nos dois últimos, escritos entre 2015 e 2017.

 

Sinopse

Além da essencial obra publicada, quando morreu aos 98 anos, Antonio Candido deixou 74 cadernos inéditos. Baseado nos dois últimos, Antonio Candido, anotações finais inclui comentários escritos entre 2015 e 2017. Temas recorrentes, entre vários outros, são os sinais de fragilidade física, notícias de jornal ou acompanhadas pela televisão – como a crise política da época –, preferências literárias, musicais e cinematográficas, evocações dos antepassados, menções à infância no sudoeste de Minas Gerais e lembranças de Gilda, sua mulher. O vasto acervo de fotografias do casal, além de imagens de arquivo e gravações originais, complementam o texto, dando acesso às reflexões de Antonio Candido frente à iminência do fim.

 

Sobre Antonio Candido

A obra de Antonio Candido (1918-2017), um dos intelectuais mais destacados do Brasil, é equiparável à de Gilberto Freyre, Sérgio Buarque de Holanda, Caio Prado Jr. e Celso Furtado.
Crítico literário, historiador e teórico da literatura, Antonio Candido foi também professor e orientador de várias gerações de alunos nas cadeiras de Ciências Sociais e de Teoria Literária e Literatura Comparada, na Faculdade de Filosofia Letras e Ciências Humanas da USP.
Socialista desde jovem, manteve-se fiel a essa orientação política, tendo sido fundador do PT – Partido dos Trabalhadores, em 1980. É autor de cerca de duas dezenas de livros entre os quais Formação da literatura brasileira, momentos decisivos 1750 – 1880 e Os Parceiros do Rio Bonito, ambos publicados em 1959. Em 2004, foi publicado O Albatroz e o Chinês, seu último livro.

 

Sobre Eduardo Escorel

Eduardo Escorel dirigiu, entre outros, “Antonio Candido, anotações finais” (2024), “1968 – Um ano na vida” (2023), “SARS-CoV-2 / O Tempo da Pandemia” (2021, codireção de Lauro Escorel), “1937 – 45 Imagens do Estado Novo” (2015) e “Paulo Moura – Alma brasileira” (2013). Realizou seu primeiro documentário – “Bethânia Bem de Perto” – como fotógrafo, co-diretor e montador, em 1966, seguido de “Visão de Juazeiro”, em 1970. Dirigiu “Lição de amor”, seu primeiro longa-metragem de ficção, em 1975, seguido de “Ato de violência”, em 1979 e “O Cavalinho azul”, em 1984. Montou, entre outros, “Terra em Transe” (1967), “Macunaíma” (1969), “Cabra marcado para morrer” (1984), “Santiago” (com Letícia Serpa, 2006) e “No intenso agora” (com Laís Lifschitz, 2016). Publicou Adivinhadores de água, editado pela Cosac Naify, em 2005. Escreve coluna no site da revista piauí desde 2009.

 

Sobre o Instituto Moreira Salles

Fundado em 1992 pelo embaixador e banqueiro Walther Moreira Salles (1912-2001), o Instituto Moreira Salles está presente em três cidades brasileiras: São Paulo, Poços de Caldas e Rio de Janeiro (a sede carioca está temporariamente fechada para reforma). Seu acervo está distribuído em quatro áreas principais: fotografia, música, iconografia e literatura. O IMS organiza e recebe em seus centros culturais exposições de fotografia e de artes visuais de artistas brasileiros e estrangeiros, promove mostras de cinema e espetáculos musicais, publica catálogos de exposições, livros de fotografia, literatura e música e duas revistas: a ZUM, sobre fotografia contemporânea, e a serrote, de ensaios sobre arte, política e literatura.

 

Sobre a Superfilmes

Desde 1983, a produtora paulista Superfilmes viabiliza projetos próprios e de realizadores independentes, tornando-se uma das principais produtoras no Brasil.

O propósito da Superfilmes é apoiar os diretores e diretoras, acatando suas personalidades artísticas, seus temas prediletos e estilos próprios.

Colaboramos, ao longo dos anos, com uma rica variedade de talentos: André Klotzel, Aurélio Michiles, Chico Teixeira, Lina Chamie, Ricardo Dias, José Roberto Torero, Evaldo Mocarzel, Flavio Frederico, Jeferson De, Eduardo Nunes, Helena Tassara, Julia Zakia, e mais recentemente Lauro Escorel com o longa “Fotografação”, Carolina Markowicz com o longa “Carvão” e Eduardo Escorel com o longa “Antonio Candido, anotações finais”.

 

Sobre Bretz Filmes

Com mais de 30 anos de presença no mercado cinematográfico, a Bretz Filmes já distribuiu filmes de renomados diretores como Walter Salles, Karim Aïnouz, Eduardo Coutinho, Helena Solberg, Sandra Kogut, Sérgio Machado, Flávia Castro, Izabel Jaguaribe, Marina Person, Nelson Pereira dos Santos, Ricardo Calil, Renato Terra e Heitor Dhalia e seus filmes participaram ou foram premiados nos principais festivais brasileiros e internacionais como os de Gramado, Rio de Janeiro, São Paulo, Cannes, Berlim, Veneza, IDFA e HotDocs. Seu diretor, Luiz Bretz, também dirigiu por 10 anos a área de distribuição da VideoFilmes. Atualmente a Bretz Filmes é uma das principais distribuidoras de documentários e filmes de autor nos cinemas do Brasil. Recentemente distribuiu longas como os indicados ao Oscar "Honeyland" e "For Sama", além dos belos documentários nacionais “Sinfonia de um Homem Comum" e "Nelson Pereira dos Santos - Vida de Cinema".

 

Ficha Técnica

Direção e roteiro: Eduardo Escorel

Narrador: Matheus Nachtergaele

Montagem: Laís Lifschitz e Eduardo Escorel

Direção de Fotografia e Fotos: Carlos Ebert e Guilherme Maranhão

Edição de Som e Mixagem: João Jabace e Luis Rodrigues

Produtores: Zita Carvalhosa, Patrick Leblanc e Eduardo Escorel

Produção: Superfilmes - Cinefilmes

Coprodução: SescTV

Produção associada: Afinal Filmes

Patrocínio: Itaú

Apoio no desenvolvimento: Lei Aldir Blanc / ProAC

Duração: 87 min.

Ano de produção: 2024

Distribuição: Bretz Filmes

Classificação indicativa: 12 anos

A&E estreia a série nacional de ficção Submersos

Gravada em Florianópolis e Córdoba (Argentina), produção mistura temas como surf, política e tráfico internacional

ESTREIA - 27/1, segunda-feira, 18h25

A trama de Submersos, que o A&E exibe a partir da próxima segunda-feira, 27/1, mistura surf, política e tráfico internacional. A produção é estrelada por Cássio Nascimento, Zécarlos Machado e Guilherme Weber e é dirigida por Marcia Paraíso (Brasil), Claudio Rosa e Pablo Brusa (Argentina); e traz um elenco dos dois países. Uma coprodução Brasil e Argentina, Submersos foi gravada em Florianópolis e Córdoba (Argentina). O canal exibe os 13 episódios, de uma hora de duração, de segunda a sexta-feira, às 18h20.

Na trama, Nando Oliveira (Cássio Nascimento, Tropa de Elite, Tropa de Elite 2) é uma personalidade do esporte, ex-campeão mundial de surf, filho bastardo do político Luís (Zécarlos Machado, Mar de Dentro, Elis), que esconde sua orientação sexual e mantém um relacionamento com o seu assessor Branco (Guilherme Weber, Meu Amigo Hindu). Ele cresceu com o argentino Gabi (Mariano Bertolini, Golpe Duplo, A Rainha do Tráfico), que mora com o pai em Córdoba, mas viaja para o Brasil para visitar a mãe e promover festas. Nando se aposentou precocemente, no auge do surf, após sair ileso do acidente de carro que vitimou sua mãe, Teresa, e se sente culpado por não ter conseguido salvá-la, além de ter dúvidas sobre o que aconteceu.

Nando tem uma marca de roupas, mas vive com problemas financeiros. Por orgulho, não aceita a ajuda do pai, que o rejeitou na infância, mas tentou aproximação na adolescência. Com o suporte de Gabi, ele quer expandir sua marca para o mercado argentino. Na realidade, é uma fachada para seu envolvimento no tráfico internacional de drogas - parceria com o ex-sócio de seu pai, o mafioso Mendes (Nazareno Pereira). Juntos, exportam anfetaminas em pranchas de surf, que desaparecem. Nando é sequestrado e tudo indica que Gabi, chateado, traiu o amigo.

Confira os episódios da semana de estreia:

Segunda, 27/1 – A grande onda
Nando relembra o acidente que matou sua mãe e que quase o vitimou. Gordo (Lucas Heymanns) fiscaliza a produção das pranchas de surf recheadas de anfetaminas. Gabi é chantageado por telefone e obrigado a dar informações à uma voz misteriosa. Uma grande festa lança a marca de Nando no mercado internacional, divulgando a sociedade entre o ex-surfista e o badalado empresário Mendes. Em Córdoba, o comissário de polícia Villar (Jorge Marrale, Maracaibo) chega em um local com dois assassinatos, confrontando o colega Costa (Pablo Tolosa, Histórias Invisíveis), ex-parceiro e suspeito de corrupção. Com a ajuda de um informante, Villar descobre que a operação tem a ver com um carregamento de anfetaminas vindas do Brasil.

Terça, 28/1 – Relações duvidosas
Branco investiga Nando e descobre sua relação com Lobo, comparsa de Mendes no tráfico, associando Nando ao negócio. Flávia também investiga Mendes e discute com Nando sobre sua ida para a Argentina. Nando chega na Argentina levando as pranchas com anfetaminas. Oliveira inicia uma investigação particular e sigilosa sobre a morte de Tereza. Nando, sem saber que Gabi sabe de tudo, vai mostrar a ele as pranchas na garagem e se surpreende quando não encontram nada. Saldanha aponta a arma para Nando, Costa não entende, atira. Gabi foge, e é perseguido por Moretti.

Quarta, 29/1 – Escondido na frente de todos
Gabi entra em um badalado reality show como forma de esconderijo e proteção. Andrea Guerra (Celina Font), produtora do reality, é ameaçada para que mantenha Gabi no programa. Laura Villar (Liz Solari) é a psicóloga do reality e demonstra interesse em Gabi. Luiz Oliveira desconfia do juiz Piatti, que assinou documentos no caso da morte de Tereza. A notícia da morte de Saldanha e do sumiço de Nando chega aos ouvidos de Lobo e Gordo, colocando a operação em risco.  Costa descobre que Gabi está no reality e nada pode fazer. Oliveira é comunicado sobre o desaparecimento do filho Nando.

Quinta, 30/1 – Seguindo rastros
Leo (Clei Grött) visita o primo, Gordo. Branco parte para a Argentina com a missão de encontrar Nando. Belli (Iris Gomez Levrino) mostra Gabi no reality aos policiais que a interrogam na boate. O comissário Villar conversa com Guerra na tentativa de obter a permissão para interrogar Gabi no reality. Costa chantageia Nando no cárcere. Branco encontra-se com a cônsul brasileira, que conta sobre a súbita entrada de Gabi no reality show. Guerra é chantageada por Costa.

Sexta, 31/1 – Tudo o que seduz
Laura conversa reservadamente com Gabi, que revela sobre Nando e seu desaparecimento. Branco, passando-se por um produtor brasileiro interessado no formato do reality show argentino, vai até o canal para conversar com Guerra, que não disfarça seu interesse por ele. Oliveira autoriza Frederico (Édio Nunes) a fazer uma varredura nas contas de suas empresas, na tentativa de identificar alguma movimentação suspeita. Costa recupera as pranchas com drogas. Guerra permite que Branco converse com Gabi. Flávia descobre que o colega Léo é primo de Gordo e tenta obter informações para se aproximar do traficante. Costa ameaça Nando.

Classificação Indicativa: 14 anos 

@CanalAE / www.facebook.com/CanalAE  / http://canalaetv.com.br/

History estreia a minissérie documental Poderosos Chefões: As Cinco Famílias da Máfia

Megaprodução do ganhador do Emmy Michael Imperioli (Família Soprano) revela o surgimento, a ascensão e a inevitável queda das lendárias Cinco Famílias da máfia de Nova York

Todos os episódios serão exibidos em maratona especial, neste sábado

ESTREIA ESPECIAL: 25/1, sábado, a partir das 19h15

Poderosos Chefões: As Cinco Famílias da Máfia (American Godfathers: The Five Familiers), minissérie documental que estreia no History em maratona especial, é produzida e narrada na versão original pelo ator vencedor do Emmy Michael Imperioli (Família Soprano, The White Lotus, This Fool).

A megaprodução explora a origem, a ascensão e a queda das cinco grandes famílias da máfia de Nova York: Bonanno, Colombo, Gambino, Genovese e Lucchese. Durante mais de cinquenta anos, essas famílias controlaram múltiplos aspectos do crime organizado dos Estados Unidos, do contrabando ao tráfico de drogas, passando pela extorsão e os jogos de apostas.

Em VoD, a partir de 30 de janeiro, os três episódios estarão disponíveis em seu idioma original e com legendas, para que seja possível apreciar a narração do ator de Família Soprano Michael Imperioli.

Produzida pela Propagate e Barnicle Brothers e baseada no best-seller do New York Times "Five Families: The Rise, Decline and Resurgence of America’s Most Powerful Mafia Empires" de Selwyn Raab, Poderosos Chefões: As Cinco Famílias da Máfia conta a extensa história da máfia das Cinco Famílias na cidade de Nova York ao longo do século XX, começando com seus primeiros vínculos com a Sicília até seu inevitável declínio, acompanhando figuras como “Lucky” Luciano, Joey “Crazy Joe” Gallo, Carmine Galante, John Gotti e Joseph Valachi, entre outros.

Por meio de imagens de arquivo, gravações de áudio dos próprios chefes da máfia, encenações e entrevistas exclusivas com autores, historiadores, especialistas, agentes da lei e do FBI, testemunhas e ex-membros da máfia, os telespectadores terão uma visão detalhada do funcionamento da organização criminosa mais poderosa do século passado.

O produtor Michael Imperioli destaca a importância de mostrar o lado mais cru e violento da máfia, para além do glamour e fascínio que muitas vezes envolvem essas histórias: “Você pode se deixar encantar um pouco pelo mito deste mundo, mas a verdade é que cometeram atos terríveis de violência durante muitos anos e pessoas sofreram e morreram de formas horríveis. É importante não perder de vista essa realidade”.

Alguns dos depoimentos de destaque da minissérie são de Rita Gigante, filha de Vincent Gigante, um ex-mafioso chefe da família Genovese; Michael Franzese, ex-membro da Colombo; Chris Colombo, filho de Joe Colombo, chefe dessa família; os historiadores Sami Jarroush, Edward T. O D’onnel (College of Holy Cross) e Claire White (The Mob Museum); a especialista em criminalística da Universidade de Essex, Anna Sergi; os repórteres Anthony M. Destefano e Larry McSahen (New York Daily News); Paul W. Williams, fiscal federal do Distrito Sul de Nova York (1955-58); Jim Nelson, agente especial do FBI; Sean McWeeney, supervisor aposentado do FBI; Pat Colgan, agente especial do FBI da divisão de Sequestros; Edward McDonald, ex-fiscal da Força Federal de ataque Contra o Crime Organizado; e os autores Alex Stille, Alex Hortis, Tom Folsom, Frank Dimatteo e o próprio Selwyn Raab.

SINOPSES DOS EPISÓDIOS

SÁBADO, 25 DE JANEIRO, A PARTIR DAS 19H15

A MORTE DAS VELHAS REGRAS
Esta série acompanha a máfia americana desde o seu início em Nova York durante a Lei Seca até os anos dourados da década de 1950. Como é que a violência pública, o tráfico de drogas e as suas aparições em audiências governamentais afetaram as operações e o suposto código de honra mafioso?

ASCENSÃO DE NOVOS CAPOS
Episódio focado no conflito entre os líderes tradicionais das famílias mafiosas e uma nova geração de jovens gângsteres, que nasceram nos Estados Unidos. Esses novatos foram incentivados a desafiar a autoridade e as regras estabelecidas, na procura tanto por poder quanto por riqueza e vingança.

O ÚLTIMO DOM
A estratégia agressiva da aplicação da lei para “erradicar” a máfia está forçando diversas famílias a encontrar maneiras cada vez mais criativas de permanecer no negócio e evitar a prisão. No entanto, alguns mafiosos estão dispostos a arriscar tudo o que têm para permanecer no poder.

Classificação Indicativa: 14 anos

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