Estreia nesta quinta-feira o filme “Da Magia à Sedução: Feitiço de Amor” dirigido pela cineasta Susane Bier, que tem em seu currículo “Caixa de Pássaros” e séries como “The Undoing”.
Em 1998, “Da Magia à Sedução” estreou e fez muito sucesso contando
a história das mulheres da família Owens, que tem poderes mágicos, mas,
enfrentam uma maldição que as persegue há mais de duzentos anos: qualquer homem
que se apaixona por uma delas, morre.
Mais de trinta anos depois, nessa continuação do filme, que se
tornou um clássico, reencontramos as irmãs Owens Sally (Sandra Bullock) e
Gillian (Nicole Kidman) praticamente na mesma situação.
Elas ainda sofrem com essa herança, cada uma lidando com ela,
do seu jeito. Mas, agora suas filhas já crescidas e não conhecendo o passado da
família, vão ser assombradas pela maldição também.
Acontece que agora elas terão a chance de encontrar um
caminho que seja mais viável para o amor. Enfrentando poderosos feiticeiros e reveses
da vida, elas lutarão pelo futuro da família.
A diretora Susane Bier fez um filme que agrada muito pelo
visual, trazendo imagens e enquadramentos bonitos, uma dupla de atrizes
principais que encanta qualquer plateia e uma verdadeira história de amor.
E essa história de amor é abrangente, ela fala do amor
familiar, do amor entre irmãs, filhas, tias, e então do amor romântico.
O filme é essencialmente feminino, enobrece o amor fraterno,
fala de magia sim, mas, mostra que a verdadeira magia está no âmago de todas as
pessoas.
Inclusive esse aspecto feminista da história, eu não gostei,
pois ele não foi explícito, ficando somente no raso.
Para mim, o filme poderia ter uns vinte minutos a menos,
pois, em alguns momentos ele se tornou repetitivo e chato, com cenas redundantes
entre as atrizes principais. Me pareceu que alguns desses momentos foram
adicionados para que elas tivessem mais tempo de tela.
Desnecessário, dada a importância que elas já tem para a
indústria do cinema.
“Da Magia à Sedução: Feitiço de Amor” é um filme que vai
agradar as plateias tanto pelo visual, quanto pela saga das irmãs, que buscam a
liberdade de poder se apaixonar. Algumas referências na história são bem legais
de se ver.
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