Crítica Filme - "Jack - O Caçador de Gigantes".


Baseado no conto inglês “João e o Pé de Feijão”, Jack – O Caçador de Gigantes é um ótimo filme, cheio de aventuras, perseguições fantásticas e com uma qualidade tecnológica, impressionante.

Feito para versão em 3D e com captura de movimento, o filme é um grande espetáculo visual, além é claro de encantar o público com sua veia de conto de fadas.

Quando era menino, Jack adorava ouvir a lenda do pé de feijão e dos gigantes que moravam em algum lugar distante no céu.

Depois de adulto, morando com um tio em uma pequena fazenda, Jack precisa vender uma carroça e um cavalo no reino para poderem pagar dívidas.

Enquanto Jack está na cidade, muitas coisas acontecem e um estranho pede sua ajuda entregando alguns feijões para que ele esconda e avisando que eles não podem ser molhados.

Depois de uma grande confusão, Jack fica sem os pertences do tio e acaba voltando para casa sem nada.

A princesa do reino não aceita um casamento forçado por seu pai e durante a noite foge.

Em sua fuga durante uma tempestade, ela procura abrigo justo na casa de Jack.

Uma afeição entre os dois cresce, mas a intensa chuva acaba por molhar um dos feijões e magicamente ele brota e cresce muito. A casa de Jack e a princesa são levadas para o alto.

Os soldados do rei logo aparecem para resgatar a princesa, e junto de Jack escalarão o imenso pé de feijão para enfrentar aquilo que era uma lenda e que de repente se transformou em realidade, além da magia dos feijões, a possibilidade de enfrentar gigantes furiosos.

O filme mostra de alguma forma todos os pontos fortes do clássico infanto-juvenil, mas com uma aura moderna e atualizada.

Para quem gosta do gênero fantasia, essa é uma excelente opção. Recomendo!

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