Após participar do Festival É Tudo Verdade, A Ponte de Bambu chega às plataformas digitais a partir do dia 11 de fevereiro

        Com distribuição da Elo Company, o longa estreia na Vivo Play, Net NOW, e Oi Play

 

A Ponte de Bambu, um dos destaques da 25ª edição do Festival É Tudo Verdade, chega às plataformas digitais da Vivo Play, Net NOW e Oi Play no dia 11 deste mês. Distribuído pela Elo Company, com a coprodução da Globo Filmes e Globo News e apoio da Sabesp, o longa é dirigido por Marcelo Machado, conhecido pela realização de documentários musicais como Tropicália, O Piano que Conversa e Com a Palavra Arnaldo Antunes . 

Em A Ponte de Bambu, Marcelo transita pelo tema histórico-político ao relatar a experiência do jornalista Jayme Martins e família na China.  Há mais de meio século, a família chega a Beijing em um período em que o Brasil havia rompido relações diplomáticas com o país. Ali, os Martins vivem o isolamento e o radicalismo da Revolução Cultural, voltando após a anistia. Num segundo período, Jayme retorna à China como correspondente da imprensa brasileira enquanto suas filhas vão estudar na Universidade de Beijing. Dessa posição privilegiada, presenciam as Manifestações pela democracia na Praça da Paz Celestial. Fazendo a ponte entre os dois países, a história da família é profundamente impactada pelos movimentos que levaram o país a se transformar em uma superpotência.

"Tendo gravado as primeiras entrevistas em 2014 e lançado o filme só agora em 2021, acredito que a experiência dos Martins fica cada vez mais relevante. São aspectos fundamentais da história recente da China que a maioria de nós desconhece. Uma introdução sob o ponto de vista doméstico sobre a presença chinesa no nosso cotidiano e sobre as possibilidades de trocas,  cada vez mais constantes.", conta Marcelo. 

De forma afetiva, o filme mergulha na história e cultura da China, e propõe uma reflexão sobre como pretendemos lidar com o país dentro do seu novo protagonismo global. O longa ganhou o prêmio edt. de Melhor Montagem no Festival É Tudo Verdade.

Sinopse “A Ponte de Bambu”

O documentário narra a experiência de brasileiros que viveram por muitos anos na China. Contrapondo duas realidades muito diferentes, aborda a vida cotidiana de uma família frente às grandes transformações pelas quais passou o país. E promove a reflexão sobre o tráfego intenso entre chineses e brasileiros, a partir de um elo frágil como uma ponte de bambu.

ELO Company

Empresa especializada em produção e distribuição audiovisual fundada por Ruben Feffer, Flavia Feffer e Sabrina Nudeliman Wagon. No mercado há 15 anos, conta com uma estrutura completa de produção de conteúdo, distribuição de obras audiovisuais em todas as plataformas e vendas para o mercado nacional e internacional.

Na unidade ELO Produções são três lançamentos no ano de 2019 e mais de dez projetos em seu lineup, incluindo co-produções internacionais. Na unidade ELO Distribuições são mais de 100 títulos em seu lineup, entre eles “Vou Nadar Até Você”, primeiro filme protagonizado por Bruna Marquezine, “Emicida” produzido pela RT Features, “Miss Beach Star” dirigido por Cris D’Amatto e protagonizado por Fabiana Karla, “Prisioneiro da Liberdade” de Jefferson De, “Torre das Donzelas” de Susanna Lira (vencedor do prêmio de Melhor Documentário pelo público na Mostra de Internacional de São Paulo), “Aos Olhos de Ernesto” da premiada Ana Luisa Azevedo, “Tito e os Pássaros” de Gustavo Steinberg, pré-indicado ao Oscar de 2019, “O Menino e o Mundo” de Ale Abreu, indicado ao Oscar de melhor animação, “S.O.S: Mulheres Ao Mar 2”, apenas para citar alguns.

A ELO Company tem entre seus principais objetivos criar, produzir e divulgar as narrativas brasileiras em múltiplas telas e países. A empresa tem como princípios a valorização da diversidade na frente e atrás das telas com projetos inovadores como o Selo ELAS com o intuito de fomentar projetos de longa-metragem com direção feminina.

Globo Filmes e Globo News

A associação entre a GloboNews e a Globo Filmes tem entre seus principais objetivos formar plateias para o documentário e, em consequência, ampliar o consumo desses filmes nas salas de cinema. A parceria tem contribuído para um importante estímulo ao documentário no Brasil, onde o gênero ainda tem pouca visibilidade quando comparado aos demais países. A iniciativa visa o fortalecimento e a promoção dentro do mercado audiovisual brasileiro, através da coprodução e da exibição desses longas.

O projeto completa sete anos em 2021 e a parceria estimula a criação de longas-metragens que, após a exibição nas salas de cinema, vão ao ar na emissora. Ao longo desse período, os filmes foram vistos por mais de seis milhões de pessoas no canal por assinatura e o alcance médio das produções foi de 450 mil telespectadores por exibição.

Foram lançados filmes como Babenco - Alguém tem que Ouvir o Coração e Dizer: Parou, escolhido para representar o Brasil na busca por uma indicação ao Oscar 2021 na categoria Melhor Filme Internacional e premiado como melhor documentário sobre cinema da Venice Classics, mostra paralela do 76º Festival de Veneza em 2019, Cidades Fantasmas e Cine Marrocos, vencedores respectivamente do Festival É Tudo Verdade 2017 e 2019, Slam: Voz de Levante e Pitanga, premiados respectivamente nos Festivais do Rio e de Tiradentes em 2017, e A Corrida do Doping - até o momento, o filme mais visto na faixa da GloboNews.

Outros destaques foram o longa coletivo 5 x Chico – O Velho e Sua Gente, sobre comunidades banhadas pelo Rio São Francisco, selecionado para quatro festivais internacionais na França; Tim Lopes - Histórias de Arcanjo, sobre a trajetória do jornalista morto em 2002; Betinho - A Esperança Equilibrista, que narra a vida do sociólogo Herbert de Souza, Menino 23, que acompanha a investigação do historiador Sidney Aguilar a partir da descoberta de tijolos marcados com suásticas nazistas em uma fazenda no interior de São Paulo, ambos vencedores do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro em 2016 e 2017, respectivamente; Setenta, de Emília Silveira, sobre a militância política nos anos 1970, que recebeu dois prêmios no 8º Festival Aruanda (Paraíba), incluindo o de Melhor Filme pelo júri popular; e o premiado Meu nome é Jacque, de Angela Zoé, que enfoca a diversidade sexual a partir da experiência da transexual Jacqueline Rocha Cortês, eleito o Melhor Longa Nacional pelo júri do Rio Festival de Gênero & Sexualidade no Cinema 2016.

Em 2021, são mais de 30 filmes em produção, envolvendo mais de 30 produtoras de diferentes regiões do país, ajudando a fomentar o mercado.



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