Crítica Filme "Percy Jackson e o Mar de Monstros".




“Percy Jackson e o Mar de Monstros” é a segunda adaptação de uma série de livros juvenis de aventura escritos por Rick Riordan, baseados na mitologia grega.

E mais uma vez, esse tipo de escrita adaptada para o cinema, se mostra como um excelente meio de introduzir o assunto aos jovens que são sedentos por histórias e também por efeitos especiais. 

Nesse novo episódio ficamos sabendo como e porquê foi criado o escudo que protege o acampamento onde os filhos dos deuses do olimpo iniciam seus treinamentos.

Há alguns anos, quando chegava ao acampamento, um pequeno grupo de crianças foi perseguido por criaturas monstruosas. 

Para salvar os amigos, uma delas acaba morrendo nas mãos de um ciclope gigante.
Seu pai, um deus do olimpo, para homenageá-la, a transforma em uma árvore que cria um escudo de proteção ao redor do acampamento.

Muito tempo depois, um monstro metálico consegue quebrar o escudo e a árvore começa a morrer.
Para salvar a árvore e os semideuses que moram no acampamento é preciso recuperar um manto mágico chamado “Velocino de Ouro” que tem o poder de curar tudo o que nele é colocado.

É nesse momento que Percy e seus amigos sairão em busca desse tesouro.

Acontece que ele está escondido no meio do oceano, mais precisamente no “Mar de Monstros” que é conhecido pelos humanos como “Triângulo das Bermudas”, um local onde diversas embarcações e aviões desaparecem.

Além de encontrar esse local, Percy e seus amigos terão que lutar contra inimigos internos, diversos monstros e um ciclope gigante que protege o manto.

Um filme divertido, cheio de efeitos especiais que vai agradar a audiência que gosta do gênero fantasia misturado com aventura.

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